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Blog da Ana - 1000 dias

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SHUFFLE Há 1 ano: Canadá Há 2 anos: Canadá

Ai ai aiaiaiái está chegando a hora...

Ilhas Virgens Britânicas, Virgin Gorda - Spanish Town

Parece que foi ontem que começamos a planejar a viagem, os três meses de preparativos e planejamento e estes primeiros 40 dias no Caribe. Agora já estamos chegando ao fim, daqui 5 dias estaremos no Brasil, pegando estrada com a Fiona!

Táxi em Virgin Gorda - BVI

Táxi em Virgin Gorda - BVI


Nos despedimos do Caribe na ilha mais roots, com mergulhos maravilhosos e hoje um dos melhores snorkels no principal cartão-postal das BVIs, The Baths. Uma praia com boulders de granito com mais de 4 metros de altura/ diâmetro, formando uma paisagem super característica. Cada uma dessa BIG rocks possui buracos feitos pelas lavas dos vulcões que formaram a ilha, resultando em grutas, cavernas lindíssimas acima e abaixo do mar.

The Baths, principal atração de Virgin Gorda e de BVI

The Baths, principal atração de Virgin Gorda e de BVI


Dali até a Devil´s Cove colocamos o nosso fôlego a prova explorando todas elas, ainda mais bonitas quando inundadas, com corais, espojas e seus cardumes. Pra variar sempre querendo a nossa professora ao lado para mais dicas e mais segurança para ir ainda mais fundo. (Carol, cadê você!?!).

Caverna formada por grandes rochas em Virgin Gorda - BVI

Caverna formada por grandes rochas em Virgin Gorda - BVI


Depois de tantas ilhas, países, culturas, surpresas, mergulhos, pessoas especiais, pôr-do-sol, podemos dizer que já somos Island Hoppers super descolados. Conseguimos colecionar aprendizados importantíssimos para a viagem de carro e para as próximas vindas ao Caribe, mas principalmente para a vida! Afinal, é por isso que estamos aqui!

Devil's Bay, ao lado de The Baths, em Virgin Gorda - BVI

Devil's Bay, ao lado de The Baths, em Virgin Gorda - BVI

Ilhas Virgens Britânicas, Virgin Gorda - Spanish Town, British Virgin Islands, BVI, Praia

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Fechou o tempo.

Brasil, Paraná, Curitiba

Fechou o tempo. Acordamos com aquele barulhinho gostooooso de chuva. Eu estava mesmo precisando recuperar o sono... CHUVA? Sim! Nossa programação era sair hoje cedo para o Pico Paraná, estava tudo pronto! CHUVA NÃAAAAO! É um pesadelo, sempre que chegamos aqui o tempo fecha, parece até que ouço um aviso, com aquela voz meio divina vinda do céu... “miiiil diiiiaaas, vocês não devem retornar a Curitiiiiba.”

Bem, íamos passar apenas algumas poucas horas da manhã resolvendo os pepinos, com chuva relaxamos e fomos ao trabalho. Um dia tentando resolver as burrocracias aqui e tudo fechado! Detran e serviços fechados... Só consegui pagar a taxa do PID no Banco do Brasil, pelo menos esta estatal não estava fechada. Mesmo em um feriado havia 12 pessoas na minha frente, peguei a senha e enquanto esperava via o programa político do PT. Quer coisa melhor para me deixar de mau humor? Fila no BB + Lula e Dilma fazendo campanha para a Gleisy e o Osmar Dias? Isso tudo logo depois do almoço? É dor de barriga na certa!

Mais tarde seguimos trabalhando no site e rezando para a chuva passar. Material de acampamento revisado e lá fora parece até que a chuva vai dar uma trégua.

PREVISÃO DO TEMPO

Climatempo

////
Chuva
19mm

Traduzindo: se eles estiverem certos, toda a chuva esperada para o mês de setembro na região centro-sul de SP irá cair amanhã. Belo dia para subir uma montanha.

Brasil, Paraná, Curitiba, chuva

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Tudo azul na Baie Rouge

Saint Martin, Marigot

Formações rochosas na Baie Rouge, região de Marigot - St Martin, no Caribe

Formações rochosas na Baie Rouge, região de Marigot - St Martin, no Caribe


Dia de definições. Primeiro definimos que não iríamos para Anguila, já que o tempo amanheceu nublado e chuvoso. Aproveitamos então a manhã nebulosa para definir as nossas passagens aéreas para as ilhas vizinhas. Fomos à boulangerie usar a internet que quebra o maior galhão, mas é meio capenga para compras online. Então decidimos comprar as passagens em uma agência de turismo local, que só abria as 14h30.

Restaurantes na Marina Royale, em Marigot - St Martin, no Caribe

Restaurantes na Marina Royale, em Marigot - St Martin, no Caribe


Nosso plano era usarmos a manhã para resolver estas coisas e aproveitar a tarde para rodar a península conhecida como Terres Basses (terras baixas). Esta é uma vizinhança milionária, portanto não circulam muitos ônibus por ali. Decidimos então alugar uma bicicleta. Esta foi uma das piores decisões do dia, andamos mais de 40 minutos indo e voltando nas ruas lotadas do centro procurando a tal da loja de aluguel de bicicletas. Achamos o endereço, mas não havia nada. Descobrimos que havia mudado de endereço e um senhor muito simpático e prestativo nos levou até o novo endereço, também fechado. Quase uma hora se foi nessa brincadeira, já eram 14h30, verificamos preços e deixamos as passagens aéreas reservadas na agência de viagens.

Marina Royale, em Marigot - St Martin, no Caribe

Marina Royale, em Marigot - St Martin, no Caribe


Depois de toda esta andança, o sol saiu a toda, só para nos provocar! Vamos à praia na Terres Basses sem bicicleta mesmo. A península seria facilmente explorada em uma tarde de bike, mas ficamos na dependência do busão que só ia até a primeira praia, Baie Rouge.

A bela praia de Baie Rouge, região de Marigot - St Martin, no Caribe

A bela praia de Baie Rouge, região de Marigot - St Martin, no Caribe


Uma vez na praia, ufa... tudo fica “nice and easy”, como gostam de dizer por aqui. Aquele azul maravilhoso, grãos de areia graúdos e dourados, praia tranquila. Passamos o final de tarde ali, lendo, nadando, vendo a mulherada de top less, enquanto organizávamos os pensamentos e as definições pendentes. Tudo azul na Baie Rouge!

Mar típico do Caribe na Baie Rouge, região de Marigot - St Martin

Mar típico do Caribe na Baie Rouge, região de Marigot - St Martin


Assistimos o sol dourando as águas azuis até quase se pôr, mas aproveitamos ainda a luz para encontrar nossa lotação. Algo me disse, “não vamos esperar, melhor sairmos andando e para-la quando estiver passando”. Bingo, andamos mais de 1km na estrada e nada de vans. Por outro lado levamos uma bela sorte, um casal parou o carro e nos ofereceu carona. Ele americano e ela belga, estão paassando uma temporada por aqui e se identificaram com a nossa situação, pois já passaram por isso muitas vezes. Ele trabalha em barcos, depois de mais alguns meses de trabalho embarcado está planejando suas próximas férias, Bahamas ou Turquia. Curioso foi que eu a tinha visto andando no centro pela manhã e já tinha simpatizado, nada é por acaso.

Pôr-do-sol na Baie Rouge, região de Marigot - St Martin, no Caribe

Pôr-do-sol na Baie Rouge, região de Marigot - St Martin, no Caribe

Saint Martin, Marigot, Baie Rouge, beach, Caribbean, mar, Praia, sea

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A nossa viagem fica melhor ainda se você participar. Comente!

Estrada Real - Cunha - Parati

Brasil, Rio De Janeiro, Parati

Totem da Estrada Real entre Cunha e Parati - RJ

Totem da Estrada Real entre Cunha e Parati - RJ


Pegar a Estrada de Cunha ou não? Eis a questão! Hoje passamos o dia todo viajando entre Tiradentes e Parati. Descemos a Estrada Real passando muito perto de cidades que já havíamos explorado no início da nossa viagem por Minas. Carrancas, Cruzilha, o trevo para Aiuruoca e Baependi... lugares que queremos muito voltar. Precisamos ser fortes e objetivos, passamos reto e seguimos rumo ao nosso próximo destino.

Ponto de parada entre Cunha e Parati - RJ

Ponto de parada entre Cunha e Parati - RJ


O Rodrigo pesquisou na internet para obter informações mais atualizadas sobre a estrada que segue de Cunha até Parati, cruzando a Serra da Bocaina. Ele encontrou de tudo, mas principalmente pessoas desaconselhando, dizendo que a estrada estava em péssimo estado, que tiveram medo de morrer nos precipícios e que foi a maior aventura de suas vidas. Eu já estava agradecendo muito e deixando para a próxima, mas o Rodrigo usou um argumento “matador” para me convencer: “vamos passar por lugares muito piores, se não conseguirmos passar por esta estrada, imagine o que vem pela frente?!”. Bem, convencida seguimos até Cunha onde resolvemos nos informar sobre o estado da via. Quando olharam a Fiona até deram risada de estarmos preocupados. A rodovia passa pelo Parque Nacional da Serra da Bocaina, por isso ainda possui 9,6km que não foram asfaltados e destes são apenas 3 trechos que estão em péssimo estado.

Paisagem da estrada Cunha-Parati - RJ

Paisagem da estrada Cunha-Parati - RJ


Clima seco, outra grande queimada no caminho, mas seguimos despreocupados, pois o início da estrada estava realmente tranquilo. Começamos os trechos mais complicados sempre nos perguntando, será este o primeiro? E aí encontrávamos um pior. A verdade é que buracos atraem buracos e os três trechos em péssimo estado estão totalmente conectados, o que faz que quase 7km destes 9 estejam na mesma condição. O que me fez ficar totalmente tranqüila foram os fuscas que estavam à nossa frente. Afinal, se um fusca passa a Fiona também passa! No final foi muito melhor do que pensávamos, melhor que muita estrada que já enfrentamos nessas Minas.

Queimada na Serra da Bocaina - RJ

Queimada na Serra da Bocaina - RJ


Saímos de Tiradentes as 11h e chegamos à Parati as 19h, com apenas 40 minutos de paradas para banheiro, um pão de queijo e algumas fotos. Foi uma longa viagem... bom que logo encontramos uma pousada gostosa e a festa da padroeira da cidade, Santa Rita, abençoando a nossa chegada.

Ponto de parada entre Cunha e Parati - RJ

Ponto de parada entre Cunha e Parati - RJ

Brasil, Rio De Janeiro, Parati, Cunha, Estrada, off road, Road Trip

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Kiki e 1000dias: O Encontro!

Nicarágua, San Juan Del Sur

Com a Carol e o Alexis na despedida de San Juan del Sur, na Nicarágua

Com a Carol e o Alexis na despedida de San Juan del Sur, na Nicarágua


Depois de mais de 1000 dias viajando de carro pela América e mais de 500 dias de mochila pelo mundo, finalmente os viajantes do 1000dias e do Kiki Around the World se encontraram! Um encontro impossível de ser previsto com exatidão, mas que já estava nos nossos planos há muito tempo.

O coelho Kiki e a Fiona em San Juan del Sur, na Nicarágua

O coelho Kiki e a Fiona em San Juan del Sur, na Nicarágua


Eu e a Carol nos conhecemos em Curitiba há pelo menos uns 8 anos. Ela é carioca e se mudou para a terrinha trabalhando por uma multinacional. A conheci através de amigos em festas e baladas já víamos que o nosso pique era parecido, mas foi há menos de 4 anos que tivemos um reencontro incentivado pela Vanessa, uma super amiga comum. Nós duas estávamos em um momento parecido da vida, decidindo que a hora de realizar os nossos sonhos estava chegando e era agora ou nunca!

A Carol e o Alexis partem rumo ao norte enquanto nós seguimos para o sul, perto de San Juan del Sur, na Nicarágua

A Carol e o Alexis partem rumo ao norte enquanto nós seguimos para o sul, perto de San Juan del Sur, na Nicarágua


De um lado Carol, com o sonho e as ganas de viajar de mochila por mais de 30 países em um ticket de volta ao mundo, acompanhada do seu super namorati Alexis. Do outro eu e Rodrigo com os 1000dias a todo vapor, carro comprado, economias bem guardadas e a ideia de roteiro na mão. Foi um encontro no bar Menina dos Olhos, Carol com sua planilha de viagem afiadíssima e nós com a Fiona pronta e data marcada para o começo da aventura.

Com a Carol, no hotel de San Juan del Sur, na Nicarágua

Com a Carol, no hotel de San Juan del Sur, na Nicarágua


Sairíamos quase juntos não fosse uma proposta tentadora da empresa que fez a Carol adiar por um ano o início da viagem. Eles saíram em 2011 direto aos EUA, casaram em Vegas, cruzaram Europa, Ásia, África, as ilhas da Indonésia e retornaram ao Brasil, onde reuniram novos amigos do mundo inteiro para o seu casamento “oficial”. A lua de mel não poderia ser diferente: mochila nas costas e uma viagem por terra pela América Latina, cruzando o continente da Bolívia ao México nos próximos 6 meses.

Despedida da Carol e do Alexis em Rincon, perto de San Juan del Sur, na Nicarágua

Despedida da Carol e do Alexis em Rincon, perto de San Juan del Sur, na Nicarágua


Sempre estive acompanhando as aventuras do casal, sonhando com as minhas próximas viagens por países mais distantes e de culturas tão diferentes. O Japão e a Índia foram os países preferidos do casal, onde o choque cultural foi mais intenso e a experiência, então, muito mais rica.

Quase 1.800 dias de viagem em apenas uma foto, no hotel San Juan del Sur, na Nicarágua

Quase 1.800 dias de viagem em apenas uma foto, no hotel San Juan del Sur, na Nicarágua


Quando eles partiram para a América Latina foi que liguei as antenas e além de trocar dicas e informações dos caminhos por onde já havíamos passado, estava atenta para saber aonde iríamos nos encontrar. Eu imaginava que seria na Nicarágua ou Costa Rica e meu cálculo não estava errado, era chegada a hora, bora para San Juan del Sur!

A caminho de San Juan del Sur, uma parada rápida em uma praia do lago Nicarágua para aproveitar o dia ensolarado

A caminho de San Juan del Sur, uma parada rápida em uma praia do lago Nicarágua para aproveitar o dia ensolarado


A Nicarágua é dos meus países preferidos da América Central. A simplicidade e autenticidade do seu povo, a boa surpresa da natureza pulsante de seus vulcões, praias e lagos que podem ser apreciados da estrada mesmo, com uma paradinha para fotos, é claro!

Praia do lago Nicarágua, a caminho de San Juan del Sur

Praia do lago Nicarágua, a caminho de San Juan del Sur


Já havíamos parado por 2 ou 3 dias nas praias de San Juan na vinda e é para lá que voltaríamos agora em um esquema diferente: um hostel nas montanhas com a melhor vista para a baía, uma piscina refrescante, galera animada com a macaca!

A inteligente e agitada macaca do nosso hotel em San Juan del Sur, na Nicarágua

A inteligente e agitada macaca do nosso hotel em San Juan del Sur, na Nicarágua


Carol e Alexis vinham da Isla de Ometepe a caminho de Granada, mas conheceram na barca Johnny, Tanne e Lucía e como todos os bons viajantes que seguem seus instintos mudaram os planos para ir a San Juan. Timing perfeito, pois saíamos de Granada em direção ao sul e incluímos esta parada no roteiro para encontrá-los. Foram dois dias de festas, músicas, muita conversa e planos mirabolantes. Aguardem e verão! A comunidade dos viajantes nunca mais será a mesma!

Americano, alemãs, espanhola, brasileira e francês, reunião internacional em San Juan del Sur, na Nicarágua

Americano, alemãs, espanhola, brasileira e francês, reunião internacional em San Juan del Sur, na Nicarágua


A Ana participa de sessão de yoga no nosso hotel em San Juan del Sur, na Nicarágua

A Ana participa de sessão de yoga no nosso hotel em San Juan del Sur, na Nicarágua


É claro que um dia não seria suficiente e, depois de tantos na estrada, decidimos todos ficar um dia a mais curtindo os amigos e a vida boa. Passamos uma tarde deliciosa na Playa Hermosa, apavorando no body board nas super ondas da Nicarágua! Quem vê pensa! Kkk! Presenciamos um dos pores dos sol mais sensacionais do Pacífico. UAU!

Magnífico pôr-do-sol na Playa Hermosa, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Magnífico pôr-do-sol na Playa Hermosa, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Eu ainda não havia encontrado Alexis pessoalmente, mas sentia como se já o conhecesse há muito tempo! Vi o mundo pelos seus olhos de artista e senti a boa energia das músicas que ele tocou com sua viola pelo mundo. Tudo super organizado aqui no site deles Kiki Around the World. Um francês de alma brasileira, um coração maravilhoso e um humor delicioso! Adorei saber que minha amiga está em tão boas mãos e conhecendo um pouco a Carol tenho certeza que não seria diferente!

O trio do 'Kiki Around the World' no banco de trás da Fiona, em San Juan del Sur, na Nicarágua

O trio do "Kiki Around the World" no banco de trás da Fiona, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Alexis dá show com seu violão no hotel em San Juan del Sur, na Nicarágua

Alexis dá show com seu violão no hotel em San Juan del Sur, na Nicarágua


Nossa última noite no hostel foi animal! Jantar, piscina a luz da lua, muitas risadas e a melhor seleção de músicas do DJ Alexis! Matamos as imensas saudades de clássicos da música brasileira, três malucos sambando, pulando e gritando a nossa alma feliz, cantando a música que resume em alguns versos a nossa vida:

Viver, e não ter a vergonha de ser feliz!
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser um eterno aprendiz,
Ahhh meu Deus!
Eu sei, que a vida devia ser bem melhor e será!
Mas isso não impede que eu repita,
É bonita, é bonita e é bonita!


Tinha de ter um futebol! (Playa Hermosa, em San Juan del Sur, na Nicarágua)

Tinha de ter um futebol! (Playa Hermosa, em San Juan del Sur, na Nicarágua)


Valeu Carol! Valeu Alexis! Boa viagem e nos vemos de volta no Brasil!!!

Com a Carol e o Alexis em San Juan del Sur, na Nicarágua

Com a Carol e o Alexis em San Juan del Sur, na Nicarágua

Nicarágua, San Juan Del Sur, Amigos, Praia, Viajantes, viajeros

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Amigos Santiaguinos

Chile, Santiago

Com o Pablo e a Andrea, observando a cidade de Santiago, capital do Chile, do alto do Cerro San Cristobal

Com o Pablo e a Andrea, observando a cidade de Santiago, capital do Chile, do alto do Cerro San Cristobal


Há tempos esperávamos chegar a Santiago, uma das últimas capitais que nos faltava conhecer nas Américas e Caribe. Santiago para mim não era apenas sinônimo de uma grande metrópole, mas também um lugar que encontraríamos facilmente nos seus arredores bons vinhos, águas termais, os Andes e onde teríamos o prazer de rever um dos primeiros viajantes que encontramos no caminho, o casal do América Sin Fronteras.

Com a Andrea e o Pablo, casal chileno em viagem pela América do Sul (em Ubajara - CE)

Com a Andrea e o Pablo, casal chileno em viagem pela América do Sul (em Ubajara - CE)


Pablo e Andrea, são chilenos viajados, eles também tiveram o ímpeto de pegar a sua caminhonete Toyota Hilux e viajar por toda a América do Sul por pouco mais de um ano. Nós o encontramos no Ceará em um lugar que poucos brasileiros conhecem, o Parque Nacional Ubajara. Nós passamos uma noite e um dia inteiro juntos explorando a Serra do Ipiapaba, fazendo trilhas e encontrando cachoeiras lindas, como a Cachoeira do Frade. Foi uma tarde inolvidable, peleando com o nosso espanhol que naquela época só estava engatinhando.

Cachoeira do Frade, em Ubajara - CE

Cachoeira do Frade, em Ubajara - CE


Com os chielenos Pablo e Andrea, na Cachoeira do Frade, em Ubajara - CE (foto de America Sin Fronteras)

Com os chielenos Pablo e Andrea, na Cachoeira do Frade, em Ubajara - CE (foto de America Sin Fronteras)


Pablo e Andrea continuaram a viagem rumo ao litoral do nordeste, enquanto nós seguimos para o norte, a caminho das Guianas, mas mantivemos contato e quando eles chegaram em Curitiba ficaram hospedados na casa da minha mãe, aproveitando para conhecer a cidade um pouco mais de perto. Rodaram a cidade toda com a Diana, minha cachorra que adorava passear, e foram até acompanhar um dia em uma unidade de saúde junto com a minha mãe, já que a Andrea é assistente social e tinha curiosidade de conhecer como é feito este trabalho no Brasil.

A Andrea, nossa amiga chilena, passeia com a saudosa Diana nas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011

A Andrea, nossa amiga chilena, passeia com a saudosa Diana nas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011


O Pablo, nosso amigo chileno, descansa com a saudosa Diana durante passeio pelas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011

O Pablo, nosso amigo chileno, descansa com a saudosa Diana durante passeio pelas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011


A Andrea, nossa amiga chilena, passeia com a saudosa Diana nas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011

A Andrea, nossa amiga chilena, passeia com a saudosa Diana nas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011


O Pablo, nosso amigo chileno, descansa com a saudosa Diana durante passeio pelas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011

O Pablo, nosso amigo chileno, descansa com a saudosa Diana durante passeio pelas ruas de Curitiba, no Paraná, em Maio de 2011


Depois disso muita estrada rolou, nós até o Alasca, eles pelo Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina e agora já estão na aventura de construir sua nova casa e ter filhos! Andrea está grávida de 5 meses e hoje eles vivem em Rengo, que está uma hora e meia ao sul de Santiago, mas não hesitou em vir até a capital para nos mostrar a cidade ao lado de Pablo.
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Nosso encontro em 3 de Fevereiro de 2011
Parque Nacional de Ubajara, Ceará - Brasil

Com o Pablo e a Andrea no Parque Nacional de Ubajara - CE

Com o Pablo e a Andrea no Parque Nacional de Ubajara - CE


Reencontro em 09 de Outubro de 2013
Cerro San Cristóbal, Santiago - Chile

Com os amigos chilenos Pablo e Andrea no topo do Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile

Com os amigos chilenos Pablo e Andrea no topo do Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile


Nossa chegada à Santiago foi em uma tarde ensolarada, fomos direto para a região de Lastarria, indicada pelo Pablo por ser super central, localizada entre o Bellas Artes, o centro e Bellavista. Naquela tarde rodamos o centro, caminhando pela Alameda, uma das principais avenidas da cidade. À noite enquanto o Rodrigo descansava se recuperando de uma indisposição alimentar, eu saí com Pablo e Andrea para conhecer o agitado bairro de Bellas Artes e tomar uma cerveja acompanhado de uma porção de chorrilanas no tradicional Galindo.

O Pablo e a Andrea no topo do Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile

O Pablo e a Andrea no topo do Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile


No dia seguinte eles voltaram a nos encontrar aqui no centro, mas desta vez para nos mostrar toda a cidade! Montaram um roteiro com o melhor de Santiago para vermos em um dia (que vocês podem ler aqui). Conhecer uma cidade em um dia é complicado, por isso decidimos caminhar e sentir os diferentes bairros, cerros e paisagens, com um misto de restaurantes, bares e o melhor, guiados pelos locais mais viajantes que poderíamos encontrar no Chile!

Com o Pablo e a Andrea no restaurante Venezia, em Santiago, capital do Chile

Com o Pablo e a Andrea no restaurante Venezia, em Santiago, capital do Chile


A noite nos mudamos para a casa de Maria Esther, a mãe de Pablo, na parte sul de Santiago no bairro de La Cisterna. Uma zona residencial super agradável há 20 minutos do centro em metrô e onde guardaríamos a Fiona pelos próximos 6 dias enquanto nós voávamos para a Ilha de Páscoa. Maria Esther foi a nossa super anfitriã! Nos recebeu com um belo café da tarde, palta, que nunca pode faltar na mesa, braços de princesa de manjar (nosso rocambole de doce de leite) e uma ótima conversa! Nada como conviver com pessoas que vivem na cidade para entender melhor a dinâmica do seu dia-a-dia.

Visita ao tradicional restaurante Venezia, em Santiago, capital do Chile

Visita ao tradicional restaurante Venezia, em Santiago, capital do Chile


No caminho tivemos a má sorte e péssima surpresa de encontrar novamente a Fiona com o vidro quebrado. A deixamos parada 10 minutos no estacionamento de um supermercado enquanto saímos para comprar um vinho, quando voltamos ela estava assim.

A pobre Fiona tem os vidros quebrados pela segunda vez em 5 dias, dessa vez no estacionamento de um supermercado em Santiago, capital do Chile

A pobre Fiona tem os vidros quebrados pela segunda vez em 5 dias, dessa vez no estacionamento de um supermercado em Santiago, capital do Chile


A pobre Fiona tem os vidros quebrados pela segunda vez em 5 dias, dessa vez no estacionamento de um supermercado em Santiago, capital do Chile

A pobre Fiona tem os vidros quebrados pela segunda vez em 5 dias, dessa vez no estacionamento de um supermercado em Santiago, capital do Chile


Detalhe: desta vez tínhamos TUDO dentro dela, computadores, nossos HDs com back up de fotos e vídeos de toda a viagem... TUDO! A sorte foi que o segurança do supermercado chegou e o ladrão teve tempo apenas de levar a mochila do Pablo, que tinha uma câmera digital e algumas coisas de menor valor dentro... Pablo ficou inconformado de chegarmos ao seu país, depois de tanto tempo viajando, e sermos roubados duas vezes em 5 dias! Bem, nós também ficamos... Mas enfim, tivemos sorte, nada mais foi levado e logo iríamos deixar Fiona guardada em um lugar seguro pelos próximos dias e poderíamos pegar umas férias da inseguridade do continente.

Com o Pablo, subindo de funicular o Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile

Com o Pablo, subindo de funicular o Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile


Na volta à Santiago Maria Esther também nos recebeu com braços abertos, e nós, carentes de uma casa de família, aceitamos de coração! Rsrs! Pablo e Andrea estava em Rengo com um compromisso importantíssimo, neste dia eles descobriram o sexo do bebê e será um menino! Simón estará grandão na barriga da Andrea quando passarmos por Rengo para visitá-los!

Com a Maria Esther, a mãe do Pablo, que nos recebeu em casa e guardou a Fiona por lá enquanto viajávamos para a Ilha de Pascoa

Com a Maria Esther, a mãe do Pablo, que nos recebeu em casa e guardou a Fiona por lá enquanto viajávamos para a Ilha de Pascoa


Na chegada uma bela surpresa, Pablo já havia arrumado o vidro quebrado da Fiona, nos poupando tempo de passeio e deixando a Fiona linda e novinha em folha! Ficamos mais duas noites e até comemoramos com a família o aniversário da Joselin, irmã de Pablo. Nos sentimos mais do que em casa, super acolhidos por nossa família chilena. A todos, o nosso muito obrigada! Nossa futura casa já está de portas abertas para todos lá no Brasil!

Com a Andrea, subindo de funicular o Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile

Com a Andrea, subindo de funicular o Cerro San Cristobal, em Santiago, capital do Chile

Chile, Santiago, America Sin Fronteras, Amigos, Viajantes, viajeros

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Mergulho em Dominica: Vulcão Sub

Dominica, Roseau

As magníficas paredes coralíneas durante mergulho na costa sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

As magníficas paredes coralíneas durante mergulho na costa sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe


Nosso cronograma foi perfeito, pegamos a estrada em direção à Rouseau na hora programada! Saímos do alto do Trois Pitons para as profundezas do mar caribenho, descobrir um dos melhores mergulhos do mundo!

A caminho dos maravilhosos pontos de mergulho nas parades submersas de Dominica, no Caribe

A caminho dos maravilhosos pontos de mergulho nas parades submersas de Dominica, no Caribe


Na hora marcada chegamos à Dive Dominica, com operação impecável e muito profissional. Foram 15 minutos de navegação até a Soufriere Scott's Head Marine Reserve, entre as vilas de Scott´s Head, Soufrière e Anse Bateau. A baía é a cratera de um antigo vulcão, hoje extinto e inundado que despenca dos 10m a grandes profundidades como uma rampa de lava.

Roseau, capital de Dominica, no Caribe, vista do nosso barco de mergulho

Roseau, capital de Dominica, no Caribe, vista do nosso barco de mergulho


A imensa cratera vulcânica submersa tem mergulhos para rodos os gostos: paredões, pináculos enormes subindo do fundo do mar, fumarolas submarinas, recifes de coral coloridos e cheios de vida!

Muita vida durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

Muita vida durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe


Nosso primeiro ponto foi na Scott´s Head Drop Off, uma parede espetacular com esponjas em forma de vaso rosas e azuis, brancas e laranjas fosforescentes, tubos amarelos e tocas para todos os tipos de vida marinha. Cada metro quadrado da parede havia uma quantidade absurda de corais e esponjas sobrepostas, algumas nunca vistas em nenhuma outra ilha. Caranguejos de vários tipos, cores e tamanhos, lagostas, camarões limpadores e outros crustáceos serelepes fora das suas tocas em plena luz do dia.

Esponja durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

Esponja durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe


As estavam condições ideais, visibilidade estava acima dos 20m, água 29°C, tivemos que nos segurar para não descer dos 30m de profundidade! O que não foi perfeito foi a bateria das nossas câmeras sub, que logo acabaram e não registraram a melhor parte dos mergulhos.

Fazendo filmagens durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

Fazendo filmagens durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe


O segundo mergulho foi em uma área mais rasa da baía batizada de Champagne e também muito conhecida para snorkeling. O nome já dá uma pista, a área ainda tem alguma atividade vulcânica e as fumarolas sulfurosas dão o toque especial à baía borbulhante.

Pequena moréia mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

Pequena moréia mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe


Encostamos as mãos na areia e sentimos o calor produzido pela lava que corre abaixo desses recifes. Peixes, lagostas, mais de uma dezena de spotted drum-fishes juvenis e adultos, peixes difíceis de ser encontrados. Encontramos até uma das espécies mais queridas e mais raras, um lindíssimo cavalo-marinho! Vermelho com quase 10cm, foi o maior e mais lindo que já vimos!

Enorme drum fish durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

Enorme drum fish durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe


Dominica possui um ambiente marinho intocado e com imensa diversidade de espécies. Isso se deve não apenas ao trabalho desenvolvido na preservação do parque marinho, mas principalmente pela ilha estar fora do roteiro dos cruzeiros, barcos e navios de grande porte. As autoridades locais e operadoras de mergulho trabalham na conscientização dos moradores e turistas para manter o seu paraíso sub intocado e figurando na lista dos 10 melhores pontos de mergulhos do mundo. A natureza já fez a sua parte, agora nós temos que fazer a nossa!.

Enormes esponjas durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

Enormes esponjas durante mergulho nas paredes submersas ao sul de Roseau, em Parque Nacional submarino em Dominica, no Caribe

Dominica, Roseau, Caribbean, dive, Mergulho

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Zion National Park

Estados Unidos, Utah, Zion National Park

No final da tarde, o sol ilumina as montanhas mais altas do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

No final da tarde, o sol ilumina as montanhas mais altas do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


O estado de Utah é famoso por seus desertos, montanhas nevadas, grandes planícies de sal e incríveis parques que formam um mosaico de conservação no sul do estado, reunindo 5 parques nacionais: Zion, Bryce Canyon, Capitol Reef, Canyonlands e o Arches National Parks. O encontro de três áreas geológicas, as Montanhas Rochosas Americanas, o Colorado Plateau e a Great Basin, faz de Utah um dos principais destinos dos amantes da natureza.

Chegando a Utah, nos Estados Unidos

Chegando a Utah, nos Estados Unidos


Sua capital, Salt Lake City, é o principal centro Mormon dos Estados Unidos, construída ao redor de um lago em um cenário urbano tido como um dos mais bonitos do país. As montanhas de Salt Lake, seus resorts de ski e cidade foram sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002.

A paisagem grandiosa de Utah, chegando à área do Zion National Park, nos Estados Unidos

A paisagem grandiosa de Utah, chegando à área do Zion National Park, nos Estados Unidos


Paisagem completamente tomada pela neve na saída do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Paisagem completamente tomada pela neve na saída do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Começamos as nossas explorações pelos parques nacionais de Utah pelo sul do Estado, no Zion National Park. Depois de dirigir um dia inteiro pelo Colorado Plateau, chegamos ao parque pelo portão leste sem saber exatamente o que esperar. Atravessamos a Zion-Carmel Highway, estrada construída entre 1920 e 1930 para abrir uma via mais direta entre o Zion e o Bryce Canyon National Parks.

Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


A paisagem nevada das dunas petrificadas de Navajo Sandstone é totalmente diferente do que já havíamos visto até agora. A Navajo Sandstone é um tipo de arenito de coloração clara e rosada e formato arredondado, como dunas molhadas esculpidas pelo vento e petrificadas. As cores variam para tons mais avermelhados, dependendo dos minerais que fluíram na água pela rocha porosa através dos milhões de anos.

Encostas voltadas para o sol ainda estão sem neve no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Encostas voltadas para o sol ainda estão sem neve no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Neve e rocha se misturam nessa época do ano nas encostas do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Neve e rocha se misturam nessa época do ano nas encostas do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Reentrância na rocha ao lado de trilha no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Reentrância na rocha ao lado de trilha no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Essas formações estão espalhadas por todo o platô do Rio Colorado e ainda mais comuns nos parques nacionais aqui no Utah, surgindo do nada no meio de desertos e criando cenários fantásticos como o que encontramos aqui. A impressão que temos é que as pedras foram esculpidas e escovadas à mão, por sua textura e perfeição. Agora imaginem tudo isso coberto de neve!

Duna petrificada e coberta pela neve no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Duna petrificada e coberta pela neve no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Sua formação geológica data da era Mesozóica, com sedimentação de mares tropicais rasos, rios, lagos e desertos há mais de 150 milhões de anos. A menor elevação do parque está a 1.117m e o ponto mais alto a 2.660m, com acesso por trilhas, a maioria fechada durante o inverno pela quantidade de neve.

Admirando a magnífica paisagem do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Admirando a magnífica paisagem do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Caminhando pelas inesquecíveis paisagens do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Caminhando pelas inesquecíveis paisagens do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Cruzamos as 17 milhas (27km) da estrada, incluindo o Zion - Mount Carmel Tunnel, estreito túnel cavado no arenito. O túnel é sensacional, com imensas janelas com vista para o cânion, pena que só podemos vê-las do carro, já que não existe calçada e nem acostamento para os carros. Ele funciona como um portal de entrada para o incrível mundo de Zion!

A vista de uma das 'janelas' do enorme túnel da principal estrada do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

A vista de uma das "janelas" do enorme túnel da principal estrada do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Zion Canyon tem 24km de extenção e chega a 800m de profundidade, mas diferente do seu vizinho do sul, nós chegamos nele pela sua base e podemos dirigir por uma estrada construída ao lado do rio.

O rio que formou o canyon principal do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

O rio que formou o canyon principal do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Rio corre pelo canyon do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Rio corre pelo canyon do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


O cânion é cortado pelo Virgin River e paralela ao rio corre uma estrada de 6 milhas (9,7km) que passa por algumas das principais atrações do parque. Passamos pelos Sentinelas e pela entrada da trilha das Emerald Pools (fechada), caminhamos até a Weeping Rock e chegamos ao Temple of Sinawava, o Deus Coyote dos Índios Paiute.

Admirando a magnífica paisagem do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Admirando a magnífica paisagem do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Turistas examinam cachoeira congelada no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Turistas examinam cachoeira congelada no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


A estrada termina, porém uma trilha continua pelo cânion, que vai se estreitando chegando em alguns pontos a apenas 6m de largura. Conseguimos caminhar apenas 2 km cânion adentro, mas infelizmente a trilha estava fechada pelas condições de neve e gelo.

Cachoeira completamente congelada no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Cachoeira completamente congelada no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Muitas trilhas fechadas por causa do gelo no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Muitas trilhas fechadas por causa do gelo no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Durante os dias que estivemos no parque percorremos a estrada mais de uma vez, na esperança que o tempo melhorasse e as trilhas abrissem para explorarmos o parque mais a fundo.

Trilha por um dos canions na parte alta do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Trilha por um dos canions na parte alta do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Pegamos temperaturas de -5, -8°C e neve todos os dias. É claro que no dia de irmos embora o sol saiu, o tempo abriu e nós não exitamos em fazer pelo menos uma trilhazinha até o mirante do cânion. A trilha do Canyon Overlook é curta (2km ida e volta, aprox.), mas tem umas passagens bem lindas e a vista do cânion com sol não tem preço!

A fantástica paisagem do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

A fantástica paisagem do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos


Infelizmente, como o tempo não ajudou, as nossas explorações pelo parque não foram tão intensas e esportivas como gostaríamos. Sinal de que teremos que voltar aqui durante a primavera, fugindo do tumulto e calor intenso do verão, para ver o degelo da neve no alto das montanhas formando as cachoeiras pelas paredes do cânion. Zion, ainda voltaremos.

Até as montanhas ficam pequenas sob o belíssimo céu do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Até as montanhas ficam pequenas sob o belíssimo céu do Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos



Feliz Natal!
O Zion também foi o lugar onde passamos um dos dias mais especiais do ano: o Natal! Estes períodos de festas de final de ano durante a viagem são sempre um momento difícil para mim, pois normalmente nós estaríamos nos reunindo com as nossas famílias, pais, irmãos e sobrinhos, dando risada, contando histórias e matando as saudades. Pois é, mesmo a viagem mais perfeita tem seus momentos borocoxôs, confesso. Ainda mais para mim, pessoa social, que gosta de festa e bagunça ao seu redor o tempo todo. Bem, já que não poderíamos estar lá, tiramos uma boa parte do dia 24 para encontrar os nossos entes queridos no universo virtual. Cada um em um canto e um fuso-horário diferente, minha mãe e a minha irmã Juliane estavam em Londres, comemorando com a família do David, nosso candidato a cunhado. Também em Londres, no canto sul da cidade estava uma parte da família Junqueira, minha cunhada Lina que vive lá, seu irmão Guto e o filho mais velho, Léo. Lá no Brasil, encontramos ainda antes do jantar o meu pai em Curitiba, os meus sogros, cunhados e sobrinhos queridos todos reunidos em Ribeirão Preto. Depois de um passeio pelo parque, compramos um vinho, queijos e beliscos para a nossa “ceia” e ainda conseguimos falar com a minha irmã, cunhado e sobrinha que depois da meia-noite ainda pulava toda sapeca lá em Florianópolis. Mais tarde, para tentar me distrair das saudades, assisti a um documentário sobre o aniversariante da noite na NatGeo e um especial de natal do Shreck! Hahaha! Enfim, acompanhado do meu amado, bons queijos e vinhos desejo a todos (mesmo que atrasadinho) um Feliz Natal!

Nosso delicioso jantar que queijos e vinhos celebrando a véspera de Natal, no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Nosso delicioso jantar que queijos e vinhos celebrando a véspera de Natal, no Zion National Park, em Utah, nos Estados Unidos

Estados Unidos, Utah, Zion National Park, Navajo Stone, parque nacional, Zion National Park

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NY à Livingston - Nunca é tarde demais

Guatemala, Livingston

Bicicleya estacionada em praia de Livingston, no litoral caribenho da Guatemala

Bicicleya estacionada em praia de Livingston, no litoral caribenho da Guatemala


Nós chegamos a Livingston de Rio Dulce e logo fomos cercados por garotos querendo vender Deus e o mundo, pousadas, passeios, restaurantes, artesanato, qualquer ajudinha terá um bom preço, situação bem comum nos lugares turísticos aqui na América Central. Às vezes passamos batido e escapamos deles, mas desta vez dois, bem insistentes e simpáticos nos acompanharam e garantiram que não teríamos que pagar nada pela simpatia. Um era maya e o outro garifuna, além do espanhol se viravam no inglês e foram muito prestativos.

O rio Dulce é a principal 'estrada' na região de Livingston, no litoral da Guatemala

O rio Dulce é a principal "estrada" na região de Livingston, no litoral da Guatemala


Eles nos levaram até o Nostra Casa Hostal, a casa de um nova iorquino casado com uma guatemalteca que fica na beira do rio. A pousada é simples, mas bem simpática. A casa possui 2 quartos extras que são alugados a turistas, compartilhando o mesmo banheiro da família. A cozinha e a palapa em frente ao rio a noite viram uma pizzaria, a melhor da cidade. O café da manhã não está incluído, mas os sucos, vitaminas e os sonhos recheados de frutas que eles fazem são deliciosos!

TRabalhando no quintal da nossa pousada em Livingston, no litoral da Guatemala

TRabalhando no quintal da nossa pousada em Livingston, no litoral da Guatemala


Todo o lugar está sob os auspícios do casal e nas nossas conversas ficamos curiosos em saber como ele havia vindo parar aqui. Perguntamos e sem titubear, com seu jeito acertivo e acelerado (bem diferente do ritmo livingstoniano), ele nos respondeu:

"Eu trabalhava em um grande banco em Manhattan, na Wall Street. Andava em porches e ferraris, ternos Armanis e Guccis. Vi toda a crise se formar, acompanhei de dentro o que aconteceu e eu não conseguia concordar com o que os mercado financeiro, os bancos, os Estados Unidos estavam fazendo com o mundo. Foi horrível! Resolvi sair deste mundo, vendi meu apartamento, doei quase tudo o que tinha e saí viajar. Em 15 dias de viagem pela Guatemala cheguei aqui e decidi que era onde eu ia morar. Passei a vida procurando o mundo perfeito, a mulher perfeita e, quase aos 50 anos, eu ainda era solteiro, estava estressado e não era feliz, pois é claro, isso tudo não existe!

Hoje estou vivendo com a minha mulher guatemalteca, que não é perfeita mas temos um relacionamento divertido. A pousada e a pizzaria não me deixarão rico, mas com o pouco dinheiro que faço eu pago as minhas contas e vivo tranquilo, sem pressão. Não sei quanto tempo ficarei aqui, cheguei há três anos e até agora não pensei em voltar. Minha família toda pensa que eu sou louco por ter trocado que eu tinha lá em Nova Iorque pela vida que tenho hoje, mas o que interessa é que eu estou feliz. A vida pode ser simples."


Eu fiquei ali, parada e estupefata perante tal depoimento. Era claro que ele não pertencia aquele lugar, mas eu não imaginava a rica história e experiência de vida que estava por escutar. Nunca é tarde para alguém decidir mudar, ver o mundo, ter uma nova vida, valorizar as coisas simples e cultivar o que realmente lhe faz feliz.

Em dia de muito sol, delicioso mergulho em praia de Livingston, no litoral da Guatemala

Em dia de muito sol, delicioso mergulho em praia de Livingston, no litoral da Guatemala

Guatemala, Livingston, Caribe, Garifuna, Personagens, Vida

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SSA/Praia do Forte

Brasil, Bahia, Praia do Forte

Maré baixa na Praia do Forte - BA

Maré baixa na Praia do Forte - BA


Acordamos cedo para tomar café com Mônica e Lívia. Dona Dori já havia preparado a banana da terra quentinha, suco de laranja, pães, biju daquele jeitinho que só ela faz. Um café da manhã como este já é muito especial por si só, mas hoje ele recebeu um lugar ainda mais especial por ser o último café da manhã que tomaremos em família por um bom tempo, e foi com a minha família baiana. Despedidas feitas, com o coração na mão, deixamos Salvador.

O Farol de Itapoã, em Salvador - BA

O Farol de Itapoã, em Salvador - BA


A Fiona passou por um banho completo ontem, com produtos da melhor qualidade e direito até a uma borrifada com vaselina para proteger o motor e borrachas da sua parte inferior, da barriga da Fiona. Feito isso, hoje tivemos uma manhã de reorganização da nossa casa, todas as bagagens e equipamentos.

Merecido banho completo da Fiona em Salvador - BA

Merecido banho completo da Fiona em Salvador - BA


Pegamos a estrada para a Praia do Forte, chegamos no início da tarde. Eu já havia vindo para a Praia do Forte, mas foi em um congresso que o Ro participou, ficamos hospedados em um resort e caminhamos um dia até a praia da vila. Sendo assim eu não considerava conhecer e hoje tive certeza de que não conhecia. A vila muito organizada me lembrou muito a Rua das Pedras em Búzios, repleta de lojas bacanas e restaurantes super charmosos.

Igreja da Praia do Forte - BA

Igreja da Praia do Forte - BA


Eu imaginava a vila completamente diferente, com cara de vila de pescadores mesmo, mas o que fez o investimento de tantos resorts na cidade. Esta é outra prova de que uma prefeitura pode, e muito, investir corretamente o dinheiro que recebe em carga tributária destes empreendimentos, ruas calçadas, bem sinalizadas, bem organizadas e limpas, pelo menos por onde os turistas passam.

Entardecer na Praia do Forte - BA

Entardecer na Praia do Forte - BA


A região da Praia do Forte oferece opções variadas de atividades, desde o Projeto TAMAR, atração principal da vila, até passeio de canoa no rio, snorkel nas piscinas naturais e uma visita ao único Castelo Medieval brasileiro. Nós fechamos o dia com um belo pôr-do-sol, matando as saudades da natação nas águas verdes e calmas na praia do resort.

Pôr-do-sol na Praia do Forte - BA

Pôr-do-sol na Praia do Forte - BA

Brasil, Bahia, Praia do Forte, Praia

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