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Blog da Ana - 1000 dias

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SHUFFLE Há 1 ano: Estados Unidos Há 2 anos: Estados Unidos

Georgia Aquarium, o maior aquário do mundo!

Estados Unidos, Georgia, Atlanta

Um Tubarão-Baleia no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Um Tubarão-Baleia no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Atlanta é uma das cidades que mais cresce nos Estados Unidos, com mais de 5,2 milhões de habitantes somando a sua região metropolitana. Nona maior cidade os EUA, a capital do estado da Georgia se tornou um grande hub aéreo tanto para passageiros quanto para carga e desde 1998 o Harstfiled- Jackson Atlanta International Airport é o aeroporto mais movimentado do globo.

A moderna skyline de Atlanta, na Georgia - EUA

A moderna skyline de Atlanta, na Georgia - EUA


Ainda bem que nós chegamos por terra! A Fiona e seu GPS nos levaram direitinho a downtown, melhor base no nosso caso que teríamos uma passagem quase meteórica pela capital.

Caminhando no parque olímpico em Atlanta, na Georgia - EUA

Caminhando no parque olímpico em Atlanta, na Georgia - EUA


Em uma caminhada pelo Centennial Olimpic Park prestamos as nossas homenagens à cidade que ficou conhecida pelo mundo quando se tornou a Sede dos Jogos Olímpicos de 1996. Estátuas e memoriais foram construídos para relembrar atletas e todos àqueles que trabalharam para o sucesso do evento. Logo em frente chegamos ao nosso principal objetivo na visita à cidade: Georgia Aquarium, o maior aquário do mundo!

Imnpressionado com o Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Imnpressionado com o Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Divido em 6 grandes ambientes marinhos, o aquário tem a maior coleção de peixes do mundo e mesmo para àqueles que tem suas restrições em colocar peixes dentro de cubos de vidro se torna uma experiência incrível. Sem contar que os aquários são imensos, tentando me colocar na pele de um peixe, até que não deve ser ruim. Os biólogos responsáveis pelos aquários estão sempre pesquisando e inventando novas técnicas e tecnologias para tornar o ambiente o mais próximo possível ao ambiente natural.

Belíssimas águas-vivas no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Belíssimas águas-vivas no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Túnel sob um dos aquários no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Túnel sob um dos aquários no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


O Tropical Diver reúne espécies dos mares tropicais, peixes de recifes e muitas formações coralíneas comuns na região do Caribe, por exemplo.

Uma majestosa arraia-manta no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Uma majestosa arraia-manta no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Cavalo-Marinho no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Cavalo-Marinho no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


O River Scout apresenta espécies de água doce de vários dos principais rios do mundo, vindos da África, Brasil, Estados Unidos e onde mais você possa imaginar. Lontras, piranhas, tartarugas, peixes e até um par de jacarés albinos lindos!

Um raríssimo crocodilo albino no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Um raríssimo crocodilo albino no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Um raríssimo crocodilo albino no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Um raríssimo crocodilo albino no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


O Georgia Explorer possui as principais espécies encontradas na costa leste dos Estados Unidos, a única tartaruga marinha do aquário está nesta sala. Eles apresentam de forma interativa as espécies de arraias, que podem ser tocadas e ensinam aos visitantes temas como a invasão de espécies, figurando o belíssimo e venenoso Lion Fish. O coitado não tem culpa, mas chegou aqui e agora é uma peste a ser combatida, pois sem inimigos naturais está se proliferando como uma praga e matando todos os peixes pequenos presentes nos arrecifes e corais desde o Mar do Caribe até aqui.

Um enorme Lion Fish no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Um enorme Lion Fish no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


As duas grandes atrações do aquário, quando digo grandes não estou colocando apenas em importância e sim em tamanho, são os gigantescos tubarões baleia e a fantástica baleia beluga!

O incrível Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

O incrível Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


No Ocean Voyager, o maior aquário do complexo, estão os quatro tubarões-baleia medindo em torno de 8 metros cada um. Elas quase chegam a apagar o brilho de outros animais tão esplêndidos quanto elas, como as arraias mantas, chitas, águia, um mero gigante e tubarões de diversas espécies, até um tubarão-serra! Este é um dos mais grandiosos e impressionantes momentos da visita.

O gigantesco Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

O gigantesco Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Tubarão nada junto com Tubarão-Baleia no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Tubarão nada junto com Tubarão-Baleia no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Os tubarões-baleia possuem um hábito alimentar muito particular, eles comem pequenos crustáceos e plânctons, abrindo sua boca gigantesca enquanto passam pelos cardumes. Aqui este hábito é reproduzido pelos biólogos que espalham a comida pela água se movimentando em botes de borracha em 4 linhas diferentes, uma para cada tubarão-baleia. Impressionante é que cada tubarão já sabe qual é a sua linha e se posiciona na hora da refeição!

tubarão-Baleia visto do alto do Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

tubarão-Baleia visto do alto do Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Os outros peixes também são alimentados, mas a guia do Quick Dip, o tour “Behind the Scenes” que fizemos, nos contou que eles mantém seus instintos e também se alimentam dos seus colegas de aquário. Segundo os biólogos este aquário tem capacidade para receber até seis tubarões baleias! Um animal tão grande e acostumado a cruzar os mares, sinceramente fica difícil acreditar. Como disse o Rodrigo, ninguém perguntou para elas!

Observando tubarões no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Observando tubarões no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Extasiados, parecendo duas crianças, como se nunca tivéssemos visto nada disso e achando que nada mais pode nos impressionar, chegamos ao Georgia-Pacific Cold Water Quest. Assim, como quem não quer nada, uma Baleia Beluga grávida nada solitária por um aquário gigante e gelado. Conhecida por ser a única espécie de baleia que tem um pescoço, ou seja, movimenta a cabeça para todos os lados, ela é super curiosa e muitas vezes interage com os curiosos do lado de cá. A primeira Beluga a gente nunca esquece!

Baleia Beluga grávida no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Baleia Beluga grávida no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Baleia Beluga grávida no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Baleia Beluga grávida no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Continuamos pelos aquários e vamos descobrindo um mundo novo que vive nas águas geladas do Pacífico e do Ártico. Fiquei fascinada com o Dragon Fish, parecido com um cavalo marinho só que ainda mais colorido e decorado. Ao lado dele estão os requisitados King Crabs, caranguejos gigantes, lindas anêmonas que podem ser tocadas, lontras marinhas super brincalhonas, lagostas e várias espécies de pinguins.

O magnífico Dragon Fish no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

O magnífico Dragon Fish no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Carangueijos gigantescos no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Carangueijos gigantescos no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Pinguim no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Pinguim no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Assistimos também o Dolphin Tales, show dos golfinhos em uma mega produção aquática que mistura um musical da brodway com efeitos especiais estilo Las Vegas em um roteiro a la Piratas do Caribe. Assim, já que você está lá e se tem tempo sempre vale ver, mas na minha opinião toda essa mistura ficou meio over. O show do Seaquarium de Miami para mim é mil vezes melhor. Ah! Não é permitido tirar nenhuma foto ou filmar...

Golfinho no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Golfinho no Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


A exibição temporária dos sapos de todo o mundo também vale a pena e é impressionante! São sapos e pererecas de todas as cores, tamanhos e formatos.

O Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA tem uma variada coleção de sapos coloridos

O Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA tem uma variada coleção de sapos coloridos


O Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA tem uma variada coleção de sapos coloridos

O Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA tem uma variada coleção de sapos coloridos


O Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA tem uma variada coleção de sapos coloridos

O Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA tem uma variada coleção de sapos coloridos


Nós viajamos o mundo mergulhando, vimos os tubarões-baleia e martelos em Galápagos, reef-sharks e corais multicoloridos no Caribe, cardumes de Lula e peixes exóticos na Tailândia e Indonésia e de repente podemos encontrar todos eles em um mesmo lugar!

Saguão do Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Saguão do Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA


Agora, se para nós que já estamos acostumados com o mundo subaquático, fazendo dele um dos grandes motivos das nossas viagens, imaginem para quem nunca mergulhou na vida? Alguns por que não se sentem preparados ou não gostam e outros que por diferentes limitações nunca irão! Ter a possibilidade de ver esses seres marinhos é realmente sensacional! Passando por Atlanta? Não perca a chance de conhecer este incrível mundo submarino.

Visita ao incrível Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Visita ao incrível Aquário de Atlanta, na Georgia - EUA

Estados Unidos, Georgia, Atlanta, Animal, aquário, Georgia´s Aquarium, Mergulho

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Vancouver, para ser sentida

Canadá, Vancouver

Caminhando na Sea Wall do Stanley Park, em Vancouver, no Canadá

Caminhando na Sea Wall do Stanley Park, em Vancouver, no Canadá


Vancouver é daquelas metrópoles cosmopolitas que você sente andando pelas ruas, entrando nos mercados, provando os diferentes aromas, testando seu paladar e principalmente mantendo os ouvidos bem atentos. Em uma mesma quadra é possível ouvir chineses, japoneses, coreanos, árabes, latinos e africanos, tudo ao mesmo tempo e agora. Não impressiona o fato de ela ser a cidade etnicamente mais diversa do Canadá, onde 52% dos habitantes não tem o inglês como primeira língua.

Preparação do nosso churrasco mongol, em Vancouver, no Canadá (foto da expedição 4x1 - Retratos da América)

Preparação do nosso churrasco mongol, em Vancouver, no Canadá (foto da expedição 4x1 - Retratos da América)


As gerações de imigrantes cada vez mais se mesclam, mesmo os chineses, que geralmente estão fechados em seus clusters, já são vistos em círculos totalmente ecléticos. Talvez por serem um dos primeiros imigrantes e se sentirem mais pertencentes a esta terra, talvez pela consciência coletiva da globalização, que aqui acontece em tempo real, ao vivo e a cores. O resultado dessa miscigenação será ainda mais claro na próxima geração, que sem dúvida será de um povo mais forte, mais tolerante, mais feliz e incrivelmente interessante. Qual será a cara dos vancouverites daqui a 30 anos? Seria um bom estudo antropológico.

Dirigindo em Vancouver, no Canadá

Dirigindo em Vancouver, no Canadá


A cidade começou em torno do mercado de madeira na vizinhança de Gastown, em 1867, após a passagem de mais de 25 mil garimpeiros que seguiam para o Fraser Canyon, na Fraser Gold Rush. A pequena vila cresceu com a chegada da Canadian Pacific Railway, quando o seu porto natural se tornou o principal na costa oeste canadense. A exploração de madeira e o transporte são o cerne da economia da região, que mais tarde se beneficiou da Klondike Gold Rush, servindo de base e fornecendo suprimentos para os mineiros que seguiam rumo ao Alasca.

Caminhando pelo centro de Vancouver, no Canadá

Caminhando pelo centro de Vancouver, no Canadá


Rodeada de montanhas nevadas, praias e parques, o turismo se tornou a segunda maior atividade econômica da cidade, apelidada carinhosamente de “Raincouver”. Capa de chuva, sapatos fechados ou impermeáveis e um guarda-chuva são itens indispensáveis se você quiser explorar bem a cidade sem pegar um resfriado. Para tentar garantir dias mais secos, planeje sua viagem entre abril e setembro, época que tende a ser mais seca e ensolarada.

Dia chuvoso no Stanley Park, em Vancouver, no Canadá

Dia chuvoso no Stanley Park, em Vancouver, no Canadá


Nós ficamos baseados no West End, no centro de Vancouver, no Riviera Hotel. Um hotel mais antigo, mas muito bacana, bom preço, estacionamento gratuito, free wifi e ótima localização. Dali, podíamos fazer quase tudo a pé ou andar poucas quadras até o skytrain. A melhor surpresa foi descobrirmos que não era apenas um quarto, era um apartamento com suíte, sala, copa e cozinha! Janelas imensas com uma bela vista do centro e aquela sensação de estarmos novamente em casa. Lá do alto víamos o Stanley Park, o porto entre os prédios, as luzes e carros da cidade molhada. Vocês não tem ideia a delícia que é ter um espaço maior para nos espalharmos, recebermos amigos e inventarmos moda na cozinha. Sim, vocês leram bem, recebemos amigos! Aqui reencontramos os amigos Kombianos, Meli e Jorge e finalmente conhecemos os expedicionários brazucas do 4x1 – Retrato das Américas, assunto que merece outro post.

Vista do nosso apart-hotel em Vancouver, no Canadá

Vista do nosso apart-hotel em Vancouver, no Canadá


Após fazer umas compras no Whole Foods da vizinhança para o café da manhã, caminhar pela Robson Street e ao longo do porto, entre o Harbor Green Park e o Canada Place já é um ótimo começo. Caminhar é o jeito mais gostoso de sentir a cidade.

O Outono chega em Vancouver, no Canadá

O Outono chega em Vancouver, no Canadá


Dali você já estará pertinho de Gastown, o centro antigo e da incrível vizinhança de Chinatown. Por alguns momentos você estará na China sem precisar gastar nem um centavo. Tudo é chinês! De chineses, para chineses.

A Chinatown de Vancouver, no Canadá

A Chinatown de Vancouver, no Canadá


Se a loucura urbana te sufocar, faça um detour (táxi, ônibus, bicicleta) e siga para o Stanley Park, a principal área verde na ponta oeste do West End em downtown. Uma longa caminhada pelas trilhas do parque, ao redor dos lagos, entre árvores gigantes e praias, sem dúvida te farão esquecer que está numa cidade grande. A Lost Lagoon é a mais bonita, o Beaver Lake está tomado por plantas, os totens são a principal atração do parque (que nós não vimos) e a vista do parque para a Lions Gate Bridge, ponte para North Shore, é a melhor. Lá no alto do Prospect Point tomar um vinhozinho para relaxar no final da tarde não é má ideia.

Parece o Ibirapuera, mas é o Stanley Park, em Vancouver, no Canadá

Parece o Ibirapuera, mas é o Stanley Park, em Vancouver, no Canadá


Admirando o belo visual do alto do Stanley Park, em Vancouver, no Canadá

Admirando o belo visual do alto do Stanley Park, em Vancouver, no Canadá


Outro tour interessante é explorar as praias e parques da English Bay ao sul de downtown. As vistas do skyline do West End do outro lado do False Creek são lindas. As melhores vistas, principalmente no final da tarde com a luz a favor, são do Vanier Park. Lá estão também o Museu de Vancouver, com ótimas exposições, o Space Center e ao lado no Hadden Park o Museu Marítimo de Vancouver. Se quiser ver todos os museus, você pode ficar mais de um dia só nesse roteiro sem dúvida!

Fim de tarde em um dos muitos parques em Vancouver, no Canadá

Fim de tarde em um dos muitos parques em Vancouver, no Canadá


Um dos muitos parques na orla de Vancouver, no Canadá

Um dos muitos parques na orla de Vancouver, no Canadá


Nós tiramos umas férias de museus e aproveitamos que não chovia para continuar nos outdoors pela Kitsilano Beach e seguindo pela Point Grey Road até a Jericho Beach, o Pacific Spirit National Park e finalmente a Wreck Beach, o melhor lugar para ver o pôr do sol. Descemos correndo os 470 degraus e conseguimos pegar os últimos raios que se escondiam nas nuvens que cobriam o horizonte. Jovens universitários ficam sobre os troncos que preenchem as areias da praia, enquanto um grupo animadíssimo de tiozinhos riporongas fazia um luau em volta da fogueira na praia.

Até o cachorro admira o pôr-do-sol na Wreck Beach, em Vancouver, no Canadá (foto da expedição 4x1 - Retratos da América)

Até o cachorro admira o pôr-do-sol na Wreck Beach, em Vancouver, no Canadá (foto da expedição 4x1 - Retratos da América)


Admirando põr-do-sol na Wreck Beach, em Vancouver, no Canadá

Admirando põr-do-sol na Wreck Beach, em Vancouver, no Canadá


Novamente, tendo tempo, você pode vir mais cedo e aproveitar para explorar um os melhores museus da cidade de Vancouver, praticamente dentro da cidade universitária da UBC, o Museu de Arqueologia. Eu não me conformei de deixar este passar, mas tudo em prol da comunidade, no caso, do marido. =/

O Outono chega em Vancouver, no Canadá

O Outono chega em Vancouver, no Canadá


Todo este tour fica mais fácil se você tiver um carro ou ainda se conseguir encontrar a linha de ônibus que vai até a Universidade da British Columbia, e ir parando ao longo do caminho. O melhor mapa para se localizar neste roteiro é o Vancouver Parks, que você encontra em qualquer hotel ou centro de informações turísticas. No caminho de ida e de volta, você provavelmente irá cruzar a Burrard Bridge e passará por cima da Grandville Island, onde está o obrigatório, Granville Island Public Market, que também mereceu um post à parte.

Fiona entre as árvores coloridas de Outono, em Vancouver, no Canadá

Fiona entre as árvores coloridas de Outono, em Vancouver, no Canadá


No começo da noite, um jantar na charmosa Gastown em um dos restaurantes da Water St entre os edifícios antigos de tijolos vermelhos. Nós provamos e adoramos o Six Acres, restaurante e pub em um dos prédios mais antigos de Vancouver. Super aconchegante e com um cardápio de comidas e bebidas bem diferenciado, recomendo! Se quiser estender a noite, o Cabaret (abaixo do Chill Winston) tem noites bem animadas, nós chegamos bem em uma noite de Burlesque Halloween! Os rapazes acharam meio esquisito, mas no final todos nos divertimos!

Show de burlesque especial de Halloween em Vancouver, no Canadá

Show de burlesque especial de Halloween em Vancouver, no Canadá


O maior agito fica mesmo é na Granville Avenue, onde estão as baladas main stream de Vancouver. Ruas fechadas no sábado à noite, vários bares e boates. O Roxy é a boate mais agitada, seguida pela Venue (custam em torno de 15 a 20 dólares para entrar), mas depende do seu estilo e pique de enfrentar filas e multidões. Na nossa primeira noite andamos bem procurando alguma que nos encantasse a acabamos entrando na Joe´s Apartment, pista com boa música, galera animada e estava sem fila. Lembrando que a maioria das casas fecha às 2 da manhã e as pizzarias ficam abertas madrugada afora, faturando uma nota dos jovens bêbados e esfomeados na saída da balada.

Show de burlesque especial de Halloween em Vancouver, no Canadá

Show de burlesque especial de Halloween em Vancouver, no Canadá


A diversidade hoje é o marco mais intenso da cidade de Vancouver, independente de onde ande e quais explorações faça, lembre-se de sentir, mais que ver, de sorver a cidade aos poucos com um vinho, um chá chinês, um café colombiano ou uma guiness no pub irlandês. Aí sim você terá conhecido a verdadeira Vancouver.

Fim de tarde na Wreck Beach, em Vancouver, no Canadá

Fim de tarde na Wreck Beach, em Vancouver, no Canadá

Canadá, Vancouver, British Columbia, Capital, Columbia Britânica, roteiro

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Beira Rio

Brasil, Amazonas, Manaus

Visitando o mercado de peixes em Manaus - AM

Visitando o mercado de peixes em Manaus - AM


Hoje saímos andando pelo centro, passamos pela famosa Zona Franca de Manaus até o Mercado Municipal. O prédio tem uma estrutura antiga que estava deteriorada, por isso está sendo restaurado, o que nos facilitou visualizar a belíssima estrutura metálica trazida da Europa exclusivamente para este mercado. Mais uma prova do quanto os Barões da Borracha esbanjavam riqueza, trazendo tudo do bom e do melhor à cidade.

O Mercado Municipal em reforma, em Manaus - AM

O Mercado Municipal em reforma, em Manaus - AM


Durante a caminhada e com a câmera a postos, trabalhadores, camelôs, que davam duro nas ruas me pediam para tirar fotos, sorrindo e alegres. Obviamente todos me pararam arranhando em inglês, fazendo gestos, polaca desse jeito? Só pode ser estrangeira.

Ajudando a reformar o Mercado Municiapal, em Manaus - AM

Ajudando a reformar o Mercado Municiapal, em Manaus - AM


O prédio principal do Mercado Municipal está em reforma, mas o barracão que segue ao lado com quase duas quadras de extensão e um mundo de produtos dentro, estava ali. Cheiros de peixe, frutas, verduras, coentro, grãos e de galpão são inconfundíveis. Mercadão mesmo, um dos maiores que já vimos.

Abundância de frutas e legumes em mercado de Manaus - AM

Abundância de frutas e legumes em mercado de Manaus - AM


A concorrência é tanta que mal sabemos como sobrevivem tantas barracas vendendo a mesma coisa. Tambaquis, pirarucus, tucunarés, charque, carne, temperos e castanhas, queijos e tudo o que você imaginar.

O movimentado mercado de peixes em Manaus - AM

O movimentado mercado de peixes em Manaus - AM


Logo em frente fica um porto de passageiros secundário ao da estação hidroviária. Porto flutuante com centenas de pessoas indo e vindo, comprando suas passagens, enviando mercadorias e embarcando para as próximas cidades ribeirinhas.

Passagens fluviais para toda a região amazônica, num dos muitos portos de Manaus - AM

Passagens fluviais para toda a região amazônica, num dos muitos portos de Manaus - AM


Ali conseguimos encontrar um barco que levará a Fiona para Santarém, e nós de carona. Barco Luis Afonso na terça-feira ou Ana Carolina na segunda-feira e uma diferença módica de quase 700 reais!!! Uma noite a mais em Manaus, um dia de atraso no cronograma, mas está mais do que valendo!

Um dos muitos portos de Manaus - AM

Um dos muitos portos de Manaus - AM


Almoçamos no restaurante do hotel 5 estrelas, Taj Mahal. Restaurante giratório com uma vista privilegiadíssima do centro e principalmente do Teatro Amazonas. Daqui ele fica ainda mais bonito, com seu estilo neoclássico europeu em rosa e branco e ainda melhor visualização da cúpula ladrilhada em cores bem brasileiras.

Teatro Amazonas visto por cima, do alto do Taj Mahal, em Manaus - AM

Teatro Amazonas visto por cima, do alto do Taj Mahal, em Manaus - AM


Confesso que pode parecer meio brega a primeira vista, mas o conjunto fica realmente ousado e esplendoroso, ainda mais visto aqui de cima. O prato, Encontro das Águas, tucunaré e pirarucu ao molho califórnia para o Ro, e alcaparras para mim, hummm! Delícias de Manaus e da vida à beira rio, o maior do mundo!

Almoçando tucunaré e pirarucu com molho de frutas, em Manaus - AM. Uma delícia!!!

Almoçando tucunaré e pirarucu com molho de frutas, em Manaus - AM. Uma delícia!!!

Brasil, Amazonas, Manaus, mercado municipal, ópera, taj mahal, Teatro Amazonas

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Sequoia National Park

Estados Unidos, Califórnia, Three Rivers

Mil Dias no Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

Mil Dias no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Sequoia National Park, um sonho antigo! Desde que ouvi falar sobre essas gigantes tenho o sonho de conhecer, abraçá-las e me perder entre esta floresta encantada. Bem o dia chegou! Tiramos dois dias para conhecer todo o parque, tentando mesclar estradas cênicas e caminhadas para conhecermos o máximo possível em dois dias.

Entrada do Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

Entrada do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


O parque estava bem movimentado, cheio de turistas emendando a semana do spring break para conhecer a região. A Foothills Area tem várias trilhas bonitas, rios cristalinos e uma mata verde com clima bem agradável nesta época do ano. Porém nós queríamos ver mesmo eram as sequoias, então passamos rapidamente pela Hospital Rock, assim apelidada, pois foi onde um caçador que sofreu um acidente com a própria arma foi tratado pelos indígenas que viviam nesta região. Na pedra podemos ver algumas pinturas rupestres e caminhar até as margens do rio. Nesse caminho também passamos pela Cristal Cave, infelizmente fechada no inverno.

Explorando rio no Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

Explorando rio no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


No primeiro dia cruzamos a Giant Forest que estava ainda mais encantadora com bastante neve fresquinha nos pinheiros menores, cena de filme! A neve e a neblina davam aquele ar mágico para a paisagem e os poucos raios solares logo destacavam o tom acanelado dos troncos das sequoias.

As primeiras e gigantescas sequoias que avistamos no Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

As primeiras e gigantescas sequoias que avistamos no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Pulamos as principais trilhas e a nossa primeira parada foi em um estacionamento bem longe da muvuca, pouco antes do Lodgepole Visitor Center. Um grupo de sequoias lindíssimas estava lá sozinhas, só nos esperando. Elas são fantásticas e a neve faz tudo ficar ainda mais divertido.

A Ana entre sequoias milenares no Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

A Ana entre sequoias milenares no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Cruzamos todo o parque e a área da Sequoia National Forest, com vários mirantes bacanas sobre o mar verde de coníferas e finalmente temos uma ideia do que vamos encontrar pela frente, o magnífico Kings Canyon!

Estrada na parte alta do Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

Estrada na parte alta do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


A próxima parada é na General Grant Grove onde está localizada a segunda maior árvore do mundo (em volume), a General Grant Tree! Uma trilha entre sequoias gigantes no leva até a atração principal.

A imponente 'General Grant', no Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

A imponente "General Grant", no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


No caminho um túnel log impressionante faz termos uma noção mais real de quão grandes elas podem ser. Esta árvore caiu há mais de 200 anos, suas raízes tem uma circunferência de uns 8m de diâmetro e o túnel formado no meio do tronco é grande o suficiente para abrigar todo um time de futebol e seus reservas!

As imponentes sequoias no Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

As imponentes sequoias no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Continuamos para o Princess point, onde temos uma ótima vista do cânion, simplesmente sensacional. A Great Western Divide é onde culminam as maiores montanhas dos Estados Unidos, um pouco atrás está o Mount Whitney (4.417m), maior montanha americana nos “lower 48”. Montanhas nevadas e um belíssimo vale verde que pode ser completamente explorado durante o verão, já que nesta época a estrada ainda está fechada para prevenir dos possíveis desabamentos de rochas.

Visitando o Kings Canyon National Park,  na Califórnia - EUA

Visitando o Kings Canyon National Park, na Califórnia - EUA


Hume Lake é a antiga região da madeireira e que hoje se tornou uma grande área de turismo, com cabanas e uma linda vista do lado e picos nevados. Tentamos retornar por esta estrada, porém a neve estava alta e não conseguimos passar. Retornamos todo o caminho a tempo de chegar à Sherman Tree, a rainha de todas as sequoias, com idade estimada em 2.200 anos!

Lago no Kings Canyon National Park,  na Califórnia - EUA

Lago no Kings Canyon National Park, na Califórnia - EUA


Chegamos quando a lua já apontava no céu, a neblina deixou o fim de tarde ainda mais gelado e já não havia quase ninguém na trilha mais visitada do parque. Tivemos um momento a sós com um dos seres mais impressionantes que já vi na minha vida. Conseguem imaginar toda a história que esta árvore já viu? Tudo que já aconteceu enquanto ela estava aqui, neste mesmo exato lugar? Esperamos poder absorver parte da sabedoria e da energia desta grande sentinela do tempo e da vida.

A famosa 'General Sherman', a maior árvore do mundo, no Sequoia National Park,  na Califórnia - EUA

A famosa "General Sherman", a maior árvore do mundo, no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


No segundo dia fomos direto para a Moro Rock Trail, oficialmente fechada pela neve, mas aberta a quem quisesse tentar explorá-la, por sua própria conta e risco. Subimos em torno de 6 km pela estrada e na trilha a neve estava ainda fofa, mas encontramos pegadas frescas e logo um grupo retornando do mirante, good news: o mirante estava aberto e absolutamente fantástico!

Ursos, só vimos nas placas do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA

Ursos, só vimos nas placas do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Uma escadaria foi construída na crista desta pedra de onde podemos ter a vista completa do Kaweah Canyon, toda a Sierra Nevada e as montanhas nevadas do Kings Canyon e a magnífica floresta de coníferas a nossos pés. Ficamos lá em cima por quase mais de meia hora, apenas admirando a paisagem.

Mirante no alto da Moro Rock, no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA

Mirante no alto da Moro Rock, no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Um pequeno detour nos levou até o túnel log entre sequoias gigantes e pinheiros, passando pela Parker´s Group. Agrupamentos de sequoias como este são raros e ainda mais bonitos.

Um grupo de sequoias no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA

Um grupo de sequoias no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Este é um dos famosos túneis onde passam os carros quando a estrada está aberta. Ele foi recortado no tronco de uma sequoia caída e deu um certo trabalho para chegar lá em cima, já que estava cheia de neve e bem escorregadia, mas eu não perderia a oportunidade!

Estrada passa em tunel dentro de uma sequoia no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA

Estrada passa em tunel dentro de uma sequoia no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


Terminamos o dia na Big Trees Trail, uma trilha interpretativa fantástica com explicações sobre os ciclos de vida e os principais elementos que fazem aquele o terreno ideal para o desenvolvimento das sequoias.

Admirando as árvores gigantes no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA

Admirando as árvores gigantes no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA


O tempo estava perfeito, céu azul e paisagem perfeita para apenas caminharmos na floresta, abestalhados com a beleza do lugar. Retornamos por um novo caminho, brincamos na neve e aproveitamos cada segundo no silêncio contemplativo da floresta. Não nos despedimos agora das sequoias, diremos apenas um até logo! As encontraremos novamente no Yosemite!

As primeiras sequoias quando se chega na parte alta do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA

As primeiras sequoias quando se chega na parte alta do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA

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Eu Respeito!

Brasil, Paraná, Curitiba

Nova campanha cívica da Fiona, em Curitiba - PR

Nova campanha cívica da Fiona, em Curitiba - PR


Curitiba está mobilizada em torno de uma causa pouco notada pela maioria da população: o respeito à sinalização para pessoas com deficiência. “Esta vaga não é sua nem por um minuto” surgiu a partir de uma situação vivida por Mirella Prosdócimo, curitibana portadora de deficiência. Mirella ao invés de se fechar, transformou sua indignação em causa e lançou uma campanha de conscientização, chamando a atenção de toda a cidade para os direitos das pessoas com deficiência. Eu respeito a lei e o próximo e convido a todos os motoristas a aderirem à causa, ajudando na divulgação desta campanha.



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Brasil, Paraná, Curitiba, eu respeito, mirella prosdócimo

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A La Costa!

Colômbia, Mompós, Cartagena

A linda paisagem na viagem de ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia

A linda paisagem na viagem de ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia


Mompós é uma ilha em meio a uma espécie de pantanal colombiano. O Rio Magdalena e o inverno chuvoso deixam a paisagem ainda mais bucólica e a viagem ainda mais especial.

Curtindo a viagem de ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia

Curtindo a viagem de ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia


As estradas parecem ter sido construídas sob aterramentos, pontes estão sendo construídas e reconstruídas o tempo todo, já que as cheias já levaram algumas delas. A balsa que cruza do Rio Magdalena possui apenas três horários, 7h, 13h e 17h.


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Chegamos lá eram umas 11h30 e vimos a balsa parada, a fila crescendo e não entendemos muito a lógica. Eles preferem esperar o horário, colocar quem cabe na balsa e se sobrar, fazer uma segunda viagem depois. Detalhe: a viagem dura uma hora.

Um ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia

Um ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia


O calor insuportável faz as barraquinhas de beira de estrada serem o melhor refúgio do sol e do calor. Cervejinha, aguinha, almoço e com sorte, uma brisa soprada direto do Magdalena. Os rapazes da região tiram um bom dinheiro lavando os carros e caminhões na fila de espera. Nós aproveitamos para limpar todo o nosso cabo do guincho que estava pura lama, depois do resgate que fizemos ontem pela manhã.

No ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia

No ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia


Todos ficam curiosos com esse carro brasileiro, com mapas e logo ficamos amigos dos caminhoneiros, conversando sobre estradas, política e caminhos na América Latina. Um deles contava o inferno que era a vida deles antes do Uribe. Este trecho aqui era impossível, tinham que pegar a balsa das 13h e seguir viagem. Se atrasassem para a das 17h era certeza que as FARCs iriam saquear-los se não do outro lado do rio, quando chegassem em Carmen de Bolívar. Enquanto contava a história das FARCs, a cada 10 palavras, 11 eram, por que estes “hijos de puta”, blábláblá, “hijos de puta”, “hijos de puta”, blábláblá, “hijos de puta”! Me perdoem este espanhol, mas o que para mim na hora pareceu engraçado, deve ter sido realmente um pesadelo por muitos anos para esses caminhoneiros.

Fila para o ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia

Fila para o ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia


O pior é que se eles resolvessem parar, o país inteiro parava. Se tem um povo que pode instalar o caos nestes países sul-americanos, inclusive no Brasil, são os caminhoneiros... já imaginaram se eles entram em greve? Deus me livre!

Revoada de garças vista do ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia

Revoada de garças vista do ferry sobre o Rio Magdalena, em Mompós - Colômbia


Chegamos em Cartagena já estava escuro. Pegamos um horário de pico no trânsito, uma desgraça. A entrada por essa rota passa por uma periferia infindável e o nosso GPS meio perdido sempre gosta de nos colocar em uns becos tentando encontrar o caminho mais curto. A cidade está em obras, novas canaletas de expresso, seguindo o projeto de Bogotá, que segue o de Curitiba. Finalmente chegamos em Getsemaní, bairro turístico próximo do centro histórico. Todos os hostals que haviam nos indicado estavam lotados e a vizinhança estava bem movimentada neste bairro popular de ruas estreitas. Depois de quase 40 minutos finalmente encontramos o nosso cantinho, um hotel na Calle Larga, estacionamento próximo, ar condicionado e piscina. Perfeito! Só faltou avisarem que o banho era ruim e frio, mas nada que não possamos conviver. Enfim, chegamos à Cartagena!


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Colômbia, Mompós, Cartagena, Cartagena de Índias, Estrada, litoral, Mompóx

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Rio Celeste

Costa Rica, Tenorio

A famosa Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

A famosa Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


E aí, o que você faria se você viajasse até as montanhas nos confins da Costa Rica para ver um rio azul celeste e justo neste dia tivesse chovido a noite e a manhã toda? Rodrigo, nem preciso dizer, é claro que vai para a trilha crente que o rio ainda está azul. Lutz, o alemão, totalmente indignado e frustrado não pensou duas vezes, acordou cedo, tomou café da manhã, se despediu e foi embora. São seus 3 últimos dias de férias antes de voltar para a neve na Alemanha, ele precisa de sol. Liz e Marcel estão no grupo do Rodrigo, trilha e aventura. Eu levantei da cama certa de que não iria, mas se estivesse bem certa mesmo não teria nem levantado! O tempo estava perfeito para continuar lá! Ao mesmo tempo estava naquela... unhas podres (quase caindo), joelho doendo até para caminhar 100m na praia. Por que me enfiar numa trilha chuvosa para ver um rio barrento? Sim, porque depois de tanta chuva só poderia estar sujo e barrento, certo? Errado!

Caminhando no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Caminhando no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


Não foi o que disse o Alex, guia da região e dono da pousada em que nos hospedamos. O cara de pau ainda afirmou que levou para a trilha semana passada um menininho de 5 anos de idade, que fez a trilha com o pé nas costas debaixo de um temporal! Ahhh não, aí eu me senti desafiada! Depois de provar o Gallo Pinto, café da manhã típico daqui, um mexido de arroz com feijão, acompanhado por ovos mexidos e pães, estava pronta para mais uma caminhada!

Driblando o barro em trilha no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Driblando o barro em trilha no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


Liz, nossa mais nova amiga suíça, logo me ofereceu os seus bastões de caminhada, que ajudariam a poupar meus joelhos. Um anjo (ou anja) que caiu do céu com seus sticks! Fui sem peso algum e preparada para muita chuva e muito barro!

Trilha bem sinalizada no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Trilha bem sinalizada no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


Aceleramos no quilômetro e meio inicial, terreno plano com um pouco de subida, até a primeira bifurcação. Tomamos à esquerda em direção à cachoeira, 150m de descida completamente íngreme e escorregadia pela chuva. O Rodrigo estava com um plano meio mané de quebrar as regras do parque e nadar no lago da cachoeira.

Na incrível Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Na incrível Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


Mané porque além de ser proibido, já que o fluxo do rio é forte, o dia estava chuvoso, frio e lá embaixo já tinham 2 caras do grupo de trabalho que está construindo um deck e escadas para o mirante da cachoeira. Foooown! Ficou sem banho!

Obras para fazer um mirante na Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Obras para fazer um mirante na Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


Mas em compensação tivemos a prova de que Alex estava certo! A água clara e azul do Rio Celeste estava lá, inabalada pelas horas ininterruptas de chuva! Impressionante!

Visitando a maravilhosa Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Visitando a maravilhosa Cascata do Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


Subimos para a trilha principal e seguimos outros 700m até o mirante do vulcão. Pura neblina... Mas tudo bem, podemos viver sem essa. Continuamos, agora descendo, rumo à Laguna Azul e aos Borbollones.

Área de borbulhas e fortes odores no Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Área de borbulhas e fortes odores no Rio Celeste, no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


O cheiro parecido com enxofre, toma conta da trilha, prova que o Vulcão Tenório não está assim tão inativo. É o encontro das águas com o sulfato de cobre que formam a reação química que dá a coloração azul do Rio Celeste! Este fenômeno é visto a olhos nus nos Teñideros, onde os rios se encontram e a partir dali correm coloridos. Fantástico!

O ponto em que, por uma reação química, o rio se torna 'celeste' no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

O ponto em que, por uma reação química, o rio se torna "celeste" no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


Apenas mais 500m de caminhada e nos aproximamos do final da trilha, de onde teremos que retornar pelo mesmo caminho. Um dos momentos mais esperados da trilha e também a prova final da atividade vulcânica da região, as águas termais. Um córregozinho de águas muito quentes encontra o rio principal (gelado!), ali foi feita uma barragem quase natural feita com pedras. Uma paisagem especial, um rio gelado correndo forte ao lado de um poço de águas quentinhas, em meio à floresta úmida e nubosa da Costa Rica. Acho que até o Lutz teria gostado! Rsrs!

Banho em águas termais ao lado do rio gelado no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Banho em águas termais ao lado do rio gelado no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica


O retorno não foi tão rápido quanto eu esperava. Meus joelhos me deram bastante trabalho, mesmo com os bastões, me mostrando que ainda tenho um longo caminho para ficar apta para trilhas mais fortes novamente. Mesmo na chuva, sem dúvida alguma a trilha valeu a pena. Imaginem então, como não seria em um dia de sol!?!

Flôr no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Flôr no Parque Nacional Tenorio, no norte da Costa Rica

Costa Rica, Tenorio, águas termais, Parque Nacional Tenório, Rio Celeste, Trekking

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Fun Dive na Lage de Santos

Brasil, São Paulo, Santos

Mergulhando na Laje de Santos - SP

Mergulhando na Laje de Santos - SP


Penamos para acordar, mas ontem à noite o mergulho estava confirmado! Finalmente conseguimos condições climáticas favoráveis para irmos à lage. Uma rocha imensa com 550m comprimento, 185m de largura e 33m de altura, só na sua parte emersa. Ela fica localizada em alto mar a 40km da costa, por isso as boas condições do vento são essenciais para o sucesso deste mergulho.

A famosa Lage de Santos - SP

A famosa Lage de Santos - SP


Uma navegação de pouco mais de 1h30, tomei um Dramim e me joguei na primeira cama que vi no barco. O mar estava muito batido, a navegação foi sofrida, relutei o quanto pude, afirmando a mim mesma que o enjôo era psicológico, mas foi eu chegar até a parte externa do barco que chamei o Hugo... Fiquei morrendo de vergonha, mas depois soube que pelo menos metade do barco tinha passado mal também. Uma vez ancorados o esquema é equipar rapidamente e cair na água, o mar cura qualquer enjôo e logo nos surpreende com a beleza que encontramos ali. O inverno é a melhor época para mergulhar na laje, época em que se pode avistar arraias mantas, tubarões e toda a qualidade de vida marinha.

Rumo à Lage de Santos - SP

Rumo à Lage de Santos - SP


No nosso primeiro mergulho saímos do Portinho em direção ao naufrágio. Minutos antes de entrar na água o nosso dive master me alertou: “não cheguem até o naufrágio, pois terão problemas de correnteza, se vocês pegarem ela terão problemas para retornar.” Descemos e nos unimos à outro grupo do barco em direção seguindo a parede da lage para leste, eu estava preocupada, mas atenta a qualquer corrente. Logo depois o Marcelo veio a nosso encontro e retornamos, escapando de qualquer A água estava a 19°C, com visibilidade em torno de 15m, gelada demais! Eu quase não consegui relaxar de tanto frio e lá embaixo decidi novamente não ouvir mais o Rodrigo, pois do mesmo jeito que ele não quis colocar os anoraks no PP, foi ele quem não quis usar a nossa segunda peça de roupa com mais 5mm de neoprene. Coitado, eu que sinto frio e ele que leva a culpa! Rsrsrs!

Preparando-se para o mergulho na Laje de Santos - SP

Preparando-se para o mergulho na Laje de Santos - SP


De volta ao barco, no intervalo de superfície, eu estava na dúvida se encarava o enjôo no barco ou o frio da água. O Thiago, mergulhador que estava a bordo, não estava se sentindo bem e decidiu abortar o segundo mergulho. Foi a minha salvação, pois ele me emprestou a sua segunda peça de neoprene que coube perfeitamente em mim! Fugi do enjôo e enfrentei as águas, agora mais protegida. Apenas uma pausa para um comentário: aprendi há muito tempo que nunca se deve abortar um segundo mergulho, por mais frio ou pior que possa parecer. Obviamente se você achar que pode ter qualquer risco por algum limite físico ou psicológico esta regra não se aplica, mas por preguiça ou desânimo não! Um mergulho é sempre diferente do outro e você nunca sabe o que pode encontrar lá embaixo. Eu já havia penado 1h30 para chegar até lá, para um próximo mergulho teria que passar por tudo novamente, então vamos para a água!

Peixe frade no mergulho na Laje de Santos - SP

Peixe frade no mergulho na Laje de Santos - SP


No nosso segundo mergulho fomos para a direção oposta, navegando para sudoeste encontramos o Parcel das Âncoras, que chega a até 38m de profundidade. Foi surpreendente! A água esquentou e a corrente quente trouxe consigo uma quantidade de peixes absurda! Além disso a visibilidade chegou a bater em torno de 30 metros! Tartaruga, garoupas imensas, arraias e até um verme de fogo que eu nunca havia visto antes! Avistamos também vários cardumes, inclusive de peixe enxada! Foi maravilhoso! Difícil acreditar que tão perto teríamos condições tão diferentes. Voltando á embarcação ainda tivemos a boa notícia de que o vento havia baixado e a navegação de retorno a Santos foi muito mais tranqüila.

Arraia no mergulho na Laje de Santos - SP

Arraia no mergulho na Laje de Santos - SP


Voltamos ao hotel e mais um lavar os equipamentos com água doce no chuveiro e dependurá-los na varanda... Mas todo este trabalho vale muito à pena! Estar ali, em total comunhão com a natureza é algo indescritível.

Foi uma semana intensa, puxada, mas recompensadora. Finalmente conseguimos nos desvencilhar totalmente dos compromissos e pendências em Curitiba. Pico Paraná e Lage de Santos estavam engatados na nossa garganta e finalmente foram riscados da lista. Fica para nós a sensação de dever cumprido, do alto do Pico Paraná até as profundezas da Lage de Santos só continuamos tendo certeza de que estamos no caminho certo. Que venham os próximos 830 destes 1000dias!

Brasil, São Paulo, Santos, Fun Dive, Lage de Santos, Mergulho

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Maré de lua nova

Brasil, Bahia, Moreré (Boipeba)

Maré baixa em Moreré, na Ilha de Boipeba - BA

Maré baixa em Moreré, na Ilha de Boipeba - BA


Moreré tem esta vida tranqüila, vivida no ritmo da Bahia, no ritmo das marés. Paraíso para uns inferno para outros. O Tony, dono da nossa pousada, e sua esposa vieram do norte da Inglaterra direto para cá. O choque cultural não é fácil, ainda mais em um lugar com pouca infra-estrutura e leis tão diferentes das que estavam acostumados. A lógica no Brasil não é lógica nem para nós brasileiros, imagine para eles.

Pesca na maré baixa, em Moreré, na Ilha de Boipeba - BA

Pesca na maré baixa, em Moreré, na Ilha de Boipeba - BA


Hoje a maré atingiu um dos níveis mais baixos no mês, maré de lua nova é parecida com a maré de lua cheia, ou muito cheia ou muito vazia. Quando chegamos ontem a maré estava alta, cobrindo o campo de futebol na praia, só víamos a metade da trave para cima d´água. Hoje cedo quando fomos para a praia o cenário estava completamente mudado! 400m de areia surgiram à nossa frente, uma paisagem surreal, com barcos “pendurados” na areia e novas entradas de mar, verde e tranquilo.

Recifes de Moreré, na Ilha de Boipeba - BA (praia de Bainema ao fundo)

Recifes de Moreré, na Ilha de Boipeba - BA (praia de Bainema ao fundo)


Agora entendi! Ontem à noite quando fomos lanchar eu vi pessoas andando com lanternas, mas achei que estava louca, deveriam ser barcos. Eram os pescadores de polvo e caranguejo andando à noite neste areião, próximos aos corais.

Pesca de budiões na Ilha de Boipeba - BA

Pesca de budiões na Ilha de Boipeba - BA


Saímos caminhar para conhecer as praias vizinhas, agora para o outro lado, onde só se atravessa com a maré baixa, tanto pelos corais, quanto pelo rio que só conseguimos cruzar quando está baixo.

Cruzando o rio para a praia de Cueira, na Ilha de Boipeba - BA

Cruzando o rio para a praia de Cueira, na Ilha de Boipeba - BA


Nesta praia também consegui entender onde ficavam as piscinas naturais que havia visto no mapa da ilha. Piscinas naturais no fundo do mar? Será que seriam corais tão altos, lá, tão longe?

Barcos visitam as pscinas de maré baixa na praia de Moreré, na Ilha de Boipeba - BA

Barcos visitam as pscinas de maré baixa na praia de Moreré, na Ilha de Boipeba - BA


Não, não é o mar que é fundo e nem os corais tão altos, a praia é que é rasa e a maré baixa demais! Esta é a maré de lua nova em Moreré, impressionante como a natureza está sempre mudando, sempre se adaptando e sempre nos surpreendendo!

Maré baixa, próximo aos recifes de Moreré, na Ilha de Boipeba - BA

Maré baixa, próximo aos recifes de Moreré, na Ilha de Boipeba - BA

Brasil, Bahia, Moreré (Boipeba), Boipeba, ilha, Moreré, Praia, Valença

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Despedida em alto estilo

Turks e Caicos, Providenciale - Provo

Vista do nosso quarto em Provo - Turks e Caicos

Vista do nosso quarto em Provo - Turks e Caicos


Hoje nos despedimos de Turks and Caicos Islands, e como não poderia deixar de ser, em alto estilo. TCI tem a terceira maior barreira de corais do mundo, ficando atrás apenas da Austrália e Belize. Com tamanha parede, aqui são especializados em Wall Dive, com diversas formações, espécies, tipos de corais e esponjas. Hoje fomos mergulhar em dois dos melhores pontos de mergulho de Provo: “O Anfiteatro” e “A Chaminé”. Nos dois pontos tínhamos grandes chances de ver tubarões, raias e tartarugas, mas a principal atração são as formações de coral e o cenário especial que elas acabam criando.

O Anfiteatro é perfeito, como os romanos e gregos, palco e tudo. Todo revestido de corais negros, um tipo raro de coral, é um mergulho super psicodélico, repleto de cores e formas de outro mundo. A Chaminé é divertida, uma abertura nos corais que desce dos 15 aos 30 metros e se abre para aquela imensidão azul. A visibilidade foi a melhor destes 15 mergulhos que já realizamos até agora e o guia ninguém menos do que Dave, fotógrafo submarino e dono da Provo Turtle Divers. Como o barco estava praticamente vazio o serviço foi vip e ainda pudemos presenciar uma prática totalmente incomum: a caça de Lion fishes! Como eu já contei aqui em posts anteriores, esta é uma espécie invasora nos mares do Caribe e está quebrando todo o equilíbrio do ecossistema da região. Por isso a caça desta espécie é liberada e incentivada, mesmo com scuba, já que este peixe não possui predadores naturais aqui, vive entre 12 e 30 metros de profundidade, na maioria das vezes escondido nos corais. Então, além de admirar a beleza dos corais e procurar diferentes espécies de peixe, torcendo para um tubarão aparecer, também ajudamos a apontar os pobres Lion fishes.

Lion Fish - Foto tirada por David Volkert

Lion Fish - Foto tirada por David Volkert


A caça é relativamente simples, com um tridente longo o Dave se aproximava do Lion fish e já o acertava. Ele é um peixe meio paradão, fácil de ser caçado. Por ser um peixe com espinhos venenosos, nenhum outro peixe se aproxima e por isso não desenvolveu o instinto de fuga. O maior exemplo disso foi quando vimos dois deles nadando juntos, Dave matou o primeiro e o segundo ficou ao lado olhando e esperando para ser morto! Impressionante! Melhor ainda foi quando uma garoupa grandona ficou ao lado do Dave só esperando ele terminar o trabalho de cortar os espinhos e a cabeça do Lion e assim que ele o soltou do arpão, NHAC! A garoupa papou ele ali mesmo, era tão grande que mal cabia na sua boca! Para terminar o segundo mergulho, de lambuja ainda vimos duas tartarugas lindas e sempre com aquele ar sábio.

Garoupa Tigre - Foto tirada por David Volkert

Garoupa Tigre - Foto tirada por David Volkert


Tartaruga - Foto tirada por David Volkert

Tartaruga - Foto tirada por David Volkert


O restante do dia foi focado em organizar as coisas para a viagem amanhã cedo e trabalhar para colocar o site em dia. Temos muito trabalho pela frente e amanhã, um novo país para apresentar a vocês. E que venha Porto Rico!

Turks e Caicos, Providenciale - Provo, Mergulho

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