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Jose Luiz Mendes (18/07)
Ana e Rodrigo, parabens a vcs, decisao corajosa. Serao 1000 dias dos quai...
Mau Sirena (18/07)
Olaaaaa Anaaaaaa!!! Aqui eh o Mau... amigo da Val... Tava aqui, dando um...
Nina Flores (17/07)
Ana e Rodrigo. Soube do projeto na matéria do G1. Desejo parabéns e vou...
Anna Bernardes (17/07)
Dear Ana, meu marido ficou alucinado com a idéia que vcs tiveram. Acho q...
ALDENIR (17/07)
Abrindo hoje o caderno de noticias no site G1 dei de cara com o projeto d...
Leitura de jornal na praça central de Iquique - Chile
Iquique é uma cidade praiana, toda a sua principal estrutura está voltada para o mar. Acordamos cedo e da janela do hotel vimos aquela cena saudável de corredores em uma competição dos 10km, homens e mulheres, independente da idade e to tempo cinza se reuniram para praticar esportes e bater suas metas. Isso nos deixou animados e logo emendamos uma corridinha à beira do Pacífico.
Manhã de sol em Iquique, no norte do Chile
Não só a estrutura de lazer está à beira mar, começando pelo imenso e conhecido Porto de Iquique. Depois da decadência da atividade salitreira na região o porto e a abertura da Zona Franca de Iquique passaram a ser as principais atividades econômicas. Ainda assim a mineração é responsável por grande parte da riqueza que circula na cidade, assim como era no início do século.
Prédio do governo em Iquique - Chile
O centro histórico nos conta um pouco dessa história em seus casarões em estilo colonial inglês, bondinhos antigos e prédios governamentais imponentes. As companhias salitreiras dominaram não apenas financeiramente, como culturalmente e trouxeram para a cidade os ares aristocráticos da alta sociedade londrina.
A praça central de Iquique - Chile
A praça principal possui uma torre com um relógio, rodeado por chafarizes e um coreto. Pouco adiante um restaurante croata nos fez lembrar a história da imigração deste povo, que nos foi contada em linhas gerais por Krasna. Não, seu nome não é mera coincidência. Depois de um passeio e um almoço gostoso nas ruas do centro, seguimos para a ZOFRI – Zona Franca de Iquique. Além de estarmos curiosos em ver como ela funcionava, queríamos dar uma xeretada nos preços de alguns produtos.
Prédio tradicional no centro de Iquique - Chile
Localizada na região norte da cidade, a ZOFRI é gigantesca! Centenas de lojas, indústrias e serviços, principalmente eletrônicos e automotivos. É por aqui que entram e saem a maioria dos carros usados que são vendidos ao Paraguay, o único país autorizado a importar carros usados, pelo menos aqui na América. Lojas de carros americanos, europeus, acessórios e tudo o que vocês possam imaginar. No seu entorno fica uma área residencial de classe baixa, quase uma favela, onde vive grande parte dos trabalhadores.
Cerveja Austral Patagônia, uma das melhores do Chile (em Iquique - Chile)
Depois deste breve role de carro, adentramos ao único local aonde meros mortais e curiosos poderiam acabar parando, o Mall ZOFRI. Um shopping megalomaníaco que consegue reunir todos os tipos de loja e de produtos possíveis. Imaginem um shopping popular, anexado à um dos shoppings mais elitistas da cidade, é assim. Lojas caríssimas de marcas luxuosas ficam a dois corredores das lojas de quinquilharias chinesas. Uma loucura! Fomos às lojas de equipamentos outdoor e à Nikon, tivemos que nos segurar para não fazer uma loucura, que vontade de gastar! Rsrs!
Visitando a Zona Franca de Iquique, ou ZOFRI (Chile)
Enfim, Iquique pode nos levar da beira da praia a um dos lugares mais consumistas criado pela humanidade. Tudo isso depois de uma viagem no tempo e espaço para o início do século em um pedacinho de Londres em pleno litoral norte chileno.
Enfrentando as águas frias do Oceano Pacífico em Iquique, no norte do Chile
Cristo no alto do Cerro San Bernardo, em Salta - Argentina
Os últimos dias de viagem têm sido acelerados. Seja pela quantidade de atividades ou pela quilometragem rodada. Nos últimos 22 dias de viagem saímos de Curitiba, cruzamos o Paraná em direção à Foz do Iguaçu. Atravessamos o Paraguai das Missões ao Chaco e entramos na Bolívia. Subimos o altiplano boliviano e fomos aos 4.060m da cidade mais alta do mundo, em Potosí. Conhecemos os lindos vales que nos levaram à Tarija e chegamos finalmente à Argentina. A Fiona está completando esta semana 50 mil quilômetros rodados, sendo destes apenas 2.500 km antes do início desta viagem. Chegamos a Salta esgotados, mas a nossa alegria e excitação era tanta que nem percebemos. Só nos demos conta ao desabarmos na cama do hotel as 20h30 e acordar no outro dia as 8h30 da manhã! Assim resolvemos tirar o dia hoje para relaxar, ufa...
Expira...
Lanche com leitura, em Salta - Argentina
Como relaxamos? Ficamos no hotel fazendo o planejamento dos próximos quilômetros rodados, pesquisamos destinos e melhores roteiros na internet, agendamos a revisão dos 50mil km da Fiona na Concessionária Toyota de Salta, retiramos toda a nossa mudança do carro, aproveitando para livrá-las de parte do pó, lavei algumas roupas, foi uma logística, tipo suuuuuper relax. Não posso reclamar também, pois tirei uns 20 minutinhos para fazer a minha super fitness yoga, expiando do alto a Praça 9 de Julho em frente ao hotel.
Inspira...
Praça 9 de Julho, em Salta - Argentina
Já eram quase duas horas da tarde quando resolvemos tirar o nariz para fora do quarto, afinal, como dizia meu avô, saco vazio não pára em pé. Salta tem um centro muito ativo, comercialmente e turisticamente. São vários cafés, restaurantes, confeitarias e lugarezinhos deliciosos para escolher. Almoçamos uma deliciosa salada com grelhado próximos à Igreja San Francisco e já fomos levar a Fiona para a concessionária. Esta foi a nossa primeira revisão internacional e eles foram muito atenciosos. Conseguiram encaixar um horário na agenda lotada e fizeram todo o trabalho, inclusive a lavagem, em menos de quatro horas. Uma beleza!
Expira...
Igreja em dia de céu azul em Salta - Argentina
Enquanto a Fiona fazia sua revisión periódica, nosotros fomos a ao Cerro San Bernardo, um dos montes que compõe a paisagem da cidade de Salta. Pode-se chegar ao topo a pé, de carro ou de uma forma muito mais romântica: pegando um bondinho.
Inspira...
Subindo de teleférico o Cerro San Bernardo, em Salta - Argentina
Inspirador mesmo foram as vistas fantásticas de Salta! O Cerro San Bernardo possui uma infra-estrutura turística muito bacana, mirantes, trilhas, um bar-restaurante e até aluguel de bicicleta para os que querem se aventurar em um downhill. Pena que só descobrimos lá em cima, já com os tickets do teleférico comprados. Uma caminhada pelo Parque San Martín, na base do Cerro San Bernardo e logo tínhamos que ir buscar a Fiona, linda, limpa, sã e salva na concessionária.
Expira...
A famosa e deliciosa cerveja Quilmes, em Salta - Argentina
Ursa Grizzly e seu filho se alimentam ao lado de rio na região de Many Glacier, no Glacier Nacional Park, em Montana, nos Estados Unidos
Estas placas estão espalhadas por todos os parques nacionais americanos que são habitados por
. Nós que não estamos acostumados com esse tipo de situação não temos ideia de quão comum é um encontro com um urso.
Aviso de que apenas grupos com 4 pessoas, no mínimo, podem caminhar nessa área na região de Lake Louise, em Alberta, no Canadá
Em quase todos os parques eu perguntava aos rangers se deveria me preocupar, o que deveria fazer, etc. Os rangers sempre podem te ensinar como agir nestas situações, além dos panfletos e cartazes sempre oferecerem informações claras do que deve ser feito. A dica mais importante que aprendemos neste tempo andando por trilhas nesta terra de ursos é caminhar sempre fazendo barulho, falando, batendo palmas, se fazendo notado. Os ursos não gostam de ser surpreendidos, normalmente eles irão evitar o contato com o ser humano e fugir.
Um dos muitos painéis explicativos sobre ursos no Banff National Park, em Alberta, no Canadá
Mas, e se por um grande azar você cruza com ele na trilha inesperadamente? O que deve fazer? Aí vão algumas das regras básicas:
1) Não corra! Se você correr o instinto do urso será te perseguir, pois estará agindo como suas presas.
2) Fique calmo, mantenha sua mochila nas costas e afaste-se devagar para longe, sem dar as costas.
3) Não o olhe nos olhos, pois o urso pode receber o seu olhar como um desafio.
4) Se o urso estiver com um filhote nunca fique entre ele (no caso ela, a ursa) e o filhote.
5) O urso pode dar botes falsos, para te testar, eles são curiosos e podem querer se aproximar para entender melhor a situação. No caso de uma aproximação, fique parado com os braços levantados para parecer maior e fale baixo, mas de maneira firme.
6) Se o urso se aproximar e te derrubar, a posição de segurança é ajoelhado no chão com a cabeça entre os joelhos e mãos na nuca. Assim você estará protegendo seus órgãos vitais na barriga e a mochila ajudará a proteger as costas e rins.
7) Se ele não for embora e resolver te atacar, ataque-o imediatamente com um soco no focinho, dedos nos olhos e corra!
Quase todos que se aventuram para longas caminhadas e principalmente os que ficam acampados nestas áreas são orientados a carregar consigo um spray de pimenta, o famoso bear spray. Ele deve estar em um lugar de fácil acesso, pendurado no seu cinto ou na alça da mochila. Se o seu plano é se aventurar, compre um (custam entre 35 e 45 dólares) e leia o manual com atenção para saber como utilizá-lo.
Filhote de urso observa os turistas que o fotografam, na região de Many Glacier, no Glacier Nacional Park, em Montana, nos Estados Unidos
Eu e o Rodrigo nos divertimos lendo os informativos e cartazes sobre a etiqueta e as regras de segurança no bear country. Soco no focinho e dedo no olho? Hahahaha! Surreal! Mas na hora do desespero, sabe Deus como cada um vai reagir. Então o melhor mesmo é não dar bobeira, fazer barulho e deixar bem avisado aos ursos que vivem por ali que você estará passando.
Observando (no alto, à esquerda) a grandeza do canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS
O mais conhecido cânion gaúcho é o Itaimbezinho, dentro do Parque Nacional Aparados da Serra. Parque formado em 1959, o parque fica na divisa dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e faz fronteira com o Parque Nacional da Serra Geral, criado em 1992. Ambos são administrados pelo Governo Federal, através do ICM-Bio, mas possuem algumas regras diferentes, como por exemplo, os dias e horários de visitação. O Itaimbezinho fica fechado à visitação no início da semana, funcionando apenas de quarta-feira a domingo.
Canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS
Hoje fomos visitar o Parque Nacional da Serra Geral, onde ficam os cânions Fortaleza, Malacara e o Cânion da Pedra. Divisa natural entre os planaltos sulbrasileiros e o litoral, estas montanhas são formadas por rochas basálticas, devido à atividade vulcânica que um dia ocorreu na região. Composto pela Mata Atlântica e de Araucárias, possui uma biodiversidade imensa, dentre eles lobos guará, veados campeiros, graxaim do mato e várias espécies de pássaros, inclusive a gralha-azul, ameaçada de extinção.
Observando o canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS
São paredões de mais de 700m de altura que formam verdadeiros desfiladeiros com vistas maravilhosas para qualquer um dos lados. Do alto do mirante do Fortaleza, em dias limpos, podem-se avistar no litoral gaúcho cidades de Torres e a Praia Grande. No alto do platô encontram-se diversas nascentes de água cristalina que despencam sobre os abismos de pedra formando belíssimas cachoeiras.
No alto do canyon Fortaleza, a mais de 1.100 metros de altura, em Cambará do Sul - RS
Cachoeira no canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS
Além da trilha do mirante, também é obrigatória a Trilha da Pedra do Segredo. O caminho segue pelos campos, atravessa um rio próximo à cachoeira no início do cânion. Na travessia do rio avistamos um veado lindo, que estava ali bebendo água. A paisagem nos transporta para os lugares mais antigos e selvagens do nosso planeta. Beiramos o cânion com vistas sensacionais até visualizar a famosa Pedra do Segredo. É assim chamada, pois está estranhamente equilibrada às margens de precipício e com a vista da abertura do cânion para o vale. Sensacional!
Cervo caminha pela Serra Geral, em Cambará do Sul - RS
Esta região ainda guarda outros tesouros naturais ainda conhecidos por poucos. Os Cânions da Pedra e o Malacara possuem trilhas mais longas e aventureiras, que desta vez infelizmente não poderemos conhecer. Tudo bem, estes ficarão para uma próxima aventura pelas terras frias do sul.
Um dos braços do canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS
No canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS
Luiza, vestida de holandesinha, em Curitiba - PR
Quem acompanha o site há mais tempo, deve lembrar da agonia que tive quando Luiza nasceu. Primeira neta da Família Biselli Silveira, minha primeira sobrinha direta e ainda por cima da irmã mais nova! Logo que ela nasceu corremos à Curitiba, reunimos a família para ver a mais nova integrante. Nós viemos da Ilha Bela, a Juliane, irmã do meio, veio de Londres (ou NY?) e todas nos reunimos no Clube da Luluzinha para vivenciar este momento único e tão especial para a nossa família.
Paparicando a Luiza em Curitiba - PR
Hoje, quase um ano depois, estamos de volta à Curitiba. Além de todos os desembaraços burocráticos (passaportes, vistos, etc), é claro que o principal motivo é matar as saudades da família, amigos e ver esta pequena pessoa. Nada como unir o útil ao agradável!
Cada vez mais linda, a sobrinha Luiza está quase com 1 ano (em Curitiba - PR)
Nestes últimos 10 meses acompanhamos de longe o desenvolvimento da Luiza. Notívaga no começo da sua vida (puxou a tia), deu um belo trabalho aos pais que tiveram que trocar noite pelo dia. O tempo em Curitiba não é dos mais fáceis, quem dirá para bebês. Ela pegou alguns resfriados, gripes, princípio de pneumonia e está desenvolvendo uma alergiazinha, bronco-rinite. Cercada de carinhos e cuidados médicos estamos torcendo para que não vire uma alergia crônica.
Luiza, vestida de holandesinha, em Curitiba - PR
Alguns meses depois Luiza se adaptou ao horário normal, facilitando a vida dos pais. A Dani logo voltou a trabalhar e a Luiza já teve o seu primeiro dia na escolinha! Em uma das melhores escolinhas para bebês da cidade, ela tem aula de música, coordenação-motora e já fez vários amiguinhos. Não vê a hora de começar as aulinhas de horticultura e culinária, que começam no ano que vem! Espertíssima, interage o tempo todo, já está quase andando, adooora cachorros e até já dança a coreografia do Pintinho Amarelinho! É demais!
Cada vez mais linda, a sobrinha Luiza está quase com 1 ano (em Curitiba - PR)
Quando Luiza nos viu ficou um tempão nos olhando, curiosa, devia estar pensando: “Ué, mas esta tia não mora no computador?” Mais uma oportunidade para ensinarmos a este pedacinho de gente a conexão entre o mundo real e o mundo virtual. Só falta daqui a pouco ela achar que o “Pintinho Amarelinho” e a “Galinha Pintadinha” vão sair do i phone para brincar com ela!
Luiza, com a mamãe e a tia coruja, em Curitiba - PR
Enfim, a tia coruja aqui só quer compartilhar com vocês as fotos da sobrinha mais linda do mundo.
Cruzando pequena cidade no interior da Bahia
Dia de botar o pé na estrada, ou melhor, pé na areia, depois no barco e depois na Fiona para pegar estrada. Embora cansativos, gosto muito destes dias de road trip, principalmente em uma viagem em que o mar vira sertão!
Mapa da nossa viagem entre Mangue Seco e Lençóis (BA)
A viagem de Mangue Seco até Lençóis é sensacional, para os que curtem uma estrada. São mais de 500km entre mar, rio, coqueiros, pequenos povoados, caatinga, cactos e, de repente, não mais que de repente: Chapada Diamantina!
Primeira visão da Chapada Diamantina, em Lençóis - BA
A paisagem foi mudando e junto com ela a minha alma foi se adaptando, tantos dias de litoral, mar, praia e mergulhos, que agora tenho que virar o botão e ativar o modo montanhas, caminhadas, cachoeiras e trilhas.
Os cactus aparecem com frequência na vegetação de caatinga (Bahia)
Minha expectativa foi crescendo a cada quilômetro rodado. Estive na Chapada Diamantina há 10 anos, será que lembro? Será que está igual? Bem, a pracinha central, com as tapiocarias e mesinhas na calçada sim!
Casario da principal praça de Lençóis (BA)
Ainda chegamos à tempo de dar uma volta na cidade, nos localizarmos e escolhermos um restaurante para a refeição do dia. Escolhemos o Maria Bonita, restaurante italiano que homenageia a mulher forte do sertão, esposa do cangaceiro Lampião.
Balcão de bar em Lençóis - BA
Jantarzinho delicioso, ambiente agradabilíssimo. Até aproveitamos esse clima de serra mais ameno (24°C + ou - ), para tomar um vinhozinho e ver a vida de Lençóis passar.
Rua em Lençóis - BA
Depois uma roda de capoeira para alegrar a alma e uma caminhadinha às margens do rio até a nossa pousada. Bom início de temporada na Chapada. Amanhã começa a nossa Chapada Diamantina Adventure, 10 dias explorando os rincões da chapada!
Ilumnação noturna em Lençóis - BA
Paisagem de muita mata, água e ilhas no ferry entre Belém e Marajó - PA
6 horas da manhã e já estamos a caminho do porto para pegar o navio para a Ilha do Marajó. O barco é grande e saiu de Belém lotado. Difícil é conseguir se acomodar confortavelmente para tirar uma pestana durante as 3h30 de viagem. O barco cruza a Baía de Guajará e a Baía de Marajó, formada pelos rios Tocantins e Pará onde se encontram com o mar.
Embarcando às seis da manhã no ferry entre Belém e Marajó - PA
Olhando pela janela não podemos negar, estamos em um rio amazônico. Águas barrentas, margens largas a perder de vista e uma vegetação exuberante de estatura impressionante.
Paisagem de muita mata, água e ilhas no ferry entre Belém e Marajó - PA
Os principais destinos da ilha são a cidade de Soure, tida como a capital da Ilha de Marajó, Joanes, a primeira vila da ilha e Salvaterra. Nós decidimos ficar em Soure, já que tinha mais atrações que suas vizinhas. Chegamos ao porto de Camará, onde não há nada a não ser a estrutura de embarque e desembarque e micro-ônibus que levam os passageiros para as cidades da ilha. Embarcamos logo no ônibus do Edgar que nos levou até Soure em confortáveis poltronas e ar condicionado a 10,00 por pessoa. São mais 30 minutos pelas estradas da ilha, passamos Salvaterra e cruzamos de balsa outro rio até Soure. A Ilha de Marajó é imensa, possui quase o mesmo tamanho da Suíça, assim fica fácil entender por que custamos tanto a chegar.
Belém fica para trás, no ferry para Marajó - PA
Conseguimos logo nos acomodar na pousada Casarão da Amazônia, depois de dar uma camelada com as mochilas pelas amplas ruas asfaltadas da cidade. Nestas 7 quadras já cruzamos com búfalos e cavalos comendo mangas no canteiro central da 4ª rua. Estava um calor daqueles, as praias de Marajó serão bem vindas, certo? Errado. Essa coisa de dormir tarde e acordar cedo, passar o dia inteiro andando e correndo sem dar ao corpo o merecido descanso, não pode dar certo. Eu ainda sou jovem, de vez em quando ainda agüento, mas o Rodrigo não agüentou. Na realidade ele tem abusado da saúde dele dormindo pouco há algum tempo e isso baixou sua imunidade e hoje ele acabou sendo pego por alguma virose. Dia de sol, daqueles convidativos, quase fiz como o Ro, que me deixa dormindo quando estou mal e sai por aí para explorar. Mas eu não consigo vê-lo ali tão dodói e simplesmente sair andando. Aproveitei para trabalhar bastante e descansar o corpo no ar condicionado do quarto e cuidar do maridinho.
ferry entre Belém e Marajó - PA
Enfim, passamos o nosso primeiro dia na Ilha de Marajó dentro da pousada. Dá dó, sempre estaremos em lugares legais, mas às vezes também temos que parar. Amanhã descansados e com o Ro recuperado vamos tirar o atraso!
Pequena canoa atravessa rio infinito, visto do ferry entre Belém e Marajó - PA
Mil Dias no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Sequoia National Park, um sonho antigo! Desde que ouvi falar sobre essas gigantes tenho o sonho de conhecer, abraçá-las e me perder entre esta floresta encantada. Bem o dia chegou! Tiramos dois dias para conhecer todo o parque, tentando mesclar estradas cênicas e caminhadas para conhecermos o máximo possível em dois dias.
Entrada do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
O parque estava bem movimentado, cheio de turistas emendando a semana do spring break para conhecer a região. A Foothills Area tem várias trilhas bonitas, rios cristalinos e uma mata verde com clima bem agradável nesta época do ano. Porém nós queríamos ver mesmo eram as sequoias, então passamos rapidamente pela Hospital Rock, assim apelidada, pois foi onde um caçador que sofreu um acidente com a própria arma foi tratado pelos indígenas que viviam nesta região. Na pedra podemos ver algumas pinturas rupestres e caminhar até as margens do rio. Nesse caminho também passamos pela Cristal Cave, infelizmente fechada no inverno.
Explorando rio no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
No primeiro dia cruzamos a Giant Forest que estava ainda mais encantadora com bastante neve fresquinha nos pinheiros menores, cena de filme! A neve e a neblina davam aquele ar mágico para a paisagem e os poucos raios solares logo destacavam o tom acanelado dos troncos das sequoias.
As primeiras e gigantescas sequoias que avistamos no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Pulamos as principais trilhas e a nossa primeira parada foi em um estacionamento bem longe da muvuca, pouco antes do Lodgepole Visitor Center. Um grupo de sequoias lindíssimas estava lá sozinhas, só nos esperando. Elas são fantásticas e a neve faz tudo ficar ainda mais divertido.
A Ana entre sequoias milenares no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Cruzamos todo o parque e a área da Sequoia National Forest, com vários mirantes bacanas sobre o mar verde de coníferas e finalmente temos uma ideia do que vamos encontrar pela frente, o magnífico Kings Canyon!
Estrada na parte alta do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
A próxima parada é na General Grant Grove onde está localizada a segunda maior árvore do mundo (em volume), a General Grant Tree! Uma trilha entre sequoias gigantes no leva até a atração principal.
A imponente "General Grant", no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
No caminho um túnel log impressionante faz termos uma noção mais real de quão grandes elas podem ser. Esta árvore caiu há mais de 200 anos, suas raízes tem uma circunferência de uns 8m de diâmetro e o túnel formado no meio do tronco é grande o suficiente para abrigar todo um time de futebol e seus reservas!
As imponentes sequoias no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Continuamos para o Princess point, onde temos uma ótima vista do cânion, simplesmente sensacional. A Great Western Divide é onde culminam as maiores montanhas dos Estados Unidos, um pouco atrás está o Mount Whitney (4.417m), maior montanha americana nos “lower 48”. Montanhas nevadas e um belíssimo vale verde que pode ser completamente explorado durante o verão, já que nesta época a estrada ainda está fechada para prevenir dos possíveis desabamentos de rochas.
Visitando o Kings Canyon National Park, na Califórnia - EUA
Hume Lake é a antiga região da madeireira e que hoje se tornou uma grande área de turismo, com cabanas e uma linda vista do lado e picos nevados. Tentamos retornar por esta estrada, porém a neve estava alta e não conseguimos passar. Retornamos todo o caminho a tempo de chegar à Sherman Tree, a rainha de todas as sequoias, com idade estimada em 2.200 anos!
Lago no Kings Canyon National Park, na Califórnia - EUA
Chegamos quando a lua já apontava no céu, a neblina deixou o fim de tarde ainda mais gelado e já não havia quase ninguém na trilha mais visitada do parque. Tivemos um momento a sós com um dos seres mais impressionantes que já vi na minha vida. Conseguem imaginar toda a história que esta árvore já viu? Tudo que já aconteceu enquanto ela estava aqui, neste mesmo exato lugar? Esperamos poder absorver parte da sabedoria e da energia desta grande sentinela do tempo e da vida.
A famosa "General Sherman", a maior árvore do mundo, no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
No segundo dia fomos direto para a Moro Rock Trail, oficialmente fechada pela neve, mas aberta a quem quisesse tentar explorá-la, por sua própria conta e risco. Subimos em torno de 6 km pela estrada e na trilha a neve estava ainda fofa, mas encontramos pegadas frescas e logo um grupo retornando do mirante, good news: o mirante estava aberto e absolutamente fantástico!
Ursos, só vimos nas placas do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Uma escadaria foi construída na crista desta pedra de onde podemos ter a vista completa do Kaweah Canyon, toda a Sierra Nevada e as montanhas nevadas do Kings Canyon e a magnífica floresta de coníferas a nossos pés. Ficamos lá em cima por quase mais de meia hora, apenas admirando a paisagem.
Mirante no alto da Moro Rock, no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Um pequeno detour nos levou até o túnel log entre sequoias gigantes e pinheiros, passando pela Parker´s Group. Agrupamentos de sequoias como este são raros e ainda mais bonitos.
Um grupo de sequoias no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Este é um dos famosos túneis onde passam os carros quando a estrada está aberta. Ele foi recortado no tronco de uma sequoia caída e deu um certo trabalho para chegar lá em cima, já que estava cheia de neve e bem escorregadia, mas eu não perderia a oportunidade!
Estrada passa em tunel dentro de uma sequoia no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Terminamos o dia na Big Trees Trail, uma trilha interpretativa fantástica com explicações sobre os ciclos de vida e os principais elementos que fazem aquele o terreno ideal para o desenvolvimento das sequoias.
Admirando as árvores gigantes no Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
O tempo estava perfeito, céu azul e paisagem perfeita para apenas caminharmos na floresta, abestalhados com a beleza do lugar. Retornamos por um novo caminho, brincamos na neve e aproveitamos cada segundo no silêncio contemplativo da floresta. Não nos despedimos agora das sequoias, diremos apenas um até logo! As encontraremos novamente no Yosemite!
As primeiras sequoias quando se chega na parte alta do Sequoia National Park, na Califórnia - EUA
Pôr-do-Sol em Key West
Hoje o Rodrigo me derrubou da cama para irmos logo cedo para Key Largo. Precisávamos chegar lá até as 7.30am para conseguirmos sair no barco de mergulho que iria até um dos pontos que planejamos, o Naufrágio Duane.
Naufrágio Duane
Naufrágio Duane
Duane é um navio da marinha americana que foi afundado em 1987 para servir como recife artificial na costa da Flórida. Ele possui 100m de comprimento e está a 36m de profundidade. Como ele fica mais distante, em uma área desprotegida de recifes, é normal ter uma corrente muito forte, que se não cuidar pode te levar direto para Miami! Vários decks e portas foram deixados abertos propositalmente para os mergulhadores poderem explorar. Foi numa dessas portas que o Rodrigo encontrou um mero gigante! Ele mora ali no navio, segundo o Marcos, dive master ½ brasileiro, ½ americano que estava na operação hoje. Vimos diversas barracudas, amberjacks, frades e outros, além dos diversos tipos de esponjas que se formam no navio. Achei engraçado que o instrutor responsável pelo barco falou no briefing para termos cuidado porque, além da strong current, nós íamos encontrar a lot of “portugueses”. Aí fiquei eu pensando... Será que ele está falando de nós!?! Mas fiquei na minha, é claro... Só depois, andando na praia em Key West é que vimos uma placa “Attention! Be carefull! Portuguese in the water!” Hahaha! Tem um tipo de água viva conhecida aqui como portuguese! Now I see! E o mais engraçado foi que o Ro também tinha ficado com essa dúvida, mas também não falou nada!
Logo depois do Duane, fomos até Canyon Reefs, uns recifes a apenas 6m de profundidade para fazer o segundo mergulho. Foi gostoso, parecia um aquário... Vários peixinhos, corais e esponjas, muitos peixes papagaios e alguns nudibrânquios. A navegação foi rápida, não por que o mar estava tranqüilo ou por que os pontos eram próximos à costa, mas principalmente por que a lancha era suuuper rápida, uma maravilha. Mesmo assim eu mareei, fiquei malzona... Amanhã terei que tomar um dramin para aproveitar mais o mergulho. Chegamos novamente à Ocean Divers perto de meio-dia, almoçamos e fomos rumo à Key West, conhecer a mais badalada das Keys.
Key West é uma atração turística impressionante! Chegamos pelo lado mais tranqüilo da Ilha, paramos em uma praia bem sossegada, tomamos uma cervejinha e ficamos ouvindo um som delicioso de dois malucos-beleza, no restaurante à beira-mar. Depois, já no final da tarde, o Ro teve uma grande sacada... “vamos ver o pôr-do-sol no lado mais oeste de Key West!” E lá fomos nós, realmente ali o pôr-do-sol deve ser especial, pensei. Saímos pela cidade procurando o melhor lugar para assisti-lo. Passamos por um pequeno porto com um barco da guarda costeira e outro mais antigo em exposição e vimos que poderíamos ir ainda mais a oeste encontrar um lugarzinho especial para este momento. Quanto mais andávamos mais lotada a cidade ficava, e pior, quando chegamos ao que achávamos ser o melhor ponto para ver o pôr-do-sol, adivinha? Todos tiveram a mesma grande sacada! Não tinha lugar onde estacionar e o sol se pondo... Procuramos por tudo, até que resolvemos pagar os US$ 15,00 no estacionamento “Sunset Park” e seguir o sol. Chegando lá, parecia quase o festival do sol poente! Um pelo píer, com bar e mesas, um palco com um negão cantando jazz, clássicos como “I fell good” e todos aplaudiram quando o sol se pôs. Não foi nada do que eu esperava, mas foi uma bela surpresa. A cidade foi preparada para o turismo, gift shops e pubs por todos os lugares, praça com shows de artistas independentes e feirinha hippie. Enfim tiramos o atraso de ontem! Voltamos à Key Largo, pois amanhã vamos sair para outros dois mergulhos, Spigel Grove, aí vamos nós!
Bar na praia, em Key West
Porto em Key West
Porto em Key West
Pôr-do-Sol em Key West
Pôr-do-Sol em Key West
Diversão nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Orlando é o destino preferido e dos sonhos de muitos adolescentes brasileiros. Pelo menos no meu tempo de adolescente a moda era trocar a grande festa de aniversário de 15 anos por uma viagem para a Disney World e arredores.
Chegando ao parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Eu, já nessa época, já era meio diferente. Disney e festa com baile e bolo vivo me pareciam um tanto quanto démodé. O ano era 1995 e o dólar estava 1 pra 1, pela primeira vez uma viagem internacional parecia possível. Neste cenário surgiu uma oportunidade: viajar para o Jamboree da Holanda, um encontro mundial dos escoteiros. Eu tinha apenas 13 anos, mas meus pais viram que era uma chance única! Um grupo de 36 jovens de diferentes grupos escoteiros curitibanos se reuniu para fazer uma viagem de 30 dias pela Europa. Passamos pela Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Alemanha e finalmente os últimos 11 dias acampados entre 200 mil escoteiros de 120 nacionalidades diferentes. Eu sabia que seria um evento marcante na minha vida, mas nem eu, nem meus pais tínhamos ideia de quanto isso iria determinar os rumos da minha vida viajante.
Para onde se olhe, pessoas de ponta-cabeça nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Naquela viagem nós passamos um dia na Euro Disney, próximo à Paris. Entre os colegas da escola a Euro Disney, pequena e sem as grandes atrações, era vista como um parque B. Para mim apenas um lugar cheio de bichinhos e brinquedos, pois a minha grande diversão estava em escalar montanhas nos Alpes Suíços, fazer trekkings nos polders holandeses e me aventurar pelas ruas malucas de Londres e Paris.
A vila nevada do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Bem, já deu pra entender que eu nunca fui muito fã deste tipo de parque. Acho que matei toda a minha vontade quando era criança, rodando sem parar nas nossas montanhas russas, kamikazes e enterprises do Parques Barigui e Beto Carreiro World, quase ridículos comparados aos monstros dos parques temáticos da Flórida. Ainda assim pensamos, já que estamos passando por aqui, temos que dar a chance e ter esta experiência em pelo menos um dos parques! Escolhemos o Universal Studios - Island´s of Adventures, dica do pessoal do Viagens Maneiras, que diz ser este o melhor parque de Orlando.
Parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Uma das paixões de infância do Rodrigo foram os quadrinhos da Marvel. O Surfista Prateado era o preferido, mas Homem Aranha, X-Men, Hulk, Demolidor e todos estes super heróis do Universo Marvel fizeram parte da sua história. Quase 30 anos depois o Tio Ro é um dos melhores contadores de histórias para os sobrinhos curiosos por este mundo fantástico! Hehehe!
Herois da Marvel passeiam pelo parque da Universal em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Para entrar logo no clima e acordar, injetamos um caminhão de adrenalina quando subimos na montanha-russa do Incrível Hulk. Loopings, curvas e descidas radicais são feitas em uma velocidade surreal! Meu coração foi à milhão!!! Tá louco, eu gritei muuuito! No final do dia fui uma segunda vez, mas basta, saí de lá com dor de cabeça! É aí que vemos que estamos ficando velhos! Hahaha!
A famosa montanha-russa do Hulk no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Uma das grandes novidades do parque é o Mundo Mágico de Harry Potter. Com uma cidade cenográfica perfeita, casinhas com neve no telhado e o castelo ao fundo. Esta área do parque oferece show de mágica, apresentações de danças típicas do filme e a Dragon Challenge que é uma montanha russa também radical e mais divertida que a do Hulk, essa pelo menos não me deu dor de cabeça!
Para onde se olhe, pessoas de ponta-cabeça nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
As grandes atrações do parque são as aventuras 3D do Homem Aranha e do Harry Potter. São pequenas montanhas russas indoor, com cenários 4D e filmes 3D em alta definição que te fazem entrar de cabeça, corpo e alma na história.
Castelo do Harry Potter no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
No Harry Potter and the Forbidden Journey, após passearmos pelos corredores da Escola de Bruxaria e Magia, vendo quadros falantes e holografias dos personagens, voamos em vassouras mágicas sobre o Castelo de Hogwarts em uma perseguição alucinada e lutas contra dragões e as forças do mal do mundo mágico de Harry Potter.
Apresentação na vila do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
No The Amazing Adventures of Spider Man, Jameson intima os participantes a perseguir os vilões trabalhando como repórteres e fotógrafos do seu jornal, o Daily Bugle. A perseguição ao Dr. Octopus, Duende Verde e outros vilões é emocionante! A experiência visual e tátil é muito real, incrível!
A vila nevada do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
Passamos o dia rodando o parque, outras atrações bacanas e molhadas como o encontro com dinossauros no Jurassik Park River Adventure e outras.
Enfrentando um tiranossauro no Jurassic Park, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
As 6 horas dentro desse mundo de fantasia foram mais do que suficientes para termos muita diversão e principalmente para vermos como a tecnologia do entretenimento está evoluindo! Agora, parques de diversões novamente, só daqui uns 10 anos, com a nossa tropinha de aventureiros!
Diversão nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos
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