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A incrível beleza das praias da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Na quina entre o Mar do Caribe e o Golfo do México, a Isla Holbox se tornou famosa por ser o endereço onde centenas (senão milhares) de tubarões baleia se congregam para procriar entre os meses de maio e julho, nas águas quentes do Caribe.
Ainda em Chiquila, onde pegamos o barco para a ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México, as informações sobre os tubarões-baleia
Os guias de turismo quase desencorajam os viajantes de conhecê-la, a comparando com os outros destinos turísticos da Península do Yucatán. Afinal, quem gostaria de trocar as águas azuis turquesas e cristalinas do Mar do Caribe por uma água já misturada com a mais escura e 'barrenta' água do Golfo do México?
As águas mais escuras do Golfo do México, a caminho da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Além disso, a ilha é conhecida pela falta de infraestrutura, uma cidade pequena, onde as ruas ainda são de areia e você parece estar longe do mundo civilizado. (Tudo o que eu mais quero!) Por outro lado também é sabido que aqui os preços para o turismo são altíssimos, hotéis e alimentação com preços proibitivos.
Caminhando para a praia nas ruas de areia da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Chega a ser quase um paradoxo, como um lugar sem estrutura e pouco desenvolvido turisticamente pode ser tão caro? O que os livros esqueceram de explicar é que Holbox é o novo esconderijo de muitos estrangeiros, a maioria italianos, que trouxeram junto deles sua gastronomia e bom gosto. A magia da ilha está justamente nesta mistura, um lugar que prima por manter suas tradições e simplicidade, mas que possui infraestrutura para receber até o turista mais exigente.
Em meio às águas rasas do mar da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Nós mesmos, quando estávamos fechando o roteiro tivemos nossas duvidas, mas eu queria ir de qualquer forma, algo me atraia nesta ilha... Acho que justamente o fato de ser menos visitada por humanos e massivamente visitada por tubarões baleia. Mesmo adiantados na temporada, me parecia um ótimo motivo!
Que lugar para armar a rede! (ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México)
Assim, este foi o meu destino escolhido para as nossas "férias das férias", um lugar para ficarmos parados por alguns dias trabalhando nos blogs, aproveitando a praia e relaxando de tantos quilômetros rodados. E, depois de passar 4 dias na mais agitada Isla Mujeres, entre motos, carros, ruas já asfaltadas e o barulho da semana de carnaval, o Rodrigo acabou topando.
Bizarras carapaças que se encontram nas praias da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Cruzamos do porto de Chiquila, uma pequena cidade no extremo nordeste da Península do Yucatán. Chegamos lá no final da tarde, ainda durante a semana das festas pagãs. Não tivemos tempo e nem luz para ver a praia, então fomos direto a praça principal, onde topamos com bandinhas embalando as apresentações das estudantinas, jovens e senhores empenhados em alegrar o público local, tocando seus tambores, baterias, violinos, trompetes e violões, enquanto as mulheres dançavam e cantavam temas originais, em suas adornadas fantasias representando lendas mayas e yucatecas lindíssimas!
Animação de carnaval em Holbox, pequena ilha ao norte de Yucatán, no México
Apresentação de carnaval na praça central em Holbox, a pequena ilha ao norte de Yucatán, no México
Um carnaval genuíno, feito pela comunidade, para a comunidade, mantendo as tradições, a musica instrumental, a criatividade e a dedicação da própria população, e não um punhado de caixas de som sobre uma caminhonete fazendo barulho pela cidade. Aquilo me comoveu de tal maneira, não sei se por me lembrar dos melhores carnavais brasileiros (repito, os melhores, não os maiores) ou simplesmente por que vi que eles estavam genuinamente felizes e orgulhosos por fazê-lo assim! Foi a melhor das surpresas que Holbox nos guardava.
Uma das animadas bandas que tocou no carnaval da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
No dia seguinte, depois de horas trabalhando no quarto, saímos para a praia com poucas expectativas, pois as águas escuras não poderiam ser mais bonitas que as do mar do Caribe, certo? Errado! A primeira visão que tivemos enquanto caminhávamos uma quadra do nosso hotel para o mar foi esta.
A incrível beleza das praias da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Daí em diante, sem fôlego e impressionada pelo tom verde esmeralda das águas, começaríamos a nossa rotina de caminhadas e explorações pela ilha.
Caminhada antes da chuva na iilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Neste primeiro dia seguimos para o lado direito, caminhando pela praia cruzando iguanas, caranguejos e quase nenhum turista. Paramos para um banho de mar e um rum punch no Restaurante Arena, um dos mais bacanas da ilha.
Caminhando nas águas rasas da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Relaxando, depois do almoço (ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México)
No outro dia saímos a explorar o lado esquerdo da praia, passamos pela vila de pescadores, onde cruzamos mais o pessoal local, pescadores e mulheres trabalhando e crianças brincando na areia. Uma delas, a menina Perla que queria ir para o fundo, mas sabia que seus irmãos iriam afogá-la, essas brincadeiras que irmãos fazem.
Ancoradouro em praia da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Menina se diverte em praia da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Conversadeira, ela me contou sobre a sua família inteira, seus amiguinhos e até seu novo bebê, o priminho que nasceu há apenas 6 meses. Ela se mudou do lado oeste da ilha para cá há pouco tempo e ainda está começando a fazer novas amizades.
A mais nova amiguinha da Ana na ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Andamos mais de 4 km até a área de reserva, na ponta esquerda da ilha, onde os principais moradores são as garças, pelicanos e as pequenas golondrinas, que todos os anos vem até as areias brancas de Holbox para procriar, uma das raras espécies de aves que prefere a areia às árvores para seus ninhos.
Garça solitária em praia da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Belo entardecer na ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
No nosso terceiro e último dia saímos caminhando para o canto direito da praia com o objetivo de ir até a Punta Mosquito, uma das praias mais bonitas da ilha e apenas acessível de barco. Havíamos conversado com algumas pessoas que nos disseram que com disposição para uma longa caminhada seria possível chegar até lá a pé. Andamos, passamos o restaurante onde havíamos parado no primeiro dia e continuamos. Andamos, andamos e andamos e logo chegamos a um rio de águas verdes transparentes. O Rodrigo passou nadando e logo vimos que não teríamos como atravessar com câmeras e mochilas sem molhá-las. Tivemos que sacrificar a Punta Mosquito e ficar por ali mesmo... Vida dura esta! Rsrsrs!
Um magnífico rio de águas verdes se encontra com o mar na ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Todas as noites nós encontrávamos um restaurantinho novo para comer, mas foi em uma noite chuvosa que decidimos conhecer o restaurante vizinho ao nosso hotel, que anunciava em um quadro negro o seu jantar do dia: um prato especial + uma taça de vinho = 180 pesos mexicanos (ou algo bem próximo a isso). Descobrimos um ótimo negócio, pois além de boa musica, tempero e vinho deliciosos, encontramos um ambiente super descolado! Noite chuvosa, nada melhor que um bom filme para passar a noite, lá mesmo no restaurante as meninas projetaram Vicky, Cristina, Barcelona. Amo os filmes de Wood Allen, posso revê-los dezenas de vezes.
Nossas amigas argentinas em seu restaurante onde tomávamos nosso saudável café da manhã, na ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Paola e Loana são argentinas, estão viajando pela América Latina e resolveram parar um tempo em Holbox para trabalhar. Estão gerenciando este pequeno restaurante dentro de um hostel há três meses e já receberam até visitas! Sol, Maria e Alfonsina vieram de Buenos Aires para visitá-las e fecharam o grupo animado que nos fez companhia nas nossas últimas noites em Holbox.
Comprando côco de um vendedor e seu simpático veículo, na ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Várias pessoas já me perguntaram se durante a viagem encontramos algum lugar que eu pensasse, 'este é o meu lugar!' A minha resposta sempre foi vaga, encontramos vários lugares lindos, mas nenhum que houvesse me tocado. Isla Holbox é aquele pedaço esquecido de paraíso que sempre esperamos encontrar. Foi um dos primeiros lugares que eu senti que poderia viver e um dos mais difíceis de dizer adeus... Então será, quem sabe, apenas um até logo.
Alvoroço de gaivotas em praia da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Como chegar?
Em Chiquila, taxistas em seus triciclos aguardam os turistas que retornam da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Existem ônibus que saem de Playa del Carmen até Chiquila, melhor opção que alugar um carro, já que este não pode atravessar. Se mesmo assim você for de carro, existem estacionamentos que cobram em torno de 100 pesos por dia para o carro, bem perto do píer. Existem duas companhias de barco que fazem a travessia, geralmente de hora em hora. As duas cobram o mesmo valor, 80 pesos mexicanos. Nós pagamos 60 na ida, quando ainda é fácil barganhar, já que os dois barcos estão saindo no mesmo minuto e as vendedoras estão ávidas para te ganhar. O retorno já tem horários diferentes, às vezes de 2 em 2 horas e intercalados pelas duas empresas, então é melhor deixar para comprar a volta na hora do embarque, para não ficar amarrado.
A caminho da ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Onde ficar?
Hoteis na ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México
Hospedagem na ilha realmente vai depender do seu gosto e bolso. Existem hotéis, pousadas e pequenos resorts de todos os tipos, alguns dos mais caros da região! Nós chegamos lá com a indicação do Hostal Ida e Vuelta, que oferece cabanas rústicas em um ambiente descontraído por preços bem razoáveis, mas eles já estavam lotados. Assim acabamos ficando no hotel vizinho, nada charmoso, mas com preços ótimos (300 pesos por quarto, metade do preço do anterior) e com tudo o que precisávamos: wifi, banho quente, ar-condicionado e uma boa cama. Na beira da praia estão os hotéis boutique deliciosos, com restaurante, bar, piscina, decoração super charmosa e ambiente perfeito, mas aí as tarifas e os cardápios já são em dólares e começam em no mínimo 190 dólares, podendo chegar a mais de 400 fácil, fácil.
Combinação perfeita! (ilha de Holbox, no norte do Yucatán, no México)
Alimentação na ilha também pode ser cara, mas existem restaurantes baratos ao redor da praça e algumas boas opções como o das argentinas que comentei acima. Os locais sempre têm boas dicas, a maioria é de comida mexicana, simples, mas gostosos. Nós economizamos na hospedagem e nos demos ao luxo de aproveitar o bar e o restaurante de um destes hotéis, o Restaurante Arena, na ponta direita da praia. Lá tomei um rum punch com vista para o mar e provamos um dos melhores ceviches de pescado da vida!
Trajineras no embarcadeiro principal de Xochimilco, Cidade do México
Não tem melhor sensação para nós, que vivemos em lugares novos e diferentes todos os dias, que poder revisitar lugares que já conhecemos. Ter aquela impressão de estarmos em um lugar familiar, ainda mais se estamos falando de Coyoacán e Xochimilco!
Mariachis animam a festa nas trajineras de Xochimilco, Cidade do México
Os dois dos meus bairros preferidos na Cidade do México são os lugares perfeitos para um programa de domingo festivo, onde encontramos os mexicanos no seu estado mais natural de felicidade!
Viva la Vida! Famosa obra de Frida Kahlo em exposição na Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
Na nossa primeira passagem por aqui eu estava acompanhada do meu amado marido e do queridíssimo Rodrigo Marc, nosso anfitrião na Cidade do México. Hoje, 10 meses depois, volto fazendo as vezes de anfitriã à minha grande amiga Valéria! Enquanto preparávamos o seu roteiro pela Cidade do México ela foi certeira em me dizer: não abro mão do Museu da Frida e de Xochimilco! Adoro gente que sabe o que quer, principalmente se tem bom gosto!
Amigas entre as catrinas de Diogo e Frida, na Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
Depois de uma rápida viagem de ônibus entre Amecameca e a Cidade do México, nos instalamos no Hostal La Buena Vida, muito bem selecionado pela Val! O hostal fica no bairro de La Condessa, um dos mais lindos e seguros da capital, além de bem localizado.
na Cidade do México
Catrina moderna na janela do Hostal La Buena Vida, na Cidade do México
Suco de laranja natural de café da manhã em Amecameca, no México
Dali pegamos um metro para Coyoacán e para não perdermos muito tempo tomamos um táxi para a Praça Hidalgo, o centro dos acontecimentos no bairro artístico onde viveu Frida Kahlo, seu esposo Diego Riveras, o amigo comunista León Trótski e outros coyotes como Hernán Cortéz.
Bondinho de Coyoacán, bairro da Cidade do México, capital do país
A praça estava completamente lotada, era dia de comemorações da Cultura Boliviana, com direto a danças típicas das culturas andinas, trajes incas e as belezas do povo indígena que pertence a esta terra a mais tempo que quaisquer espanhol ou português.
Tempus, cerveja artesanal mexicana. Cidade do México
Mercado Artesanal de Coyoacán, bairro da Cidade do México, capital do país
Passamos pela igreja, tivemos um delicioso almoço na praça e o primeiro brinde das amigas, com uma boa cerveja artesanal local. Há anos não viajávamos juntas, a última vez deve ter sido pré-Rodrigo, lá pelo começo de 2006. Delícia sentar, tomar uma cerveja e lembrar as nossas histórias, tão antigas quanto a minha data de nascimento.
Ekeko, Festival da Cultura Boliviana em Coyoacán, bairro da Cidade do México, capital do país
Caminhamos pelas ruas de Coyoacán até a Casa Azul, mais conhecida nos dias de hoje como Museu Frida Kahlo. A casa continua lá, mas a coleção de obras é sempre incrementada e novas exposições são montadas no museu, como a exposição feita em parceria com a Revista Vogue sobre a moda vestida por Frida.
Casa Azul, Museu Frida Kahlo. Coyoacán, Cidade do México.
Frida Kahlo, fotografia exposta na Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
Não mostram apenas suas peças mais famosas, vestidos imortalizados em fotos e autorretratos da artista, como também alguns dos mais inusitados apetrechos como sua perna de pau, seus sapatos de madeira adornados e as cintas ortopédicas que tinha que usar para sustentar a sua coluna.
Autoretrato de Frida Kahlo em exposição na Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
Retrato, no atelier de Frida Kahlo na Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
Na casa, as obras mais amadas: Viva la Vida, o retrato do seu pai, o autorretrato de Frida e algumas das dores mais uterinas possíveis, de uma mulher que não pôde ter filhos. Imagens das suas angústias pós acidente.
Obras de Frida Kahlo em exposição na Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
Obras de Frida Kahlo em exposição na Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
Nossa única decepção foi encontrar a lojinha da marca Frida Kahlo tão desfalcada, pois já estávamos preparadas para umas comprinhas especiais! Rsrs!
Sábia frase da Frida nas paredes da Casa Azul. Coyoacán, Cidade do México.
No final da tarde, saímos ainda com luz para pegar a festa de domingo nos canais de Xochimilco. Entramos em uma trajinera com o pequeno Jorge, de 11 anos. Tão pequenininho que ficamos com pena... Ficamos quase 20 minutos engarrafados na saída do porto principal, já estávamos quase voltando e pedindo um adulto, quando recebemos uma visita inusitada que mudaria a nossa tarde!
Trajineras e canoas mercantes, nos canais de Xochimilco, Cidade do México
Sebastian saltou em nosso barco, depois de 3 horas passeando com seus primos Martin e Oscar, Pablo e Catalina, decidiu pegar uma carona com as duas brasileiras perdidas que acabavam de chegar aos canais de Xochimilco. Argentino com raízes mexicanas, Sebástian estava impressionado com a alegria e a beleza da cultura do povo mexicano e empolgado foi embora conosco, canais adentro, enquanto seus primos o perseguiam em sua trajinera!
Ana e Valéria na sua trajinera nos canais de Xochimilco, Cidade do México
Nos engatamos com os mariachis que nos fizeram duas belas canções, La Mañacita?? E El Cielito Lindo. Las Mañanitas é a música de aniversário mais cantada aqui no México, mais que Cumpleaños Feliz! Adoro!
Mariachis animam a festa nas trajineras de Xochimilco, Cidade do México
Demorou quase 40 minutos para que eles nos alcançassem, até que, com seu barqueiro cansado, todos decidiram saltar para o nosso barco e, por que não, fazer ainda mais festa! Cata, uma russa que está no México a 2 meses, fala 8 idiomas fluentemente, além de arranhar em outros 10, é tradutora profissional e lutadora de luta livre russa aposentada. Ela tem apenas 21 anos, mas já descobriu a alegria de não chegar em casa toda arrebentada todos os dias! Rsrs!
Canais de Xochimilco, reminescências da antiga cidade asteca na moderna Cidade do México
Pablo é argentino, mas mora aqui no México, é o sortudo que conheceu a Cata por internet, seu novo amor e (se tudo der certo), futuro marido. Martín é mexicano, assim como seu filho Oscar, eles vivem aqui mesmo em Xochimilco e tem negócios pelo país. Eles nos acolheram e divertiram a nossa tarde, que virou noite sem nem percebermos! Em minutos tínhamos som, mil tipos de rum e vodka no barco, bons amigos e muita diversão!
Mariachis animam a festa nas trajineras de Xochimilco, Cidade do México
Um dia inesquecível, daqueles que só vivemos se deixamos fluir, atraindo boas energias e boas pessoas para alegrar a nossa festa e mostrar de que se trata a hospitalidade mexicana! Ándale!
Pictografias na Toca do Enoque no Parque Nacional da Serra das Confusões, no sul do Piauí
Uma bela noite de sono para repor a minúscula noite de sono de ontem. Deitamos para tirar um cochilo perto das 22h e dormimos até o dia seguinte! Bom, pois acordamos bem descansados e com bastante pique para o dia de hoje.
Estrada no Parque Nacional da Serra das Confusões, no sul do Piauí
Segundo Naldo, teremos muita estrada (3 horas de carro), porém pouca caminhada pela frente. Entramos no parque, passamos pelo ponto que estacionamos ontem e chegamos à Comunidade do Capim. Lugar seco, no meio da caatinga, (ainda não entendo como este povo veio parar aqui), longe de tudo, sem água, num calor dos diabos. Há pouco tempo a FUMDHAM, ONG presidida por Niede Guidon, perfurou um poço para fornecer água à esta comunidade. Um pouco mais adiante chegamos à comunidade de Barreiros, de onde sai uma outra estrada para os recém descobertos sítios arqueológicos da Toca do Capim e Toca do Enoque.
Moradia dentro do Parque Nacional da Serra das Confusões, no sul do Piauí
Tínhamos pouquíssimas informações e o nosso guia, Naldo, ainda é aprendiz de seu pai. Portanto nos levou aos lugares, contou sobre a vida do entorno, porém não tinha muita informação sobre as pinturas e os sítios para nos passar. Decidimos ir direto para a Toca do Capim, já que era a mais distante. Chegando lá, primeira confusione do dia: furou o pneu da Fiona! Um graveto de madeira seca da caatinga, afiado como faca, entrou na lateral do pneu. Surreal! Já escolados pelo primeiro pneu furado, fomos direto para o nosso kit primeiros socorros da Fiona. O Rodrigo queria usar o spray, mas eu estava desconfiada, preferindo ir direto para o chicletão tapa-buracos. Lendo as instruções vimos que a segunda opção era melhor mesmo, já que o spray não funcionava direito para furos laterais. Enfiei o “esburacador”, limpei e uniformizei o buraco e enfiamos a tira de chiclete para fechar o furo. Quase funcionou... quase... o rasgo foi tão lardo que o chiclete não era grande o suficiente. Aí já íamos começar a trocar o pneu, quando descobrimos que a trava anti-furto do step simplesmente emperrou! A chave tetra não girava, estávamos sem step! Enfiamos um segundo chicletão para tentar diminuir o buraco, que ficou uns 70% fechado. Testamos o compressor e funcionou. Decidimos ver a toca do capim e seguir adiante, enchendo o pneu a cada 15 minutos, mais ou menos.
Pneu furado no Parque Nacional da Serra das Confusões, no sul do Piauí
Segunda Confusione do dia, a Toca do Capim estava trancada! Foi colocada uma grade de madeira com cadeado, ok, tudo em prol da conservação. Vimos as várias pinturas rupestres dali da grade mesmo, muitas formas geométricas e muitas escavações, numa delas foi encontrado os fósseis de um menino.
Lado de fora da Toca do Capim, no Parque Nacional da Serra das Confusões, no sul do Piauí
Preocupados com o pneu seguimos estrada em direção ao povoado até a entrada para o Enoque. O pneu agüentou bem, decidimos ir até lá. Chegamos e vimos o imenso paredão, todo pictogravado e logo ali ao lado um olho d´água. Ali vivia Enoque, um borracheiro que hoje já não está mais entre nós.
Toca do Enoque no Parque Nacional da Serra das Confusões, no sul do Piauí
Voltamos para o carro, pneu e chiclete agüentando firmes, nós precisávamos chegar de volta à cidade. Fomos rodando, verificando e enchendo o pneu de tempos em tempos. A tática funcionou, chegamos à borracharia eram umas 15h15 da tarde e saímos de lá as 17h30, a maior parte do tempo tentando abrir a droga da tranca emperrada. Pneu consertado, decidimos colocar logo a Fiona na estrada para evitar mais confusiones. Moral da história, precisaremos achar um chaveiro em São Raimundo.
Tentando consertar a trava do estepe em Caracol, próximo ao Parque Nacional das Confusões - PI
Hoje realmente foi um dia conturbado e o pior foi que descobrimos que a Toca do Enoque que nós achamos que fomos, não é a toca do Enoque! Fomos a um paredão que o nome parece ser Toca do Olho d´água. Ficamos há apenas 300m da famosa Toca do Enoque, que possui pinturas ainda mais bonitas. Afinal, agora entendi por que esta é a Serra das Confusões!
Monumento em Caracol, próximo ao Parque Nacional das Confusões - PI
Venerável árvore que já era grande des a época em que a civilização maya floescia na península do yucatán (em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México)
No nosso caminho para Chiquilá passamos por um pequeno povoado, Solferino. Curiosamente aquele lugar perdido no estado do Yucatán tinha ares diferentes, uma praça principal mais ajeitadinha que outras vilas do mesmo porte, projetos de arte infantil espalhados pelos muros da cidade e uma placa que não sairia da nossa cabeça: El Árbol Centenário.
Venerável árvore que já era grande des a época em que a civilização maya floescia na península do yucatán (em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México)
No carnaval de Holbox eu conheci uma figura super curiosa, uma artista plástica croata que viajou o mundo com uma mochila nas costas no final da década de 70 e inicio de 80 e que a 13 anos decidiu morar aqui no México. Vera se apaixonou por esta árvore e decidiu que iria viver ali, embaixo dela.
Indo conhecer a "árvore sagrada dos mayas", em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México
No retorno passamos novamente por esta placa e desta vez decidimos parar. A árvore centenária de Solferino é uma Ceiba, a árvore sagrada dos mayas. Com mais de 500 anos de idade esta Ceiba é uma das poucas que restou em toda a península, devido a grande exploração de madeira levada à exaustão tanto pelos mayas, quanto pelos colonizadores. A Ceiba tem um significado muito especial para os mayas, que acreditam que ela é um portal para o inframundo, uma forma de se comunicar com seus ancestrais. A Ceiba é um únicos seres vivos que está presente em todos os níveis do universo espiritual maya. Seus troncos e seus galhos seriam os pilares de sustentação do Mundo Superior e seus 13 níveis. Suas profundas raízes a sua ligação com os 9 níveis do Inframundo ou Mundo Inferior, o mundo aquático do Deus Chac, deus maya da chuva, e lugar onde todos iremos depois de morrer. Dentro das cavernas os mayas acreditavam que as estalactites eram as raízes das ceibas, que dão suporte ao mundo onde nós vivemos e fazem parte do seu universo místico durante as cerimonias e rituais.
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Coleção de flores no terreno da árvore sagrada dos mayas, em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México
Esta Ceiba em particular tem uma história super curiosa, uma lenda que Don Garcia garante ser uma historia real, contada e vivida pelo seu avô. A árvore na época era bem menor e em certa ocasião viu passar por ali uma cobra imensa, com 8 metros de comprimento e grossa como um pé de mamão adulto. Seu avô e seu tio teriam corrido e com um espeto de ferro e arpoado a cobra contra a Ceiba, que ao passar dos anos cresceu aprisionando a cobra e o arpão de ferro. Hoje ainda podemos ver as cicatrizes do acontecido, verdade ou não sabemos agora, como nasce uma lenda.
A Fiona descansa tranquilamente sobre a quase milenar árvore do tempo dos mayas, em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México
Don Garcia é o herdeiro destas terras, apaixonado por plantas e pela vida ele foi um dos responsáveis pela preservação deste belo exemplar da árvore sagrada. "Ao invés de cortá-lo para vender e nunca mais receber nada por ela, resolvi preservá-la para mostrar a todo mundo, e transformei o meu terreno em um jardim botânico". A simplicidade e a sabedoria de Don Garcia são cativantes. Hoje escolas e turistas vêm de toda a região para conhecer sua ceiba sagrada e o ajudam com doações a manter o seu pequeno jardim botânico. Percorremos o jardim com ele que nos mostrava, orgulhoso, todas as orquídeas e plantas que ele cultiva.
O dono do terreno onde está a árvore sagrada dos mayas e a coleção de orquídeas, em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México
Depois da visita fomos à casa de sua vizinha, Vera. Ela nos recebeu em sua casa-atelier como sempre com muitas histórias para contar e acabou nos convencendo a tomar uma rota diferente no nosso caminho para Mérida, o caminho das salinas.
Casa e ateliê da artista plástica europeia que veio morar embaixo da árvore sagrada dos mayas, em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México
Visita à amiga artista que mora sob a sombra da quase milenar árvore maya, em Chiquila, costa norte do Yucatán, no México
Lá fomos nós, ziguezagueando pelo norte da península, passando de pueblito em pueblito, vendo as mulheres mayas em seus trajes típicos, saias coloridas e blusas rendadas, ocupadas com os seus afazeres diários. Cozinhar o milho, ralar e preparar as tortillas, lavar as roupas, carregar a água e cuidar das crianças, carregando as menores em seus sacos nas costas ou bem encaixados em uma rede presa no cocoruco da cabeça, mestres do equilíbrio.
O agitado mar do Golfo do México, no litoral norte do Yucatán, no México
Continuamos pela rala floresta do Quintana Roo, passamos às margens da reserva do Rio Lagarto, até chegar ao mar. Aqui sim a água já esta mais barrenta, não pelo golfo, mas pelo desague do rio lagarto a poucos quilômetros dali. O vento forte nos mostra que estamos no caminho certo, dali em diante entramos em outra parte da história importante para a civilização Maya: as salinas.
O agitado mar do Golfo do México, no litoral norte do Yucatán, no México
A região norte da península é repleta de lagoas e manguezais, onde a água salgada seca rapidamente e se acumula, formando cristais de diferentes cores. O vermelho das salinas faz um lindo contraste com o azul do céu e nos recorda que estas águas são ricas em vitaminas e alimentos para algumas espécies. É nesta água extremamente salgada que vivem alguns crustáceos que são o alimento preferido dos flamingos, pássaros imponentes comumente vistos na região.
Salinas e região de flamingos no litoral norte do Yucatán, no México
O sal era um bem muito empregado pelos antigos mayas, não apenas na sua culinária e na preservação dos alimentos, mas principalmente na sua economia. Ele foi utilizado como moeda nos seus mercados e nos negócios feitos no corredor marítimo até Belize e Guatemala, aceito por todas as cidades-estados no mundo Maya.
Salinas e região de flamingos no litoral norte do Yucatán, no México
Próximos a Progresso encontramos um mirante turístico para avistamento das salinas e dos flamingos, mas não tivemos a sorte de encontrá-los. Progreso é uma das cidades litorâneas mais turísticas nas proximidades de Mérida, com seus balneários, ruínas, cenotes e grutas.
Salinas e região de flamingos no litoral norte do Yucatán, no México
É sempre interessante como uma mera mudança de estradas pode enriquecer uma viagem. Um roteiro que nos levou pelo antigo e pelo atual mundo maya, viajando por suas árvores sagradas, salinas e histórias. E você, prefere o caminho mais rápido ou o mais bonito?
Fotografando o pôr-do-dol em Nova Iorque - Estados Unidos
Falar de Nova Iorque parece fácil, pois a cidade que nunca dorme tem atrações para todos os gostos, bolsos e estilos. Ao mesmo tempo é uma grande responsabilidade. Selecionar atividades para três dias na Big Apple e sair de lá feliz com a programação é uma missão quase impossível. Nós tentamos mesclar programas culturais e ao ar livre, explorando novos espaços, outros bem antigos, mas ainda desconhecidos pelo casal.
Times Square durante a tarde, em Nova Iorque - Estados Unidos
Caminhando pela 5a Avenida, em Nova Iorque - Estados Unidos
É importante deixar claro aqui que já estivemos em Nova Iorque em outra ocasião. No começo do inverno, em outubro de 2007, o Rodrigo veio correr a prova da famosa Maratona de Nova Iorque e eu vim como equipe de terra e tiete. O friozinho e os dias na cidade nos deram oportunidade de conhecer algumas atrações obrigatórias como Empire State, Museu de História Natural e o Metropolitan Museum of Art. Assim sendo desta vez tivemos mais tempo para dedicar aos nossos locais preferidos e descobrir as novidades da ilha de Manhattan.
Lago para prática de remo no Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Lago no Central Park conhecido por seus "veleiros de brinquedo", em Nova Iorque - Estados Unidos
Nova Iorque no verão é uma cidade muito vívida, colorida e movimentada. Pessoas de todos os cantos do mundo vão e vem pelas avenidas. Escutamos árabe, chinês, alemão, norueguês, espanhol, japonês, alguns idiomas irreconhecíveis e muuuuuito português, brasileiro, é claro. A brazucada se destaca facilmente na multidão, com suas sacolas de compras e uma certa euforia típica dos nossos conterrâneos (me incluo nessa). Não é para menos, a alegria de estar conhecendo a capital do mundo é grande e salta aos olhos dos dois curiosos viajantes aqui. Andar pelas ruas nova iorquinas é realmente uma experiência antropológica.
Não é fácil (nem barato!) estacionar em Nova Iorque - Estados Unidos
Vista da High Line em Nova Iorque - Estados Unidos
Não tem melhor opção para começar a se sentir mais íntimo da cidade que uma longa manhã de explorações no Central Park! Roupa de caminhada, tênis de corrida e sem perder tempo já vamos comendo “on the go” um copão de iogurte natural com granola comprado na esquina. Em uma cidade plana como esta o ideal para os turistas saudáveis e bem dispostos é suar a camisa e sair andando por aí.
Alongamento no Central Park, numa magnífica manhã de verão em Nova Iorque - Estados Unidos
Passamos pela iluminada Times Square, caminhamos a 7ª e 6ª Avenida e cruzamos todo o Central Park. Gramados lotados de veranistas de biquíni tomando sol, praticando ioga, corrida, bike, mães com seus bebês e cachorros levando seus donos para passear. As quadras de baseball estavam cheias, com seus times de masters aproveitando o verão para colocar os treinos em dia. O coração verde de Manhattan ganha um ar praiano irresistível nestes dias quentes de verão.
Aproveitando o dia de sol no Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Aproveitando o dia de sol no Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Jogo de beisebol no Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Caminhamos forte até o Dakota Building, prédio onde viveu e morreu o Beatle John Lennon. Passamos pelos campos de morango em direção ao Reservoir e com corpo aquecido aceleramos na corrida apreciando o skyline de Manhatan sobre a água que abastece a cidade.
Corrida ao redor do Resevoir, no Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Chegamos ao Upper East Side na altura da 87 St. com a 5ª Avenida, em frente ao Guggenheim Museum e já decidimos o museu da vez. Descemos pela Museum Mile já nos lamentando por não ter tempo de rever o Metropolitan, que entre outras exposições destacava a Byzantium and Islam - Age of Transition. Se alguém for, por favor nos conte!
O famoso Museu Metropolitan, na 5a Avenida, em Nova Iorque - Estados Unidos
Levando cães para passear no Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Um detour rápido até a Park Avenue, cruzando a vizinhança bacana dos wealthies new yorkers e retornamos ao Central Park com blackberries e cerejas frescas. Logo chegamos à 5ª Av e ao templo do consumismo moderno, a Apple Store. A experiência de uso é o foco principal neste case de marketing dentro de um cubo de vidro, parada obrigatória para qualquer marqueteiro, comunicador ou aficionado por tecnologia.
A famosa loja da Apple na 5a Avenida, esquina do Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Maravilhosa loja de frutas no Upper East Side, em Nova Iorque, Nos Estados Unidos
Do moderno a um antigo templo da cidade, a St Patrick´s Cathedral. Imponente e silenciosa, a catedral construída de 1858 tem mais de um milhão de velas acendidas todos os anos! Passamos pelo Rockfeller Center e antes de continuarmos a caminhada fizemos um pit stop rápido no hotel para um banho e o figurino mais casual de fim de tarde.
Interior da Catedral de St. Patrick, em Nova Iorque - Estados Unidos
Catedral de St. Patrick, em Nova Iorque - Estados Unidos
A Highline é a atração no Meatpacking District. Antes esta zona esquecida da cidade, entre o West Village e o sul de Chelsea era cortada por uma linha de trem desativada, com mato crescido que nada acrescentava à cidade. Em um projeto de revitalização do bairro, conservação de sua história e criação de um cinturão verde ao redor da ilha, nasceu o projeto da Highline.
Caminhando pela High Line em Nova Iorque - Estados Unidos
Iniciativa de alguns poucos moradores da região que discordavam da demolição dessa estrutura e que se uniram para montar o projeto, angariar fundos e transformaram uma área perdida em mais um lindo parque. A estreita passarela elevada ganhou calçada, um projeto de paisagismo com plantas nativas do estado de Nova Iorque, além de mirantes, exposições de arte e áreas de lounge com cadeiras de praia em frente a uma corrente de água, como uma praia nos jardins suspensos da Babilônia.
Caminhando pela High Line em Nova Iorque - Estados Unidos
Pessoas relaxam e tomam sol na High Line em Nova Iorque - Estados Unidos
Cruzamos o agito dos bares e restaurantes do Meatpacking District e do Chelsea em direção ao prédio triangular que muitos devem lembrar do seriado Friends, quase em frente ao Madison Square Park e ao nosso destino final, o indicadíssimo Eataly!
Caminhando pela 5a Avenida, em Nova Iorque - Estados Unidos
O Eataly é um mercadão italiano com todos os produtos da mama que você pode imaginar. Desde verduras e legumes frescos, passando por cogumelos, molhos de tomate importados, azeites, balsâmicos, massas artesanais, caseiras, compotas, embutidos e, é claro, muitos queijos e vinhos! No centro deste mercadão de luxo, alguns restaurantes preparam tábuas e oferecem especialidades desde o Vêneto à Costa Amalfitana!
Venda de queijos no "Eat-aly", em Nova Iorque - Estados Unidos
Queijos, salames e vinhos no "Eat-aly", em Nova Iorque - Estados Unidos
Vnda de cogumelos no "Eat-aly", em Nova Iorque - Estados Unidos
Delicioso vinho italiano no "Eat-aly", em Nova Iorque - Estados Unidos
Este roteiro completo possui aproximadamente 25 km, caminhados quase sem sentir dentre os arranha-céus de Manhattan e algumas de suas melhores atrações!
Visualizar Walking tour em NY (rota aproximada - 25 km) em um mapa maior
Aos mais preguiçosos, metrôs e/ou táxis estão sempre disponíveis no caminho, mas garanto, não só pelas calorias perdidas, se o fizer a pé não irá se arrepender!
Central Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos
Fiona enfrenta sua primeira estrada de terra
Parque Estadual do Alto Ribeira. A primeira vez que ouvi falar sobre o PETAR foi na revista Capricho, acreditem se quiser! Primeiro porque, sim, eu lia Capricho, coisas de adolescentes. Segundo porque, sim, a Capricho tinha uns conteúdos interessantes, como por exemplo ½ página apresentando o PETAR às suas leitoras. Eu e a Paulinha vimos e adoramos! Escoteiras “natas” e dedicadas resolvemos organizar o acampamento com nossos pais e irmãos em um feriado, acho que foi Páscoa. Só tínhamos 13 anos, de lá para cá muita coisa mudou no Parque, para variar o mesmo que eu já venho falando dos outros parques que visitamos. O PETAR está muito mais burocrático, regulamentado pelo Ibama e outros órgãos estaduais.
Casa na estrada de terra
Chegamos aqui perto das 16h, quando já não se pode entrar em nenhuma caverna. Antes podíamos agendar com o guia local às onze da noite que ninguém iria se incomodar. Mas como sempre, existem os turistas malucos, descuidados com a natureza e consigo mesmo, que fazem com que as regulamentações sejam feitas pensando neles e não em quem é responsável e respeita a natureza. Enfim, faz parte da evolução do ecoturismo ou turismo de aventura, temos que nos acostumar. Nos alojamos na Pousada da Serrinha e já fechamos com os guias locais a agenda para os próximos dois dias:
- Sexta-feira - 21/05: Caverna do Santana, Água-Suja e Lambari. Bóia-cross no final da tarde.
- Sábado – Caverna Temimina, no Núcleo Cabloco. Linda, o Ro ainda não conhece, adoro levar o Rodrigo conhecer coisas novas!
Merecida cerveja após a viagem de 3 horas entre Curitiba e Iporanga, onde está o Petar
Assuntamos com o pessoal da pastelaria, vimos a Romaria da Nossa Senhora de Fátima que está viajando o Brasil inteiro passar pelo Bairro da Serra, aqui em Iporanga e agora vamos jantar para ficarmos bem fortes e alimentados. Amanhã o dia promete!
Obs.: A força estranha está se dissipando, mas hoje ainda agiu. Saímos de casa rumo à BR-116 e ali no Cabral me dei conta que havia esquecido o celular em casa! Socoooorro! O Ro queria me matar. Pelo menos ele aproveitou para dar um alô para o Carneiro e conferir o andamento do site.
Fiona pronta para partir
A Ana espera no táxi enquanto eu percorro os meandros da burocracia panamenha para tentar retirar a Fiona do porto, em Colón
Chegando a Colón nos despedimos dos nossos amigos Andy, Alex e Ben que seguiram direto para Cidade do Panamá. A cidade feia e suja não impressiona... É exatamente como todos a haviam descrito. Um panamenho nos avisou: “Sabe o Rio de Janeiro? Pega só a parte ruim, esta é Colón.”
Colón, no Panamá, em tempos de celebraçao da independência do país
Nos aventuramos pelas ruas de uma das cidades mais violentas das Américas, até chegar ao nosso hotel. Casas caindo aos pedaços, lixo, bueiros entupidos e ruas inundadas em quaisquer dez minutos de chuva. Becos escuros, crianças desnudas no meio da imundice e do descaso. A cidade que já foi uma “Tacinha de Ouro” nos tempos da administração americana do Canal do Panamá, hoje parece ter sido completamente abandonada pelo poder público. “Olha, acho que era até melhor quando os americanos estavam aqui”, nos disse Júlio, o taxista. Preocupados com a malária e outras doenças, as bases militares norte-americanas asfaltaram, sanearam, combateram os mosquitos e faziam a limpeza e manutenção das cidades ao longo do canal.
Típico ônibus urbano em Colón, no Panamá
O povo passa fome ao mesmo tempo em que vê o porto cada vez mais movimentado, o canal em ampliação e os ricos recursos nacionalizados se esvaindo nas mãos e bolsos dos políticos. Nada é reinvestido para o povo, nada garante que tenham as condições mínimas de saúde e moradia. A falta de emprego e esperança traz consigo o aumento da criminalidade. É um círculo vicioso que parece não ter fim...
Uma das entradas da gigantesca Zona Livre de Colón, no Panamá
A Zona Franca de Colón foi a primeira no mundo e é uma das principais atividades econômicas da cidade. Chato é que fecha aos sábados, domingos e feriados... vai entender! Acaba que nem dá ânimo de entrar ou ficar um dia a mais na cidade para comprar. Os navios aportam ali, as hordas de turistas entram, compram e seguem viagem. Nós chegamos com outra missão, retirar a Fiona do Porto de Manzanillo, mas essa é uma outra história.
A cidade de Colón (Panamá) faz justa homenagem a um de seus mais ilustres filhos
Uma cidade inteira sob a rocha no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
O Mesa Verde National Park foi estabelecido em 1906 e foi o primeiro parque nacional criado para proteger um patrimônio histórico e arqueológico nos Estados Unidos. São 211km2 de área de preservação que incluem mais de 5 mil sítios arqueológicos pertencentes aos Anasazi, povos ancestrais que chegaram aqui muito antes das populações nativas americanas encontradas pelos colonizadores.
A magnífica vista do alto do platô do Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Os Povos Ancestrais, aqui chamados de Ancestral Pueblos, viveram em cânions suspensos neste imenso platô, uma montanha em forma de mesa, do ano 600 até 1300d.C. Eles chegaram até a Mesa Verde seguindo os animais de caça como bisões e veados e encontraram um ambiente propício para a agricultura e a vida sedentária. Segundo os antropólogos e arqueólogos que estudam a região, foram várias as fases de desenvolvimento deste povo, que passou de nômade-caçador e coletor para uma sociedade de agricultores, hábeis artesãos e engenhosos construtores.
Antiga habitação puebla no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Ruínas pueblas no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
As plantações de milho e outras plantas como feijão eram sabiamente posicionadas nas colinas com a angulação perfeita para receber a maior quantidade de sol, aumentando o sucesso das colheitas. A yuca, tipo de planta comum por estes desertos, era a principal matéria prima para todos os tecidos, sandálias e afins, que os aqueciam no inverno, assim como as peles de animais. As casas que inicialmente eram construídas praticamente todas embaixo da terra, com lareiras e esquemas de ventilação, passaram a uma das estruturas mais curiosas encontradas aqui na América do Norte.
Escavação arqueológica no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Interior de habitação puebla no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
O inverno na região é duro, temperaturas abaixo de zero são mais do que comuns, muita neve e frio. Para se defender disso a sociedade desenvolveu uma rica arquitetura, cidades inteiras incrustadas nos penhascos dos cânions no alto da Mesa Verde. Só dentro da área do parque são encontrados mais de 600 cliff dwellings (moradias de penhascos), sendo que 90% destas possuem 10 quartos ou menos. E vários outros grupos de casas parecidas a estas são encontradas desde a região conhecida como Four Corners até o Colorado e o Novo México.
As surpreendentes ruínas pueblas no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Painel informativo sobre os pueblos e sua prática de morar em tocas na rocha do Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Durante o inverno o parque não está completamente acessível, mas ainda assim foi possível visitarmos vários dos sítios arqueológicos e ter uma boa ideia da cultura e da história deste povo. Começamos pelo recém-inaugurado centro de visitantes, com ótimas explicações de uma senhora voluntária, além de uma ampla exposição sobre os puebloans e o parque.
Muito frio do lado de fora do centro de Visitantes do Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
A segunda parada foi na impressionante Spruce Tree House, com mais de 130 quartos onde viviam centenas de pessoas. Acredita-se que cada agrupamento de casas como esta era uma vila que mantinha boas relações com as vilas vizinhas. Há ainda a Balcony House com 40 quartos e o Cliff Palace é o maior e mais famoso conjunto do parque, com 150 quartos e uma localização super privilegiada para os dias frios de inverno, com uma incidência mais longa dos raios solares.
Encontro com brasileiros no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Ruínas pueblas nas encostas de pedra do Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
As paisagens brancas do Mesa Verde são de uma serenidade incrível, entre árvores, cânions e rochedos continuamos encontrando novos sítios arqueológicos e inclusive uma construção inacabada que acreditam ter sido feita em honra ao sol. Qual era exatamente a crença deste povo é difícil adivinharmos, mas que o sol era um elemento chave para a sua sobrevivência (por sinal como ainda é para todos nós!), regrando os plantios e colheitas, aquecendo suas casas contra os invernos rigorosos, disso não se pode duvidar.
Ruínas de um antigo templo no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Vários povos indígenas americanos tem orgulho de reconhecer os puebloans como seus ancestrais, homens sábios, fortes e muito conectados com a natureza. As dúvidas e perguntas sobre este misterioso povo que vivia nesta região só aumentaram e continua o eterno paradigma do ser humano, quanto mais sabemos, mais temos consciência que não sabemos de nada.
Enfrentando a neve e o frio no Mesa Verde National Park, no Colorado, nos Estados Unidos
Arte reciclável: um pneu virou flamingo
Tive que tirar uma foto para mostrar a vocês! O Flamingo é um pássaro símbolo de Turks and Caicos algum artista local desconhecido conseguiu transformar um pneu em um porta-vaso maravilhoso! Sensacional a criatividade do ser humano! Recicle, faça arte!
Por detrás das nuvens aparece o gigantesco Mount Shasta, com mais de 4.300 metros de altitude, na Califórnia, nos Estados Unidos
A montanha sagrada para as nações indígenas, um vórtex energético da terra, o chákra base do planeta, é por estas e outras teorias energéticas que o Mount Shasta se tornou conhecido na comunidade holística. Alguns dizem que a sua energia é um portal para outras dimensões, lá estão cidades lamurianas subterrâneas, discos voadores são avistados e encontros com seres fantásticos são relatados.
Delicadeza da neve nas folhas de Outono, em parque municipal em Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Impressão digital de um anjo, em Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Poucos ouviram falar, mas os que conhecem sabem que esta montanha possui algo de especial. Pessoas que são atraídas por ela sem um motivo claro, e então relatam todos os tipos de experiências extrasensoriais. A nossa chegada até o Mount Shasta também não foi das mais normais. Quando faço um roteiro, normalmente estou procurando pelos parques nacionais e antes de incluí-los no cronograma, leio, faço uma breve pesquisa para definir a rota.
Desde pequenas, as árvores precisam aprender a conviver com a neve em Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Fizemos um desvio razoável para chegarmos até aqui e quando chegamos o Rodrigo me perguntava, mas porque o Mount Shasta? Onde você leu sobre ele? Quem te indicou? E eu tinha certeza que estava indicado no Lonely Planet e visto no nosso mapa de estradas e parques nacionais. Lá perto, porém, descobri que o parque na realidade é uma floresta nacional, como várias que já ignoramos no roteiro. Buscando informações no Lonely Planet, não encontrei o que eu havia lido, apenas uma citação rápida. Fato foi que chegamos à montanha e logo fomos surpreendidos não apenas por sua beleza e tamanho, mas pela energia especial que existe no lugar.
Inventando uma trilha pela neve da floresta do Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Por detrás das nuvens aparece o gigantesco Mount Shasta, com mais de 4.300 metros de altitude, na Califórnia, nos Estados Unidos
O Mount Shasta (4.322m) é um dos mais altos estratovulcões do mundo e o segundo vulcão mais alto da Cascade Range, atrás apenas do Mount Rainier. Ele está protegido pela Shasta-Trinity National Forest, formadas no início do século XX. Durante os anos de 1945 e 1948 o Mount Shasta e o Shasta Lake formavam o Mount Shasta National Park, que depois foi englobada pelo sistema de Florestas Nacionais.
Trilha ao pés do Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Passeio pela floresta nevada do Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Após o encontro com os aventureiros da Lost World Expedition, nós pegamos estrada em direção a Shasta City. Eu conhecia o roteiro no mapa, mas nem imaginava como seria a paisagem do caminho. A estrada sinuosa cruza todo o Gold Country, região onde foi descoberto ouro nos idos de 1848. Foi a descoberta deste ouro que acelerou a colonização e o desenvolvimento da costa oste. A Gold Rush não apenas fundou o 31° estado americano, ela movimentou o mundo, criando rotas de imigração entre a América e Ásia, caminhos alternativos para a travessia ao oeste pela América Central e inclusive acendeu a discussão da abertura do Canal do Panamá. Difícil acreditar que foi nesta pacata região onde tudo começou! Montanhas e mais montanhas cobertas por carvalhos e uma vegetação rasteira, não mais as coníferas que já estamos tão acostumados.
Roteiro entre Arcata, Mount Shasta e Lassen Volcanic
Cruzando a Sierra Nevada em direção à mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Pegamos a 299 pensando que seria uma estrada grande e movimentada. não abastecemos o carro antes de sair de Arcata e Eureka e quase ficamos sem combustível no caminho! Com menos de 20km de alcance na marca da Fiona, desviamos para uma pequena vila que salvou o nosso dia. Chegamos à Shasta City já era noite e estava nevando, jantamos em um restaurante bem simpático em frente ao Alpine Inn.
Aqui nasce o rio Sacramento, em Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Na manhã seguinte fomos até o Sacramendo Headwaters Park, o principal parque da cidade que protege a cabeceira do Rio Sacramento. As águas puríssimas são orgulho dos habitantes da cidade, que enchem seus galões de água em um dos únicos rios de toda a nação em que se pode beber água direto da fonte, energizada pela montanha.
As águas puras que saem de antigos túneis de lava e dão início ao rio Sacramento, em Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
O dia estava prometendo melhorar e esperançosos seguimos para o alto da montanha que ainda parecia encoberta. Como montanha sagrada, o Mount Shasta é um local de energização e oração para pessoas de todas as crenças e atrai mestres e gurus de todo o mundo. É comum encontrar grandes símbolos desenhados na base da montanha e grupos reunidos para orações e rituais. Nós chegamos e logo encontramos um casal, ela cubana e ele americano. Ela apaixonada pelo Brasil, falava português e adorou encontrar brasileiros por ali! Espiritualista não hesitou em me contar suas conexões espirituais da umbanda e outras vidas, incomum para a maioria das pessoas, mas não para mim, que compartilho da mesma crença. Como ela soube/sentiu isso tão rápido? Emocionada com o nosso encontro em um local tão especial, ela foi a primeira pessoa a nos ensinar sobre a magia e a energia desta montanha.
Caminhando pela floresta nevada do Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Voltei ao carro, vesti todas as camadas de roupa possíveis para enfrentar os -5°C e munidos de botas, luvas e gorros nos embrenhamos na natureza selvagem do Mount Shasta, que coberto de neve, fazia todos os caminhos parecerem possíveis. Atentos, esperamos pela janela entre as nuvens e finalmente conseguimos avistar toda a montanha, linda e majestosa. Realmente eu não sei como, mas eu sei por que viemos parar aqui. Mesmo o Rodrigo, que é super racional e cientificista, não pôde resistir aos encantos e à energia do Mt Shasta e no final agradeceu ao meu sexto sentido que nos trouxe até aqui.
A neve cai durante passeio pela floresta gelada do Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
Fiz as minhas orações e meditações e nos despedimos da montanha em direção ao seu vizinho mais a oeste, o Lassen Volcanic National Park. Este sim, um dos mais antigos parques nacionais dos Estados Unidos, em 2016 completará o seu centenário. Sua última erupção foi em 1915 e dados apontam que ele deve ser o próximo vulcão a entrar em erupção aqui nos Estados Unidos continentais. Viajamos de Shasta pela CA-89 com neve e gelo ao lado da pista. Chegando a menos de 20km do parque tivemos a confirmação que o parque estava fechado para a temporada de inverno. Entre dezembro e abril alguns tours de cross country são guiados pelos park rangers no parque nevado. Infelizmente não conseguimos nem ver a montanha de longe, tamanho o mau tempo e a neve que estava prevista para a região. Assim, acabamos resolvendo seguir direto para Susanville, a maior cidade no caminho para o nosso próximo destino, o Lake Tahoe.
Caminhando pela floresta nevada do Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos
A Fiona está cada vez mais craque para rodar na neve! (na região do Mount Shasta, na Califórnia, nos Estados Unidos)
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