0 Blog da Ana - 1000 dias

Blog da Ana - 1000 dias

A viagem
  • Traduzir em português
  • Translate into English (automatic)
  • Traducir al español (automático)
  • Tradurre in italiano (automatico)
  • Traduire en français (automatique)
  • Ubersetzen ins Deutsche (automatisch)
  • Hon'yaku ni nihongo (jido)

lugares

tags

arqueologia cachoeira Caribe cidade histórica Estrada mar Mergulho Montanha parque nacional Praia Rio roteiro Trekking trilha

paises

Alaska Anguila Antígua E Barbuda Argentina Aruba Bahamas Barbados Belize Bermuda Bolívia Bonaire Brasil Canadá Chile Colômbia Costa Rica Cuba Curaçao Dominica El Salvador Equador Estados Unidos Galápagos Granada Groelândia Guadalupe Guatemala Guiana Guiana Francesa Haiti Hawaii Honduras Ilha De Pascoa Ilhas Caiman Ilhas Virgens Americanas Ilhas Virgens Britânicas Jamaica Martinica México Montserrat Nicarágua Panamá Paraguai Peru Porto Rico República Dominicana Saba Saint Barth Saint Kitts E Neves Saint Martin San Eustatius Santa Lúcia São Vicente E Granadinas Sint Maarten Suriname Trinidad e Tobago Turks e Caicos Venezuela

arquivo

SHUFFLE Há 1 ano: Canadá Há 2 anos: Canadá

Ruby Falls

Estados Unidos, Georgia, Ruby Falls

Visitando Ruby Falls, na Georgia - EUA. Uma cachoeira dentro de uma caverna!

Visitando Ruby Falls, na Georgia - EUA. Uma cachoeira dentro de uma caverna!


Fizemos um achado na região de Chattanooga, no caminho entre Atlanta e Nasheville! Um achado para nós, pois a Ruby Falls já é sucesso na região há mais de 80 anos!

Visitando Ruby Falls, na Georgia - EUA

Visitando Ruby Falls, na Georgia - EUA


No início do século passado a Southern Railroad Company fechou a entrada de uma antiga caverna conhecida pela população e que fez parte da história dos habitantes de Chattanooga e proximidades do Rio Tennessee. Leo Lambert, um entusiasta da espeleologia na época, decidiu que reabriria a Lookout Mountain Cave para o público e começou um projeto de engenharia ambicioso para a época, a construção de um elevador que desse acesso ao túnel desta caverna.

Belas formações na caverna de Ruby Falls, na Georgia - EUA

Belas formações na caverna de Ruby Falls, na Georgia - EUA


Em 1928 a obra começou e no dia 28 de dezembro do mesmo ano um novo túnel foi encontrado a quase 80m de profundidade, 49m antes da Lookout Mountain Cave. Leo Lambert entrou com sua equipe e foram necessárias mais de 17 horas rastejando em um estreito corredor de um metro e meio de largura e apenas 46 cm de altura!

Lago reflete formações de caverna em Ruby Falls, na Georgia - EUA

Lago reflete formações de caverna em Ruby Falls, na Georgia - EUA


No caminho esses bravos homens encontraram formações calcárias e espeleotemas belíssimos! Ao final este corredor se abriu e um tesouro inacreditável se revelou, uma cachoeira subterrânea de 44m de altura!

A fantástica Ruby Falls, na Georgia - EUA

A fantástica Ruby Falls, na Georgia - EUA


Estou rico! Deve ter pensado o figura do Lambert, que colocou o nome de sua esposa Ruby, na sua mais nova descoberta. Esta foi uma época áurea para o turismo nos Estados Unidos, famílias nobres se aventuravam por terras norte-americanas em busca de belezas naturais. Logo depois disso veio a grande depressão de 1929 e as cavernas se tornaram uma forma de ganhar dinheiro nesta região rica em calcário e minerais, não apenas com mineração mas também com o turismo.

Algumas formações tem até nome em Ruby Falls, na Georgia - EUA

Algumas formações tem até nome em Ruby Falls, na Georgia - EUA


Nós não tínhamos ideia do que iríamos encontrar, mas seguimos algumas placas que anunciavam o local. O passeio leva em torno de duas horas e começa da forma mais inesperada impossível, de dentro de um castelo. Esperando sair para uma trilha para ver a cachoeira do lado de fora, pegamos o elevador e descemos 80m dentro da terra! Toda esta história contada acima nós descobrimos no tour, o que fez a descoberta ainda mais impressionante! A trilha é iluminada, assistimos a um vídeo e somos guiados pelas belezas subterrâneas da Ruby Falls até a cachoeira, com um show de luzes e até trilha sonora. São dessas coisas que só encontramos nos Estados Unidos.

Estados Unidos, Georgia, Ruby Falls, cachoeira, Caverna, Chattanooga, espeleologia

Veja todas as fotos do dia!

Quer saber mais? Clique aqui e pergunte!

Múmias de Guanajuato

México, Guanajuato

Uma das estrelas do Museu das Múmias, em Guanajuato - México

Uma das estrelas do Museu das Múmias, em Guanajuato - México


Guanajuato não é apenas conhecida por sua arquitetura colonial, emaranhado de ruas subterrâneas, baladas estudantis ou pelo rally. Uma das principais atrações da cidade são as famosas Múmias de Guanajuato.

Museu das Múmias, em Guanajuato - México

Museu das Múmias, em Guanajuato - México


Elas foram desenterradas a partir de 1865 para liberar espaço no cemitério e foi aí que descobriram que o solo da região possui propriedades “mumificadoras naturais”! Assim todos os defuntos ali enterrados tornaram-se objeto de estudo científico e depois peça de museu! São mais de 100 múmias expostas, com placas explicativas sobre a causa de sua morte e um pouco da história daquela pessoa. Um tom bem humorado, talvez até meio irônico, permeia as explicações de cada múmia, assustadoramente bem conservadas.

Todas as múmias tem menos de 100 anos de idade no Museu das Múmias, em Guanajuato - México

Todas as múmias tem menos de 100 anos de idade no Museu das Múmias, em Guanajuato - México


Um médico francês, uma imigrante com traços chineses, uma mulher que morreu enterrada viva ou outro que morreu a facadas. Provavelmente todos eles iriam odiar saber que hoje têm seu corpo exposto em um museu. Se destaca a múmia de uma mulher grávida e seu bebê de 6 meses de gestação que também ficou mumificado, mesmo dentro de sua barriga! A múmia do bebê, também em exposição, é considerada a menor múmia do mundo.

Muitas caveiras no Museu das Múmias, em Guanajuato - México

Muitas caveiras no Museu das Múmias, em Guanajuato - México


Nesta época havia um índice muito grande de mortalidade infantil, por isso uma das primeiras coisas que uma família fazia ao nascer o bebê era batizá-lo. Assim se o filho morresse, garantiriam que ele seria enviado direto para o céu, um ser totalmente puro. A estes bebês os mexicanos chamavam de “anjos”. Um corredor com alguns bebês anjos foi a parte mais impressionante para mim. A tradição também mandava que a família fizesse uma foto com a criança, depois de morta, para manter uma lembrança “viva” do seu filho e ajudar aos pais a passarem pelo luto.

Visita ao macabro Museu das Múmias, em Guanajuato - México

Visita ao macabro Museu das Múmias, em Guanajuato - México


Essa atração dos mexicanos pela morte é algo curioso, para não dizer estranho. Acho bacana a tradição da comemoração do Dia de los Muertos, que conhecemos como Dia dos Finados. Cada morto que se foi ganha uma caveira, sua catrina, para ser decorada e festejada, uma forma de lembrar com carinho dos seus entes queridos que partiram.

Venda de catrinas no famoso Mercado de Doces e Artesanatos de Morelia, no México

Venda de catrinas no famoso Mercado de Doces e Artesanatos de Morelia, no México


Agora, realmente, colocar em um museu corpos tão recentes, sem nem um motivo histórico de pesquisa? É algo no mínimo bizarro. Desculpem-me as senhoras múmias, mas esse museu é horrendo! Bem, tem gente que gosta. E viva a diversidade!

México, Guanajuato, América do Norte, Múmias, museu, viagem

Veja todas as fotos do dia!

Não nos deixe falando sozinhos, comente!

San Salvador

El Salvador, San Salvador

Pintura na parede externa da Catedral de San Salvador, capital de El Salvador

Pintura na parede externa da Catedral de San Salvador, capital de El Salvador


San Salvador, capital de El Salvador, é uma cidade grande com mais de 3 milhões de pessoas somando sua região metropolitana, aproximadamente metade da população de todo o país. Vemos ao fundo o vulcão San Salvador com 1.960m, que quase destruiu a cidade na grande erupção de 1.917.

Vista do alto do nosso hotel em San Salvador, capital de El Salvador

Vista do alto do nosso hotel em San Salvador, capital de El Salvador


Uma forma de conhecer bem a cidade, sua história e diferentes faces é ir direto para o centro. A Igreja do Rosário é o ponto de partida deste tour. Por fora tem uma estrutura feia de cimento, escura, suja e nada convincente. Por dentro, porém, seus vitrais coloridos fazem um reflexo sobre as paredes escuras, formando um prisma colorido, uma espécie de arco-íris, que colore e dá um ar de magia ao lugar.

O belo interior da moderna Igreja do Rosário, no centro de San Salvador, capital de El Salvador

O belo interior da moderna Igreja do Rosário, no centro de San Salvador, capital de El Salvador


Caminhamos um pouco pelas ruas caóticas, sujas e lotadas, onde quase fui “atacada” por uma senhora, que deve ter visto em mim um diabo ou a mulher do seu ex-marido, por que veio correndo em minha direção, ensaiou um tapa no meu rosto e saiu sem tocar um dedo em mim, mas deixando clara sua indignação. Eu não tinha nada ou fiz nada que a pudesse ter despertado esse sentimento nesta senhora. Claro ficou que ela era meio maluca, coitada. Seguimos pelas ruas do centro histórico e comercial, passando pelas praças La Libertad e Plaza Barrios.

O Palacio Nacional, sede do governo no centro de San Salvador, capital de El Salvador

O Palacio Nacional, sede do governo no centro de San Salvador, capital de El Salvador


Na praça batemos um papo com um mendigo viajante, ele já tinha ido ao Brasil, passado por diversas cidades na América Latina e agora, estava ali, perdido na praça pedindo 5 centavos para poder comer. São cenas como esta que nos fazem pensar e querer entender quais foram os absurdos que aconteceram neste país. Um histórico de uma ditadura porca e uma guerra civil, somados à maior densidade populacional da América Central e uma pobreza absurda, só poderia dar nisso.

Trãnsito pesado na volta à San Salvador, capital de El Salvador

Trãnsito pesado na volta à San Salvador, capital de El Salvador


Milhares de camelôs trabalhando com o comércio informal, inundando as ruas de produtos e ofertas que provavelmente não tenham a mesma demanda. Eles precisam tentar ganhar a vida de alguma forma. Caminhamos mais algumas quadras, enquanto Rodrigo me conta a história de Oscar Romero, Arcebispo de El Salvador que em 1980 foi assassinado em plena missa por de manifestar contra as políticas do governo da época.

A Catedral de San Salvador, capital de El Salvador

A Catedral de San Salvador, capital de El Salvador


Chegamos à Catedral Metropolitana, os murais de sua fachada foram criados pelo famoso pintor Fernando Llort. Ele retornou ao país em 1972, depois de uma temporada estudando arquitetura e teologia na França. Suas pinturas sempre representam o cotidiano das vilas, dos campesinos e tem como um dos principais ícones a arte-religiosa. Ele criou a Naïve Art, uma marca que representa a arte moderna salvadoreña em todo o mundo e possui peças expostas no MoMA, Casa Branca e no Vaticano.

A imponente Catedral de San Salvador, capital de El Salvador

A imponente Catedral de San Salvador, capital de El Salvador


À tarde voltamos à paz e calmaria da Zona Rosa, uma grande região da cidade onde vive a maioria da população de classe média-alta e alta. Lá estão os principais shoppings, lojas, serviços, escolas e restaurantes. Um passeio pelo shopping Multiplaza nos mostra que o mundo está cada vez mais pasteurizado, ops, globalizado. Todos aqueles contrastes e aquela vida que vemos no centro, dão a vez para a cultura capitalista regida pelas mesmas marcas, mesmos sonhos e mesmos modelos da vida neste lado do planeta.

Ringue de patinação do gelo no shopping Multiplaza, em San salvador, capital de El Salvador

Ringue de patinação do gelo no shopping Multiplaza, em San salvador, capital de El Salvador

El Salvador, San Salvador,

Veja mais posts sobre

Veja todas as fotos do dia!

Comentar não custa nada, clica aí vai!

Belém do Pará

Brasil, Pará, Belém, Soure (Ilha de Marajó)

Vista para o rio no Forte do Presépio, em Belém - PA

Vista para o rio no Forte do Presépio, em Belém - PA


4 da manhã já estávamos em pé, esta linha Marajó – Belém não é muito tourist friendly. O barco sai as 6am, mas o transporte do Edgar que nos pega na pousada, que atravessa a balsa e leva de Soure até o porto, iria nos buscar entre 4h e 4h30. Chegaram as 4h50 e a barca saia às 5h. Ufa... deu tempo. Madrugamos e mesmo assim chegamos ao barco e ele estava lotado. Nossa sorte foi que decidimos bancar uma passagem mais cara (23,00) para a sala vip, com ar condicionado e cadeiras mais confortáveis para podermos descansar. Mesmo esta sala lotou e dois pestinhas que estavam na fileira de trás da minha me acordaram a viagem inteira, me cutucando, pegando coisas, gritando, etc. Enfim, coisas da vida em sociedade que temos que saber conviver.

Canhões do Forte do Presépio, em Belém - PA

Canhões do Forte do Presépio, em Belém - PA


Chegamos à Belém, confirmamos na transportadora que a Fiona havia chego a Macapá em segurança e fomos deixar nossas coisas no hotel. Temos um dia inteiro para dedicar à Belém e suas atrações históricas e à noite voaremos para Macapá. Almoçamos no grill (humm) e seguimos caminhando pelo centro até o Forte do Presépio. Construído em 1616, o forte está localizado na Baía de Guajará, próximo ao mercado Ver o Peso, para defender a entrada dos franceses e holandeses pelo rio às terras brasileiras.

Passeando no Forte do Presépio, em Belém - PA

Passeando no Forte do Presépio, em Belém - PA


O forte foi o marco zero da cidade de Belém, que se desenvolveu no seu entorno fazendo parte da vida da vila. Mais tarde, com o crescimento da cidade, foi construído um muro de segurança para separá-lo. Este, porém, foi colocado abaixo, mantendo apenas o portal como símbolo histórico e reintegrando o espaço do forte à comunidade. Hoje ele abriga um pequeno museu sobre as comunidades indígenas do estado.

Museu de Artes em Belém - PA

Museu de Artes em Belém - PA


Tivemos uma infeliz coincidência na nossa data de visita à Belém: segunda-feira, o “dia internacional do não-turismo”, quando todos os museus e centros culturais estão fechados. Então pudemos passear e conhecer a maioria dos museus e atrações, apenas por fora, genial!

Igreja da Sé, em Belém - PA

Igreja da Sé, em Belém - PA


Adiante do Forte fica uma antiga mansão de um Barão do Açúcar, transformada em galeria e restaurante, a Casa das Onze Janelas. Dizem que o restaurante é um dos mais caros e finos da cidade. Linda por fora, fechada “por dentro”. A frente encontra-se a Catedral da Sé, ainda bem que igreja (quase) nunca fecha. Belíssima igreja neoclássica-barroca da época colonial construída em meados do século XVIII.

Interior da Igreja da Sé, em Belém - PA

Interior da Igreja da Sé, em Belém - PA


Já sem esperanças caminhamos para o Museu de Arte de Belém, onde os guardas muito simpáticos nos avisaram que ali e o Museu Zoobotânico também estariam fechados. Com o tempo anunciando chuva, nos restou caminhar até um dos monumentos modernos mais visitados da cidade, o Shopping Pátio Belém, antigo Iguatemi, reinaugurado no ano passado. Lá assistimos o filme “Caça as Bruxas”, com o Nicolas Cage. Nome bem sugestivo para o dia de hoje, mas ou era ele ou o “Bruna Surfistinha”. É, aí ficou difícil. Fechamos nossa tarde no tradicional Bar da Praça da República, prédio com 133 anos de idade que funcionava como bilheteria do Teatro da Paz e virou bar há uns 80 anos!

Bar tradicional na Praça da República, em Belém - PA

Bar tradicional na Praça da República, em Belém - PA


Voltamos à nossa base no centro, o Hotel Unidos, onde a equipe nos recebeu super bem, sempre animada e muito disposta a nos ajudar. Íamos trabalhar no site e internet ali na recepção mesmo, enquanto aguardávamos o horário para irmos ao aeroporto. Foi quando a maré de sorte começou a mudar, conhecemos um casal surinamês, Helen e Donavan. Ela super comunicativa e descolada foi logo nos dando dicas e contatos no Suriname, Guiana Francesa e Inglesa quando soube que estávamos indo para lá. As informações que temos são de pesquisas em guias de viagem e na internet, mas algumas coisas não conseguimos saber, como por exemplo, como é a segurança nestes países. Queríamos deixar o carro em Georgetown para a viagem ao Caribe e ela não hesitou em nos advertir que se fizéssemos isso a Fiona não estaria mais lá quando voltássemos. A Guiana Inglesa é realmente muito perigosa, segundo o casal, terra sem lei de pessoas muito corruptas, inclusive os policiais. Sempre achamos que é exagero, mas neste caso não encontramos ninguém que dissesse o contrário. Sendo assim já começamos a repensar parte do planejamento da viagem ao Caribe. Enfim, já temos contatos e visitas a fazer em Paramaribo, Cayenne e Saint Laurent Du Maroni nas próximas semanas!

Sorvete de Açaí no aeroporto de Belém - PA. Rumo à Macapá!

Sorvete de Açaí no aeroporto de Belém - PA. Rumo à Macapá!


23h15 e já estávamos embarcados no nosso vôo para Macapá, com uma estranha sensação: será que estamos “roubando” ao pegarmos este vôo? Quero dizer, a viagem é de carro, será que deveríamos, obrigatoriamente, ter ido de barco para Macapá? Priorizamos mais um dia em Marajó e Belém, pois perderíamos 24h no barco em horários conflitantes para os dois últimos dias. Por que um barco seria menos “roubo” do que um avião? Bem, pelo menos a Fiona foi nos representando na balsa. Afinal, estaríamos “roubando” de quem? Essa é a vantagem de sermos donos do próprio nariz, sem compromissos com mais ninguém além o de sermos verdadeiros com a nossa viagem e os nossos leitores.

Brasil, Pará, Belém, Soure (Ilha de Marajó),

Veja mais posts sobre

Veja todas as fotos do dia!

Diz aí se você gostou, diz!

Mariposa Grove

Estados Unidos, Califórnia, Yosemite National Park

Admirada com a gigantesca árvore sobre sua cabeça! (Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos)

Admirada com a gigantesca árvore sobre sua cabeça! (Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos)


Dia de ir embora nunca é um dia muito legal. Quando o tempo está chuvoso facilita um pouco, mas não diminui a vontade de explorar e conhecer. Saímos cedo no Yosemite Lodge em busca dos ursos pretos, tão comuns por aqui e que ainda não havíamos encontrado. Vimos até as caixas de segurança para as comidas nas áreas de camping, mas parece que os ursos não gostam muito de chuva. Passamos na entrada da trilha do El Capitán e da Yosemite Falls, mas a chuva e as dores no corpo que ficaram da caminhada de ontem me fizeram preferir continuarmos de Fiona.

Caixas lacradas, a prova de ursos negros, para estocar comida no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

Caixas lacradas, a prova de ursos negros, para estocar comida no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos


A Bridalveil Falls, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

A Bridalveil Falls, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos


Pegamos a Southside Drive em direção à Bridelveil Fall, uma das únicas cachoeiras que não seca durante todo o ano. A pequena caminhada até o mirante ajudou a alongar e a perceber que o estrago no joelho foi pior do que eu imaginava! Rsrs! Ainda embaixo de chuva paramos no Tunnel View para a vista clássica do Yosemite Valley, normalmente a porta de entrada para a maioria dos viajantes que vem do sul da Califórnia.

Muita névoa no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

Muita névoa no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos


Imaginem se eu não queria morrer por não ter vindo até aqui no nosso primeiro dia, com o restinho de luz, para ver o vale limpo e com o sol dourando as encostas. Enfim, a natureza tem diversas faces, a névoa e a chuva sem dúvida lhe confere um certo ar de mistério que não pode ser menosprezado.

Meio desanimado com as nuvens sobre a grandiosa paisagem do Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

Meio desanimado com as nuvens sobre a grandiosa paisagem do Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos


Com planos de viajar e chegar perto de San Francisco ainda hoje, tivemos que acelerar e passar algumas atrações históricas do parque na área de Wawona como o Pioneer Yosemite History Center e o próprio Wawona Visitor Center. Lá está também o hotel mais caro dentro do parque nacional, se não estamos dispostos a pagar os altos preços de hospedagem, talvez uma parada para um almoço ou um jantar possa ser uma ideia para conhecer a atmosfera deste hotel em estilo vitoriano que é um National Historical Landmark.

As milenares sequoias do Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

As milenares sequoias do Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos


Há poucos quilômetros dali, já pertinho da entrada sul do parque está uma das paradas obrigatórias do parque nacional: a Mariposa Grove. O bosque é a casa de mais de 500 sequoias gigantes em idade madura, as maiores árvores do planeta. Algumas delas chegam a 3 mil anos de idade, perdendo apenas para o bristelcone pine que pode chegar a quase 5 mil anos e também é encontrado aqui no leste do Yosemite e no Great Basin National Park, dentro dos Estados Unidos.

Um flerte milenar: o  'Solteiro e as Três Graças', na Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

Um flerte milenar: o "Solteiro e as Três Graças", na Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos


Já do estacionamento vemos várias sequoias, guardiãs do tempo e da história neste nosso planetinha. Porém há mais vida além do estacionamento, dezenas de sequoias gigantes nos esperavam, abaixo da chuva, para uma despedida mais pessoal, já que serão as últimas que veremos durante os 1000dias. Então tive que tomar coragem, me haver com as minhas dores e sair caminhando pelo bosque. Foram em torno de 3 km entre o Bachelor & Three Graces, a Grizzly Giant, atravessamos o California Tunnel Tree e subimos até o belíssimo Faithfulll Couple. Mesmo em um bosque de gigantes é difícil não reconhecê-las, os nomes da sequoias são sempre bem sugestivos!

Minúsculo quando comparado à gigantesca sequoia, no Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

Minúsculo quando comparado à gigantesca sequoia, no Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos


Assim fechamos nosso tour por um dos parques nacionais mais famosos e visitados dos Estados Unidos. Despedir-se de um lugar como o Yosemite só fica mais possível quando temos, dentro de nós, a certeza de que voltaremos.

Túnel sob uma sequoia viva, no Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

Túnel sob uma sequoia viva, no Mariposa Grove, no Yosemite National Park, na Califórnia, nos Estados Unidos

Estados Unidos, Califórnia, Yosemite National Park, Bridelveil Fall, Mariposa Grove, Natureza, Parque, parque nacional, sequoia, Tunnel View, Yosemite National Park

Veja todas as fotos do dia!

Comentar não custa nada, clica aí vai!

Camping, praia e cachoeira

Brasil, Tocantins, Mateiros

Cachoeira da Velha, no Rio Novo, no Jalapão - TO

Cachoeira da Velha, no Rio Novo, no Jalapão - TO


Adoooro acampar, mas eita coisa difícil de convencer o Rodrigo a fazer. Para a minha surpresa, desta vez quem surgiu com a proposta foi ele! Uma praia deserta às margens do Rio Novo no Jalapão, cenário perfeito para um acampamento. Lá fomos nós, já no final da tarde de ontem, torcendo para conseguir chegar ainda com um pouco de luz.

Noite de acampamento na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO

Noite de acampamento na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO


Além de ser um lugar mágico a Prainha do Rio Novo também está em uma localização estratégica, ao lado da Cachoeira da Velha. Este trecho entre Mateiros e Ponte Alta que começamos ontem tem muitas atrações e tínhamos duas opções, ou rodamos 40 km até as Dunas e voltamos dormir em Mateiros, ou seguimos mais 65 km adiante e dormimos na Prainha, já curtimos os arredores, conhecemos a Cachoeira da Velha cedo e continuamos viagem para Palmas. Esta foi mais uma das super dicas do Luis, leitor e aventureiro que esteve no Jalapão alguns meses antes de nós.

Flores no cerrado, no Jalapão - TO

Flores no cerrado, no Jalapão - TO


Estava anoitecendo quando montamos o acampamento e não tivemos um segundo para explorar o rio e ver qual era a sua natureza: pedras, pura areia, galhos? Teremos que descobrir. O Luis comentou que ficou tomando banho até tarde da noite por lá, quer dizer, perigoso não devia ser. Nós estávamos completamente sozinhos e numa escuridão total. Acampamento montado, inclusive com uma varandinha gostosa, fui logo preparar o nosso jantar.

Cozinhando na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO

Cozinhando na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO


Não tínhamos muita opção nos mercados de Mateiros, nos restou um macarrão ao molho tomate, sem queijo ralado. Sobremesa, uvas e chocolate, mas estava tão gostoso! Só o fato de estarmos ali, longe de tudo e todos, com uma comida quentinha, às margens do rio, céu estrelado, esperando a lua nascer, já deixava tudo muito mágico.

Acampamento em noite de lua cheia, na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO

Acampamento em noite de lua cheia, na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO


A lua cheia só nasceu as perto das onze horas. Depois de um breve cochilo, o casal teve que se encorajar para sair da barraca e tomar banho de rio. Como eu já disse aqui no blog, to ficando velha e medrosa. Sei que na região tem alguns macacos, mas os barulhos que eu ouvia eram de bichos pisando nas folhagens. Sei também que um cerradão desses tem muita onça, vai que ela resolve ir ali para beber água? E as cobras com seus hábitos noturnos? Teria alguma sucuri à espreita no rio? Sabe lá, como dizem, é aí que a onça bebe água! É claro que nada aconteceu, tomamos um delicioso banho de rio à luz da lua! Será que alguém pode apagar a luz?

Noite clara de lua cheia, na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO

Noite clara de lua cheia, na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO


Vocês sabem aquele momento mais frio da noite? Minutos antes do sol nascer, aquele frio gelado inexplicável nos fez entrar dentro dos sacos de dormir. Este é um dos momentos do dia e do mundo que só sabemos que existe se viramos uma noite a céu aberto ou se acampamos, pois nota-se a diferença claramente! Minutos antes do sol nascer, o ar gela. Quando você acorda cedo em casa, mesmo madrugando, não sabe exatamente qual era a temperatura antes. Enfim, amanhecemos e começamos o dia com aquele solzinho gostoso entrando na barraca.

De manhã bem cedo, em acampamento na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO

De manhã bem cedo, em acampamento na Prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO


Fomos acordar e tirar a preguiça no rio, sem nem pestanejar! Rio Novo maravilhoso, que ainda guardava duas outras praias lindas rio abaixo. Após nadarmos e explorarmos bem cada praia, levantamos acampamento e seguimos viagem para a nossa vizinha, a Cachoeira da Velha.

Nadando na prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO

Nadando na prainha do Rio Novo, no Jalapão - TO


Saímos na hora certa, quando vinha chegando um pessoal de excursão para lotar a nossa prainha particular. Menos de um quilômetro depois está a entrada para a Cachoeira da Velha.

No mirante da Cachoeira da Velha, no Rio Novo, no Jalapão - TO

No mirante da Cachoeira da Velha, no Rio Novo, no Jalapão - TO


Uma grande queda d´água, belíssima, com o Espírito Santo ao fundo. Foi construída uma passarela suspensa sobre o capim dourado e as sempre vivas, estrutura que certamente facilitou o acesso. O mirante para a ainda tem uma escada que nos leva a outros pontos de vista, mais próximos ao rio. A cachoeira é tão forte que não se pode banhar, para quem quer caminhar, dali mesmo parte uma trilha para a Prainha, beirando o leito do rio.

Árvore cresce no meio da Cachoeira da Velha, no Rio Novo, no Jalapão - TO

Árvore cresce no meio da Cachoeira da Velha, no Rio Novo, no Jalapão - TO


E essa foi a nossa despedida do Jalapão, com direito a camping selvagem às margens do rio, praias e até uma cachoeira velha no Rio Novo. Momentos especiais para a coleção do nossos 1000dias.

Rio Novo, um pouco acima da Cachoeira da Velha, no Jalapão - TO

Rio Novo, um pouco acima da Cachoeira da Velha, no Jalapão - TO

Brasil, Tocantins, Mateiros, cachoeira, Cachoeira da Velha, deserto, Jalapão, Parque, parque nacional, Rio Novo

Veja todas as fotos do dia!

Não se acanhe, comente!

Justifica, mas não explica.

Brasil, Espírito Santo, Iriri, Anchieta

Pátio em frente à igreja de Anchieta - ES

Pátio em frente à igreja de Anchieta - ES


Estamos acompanhando de perto a corrida eleitoral, todas as notícias, dia a dia dos presidenciáveis, discursos, debates e escândalos. Lembro que logo que completei 16 anos a primeira coisa que quis fazer foi ir até o TRE tirar o meu título de eleitor. Votar sempre fez parte da minha noção de exercício de cidadania. Na escola em que eu estudava, adorava quando faziam simulações de eleições e plebiscitos, como em 1993, quando houve o plebiscito sobre a forma e o sistema de governo no Brasil, eu votei para o parlamentarismo! Em 1989 na eleição que elegeu o Collor, eu fazia campanha contra o Collor entre os meus amigos, mas não a favor do Lula... ali estava difícil achar em quem votar. Participar das decisões do país pelo menos faz eu me sentir no direito de reclamar e me indignar com as coisas que acontecem. Enfim, por que tudo isso no post de hoje? Confesso que fiquei meio cabisbaixa por hoje não poder participar desta decisão, ainda mais com um segundo turno tão apertado. Pesquisamos o voto em trânsito, mas tínhamos que, 1 mês antes, definir qual seria a capital onde iríamos votar. Aí ficou difícil, como o nosso cronograma varia de acordo com as previsões de tempo não tínhamos como prever exatamente onde estaríamos ou até fazer um “pequeno” detour para votar. Vamos combinar que não deveria ser complicado um sistema eletrônico receber votos por seção em qualquer lugar do país. Mas o sistema ainda não está tão evoluído para acompanhar o ritmo dos 1000dias. Fomos à Escola Tom e Jerry em Iriri para justificar o voto.

Justificando o voto na eleição 1o turno, em Iriri - ES

Justificando o voto na eleição 1o turno, em Iriri - ES


Uma pena, mais tarde acompanhando a apuração das urnas eu sempre me sentia ali um nada dentro daquelas abstenções tão importantes para virar o jogo! Foram 24.607.504 de abstenções, mais de 18% dos eleitores brasileiros que justificaram ou simplesmente não compareceram às urnas. Qual será o percentual destas abstenções que justificaram? O percentual de justificativas vem apenas crescendo e preocupa o TSE, pois vem crescendo gradativamente a cada eleição. Hoje com a tecnologia que temos este cenário pode e deve mudar, só falta saber quando!

A famosa muqueca do Curuca, em Meaípe - ES

A famosa muqueca do Curuca, em Meaípe - ES


Enfim, sem poder exercer os meus direitos e deveres civis, fomos afogar as mágoas em uma moqueca de peixe no Curuca, em Meaípe. Antes disso passamos pelo Santuário Anchieta, onde nasceu e morreu o famoso Padre Anchieta, um dos fundadores da cidade de São Paulo. Pedi perdão pela minha abstenção e para que ajudasse o Brasil a conseguir um segundo turno. Dali, seguimos para Ubú, praia tranqüila e muito bonita que fica no caminho de Meaípe.

Praia deserta, em Ubu - ES

Praia deserta, em Ubu - ES


Afogadas as mágoas, sem nem poder tomar uma caipirinha para esquecer, (droga de lei seca) nós pegamos estrada para o interior do estado. Esta noite dormimos em Ibitirama, portal de entrada para o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça e um dos acessos ao Pico da Bandeira, nosso próximo desafio.

Brasil, Espírito Santo, Iriri, Anchieta, Meaípe, Praia, Ubu

Veja todas as fotos do dia!

Quer saber mais? Clique aqui e pergunte!

A bordo do Titan

Brasil, Bahia, Caravelas, Abrolhos

Fotos de despedida do grupo que esteve em Abrolhos, em Caravelas - BA

Fotos de despedida do grupo que esteve em Abrolhos, em Caravelas - BA


Abrolhos para nós não foi apenas um encontro com as baleias, os pássaros ou uma rotina de mergulhos maravilhosos. Depois de 200 dias de viagem conhecemos muitas pessoas, tivemos e continuamos tendo uma convivência de casal muito profunda, mas esta foi a primeira vez que nós estivemos de forma tão intensa com um grupo de pessoas. Foram 4 dias inteiros em um ambiente “confinado” com 21 pessoas a bordo. Cada uma delas com seu papel e do seu jeitinho guardou um lugar especial neste período.

O deck superior do barco em direção à Abrolhos - BA

O deck superior do barco em direção à Abrolhos - BA


Durante a nossa navegação em direção a Abrolhos cruzamos a rota das baleias jubarte, quando deveríamos estar todos a postos para a observação deste ser tão majestoso e nos intervalos aproveitamos para interagir com os nossos novos amigos. Hígia e Fábio, acompanhado pelo seu pai, são um casal de cariocas muito divertido e com um pique para esportes de aventura muito parecido com o nosso.

Com a Higia no deck do barco em Abrolhos - BA

Com a Higia no deck do barco em Abrolhos - BA


Também conhecemos Cinthia e Mitchel, paranaenses de Foz do Iguaçú mais conhecidos como Dinda e Dindo. Eles são amigos de infância do Thomas e Laila, donos da Apecatu, e padrinhos da filhinha fofíssima deles. Mitchel também foi escoteiro em Foz, é advogado e atualmente mora em Curitiba. Adivinha se não trocamos altas figurinhas sobre os bons tempos escoteiros? Cinthia também morou em Curitiba, mas hoje vive em Key West, por pouco não a encontramos lá em abril! Já ficou combinado que encontraremos quando voltarmos lá de Fiona!

Nossa sala de estar no barco em Abrolhos - BA

Nossa sala de estar no barco em Abrolhos - BA


Nancy, paulista que vive no Rio, se tornou voluntária do Sea Shepherd enquanto pesquisava mais sobre tubarões, já que seu filho João de 6 anos é aficionado pelo tema. Imaginem se o João não se tornou a principal atração do barco, sempre animado, companheiro e entusiasmando o Caio, biólogo voluntário do Sea Shepherd, a nos ensinar mais sobre os cetáceos e os tubarões. Pinguim, representante mor do Sea Shepherd no Titan, além de estar fazendo o check out sua turma do curso de mergulho avançado, dividiu conosco seu conhecimento e experiência que possui sobre o mar e os projetos para proteção dos animais marinhos no Brasil.

O João lendo um livro sobre tubarões, no barco em direção à Abrolhos - BA

O João lendo um livro sobre tubarões, no barco em direção à Abrolhos - BA


Destaco aqui três pessoas que participaram do live aboard e foram exemplo de vivacidade e vontade de viver! Nadja, mineira forte que tem dentre seus hobbies ser presidente de um motoclub e mergulhar em Abrolhos pelo menos uma vez por ano. Ela sempre comentava de sua filha, que tem a minha idade e um gosto por aventura parecido com meu. Antônio, que me lembrou muito o meu pai e fez pensar que ele adoraria estar lá conosco. Vovozinho, pai de Fábio, que acabou de ser vovô e por isso recebeu este apelido carinhoso do filho e da nova nora.

O grupo que visitou a ilha de Siriba em Abrolhos - BA

O grupo que visitou a ilha de Siriba em Abrolhos - BA


Todo este povo não estaria lá, vivendo aquela delícia de rotina de mergulhos e baleias se não fosse a tripulação do Titan. Dingão, mestre da embarcação, sempre atencioso e disposto a ajudar. Nosso querido Augusto, também chamado de Jaburu, pelos homens, ou Jabulani desde a copa. A mulherada preferia chamá-lo de Sereio, por que será?

No bote a caminho da ilha Santa Bárbara em Abrolhos - BA

No bote a caminho da ilha Santa Bárbara em Abrolhos - BA


O Augusto é pau para toda obra, lançada do meio campo, cobrava o escanteio e cabeceava para o gol, ajudava o Dingão, Manú, e toda a operação de mergulho, inclusive a todos nós na hora de equiparmos para cair na água. Manú, nossa chef de cozinha que cuidou com todo o carinho da nossa alimentação durante os 4 dias. Eu queria poder levar a Manú conosco na Fiona, já especializada a preparar tudo “on the move”, pratos deliciosos e super saudáveis! Isso sem citar as sobremesas divinas, mousses, brigadeirão, pavês, gelado de coco... hummm, quero todas as receitas!

Trabalhando no nosso barco em Abrolhos - BA

Trabalhando no nosso barco em Abrolhos - BA


Na operação de mergulho contávamos com o Renato, instrutor responsável do Titan, publicitário que já fez de tudo na vida, desde atender contas em agência, até ser dono de panificadora e lan houses. Chutou o balde para viver em paz, veio de Brasília para trabalhar com o que gosta em Abrolhos. Nosso companheiro para todas as horas, Maurício, dive master que nos acompanhou em todos os mergulhos, eu fui a única a fazer os 3 noturnos e ele estava sempre lá, mostrando o caminho. Estava lá também a Aline mergulhadora que está em estágio para dive master, sempre ajudando e aprendendo com Renato e Maurício.

Maurício, um dos dive-masters do nosso barco, em Caravelas - BA

Maurício, um dos dive-masters do nosso barco, em Caravelas - BA


Finalmente Laila e Thomas, idealizadores da Apecatu e que colocaram toda esse projeto em funcionamento para nós podermos aproveitar. Eles se conheceram em Foz, moraram em São Paulo, onde se formaram e decidiram ter uma vida diferente, empreender em um pedacinho do paraíso na terra. Mais um exemplo de que sempre pode-se ter a opção, nós escolhemos o tipo de vida que queremos levar.

Com a Laila, que organizou a viagem à Abrolhos, em Caravelas - BA

Com a Laila, que organizou a viagem à Abrolhos, em Caravelas - BA


Adoramos ter participado desses 4 dias na vida de cada um de vocês, novos amigos que esperamos reencontrar em breve! Conhecemos um pouquinho da história de cada um, ainda mais sabendo que estávamos todos lá unidos por uma mesma paixão: a natureza, o mar, o mergulho e lugares únicos na terra.

Pôr-do-sol em Caravelas - BA

Pôr-do-sol em Caravelas - BA

Brasil, Bahia, Caravelas, Abrolhos, Apecatu, baleias, Ilha de Santa Bárbara, jubarte, Live Aboard, Mergulho, Siriba, sueste, Titan

Veja todas as fotos do dia!

Gostou? Comente! Não gostou? Critique!

Cruzando o Mar de Cortês

México, Mazatlán, Cabo Pulmo, La Paz Baja California

O sol nasce esplendoroso, na nossa viagem de ferry para a Baja California, no México

O sol nasce esplendoroso, na nossa viagem de ferry para a Baja California, no México


Hoje pegamos o Baja Ferry, ferry que cruza de Mazatlán para a cidade de La Paz na Baja Califórnia, ainda no México. Depois de mais um glorioso café da manhã na Plaza Machado, fechamos os equipamentos e fomos para o Porto de Mazatlán.

Café da manhã na praça, em Mazatlán, no México

Café da manhã na praça, em Mazatlán, no México


Geralmente eu tenho que ficar fora das burocracias portuárias, já que apenas o motorista pode entrar no porto para os trâmites. Aqui me fingi de boba e fui junto! Passamos por uma revista geral com uma perrita linda farejando o carro enquanto os simpáticos (e meio abusados) marinheiros mexicanos nos perguntavam sobre a viagem. Sabe como é, não podem ver uma mulher brasileira que acham que gosta de sacanagem e já vem com umas piadinhas abusadas. A sorte é que não negamos a raça e nosso jogo de cintura logo os desconcerta.

O enorme ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México

O enorme ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México


Fiona e companheiros aguardam para embarcar no ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México

Fiona e companheiros aguardam para embarcar no ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México


Chegamos as 13h no porto, embarcamos pouco depois das 14h, a área de passageiros estava vazia ainda, apenas com os motoristas dos vários caminhões e carros que já tinham embarcado. São pelo menos 3 andares de carros, é impressionante como o ferry é imenso!

Dirigindo entre os vários andares do ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México

Dirigindo entre os vários andares do ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México


O ferry oferece também cabines com e sem banheiro, mas já estavam lotadas quando compramos o ticket. Economizamos e aproveitamos para nos atualizar na sessão filmes Baja Ferry. Eu sabia que seriam 17 horas sentada naquele lugar, não tinha nada mais a fazer senão relaxar!

Subindo da garagem para os andares superiores no ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México

Subindo da garagem para os andares superiores no ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México


Assiti: Buhos, um filme sobre a vida de um mundo de corujas, animação linda seguida por Homem Aranha, que eu já vi umas 2 vezes. Aí seguiram dois filmes, um sobre um menino que começa a jogar na NBA, outro pastelão americano sobre uma despedida de solteiro em Las Vegas, só filme de primeira qualidade! Hahaha!

Salão de passageiros no ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México

Salão de passageiros no ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México


Tentei outras atividades para variar a programação de filmes ruins, mas vi que mesmo em um ferry grande como este eu enjôo se tento escrever, digitar ou ler... Até que, enfim, apareceu um filme interessante e que eu queria assistir há um tempão, o “Comer, Rezar e Amar” com a Julia Roberts. Embora não deva ser tão “profundo” quando o livro, mas passa uma mensagem positiva da vida, curti. Após o jantar de bandejão ainda assisti com o Rodrigo, apaixonado pelo Universo Marvel, o filme X-Man, o Início.

O refeitório do ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México

O refeitório do ferry-boat entre Mazatlán e La Paz, na Baja California - México


Dormir não foi nada fácil, o povaréu se espalhou pelo chão, poltronas e onde mais pudessem se enfiar tentando achar posições mais confortáveis, eu tentava desviar a atenção dos roncadores ou caminhantes noturnos. Após algumas péssimas horas de sono vi o sol nascer no horizonte do Mar de Cortês e ao fundo os primeiros sinais da Baja Califórnia.

Primeira visão da Baja California, no México

Primeira visão da Baja California, no México


Ainda deu tempo de assistir a mais um filme pela manhã, Inimigos Públicos, com o Johnny Deep, sobre bandidos dos anos 30 nos estados Unidos, muito bom! Chegamos no Porto de Pichilingüe perto das 9h da manhã e levamos 3 horas para desembarcar o carro e dirigir os 20km até a cidade de La Paz. Nossa primeira parada foi em uma borracharia, pois o pneu da Fiona vinha manco desde a Cidade do México. Sim, nós vimos ele no chão na casa do Rodz, enchemos e desde então viemos apenas controlando a calibragem. Hoje finalmente convenci o Ro a parar em uma borracharia e descobrimos um imenso parafuso enfiado na patinha da Fiona! Coitada!

O parafuso que estava alojado no pneu da Fiona, retirado em La Paz, na Baja California, no México

O parafuso que estava alojado no pneu da Fiona, retirado em La Paz, na Baja California, no México


Consertamos o pneu, tiramos o cadeado emperrado do nosso step, almoçamos em um restaurante de frente para o Mar de Cortês e pegamos estrada para o sul, nos afastando do nosso objetivo maior, o Alasca.

Hospital da Fiona em La Paz, na Baja California, no México

Hospital da Fiona em La Paz, na Baja California, no México


Normalmente não gostamos de baixar latitude, mas nesse caso o detour se faz necessário! As atrações mais turísticas da Baja Califórnia estão em Los Cabos, ponta da península. Não iremos até a badalada Cabo San Lucas, já está com demasiada infra-estrutura, gente e turistas para nós. Assim decidimos passar nossa primeira noite em um lugar mais íntimo com a natureza, o Parque Nacional Marinho de Cabo Pulmo! Foram duas horas de viagem, nos instalamos e preparamos as atividades do dia seguinte, nosso primeiro mergulho no Mar de Cortês!

Chegamos ao Mar de Cortez, no Cabo Pulmo, sul da Baja California, no México

Chegamos ao Mar de Cortez, no Cabo Pulmo, sul da Baja California, no México


Finalmente os Estados Unidos está aparecendo no nosso horizonte. São mais de 1.800km de estrada, atravessando praias e desertos para chegar até lá, mas a segunda principal barreira já foi ultrapassada, a primeira será a própria fronteira! Mas caaaalma, ainda temos muita história na Baja Califórnia pela frente!

Estrada corta o sul da Baja California, no México, a caminho do Cabo Pulmo

Estrada corta o sul da Baja California, no México, a caminho do Cabo Pulmo



Informações| Baja Ferry - www.bajaferries.com

México, Mazatlán, Cabo Pulmo, La Paz Baja California, América do Norte, Baja Ferry, Ferry, Transportation, Transporte

Veja todas as fotos do dia!

Participe da nossa viagem, comente!

Fiona Off-Road

Brasil, Paraíba, Praia da Campina (Outeiro)

Praia e falésias entre as praias da Campina e do Outeiro - PB

Praia e falésias entre as praias da Campina e do Outeiro - PB


Hoje acordamos indispostos, comemos algo que não nos fez bem... salada ou talvez a pizza de anti-ontem, sei lá. Fato é que ontem estávamos mal, mas ainda dava para disfarçar, hoje não rolou. Acordei com sensação de febre (só a sensação) e dor mesmo. Ontem já tivemos menos fome e hoje então, fome alguma. Esse tipo de coisa é ruim, mas temos sempre que ver o lado bom: emagreçamos! Rsrs! Ok, descansamos no hotel o máximo que pudemos, mas tínhamos que seguir viagem. Nossas amigas pernambucanas haviam nos dito que de forma geral os estados nordestinos desenvolveram mais o litoral sul do que o norte. Resolvemos comprovar esta teoria aqui na Paraíba, já que os nossos guias colocavam 3 estrelas em duas praias que estavam no nosso caminho para o Rio Grande do Norte. Subimos pela costa, descobrindo ainda as praias no norte de João Pessoa, mais freqüentadas pelos pessoenses ou quem realmente conhece a região. A Praia do Bessa, com vegetação de restinga e coqueiros e já no município vizinho, a Praia de Intermares, ainda mais bonitas que as praias de Cabo Branco e Tambaú.

Atravessando a balsa entre Cabedelo e Lucena - PB

Atravessando a balsa entre Cabedelo e Lucena - PB


Pegamos a balsa de Cabedelo para Lucena, onde resolvemos pagar um motociclista para nos guiar por entre os canaviais, cortando uma bela volta que daríamos pelo asfalto para chegar à Barra do Mamanguape. A vila de pescadores possui algumas casas de veraneio, uns 2 restaurantes, uma padaria e um mercadinho. Na foz do Rio Mamanguape, uma Área de Proteção Ambiental, é também uma das bases do Projeto Peixe-Boi do ICM Bio.

Seguindo o mototaxi pelo canavial, entre Lucena e a Praia da Campina - PB

Seguindo o mototaxi pelo canavial, entre Lucena e a Praia da Campina - PB


Lá cruzamos com uma expedição off-road organizada com mais de 30 carros, a Expedição Miriri. Infelizmente já o pegamos em movimento, senão já podíamos trocar umas figurinhas, principalmente sobre o estado da estrada para frente.

Cruzando com a expedição Miriri, chegando na Praia da Campina - PB

Cruzando com a expedição Miriri, chegando na Praia da Campina - PB


Dali seguimos sem guia, por estrada de areia e terra esburacadas, sobre falésias e erosões monstras. É terra do off-road mesmo, cruzamos motociclistas mais aventureiros e um deles nos avisou, além desta fenda aqui, no final da estrada irão encontrar uma valeta. Resolvemos seguir, nosso objetivo inicial era a praia do Oiteiro, mas a esta altura queríamos era ver onde aquela trilha ia dar.

Praia e falésias entre as praias da Campina e do Outeiro - PB

Praia e falésias entre as praias da Campina e do Outeiro - PB


Vistas maravilhosas das falésias, mescladas com desconforto abdominal desgraçado. Não almoçamos, o café da manhã foram uma fruta e um chá, e ainda não sentíamos fome... sinal que a coisa estava preta. Passamos pela “fenda”, uma erosão que cortava a estrada na vertical e tinha uns sacos de areia tentando tapá-la. Ali a Fiona já deu uma patinada, uma das rodas ficou no ar, mas com jeitinho conseguimos tirá-la.

Praia e falésias entre as praias da Campina e do Outeiro - PB

Praia e falésias entre as praias da Campina e do Outeiro - PB


Seguimos pelo areial, entre coqueiros e restinga, estávamos quase chegando na barra do Rio Miriri quando avistamos a fenda. Pouco mais de um metro de desnível em diagonal, descemos devagar, o ângulo de entrada da Fiona é bom, mas nem tanto... eu fiquei preocupada que batesse a frente, mas ufa, passamos sem nenhuma crise.

Barra do rio Miriri, entre Lucena e Barra do Mamanguape - PB

Barra do rio Miriri, entre Lucena e Barra do Mamanguape - PB


A Barra do Miriri é sensacional, falésias de um lado, areia e restinga de outro. A maré ainda estava baixa, mas não o suficiente para arriscarmos atravessar. Ali muitas marcas de pneu, a Expedição Miriri com certeza passou por ali mais cedo e seguiu pela praia até a Barra do Mamanguape. Estudamos o caminho, tentamos nos informar sobre a tábua de marés, mas preferimos não arriscar.

Barra do rio Miriri, entre Lucena e Barra do Mamanguape - PB

Barra do rio Miriri, entre Lucena e Barra do Mamanguape - PB


Iniciamos a nossa empreitada de volta e logo no início tínhamos aquela amiga valeta para vencer. O Rodrigo tentou devagar, tracionado e não conseguiu. O solo parece quase uma pedra de areia fina, derrapa que é uma beleza. Tentamos novamente e não deu... só lembramos do nosso professor de técnicas 4x4 falando “Tente uma vez, pare, olhe, avalie a situação, tente novamente. Se não conseguir não adianta forçar, teremos que achar alguma outra forma de tirar o carro daqui.”

Tentativa de destravar a Fiona, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB

Tentativa de destravar a Fiona, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB


Eu fiquei P da vida, não era a situação que eu queria estar, indisposta como estava desde cedo. Mas àquela altura já estava feito e eu tinha que colocar a mão na massa. Desci do carro e logo vi que teríamos que usar o guincho, mas o Ro quis tentar com folhas de coqueiro. Não rolou... aí tentou as pranchas de alumínio, para dar mais agarra para os pneus, uma no dianteiro e outra no traseiro. O pior é que se voltasse para trás íamos cair em outro buraco.

Usando a prancha de alumínio para tentar destravar a Fiona, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB

Usando a prancha de alumínio para tentar destravar a Fiona, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB


Tentamos uma, duas, três vezes e não funcionou. Tivemos que colocar, pela primeira vez o noss poderoso guincho em ação. O Rô já queria prender o cabo de aço direto numa “corda” na árvore e puxar. Aí foi que a minha memória de boa aluna e meu jeitinho escoteiro tiveram que entrar em ação.

Guincho puxando a Fiona, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB

Guincho puxando a Fiona, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB


Colocamos a cinta de 6m abraçando uma árvore, manilha a prendendo na patesca e cabo de aço de volta no carro. Tudo colocado no lugar, como mandava o figurino. Só faltou ligarmos o DVD da vídeo-aula de Técnica 4x4 para confirmarmos. Eis o grande momento, Rodrigo entrou no carro, ponto morto e eu liguei o guincho, BINGO! Puxamos a Fiona em 2 minutinhos e acabamos de justificar um belo investimento feito no carro, equipamentos e curso! Rsrsrs! Depois de 280 dias de viagem, eu quase estava achando que não íamos mais usá-los. Meu mau-humor, dor e tudo mais foram embora, afinal o gosto pela aventura e pela diversão são ainda maiores!

Com a ajuda do guincho, a Fiona ultrapassa a valeta, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB

Com a ajuda do guincho, a Fiona ultrapassa a valeta, entre a praia do Outeiro e a Barra do Mamanguape - PB


Voltamos à Vila da Barra de Mamanguape, já eram quase 5 da tarde, comemos um lanchinho bem básico de pão com queijo para não fazer mais estragos e seguimos viagem para o próximo estado do nosso cronograma, Rio Grande do Norte.

Barra do Miriri, ao norte de Lucena - PB

Barra do Miriri, ao norte de Lucena - PB


A BR-101 dali para frente parecia um tapete, não só comparado com o off-road que acabamos de pegar, mas até porque aqui milagrosamente ela estava duplicada. Logo após a fronteira, pegamos mais 18km de estrada de terra entre canaviais, daquelas que assustam de tão escuras e vazias, e chegamos ao povoado de Sagi. Não demorou muito e já estávamos muito bem instalados na Pousada Sabambugi, uma pérola no meio deste nosso dia tão bem aventurado. Uma rede na varanda com uma bela vista para o mar, no final, como bem disse meu maridinho, “tudo está bem quando acaba bem”.

Fim de tarde na barra do rio Miriri - PB

Fim de tarde na barra do rio Miriri - PB

Brasil, Paraíba, Praia da Campina (Outeiro), 4x4, Barra do Mamanguape, Fiona, off road, Oiteiro, Praia, Praia do Bessa, Rio Miriri, trilha

Veja mais posts sobre 4x4

Veja todas as fotos do dia!

Participe da nossa viagem, comente!

Página 220 de 113
Blog da Ana Blog da Rodrigo Vídeos Esportes Soy Loco A Viagem Parceiros Contato

2012. Todos os direitos reservados. Layout por Binworks. Desenvolvimento e manutenção do site por Race Internet