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revisional fortaleza (03/08)
Realmente é tão difícil chover aqui na minha terra, que tem empresas d...
Deus Carmo (14/07)
Linda, singela e agradável. Importante que seus visitantes engrossem o c...
Adilson Castilho (08/07)
Martha Aulete (19/06)
“Muito engana-me, que eu compro”. E a Copa do Mundo no Brasil, hein?...
Diogo (11/06)
Ana e Rodrigo, Meus parabéns pelo blog. Estou aproveitando a quarentena...
A simpática vila de Taganga, ao lado de Santa Marta, no litoral norte da Colômbia
Taganga, vila de pescadores que se tornou refúgio hippie e nos tempos mais modernos o esconderijo dos turistas mais antenados, mergulhadores alternativos e mochileiros quebrados, num bom sentido, é claro! Rsrs!
Comércio de bolsas em Taganga, ao lado de Santa Marta, no litoral norte da Colômbia
A pequena baía de Taganta não possui uma praia espetacular, mas suas águas verdes transparentes dão acesso à outras praias mais tentadoras. As pequenas guesthouses, hostels, restaurantes e bares dão o clima ideal de backpackers paradise no Caribe Colombiano. Daqui é fácil organizar excursões para o Parque Nacional Tayrona, cursos de mergulho por um ótimo preço e passeios de barco pelas praias próximas, com a galera, se você está nos seus dias mais sociáveis, ou mesmo sozinho, se quiser um pouquinho de paz e isolamento.
A praia de Taganga, ao lado de Santa Marta, no litoral norte da Colômbia
De táxi está a menos de 30 minutos do centro de Santa Marta, perto o suficiente para um dia de explorações no centro histórico da irmã mais velha, mas longe o suficiente para se afastar dos perigos, estresses e destemperos da cidade grande.
A pacata vila de Taganga, ao lado de Santa Marta, no litoral norte da Colômbia
Taganga já estava no nosso radar, mas ela veio mesmo para o nosso mapa enquanto cruzávamos Santa Marta e tínhamos aquele misto de preguiça com desespero ao nos depararmos com uma cidade grande após um chá de cadeira do porto de Cartagena. Assim estes viajantes inveterados aqui também resolveram trocar a bela Santa Marta por uma noite tranquila na pacata e alternativa Taganga.
A praia de Taganga, ao lado de Santa Marta, no litoral norte da Colômbia
Nos hospedamos no simpático Pelicano Hostal, jantamos em um restaurante palestino simples e delicioso, aprendendo mais sobre a visão dos que estão do lado de lá da Faixa de Gaza e conseguiram escapar para cá em busca de uma vida mais pacífica, ainda que não deixando de lado a luta pelo seu ideal. Nas paredes do restaurante vemos notícias, bandeiras, fotos e mensagens lutando por paz na Faixa de Gaza e se as paredes não são suficientes, o dono pode te explicar melhor.
A bela e tranquila praia de Taganga, ao lado de Santa Marta, no litoral norte da Colômbia
A manhã seguinte foi de explorações rápidas na praia e nas calçadas hippies de Taganga enquanto nos preparávamos para a nossa incursão ao Parque Nacional Tayrona, a quase 2 horas dali. Queria ter tempo de ficar e aproveitar, andar de barco e mergulhar, mas foco! Esta tarde estaremos caminhando em um dos parques nacionais mais lindos da Colômbia e logo logo você irá nos encontrar lá. Até breve!
A baía de Taganga, ao lado de Santa Marta, no litoral norte da Colômbia
Ruínas mayas de San Andrés, em El Salvador
Hoje demos os nossos primeiros passos para um novo mundo de cultura e história dentro da civilização pré-colonial americana: o Mundo Maia. Há apenas 33 km de San Salvador encontramos dois parques arqueológicos maias, as Ruinas de San Andres e Joya de Cerén.
Mapa de El Salvador mostrando os principais sitios arqueológicos do país
Ambos com uma boa infra-estrutura, belos museus com informações sobre a sua história e exposição de objetos encontrados durante as pesquisas e escavações. As ruínas de San Andres são um conjunto de edificações datadas de 600 a 900 d.C. que foram soterradas por cinzas vulcânicas quando se deu a erupção de um mega-vulcão.
Crânio encontrado nas ruínas mayas de San Andrés, em El Salvador
Acredita-se que mais de 12 mil pessoas viveram aí, sendo a principal sede Maia no Vale de Zapotitán e também do Vale de Hamacas, onde hoje está San Salvador. Mais de 100 anos depois, a “terra branca” deixou de ser estéril e o local voltou a ser povoado até idos de 1200 d.C., quando, como todas as cidades Maias, se desorganizou e se perdeu no tempo e na história.
Ruínas mayas de San Andrés, em El Salvador
No museu podemos encontrar peças de cerâmicas lindas, peças do cotidiano e até urnas e imagens cerimoniais. Uma das principais ligações que comprova a ligação deste povoado com a cultura Maia foi um altar encontrado com materiais ritualísticos “importados”. Conchas com resquícios de sangue e contas de jade dispostas em formato circular e uma espinha de raia manta, utilizada para rituais de auto-sacrifício, estavam no alto de uma das pirâmides, indicando que seria o local onde se realizavam as cerimônias.
Cerâmica maya encontrada em San Andrés, em El Salvador
As ruínas foram encontradas em 1977 e pode-se perceber ainda hoje que sua aparência era nada diferente de um pequeno monte de terra gramado. No mesmo local existem construções já do período colonial, quando espanhóis utilizaram a mesma terra para uma plantação de índigo, planta nativa de onde se extraía uma tintura azul para exportação à Europa.
A aldeia maya soterrada por cinzas vulcânicas de Joya de Cerén, em El Salvador
Há 8 km de San Andrés, estão as ruínas de Joyas de Cerén, conhecidas como a Pompéia da América, esta cidade foi soterrada por uma erupção branda do vulcão Laguna Caldera em 595 d.C. localizado a apenas 1 km da vila. Um misto de cinzas e vapor de água invadiu a cidade que foi evacuada imediatamente, deixando resquícios de sua ocupação e atividades cotidianas gravadas perfeitamente sobre mais de sete metros de cinzas vulcânicas.
Ruínas de aldeia maya soterrada por cinzas vulcânicas de Joya de Cerén, em El Salvador
A cidade foi descoberta por acaso, quando o governo terraplanava o local para alguma grande obra. As escavadeiras encontraram uma casa que estava em tão perfeito estado que chegaram a pensar que seria mais recente. Os pesquisadores conseguiram remontar e criar modelos da vila, da aparência das casas, tipo de comida e animais que foram encontrados no depósito de comida e até uma vasilha cerâmica com a marca das digitais do cidadão que estava comendo no mesmo minuto em que a vila foi evacuada.
Cerâmica maya encontrada em joya de Cerén, em El Salvador
As ruínas escavadas estão todas cercadas e bem protegidas por tetos metálicos. Ainda assim podemos avistar de longe uma tenda temascal, uma espécie de sauna onde os Maias costumavam fazer rituais de purificação, além das casas super bem preservadas. É uma jóia Maia em pleno território salvadoreño!
O temascal (sauna) da aldeia maya soterrada por cinzas vulcânicas de Joya de Cerén, em El Salvador
Visitando a aldeia maya soterrada por cinzas vulcânicas de Joya de Cerén, em El Salvador
Aos poucos vamos começar a entender mais sobre esse povo e esta cultura que até hoje possui raízes e costumes tão fortes na comunidade indígena nessa região da América Central.
Artesanato maya na aldeia soterrada por cinzas vulcânicas de Joya de Cerén, em El Salvador
A fabulosa Grand Prismatic Pool, no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
Todos nós já tivemos algum contato com o Yellowstone National Park na nossa vida. Os trintões e quarentões com certeza lembram do Zé Colméia e seu amigo Catatau. Pois é, Yellowstone é o parque nacional em que esses ursos simpáticos que nos acompanharam boa parte da infância viviam. Os mais jovens já tem uma referência mais dramática, a produção hollywodiana 2012 com cenas hiper-realistas da explosão do super vulcão. Não importa qual seja a sua referência, você já o conhece e se não conheceu pessoalmente ainda, deve considerar sériamente em conhecer. Este é um daqueles lugares na terra que todos temos ver antes de morrer.
Chegando ao Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
O maior parque dos “Lower 48” (todos os estados continentais, excluindo os Alasca), está no estado de Wyoming e ainda entende sua área sobre Idaho, a sudoeste, e Montana a noroeste e norte. Localizado sobre um dos maiores vulcões do mundo, o parque possui geisers, fontes de águas termais, fumarolas e poços de lama que demonstram que ainda há atividade vulcânica na região e ele está apenas dormindo.
Lindas piscinas coloridas, de águas transparentes e ferventes, na área do Old Faithful, no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
Calcula-se que sua última explosão foi há aproximadamente 640 mil anos, antecedida por outras duas há 1,3 e 2 milhões de anos. A próxima erupção pode ser a qualquer momento e se ela ocorrer irá afetar não apenas os Estados Unidos, mas todo o mundo. Calma! Ainda assim, não há motivo para pânico. O Yellowstone é o vulcão mais estudado e monitorado do mundo. Qualquer informação mais detalhada pode ser encontrada aqui no site oficial do Observatório Vulcânico do Yellowstone.
A magnífica erupção do Grand Geiser, no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
Enquanto este gigante dorme nós aproveitamos para conhecer as maravilhas criadas por ele nos últimos milhões de anos. O parque é imenso e foi dividido em 4 grandes áreas para facilitar o acesso dos milhões de turistas que visitam o parque anualmente. São necessários no mínimo 3 dias para ter uma visão geral de toda a área, mas você também pode ficar aqui um mês e ainda não ter visto tudo.
Admirados com a beleza hipnótica da Grand Prismatic Pool, no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
Nós tivemos três dias intensos no parque, com longos dias de verão e muita disposição para explorar todas as estradas possíveis. Fizemos algumas trilhas curtas, mas com tempo vale a pena se equipar e se aventurar em algum acampamento selvagem nas áreas mais distantes. Nos próximos posts vou tentar resumir o que vimos nestes três dias organizando-o nestas 3 áreas: Old Faithfull, Yellowstone Lake e West Thumb, The Grand Cânion of Yellowstone e Mamooth Springs.
Admirada com as lindas piscinas coloridas, de águas transparentes e ferventes, na área do Old Faithful, no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
Fizemos o nosso tour pelo Yellowstone baseados na cidade de West Yellowstone, na saída oeste do parque, próxima ao Madison Information Center. A cidadezinha tem toda infraestrutura e várias opções de acomodações mais baratas do que os hotéis dentro do parque. Alguns dos lodges oferecem quartos com preços até bem razoáveis, mas estes são os que lotam primeiro e devem ser reservados com 2 ou 3 meses de antecedência.
Mais uma cachoeira de águas geladas no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
Nós rodamos, apenas dentro do parque, mais de 500 km. E olha que praticamente não repetimos caminhos! Então para aproveitar ao máximo os seus dias no Yellowstone, vale a pena alugar um carro, abastecê-lo de lanches, água e sucos e aproveitar bem a luz que durante o verão vai quase até as nova horas da noite. Se tiver você não estiver com pressa e tiver tempo para aproveitar este paraíso natural, este mesmo roteiro feito com calma irá ocupar facilmente mais dois ou três dias.
Enorme piscina de águas ferventes na área da Grand Prismatic Pool, no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
A nossa experiência no Yellowstone foi fantástica! Encontro com animais e as forças mais poderosas da natureza nos renovam e fazem pensar como somos pequenos na escala de tempo e evolução. Um lugar único no mundo.
Maravilhoso entardecer na área da Grand Prismatic Pool, no Yellowstone National Park, em Wyoming, nos Estados Unidos
Veja também os posts:
- Yellowstone - Old Faithful Area
- Yellowstone Lake e West Thumb
- Grand Canyon e Mamooth Springs
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Andando de carro na praia da Juréia
No norte da Ilha Comprida pegamos a ponte para Iguape, outra cidade colonial, apenas sete anos mais nova que Cananéia, possui características muito parecidas. Vamos em direção à Barra do Ribeira, agora por dentro, já que não existe acesso pela praia. Um detalhe, vocês perceberam o nome, “Barra do Ribeira”? Isso mesmo! É o mesmo rio que dá nome ao PETAR, “Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira”! Nosso roteiro está acompanhando ele lá de cima até a sua barra, aqui no litoral. Dali parte a balsa para a Juréia Sul, durante a semana de hora em hora e final de semana de 30 em 30 minutos.
Ponte que liga Iguape à Ilha Comprida
A Juréia é outra praia maravilhosa e que abriga uma Estação Ecológica. Chegamos na vila, nos instalamos na Pousada Dalu, mantendo o nosso objetivo de baixar a média de gastos, para equilibrar o dólares a mais do Caribe. A pousadinha é simples, mas muito jóia. A Lu a comprou faz pouco tempo e está reformando, até setembro terá novos quartos e piscina, a temporada promete.
Entrada da Juréia na parte sul do parque
O sol resolveu se esconder novamente e aquele dia lindo deu lugar a nuvens e em vez de duas horas da tarde pareciam seis. Mesmo assim não desanimamos e seguimos mais 18km pela praia até a entrada da Estação Ecológica da Juréia. Uma cachoeirinha gelada, como sempre, mas muito gostosa! Acima dela existem mais duas cachoeiras maiores fechadas para meros mortais, apenas pesquisadores com autorização podem seguir na trilha. Já decidi que na próxima encarnação serei pesquisadora! Quantas coisas deixamos de ver? Ok, tudo em prol da natureza.
Cachoeira na parte sul da Juréia
Cachoeira na parte sul da Juréia
Nota de falecimento
Voltando da cachoeira encontramos um cortejo fúnebre vindo pela praia. O cemitério fica a uns 7km da vila. Deve ser alguém importante, pensamos, eram mais de 20 carros acompanhando a falecida esposa de um homem muito querido aqui na vila. É, infelizmente essas coisas acontecem, que Deus a tenha.
Cemitério na praia da Juréia
Cortejo fúnebre na praia da Juréia
Ontem a noite conhecemos no Eco Hostel 2 Gustavos. Um é o dono da pousada, gente boa pra caramba e outro é agente regional do Instituto Estrada Real, outro figura que entende muito aqui de toda a região. Ele trabalhou durante anos em agências de ecoturismo em Serra do Cipó e também como consultor de ecoturismo. Não tinha ninguém melhor para nos ajudar a resolver o roteiro que faríamos aqui na região. Foi uma noite de boas conversas e muitas perguntas para os Gustavos e acabamos saindo com uma consultoria completa!
Ana com os Gustavos, no Hostel de Tabuleiro - MG
Daí nasceu a Maratona Serra do Cipó, que ganhou o slogan “O máximo do mínimo”. Afinal, como faríamos para conhecer o máximo de coisas no mínimo de tempo, passando pelas 3 principais cidades e atrações da região em apenas 4 dias? O roteiro definido foi o seguinte:
MARATONA SERRA DO CIPÓ
1º DIA – 18/08/10
Cidade base: Tabuleiro, Distrito de Conceição do Mato Dentro.
Cachoeira Rabo de Cavalo – 170m, 2 horas de caminhada.
Cânion do Peixe Tolo – 3h30 de caminhada para chegar até o final do cânion, vamos ver até onde conseguiremos chegar.
2º DIA – 19/08/10
Cidade base: Tabuleiro, Distrito de Conceição do Mato Dentro.
Cachoeira de Congonhas – 107m de altura, 2 horas de caminhada.
Cachoeira do Tabuleiro – 273m de altura, a maior de Minas Gerais e 3ª maior do Brasil!
3º DIA – 20/08/10
Cidade base: Serra do Cipó, Distrito de Santana do Riacho.
Trekking de 20km que desce de Palácio, na parte alta do Parque Nacional da Serra do Cipó até a portaria do meio, passando por:
- Cachoeira de Congonhas de Cima ou dos Guedes
- Cachoeira de Congonhas de Baixo
- Cachoeira do Gavião
- Cachoeira das Andorinhas
4º DIA – 21/08/10
Cidade base: Lapinha, Distrito de Santana do Riacho.
- Cachoeira do Bicame – 15km em 2h30 de caminhada.
- Travessia da represa de canoa para ver as Pinturas Rupestres.
Será que vamos conseguir? Temos que correr! Vem com a gente!
O primeiro charuto cubano, a caminho de Cienfuegos, em Cuba
Chegamos ao México e já começamos novamente as nossas explorações na capital. Desde a magnífica Teotihuacán, ao centro histórico, passando pelas badaladas colonias Roma e Condessa e os bairros boêmios de Coyoacán e Sochimilco. Acelerando o passo para contar tudo nos mínimos detalhes, já que não sei falar (ou no caso, escrever) pouco. Vamos que vamos, que esse trem não vai parar enquanto não chegar ao Alaska!
Chegamos à Cidade do México no último dia 27/02, quando o meu computador foi atacado ferozmente por um malware (Security Shield) que o travou completamente! Desde então o meu amigo e companheiro de blog foi para o hospital e ficou internado para diversas atualizações e inclusive a retirada do maldito software malígno. Hoje eu recuperei o computador, todos os meus arquivos e devo retomar o trabalho atrasado! São muuuitas histórias de Cuba para contar, o Rodrigo já começou e eu logo vou recuperar o tempo perdido para compartilhar com vocês as nossas aventuras!
Estamos em Trinidad, Cuba! A viagem esta maravilhosa, passamos por Havana, Isla de la Juventud e Cienfuegos. O acesso a net eh precario e carissimo, como previsto, nao podemos enviar arquivos e nem textos produzidos no nosso computador... Entao novos updates nos blogs e no site so a partir de 27/02 quando chegaremos a Ciudad de Mexico!
Temos muitas fotos lindas e historias maravilhosas para contar, esperamos ver-los novamente por aqui para continuarmos a nossa grande viagem!
Ate logo!
Bjs
A valente Fiona enfrenta a neve do North Cascades National Park, no estado de Washington, noroeste dos Estados Unidos
1400 dias de estrada e muita história para contar! Por mais que tentemos resumir, o vídeo é só um teaser das incríveis experiencias e histórias que vivemos e queremos compartilhar!
Edição: Gustavo Filus - HoHey!
Recebendo a Bebel no aeroporto de Newark, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Hoje fomos buscar no Aeroporto de Newark - New Jersey, a nova integrante dos 1000dias: Dona Izabel Lemos Junqueira! Izabel, mais conhecida como Bebel, irá nos acompanhar pelos próximos 15 dias de viagem no nosso roteiro pela região conhecida como Nova Inglaterra.
Viajando de Fiona com a Bebel de Newark à Pennsylvania, nos Estados Unidos
Segue a ficha completa da nova integrante da expedição:
Nome Completo: Izabel Lemos Junqueira.
Idade: 12 anos.
Sexo: feminino.
Relação Familiar: sobrinha querida e afilhada amada do Tio Ro, vulgo “padinho jonsa”.
Cidadania: brasileira e americana.
Línguas: carioquês e inglês americano com o sotaque mais lindo e perfeito do mundo.
Passatempos Preferidos: assistir à novela Avenida Brasil, em segundo lugar, rever os capítulos que ela mais gostou e em terceiro lugar fazer umas comprinhas nas gift shops no caminho.
Músicas Preferidas: “Depois” - Marisa Monte, “Don´t you remember” e “Set Fire to the Rain” – Adele. Nota-se que é uma menina bem consistente, as três músicas são da trilha sonora da novela supracitada.
Motivo da Viagem: Bebel aproveitou as férias escolares para matar as saudades e conhecer novas paisagens da sua terra natal, além de visitar os tios aventureiros.
Missão dos 1000dias: colocá-la em movimento, não dentro da Fiona, mas nas trilhas e montanhas dos Estados Unidos.
Com a Bebel na viagem de Newark à Pennsylvania, nos Estados Unidos
O roteiro das próximas duas semanas incluirá visita a amigos na Pensilvânia, as paisagens verdes de Vermont, as White Mountains em New Hampshire, as trilhas do Acadia National Park no Maine, Portland, Boston e ainda as praias e maravilhas do principal destino dos veranistas ricos e famosos no Cape Code National Shore. Bem vinda Bebel e pé na tábua!
Garotos se divertem pulando da ponte em em Ponte Alta do Tocantins, entrada do Jalapão - TO
Ponte Alta, o portal de entrada para o Jalapão, seria para nós apenas uma cidade de passagem. Nós estávamos vindo da Cachoeira da Velha em direção a Palmas, paramos apenas para fotografar a antiga ponte, construída em 1968, quando vimos um show de saltos e malabarismos.
Ponte Alta do Tocantins, entrada do Jalapão - TO
Os habitantes desta pequena cidade nascem de olho naquela ponte, acredito eu, que ela deva ser até um rito de passagem, de afirmação no grupo, principalmente para os meninos. Vemos as crianças brincando em volta, os adolescentes pulando do andar da ponte e os jovens, um pouco mais velhos, já demonstrando toda a sua coragem do alto da ponte!
Tentando chegar à plataforma da torre da ponte em Ponte Alta do Tocantins, entrada do Jalapão - TO
Já não bastassem os 15m de altura, eles têm que subir por uma estreita rampa, com madeiras de apoio falhas e que balança quando passa algum carro. Lá do alto saltam em pé e alguns mais habilidosos dão lindas mortais, de frente E de costas! Dá um frio na barriga só de olhar!
Garotos se divertem pulando da ponte (um deles está dando um mortal!) em em Ponte Alta do Tocantins, entrada do Jalapão - TO
É claro que o Rodrigo não poderia ficar apenas olhando. Nós petiscamos algo de almoço e enquanto isso ele decidiu, foi até lá. Saltou duas vezes da ponte para esquentar e depois, de sandália no pé, encarou a tábua aos 15m.
Escalando a torre da ponte em Ponte Alta do Tocantins, entrada do Jalapão - TO
“Foi mais difícil subir do que saltar”, disse ele, que escalou de joelhos, bem agarradinho quando passava um carro. Lá do alto foi só alegria. Depois de uns 5 minutos respirando e observando, ÚÚÚHÚÚÚÚÚÚÚÚ! Tchibúm! Lá estava o meu amor na água, lépido e faceiro.
Saltando do alto da torre da ponte em Ponte Alta do Tocantins, entrada do Jalapão - TO
Parte final do vôo da Ana, chegando em São Conrado, no Rio de Janeiro - RJ
Nos meus sonhos voar é o tema mais freqüente. Desde criança sonho que estou voando. Eu voava como Peter Pan sobre a floresta Amazônica, sobre a rua onde eu morava, sobre os Andes... Já voei em um bocado de lugares. Ultimamente, nos meus sonhos, os meus vôos têm sido mais dificultosos, mas não menos prazerosos. Para começar a voar eu preciso correr e começar a dar saltos, como os que atletas de salto em distância dão logo antes do salto final. A cada passo, mais alto eu ficava pisando nos ares, tomando impulso para alcançar a altitude ideal para o meu vôo. Sei que este é um desejo antigo para todos os humanos, um feito perseguido por muitos e por isso hoje temos várias formas de simular esta façanha. Eu já saltei de pára-quedas e paraglider, vôos deliciosos, mas em momento algum a sensação é a mesma do Peter Pan.
Após o salto de asa delta, no Rio de Janeiro - RJ
Depois de tanto procurar a melhor forma de materializar este sonho já tão familiar a mim, hoje decidi voar de asa delta. O Rio de Janeiro sem dúvida é um dos cenários ideais para se realizar este sonho. Depois de um passeio pelas montanhas, Corcovado e Paineiras, chegamos à praia de São Conrado, na praia do Pepino. Estava ansiosa, pois o vento não estava muito católico e obviamente dependia dele para ter sucesso nesta incursão. Agendamos com o piloto, Rodrigo decidiu não saltar, pois já havia saltado tempos atrás. Encontramos o Ricardo e seguimos para o alto da Pedra Bonita, onde se encontra a rampa de decolagem. Assisti a um casal decolar antes de mim, com o mesmo piloto, treinaram a corrida pela rampa e pegaram todas as instruções, prontos para saltar tiveram que esperar uma janela de vento para saltar. Quase 30 minutos depois retorna à rampa a asa delta e o piloto, chegou a minha vez.
Vista da Pedra Bonita, na rampa para saltos de Asa Delta, no Rio de Janeiro - RJ
Preparando-se para o salto de asa delta no Rio de Janeiro - RJ
O tempo estava nublando, o vento piorando, mas não queria desistir. A previsão de tempo para os próximos dias era ainda pior, chuva. Equipada e pronta, eram 17h21, tínhamos que saltar no máximo até as 17h49, horário em que a rampa fecha para decolagens. Foram quase 30 minutos de espera, o vento a favor não estava virando, para a decolagem precisávamos dele justamente no sentido oposto, ou pelo menos que ele parasse. Tínhamos que correr muito. “Posso confiar em você?” perguntou o piloto, “pode!” respondi. Pernas pra que te quero, foi uma janelinha minúscula de vento e nós corremos, corremos para voar. Até que meus sonhos mais recentes não estavam tão distantes da realidade, só faltava a asa-delta, mas a corrida eu já vinha treinando. Quando damos o primeiro passo no ar, a asa perde altitude até estabilizar e acelerar, uhhhhh, que friozinho na barriga! Parece aquela descida de montanha-russa, já saí gritando, “Wohoooooo! \o/ Delícia!”, enquanto Ricardo dizia, “Não quero nunca mais ter uma decolagem assim! Obrigado meu Deus!” Aí que eu vi que o negócio tinha sido estranho, empolgada nem percebi que passamos raspando no morrinho abaixo da rampa... já pensaram!?!
Voando e "pilotando" asa delta no Rio de Janeiro - RJ
Bem, nem eu! Eu só quis curtir a vista e pela primeira vez a real sensação de estar voando. Abrir os braços e sentir o vento contra o meu rosto! A praia abaixo, o Corcovado à esquerda e a Pedra da Gávea à direita... INDESCRITÍVEL! Foi uma das melhores sensações que já tive na vida! Curti cada minuto e logo estava eu com frio na barriga novamente, enquanto o Ricardo começava a preparar o pouso.
Celebrando o salto de asa delta, no Rio de Janeiro - RJ
Foram 7 minutos que pareceram o dobro, mas que ainda assim foram poucos. Quero mais, mais e mais! Se eu estivesse morando no Rio, com certeza iria começar um curso de piloto de asa-delta. Finalmente um esporte aéreo que me tocou tanto quanto o mergulho. Ao mesmo tempo que senti toda a adrenalina, senti uma paz tão grande...
Voando de asa delta no Rio de Janeiro - RJ
Mais tarde fomos comemorar o salto, o dia, a vida, no Rio Scenarium, famoso bar na Lapa. Samba, Forró, Samba Rock e tudo o que se tem direito. Todos misturados, cariocas de todas as classes, cores e credos, gringos, ticanos e portugueses, todos na mesma vibração, na mesma energia.
Balada na Lapa, no Rio Scenarium, no Rio de Janeiro - RJ
Foram algumas boas horas dançando e cantando, espantando todos os males, espalhando alegria. Finalizamos com o tradicional sanduíche do Cervantes! Dia perfeito para sonhar, sempre nos dizem para sonharmos alto e eu sonhei mais especificamente a 525m de altitude!
Night no Rio Scenarium, na Lapa, no Rio de Janeiro - RJ
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