0 Blog da Ana - 1000 dias

Blog da Ana - 1000 dias

A viagem
  • Traduzir em português
  • Translate into English (automatic)
  • Traducir al español (automático)
  • Tradurre in italiano (automatico)
  • Traduire en français (automatique)
  • Ubersetzen ins Deutsche (automatisch)
  • Hon'yaku ni nihongo (jido)

lugares

tags

arqueologia cachoeira Caribe cidade histórica Estrada mar Mergulho Montanha parque nacional Praia Rio roteiro Trekking trilha

paises

Alaska Anguila Antígua E Barbuda Argentina Aruba Bahamas Barbados Belize Bermuda Bolívia Bonaire Brasil Canadá Chile Colômbia Costa Rica Cuba Curaçao Dominica El Salvador Equador Estados Unidos Galápagos Granada Groelândia Guadalupe Guatemala Guiana Guiana Francesa Haiti Hawaii Honduras Ilha De Pascoa Ilhas Caiman Ilhas Virgens Americanas Ilhas Virgens Britânicas Jamaica Martinica México Montserrat Nicarágua Panamá Paraguai Peru Porto Rico República Dominicana Saba Saint Barth Saint Kitts E Neves Saint Martin San Eustatius Santa Lúcia São Vicente E Granadinas Sint Maarten Suriname Trinidad e Tobago Turks e Caicos Venezuela

arquivo

SHUFFLE Há 1 ano: Estados Unidos Há 2 anos: Estados Unidos

Ruínas Mayas de Quintana Roo

México, Cobá, Tulum

A combinação perfeita em Tulum: ruínas mayas e o mar caribenho! (na península do Yucatán, no México)

A combinação perfeita em Tulum: ruínas mayas e o mar caribenho! (na península do Yucatán, no México)


Após um passeio pelas incríveis ruínas de Chichén Itzá, Uxmal e as Grutas de Lol-Tún (veja post anterior), chegou a vez de viajarmos pelas ruínas mayas no atual estado mexicano de Quintana Roo. A propósito, poucos sabem que Chichén não faz parte deste estado, já que a maioria visita estas ruínas vindos em tours da cidade de Cancún ou Playa del Carmen. Entretanto é aqui em Quintana Roo que estão duas ruínas muito especiais, Cobá e Tulum, cada uma com suas histórias e encantos.

RUÍNAS DE COBÁ

A mais alta das pirâmides em Cobá, que pode ser subida por turistas (na península do Yucatán, no México)

A mais alta das pirâmides em Cobá, que pode ser subida por turistas (na península do Yucatán, no México)


A uma hora de Valladolid, no caminho para Tulum e já no estado de Quintana Roo estão as ruínas de Cobá. O complexo foi descoberto pelos “chicleteros”, trabalhadores que extraíam a borracha do Zapote Chico, árvore que deu origem à goma de mascar Adams.

A mata densa que tomou conta das ruínas de Cobá, na península do Yucatán, no México

A mata densa que tomou conta das ruínas de Cobá, na península do Yucatán, no México


Passando por túnel sob as ruínas mayas de Cobá, na península do Yucatán, no México

Passando por túnel sob as ruínas mayas de Cobá, na península do Yucatán, no México


Cobá teve o seu apogeu entre os anos de 800 e 1.100 d.C. e chegou a abrigar uma população de 40 mil habitantes. Das ruínas mayas aqui citadas é a menos turística e por isso mesmo guarda um charme especial. Além do Templo de las Iglesias e do Conjunto de las Pinturas, o templo mais impressionante é o Nohoch Mul, ou grande pirâmide. Esta é a maior pirâmide maya no Yucatán, com 42 metros de altura! Lá do alto podemos ver as colinas que margeiam a Ruta Puuc.

Pela lateral, o Rodrigo ultrapassa vários turistas na subida à mais alta das pirâmides de Cobá, na península do Yucatán, no México

Pela lateral, o Rodrigo ultrapassa vários turistas na subida à mais alta das pirâmides de Cobá, na península do Yucatán, no México


Um pequeno Juego de Pelotas, com seus aros característicos nas laterias, nas ruínas mayas de Cobá, na península do Yucatán, no México

Um pequeno Juego de Pelotas, com seus aros característicos nas laterias, nas ruínas mayas de Cobá, na península do Yucatán, no México


Turistas usam a corda para descer a pirâmide de Cobá, na península do Yucatán, no México

Turistas usam a corda para descer a pirâmide de Cobá, na península do Yucatán, no México


As estruturas estão espalhadas por uma grande área, conectadas por sacbeob, caminhos brancos mayas. A mata secundária é bem crescida para o pobre solo da região e faz a caminhada ainda mais prazerosa dos dias quentes. Há também a opção de alugar bicicletas ou ainda pagar um bici-táxi para dar a volta por todo o sítio. Nós aproveitamos para caminhar na mata e fazer um pouco de exercício.

Bicitaxis levam turistas pelas longas alamedas das ruínas mayas de Cobá, na península do Yucatán, no México

Bicitaxis levam turistas pelas longas alamedas das ruínas mayas de Cobá, na península do Yucatán, no México


Junto com a Val, caminhando pelas longas alamedas de Cobá, antiga cidade maya na península do Yucatán, no México

Junto com a Val, caminhando pelas longas alamedas de Cobá, antiga cidade maya na península do Yucatán, no México


Ficamos hospedados na vila de Cobá, um quilômetro antes da entrada do sítio arqueológico. A vila é pequenininha e nada turística, encontramos um hostal familiar onde pudemos trocar receitas com a filha mais velha, que nos ensinou bastante sobre a culinária local, temperos e molhos. Numa caminhada rápida pela pequena vila eu e a Val ainda pudemos ver o final de um casamento que estava acontecendo na igrejinha, foi sensacional. A propósito, a Vila de Cobá foi eleita pela Valéria a melhor hospedagem da viagem!

Com a Val, no topo da mais alta pirâmide da cidade maya de Cobá, na península do Yucatán, no México

Com a Val, no topo da mais alta pirâmide da cidade maya de Cobá, na península do Yucatán, no México



RUÍNAS DE TULUM
A Cidade Maya de Tulum foi ocupada entre os anos de 1200 e 1521 d.C, no período conhecido como pós-clássico. Seu nome na língua maya quer dizer “muro”, mas este foi o nome dado pelos exploradores no século XX. A cidade era chamada por seus habitantes de Zama, ou “entardecer”, mal sabiam os mayas que este seria mesmo o entardecer de sua civilização, já que esta foi uma das últimas cidades mayas a ser abandonada, 75 anos depois da chegada dos espanhóis.

A combinação perfeita em Tulum: ruínas mayas e o mar caribenho! (na península do Yucatán, no México)

A combinação perfeita em Tulum: ruínas mayas e o mar caribenho! (na península do Yucatán, no México)


O sítio Arqueológico não é muito extenso, mas é excepcional, pois são as únicas ruínas mayas na beira do mar. Sua localização estratégica fazia de Tulum um importante porto para os mayas, que interligavam suas rotas comerciais com as cidades mais ao sul, passando por Belize e até Honduras.

Mar do Caribe visto do alto das ruínas mayas de Tulum, no México

Mar do Caribe visto do alto das ruínas mayas de Tulum, no México


Imaginem qual não foi a surpresa do navegador espanhol Juan de Grijalva quando passou por este litoral em 1518 e avistou uma imensa cidade amuralhada, com edifícios coloridos em vermelho, azul e amarelo e uma chama no topo de um mirante! Que privilégio esses navegadores tiveram! Segundo alguns arqueólogos esta chama seria de um farol, outros acreditam que era uma capela.

Visitando as ruínas mayas de Tulum, em frente ao mar do Caribe, no México

Visitando as ruínas mayas de Tulum, em frente ao mar do Caribe, no México


Os templos ainda possuem alguns estucos e estelas, fachadas decoradas e além do Kukulcán (a serpente emplumada), aqui se encontraram também referências ao Deus do Vento e outro chamado pelos arqueólogos de Deus Descendente. As águas azuis do Mar do Caribe e as pequenas praias de areias brancas completam um cenário magnífico, entre ruínas e iguanas. Imperdível!

Iguanas, os atuais moradores das ruínas mayas de Tulum, no sul do México

Iguanas, os atuais moradores das ruínas mayas de Tulum, no sul do México


As impessionantes ruínas mayas de Tulum, em frente ao mar caribenho, na península do Yucatán, no México

As impessionantes ruínas mayas de Tulum, em frente ao mar caribenho, na península do Yucatán, no México


Justamente por sua localização este é um dos sítios mais visitados no estado de Quintana Roo, próximo à Playa del Carmen, do Povoado de Tulum e a apenas 1h40 de Cancún. Fomos cedo para tentar evitar a superlotação, mas acho que todos pensaram igual. Nós contratamos um guia para dar uma melhor ideia da cultura maya in loco. É sempre mais fácil e faz a visita render bastante, já que ele sabe os principais pontos e passa várias informações interessantes.

A impressionante cor do mar do caribe, em Tulum, no México

A impressionante cor do mar do caribe, em Tulum, no México


As impessionantes ruínas mayas de Tulum, em frente ao mar caribenho, na península do Yucatán, no México

As impessionantes ruínas mayas de Tulum, em frente ao mar caribenho, na península do Yucatán, no México


Nesta série de posts sobre as ruínas mayas espero ter conseguido resumir um pouco da história e da nossa experiência nestes 4 sítios arqueológicos da Península do Yucatán. Para mim foi uma experiência riquíssima! Saímos daqui muito mais íntimos desta civilização tão próxima e ao mesmo tempo tão distante de nós. Mas a nossa passagem pelo Mundo Maya não para por aqui, ainda iremos encontrá-los mais ao sul em Belize, Guatemala e Honduras!

Uma das muitas estelas expostas na cidade maya de Cobá, na península do Yucatán, no México

Uma das muitas estelas expostas na cidade maya de Cobá, na península do Yucatán, no México


E aí, gostaram do passeio pelas ruínas mayas de Quintana Roo? Confiram também as antigas cidades Mayas de do estado vizinho de Yucatán.

México, Cobá, Tulum, arqueologia, mayas, Quintana Roo, Ruínas Mayas

Veja todas as fotos do dia!

Quer saber mais? Clique aqui e pergunte!

Asunción

Paraguai, Asunción

Tenda de artesanato na Praça Uruguaya, em Asunción - Paraguai

Tenda de artesanato na Praça Uruguaya, em Asunción - Paraguai


Asunción é uma cidade de 1,2 milhões de habitantes às margens do Rio Paraguay. O centro histórico se desenvolveu ali e ainda é o centro político da capital, porém a beira rio ficam as favelas, também conhecidas como viviendas temporárias, já que estão sujeitas à alta do rio.

Rio Paraguay, que banha Asunción - Paraguai

Rio Paraguay, que banha Asunción - Paraguai


Próximos da comemoração do Bicentenário da Independência, declarada em 20 de julho de 1811, todos os edifícios públicos estão passando por restaurações e reformas. Lindos por fora, fechados por dentro. Portanto alguns dos prédios abertos a visitação turística, como o Panteón de los Heroes, onde estão os restos mortais de Solano Lopes e outros ilustres da história paraguaia.

O Panteão dos Heróis, em Asunción - Paraguai

O Panteão dos Heróis, em Asunción - Paraguai


A melhor forma de conhecer o centro histórico é caminhando. Conseguimos a melhor vaga para estacionar a Fiona, sem parquímetro e em frente ao quartel policial na Plaza Constitución, onde fica a Catedral Metropolitana. Logo ao lado, o Cabildo, uma marca da passagem dos jesuítas na região, antes Casa do Governo Espanhol, hoje museu do Congresso Nacional.

O 'Cabildo', em Asunción - Paraguai

O "Cabildo", em Asunción - Paraguai


Aqui fica claro o contraste entre a riqueza e a pobreza do povo paraguaio. Avistamos o rio e logo abaixo as favelas, não muito diferentes das que encontramos em Recife, Rio ou Salvador. O policiamento nas ruas é grande, quase ostensivo, ficando clara a preocupação com a segurança na região. Assim sendo, continuamos caminhando, nos sentindo ainda mais seguros, pelo centro limpo e arborizado e chegamos ao imponente Palácio do Governo, também em estágio final de restauração. Logo em frente fica o Centro Cultural Manzana de La Riviera, um conjunto de casas antigas restauradas que deu espaço a um museu sobre a história da cidade de Asunción, salas de exposição e um restaurante com vista para o Palácio. Vale a visita.

Praça Uruguaya, em Asunción - Paraguai

Praça Uruguaya, em Asunción - Paraguai


A esta altura, já com fome, começamos a mesclar o roteiro gastronômico ao histórico. Passamos em frente ao Panteón e ao Lido Bar, um dos bares mais tradicionais que serve a famosa sopa paraguaia, especialidade da cozinha local. Seguimos adiante compramos um pão preto de trocentos cereais na padaria alemã e encontramos a Confiteria Bolsí.

Padaria alemã em Asunción - Paraguai

Padaria alemã em Asunción - Paraguai


Sabem aquela uma confeitaria dos anos 60, com aquele balcão antigo de madeira delicioso para sentar, tomar uma cerveja e ver o movimento passar? Exatamente, vimos colegas de trabalho, dando aquela escapadinha do escritório, casais, senhores com seus jornais e barbas respeitáveis. Ali decidimos almoçar, empanadas quatro queijos, caneloni para o Rodrigo e uma salada verde deliciosa e difícil de encontrar, adoro!

A deliciosa e tradicional confeitaria Bolsi, no centro de Asunción - Paraguai

A deliciosa e tradicional confeitaria Bolsi, no centro de Asunción - Paraguai


Terminamos o passeio na Praça Uruguaya, em frente ao Ferrocarril, primeira estação de trem do continente. O prédio é lindíssimo e alguns vagões ainda estão ali para fotografia, embora não muito conservados. Contudo não pude deixar de prestar atenção na praça. Um grande acampamento de pessoas pobres, sem terra, sem teto, sem comida, sem nada, a estava ocupando. Aparentemente são pessoas que vivem ali, queremos acreditar que seja apenas temporário.

A mais antiga estação de trem do continente, em Asunción - Paraguai

A mais antiga estação de trem do continente, em Asunción - Paraguai


Ainda que nós brasileiros estejamos acostumados a ver pobreza, confesso que esta cena da praça me chocou. Mais que as favelas às margens do rio, mais do que a miséria que já vimos pelo caminho. De qualquer forma eu prefiro assim, sem hipocrisia, pois não adiantaria imaginarmos que passaríamos pelo Paraguai, um dos países mais pobres da América, vendo a miséria apenas à margem das grandes cidades. Sim ela existe, no centro histórico e turístico e em todo lugar, infelizmente faz parte da realidade deste país.

População indígena em paraça de Asunción - Paraguai

População indígena em paraça de Asunción - Paraguai

Paraguai, Asunción,

Veja mais posts sobre

Veja todas as fotos do dia!

Participe da nossa viagem, comente!

La Playa del Sur - Miami

Estados Unidos, Flórida, Miami

Balada no Fontainebleu - Miami

Balada no Fontainebleu - Miami



Galera, impossível chamar isso aqui de Miami Beach... na buena... todos já haviam me falado como os latinos haviam tomado conta de Miami, mas eu não imaginei que era tanto! Tenho certeza que a fiscalização faz vistas grossas para os ilegais, até por que são a mão se obra barata que faz La Playa de Miami ser o que é, fervilhante, cheia de vida, festa, músicas e turistas.

Chegamos aqui no Spring Break, quando pessoas de todos os Estados Unidos chegam para fugir um pouco do inverno gelado e curtir uma praia. Além disso, ainda está rolando o Sony Ericksson Open de Tenis, que é aqui do lado da casa do Rita em Key Biscayne, portanto trânsito e agito fazem parte do pacote. Daqui do prédio vemos o tempo todo o dirigível da Good Year que está filmando o Open, além dos quatro caças F16 que passaram com um barulho infernal, para fazer a abertura da final feminina hoje cedo. A tal belga arrasou com a Serena Willians, em plena Miami, não deve ter sido fácil!

Depois de um belo café da manhã, uma hora de trabalho e umas quatro historinhas infantis que li para o André e para a Luisa (já estou treinando!), nós fomos para La Playa Sur, ou melhor, South Beach, nos encontrar com Ju e David. Passamos por um shopping, que não poderia deixar de ser e fomos em direção à Lincon Road. Bares e diversos restaurantes com um agito que já seria exagerado se comparado à Curitiba... se pensarmos em aonde estávamos há dois dias atrás então... coitado do seu Rubens. Almoço, praia, sorvete, hotel, zzzzzzz, balada! A Ju e o David, coitados... ainda estavam de ressaca do dia anterior, mas eu depois da soneca estava uma pilha, louca para cair num Club! Fomos conhecendo alguns bares nos hotéis próximos até chegarmos ao Fountain Bleau onde paramos para um drink. O Club, esqueça... dress code pesado, eu até entraria, mas o Ro não estava properly dressed, rsrsrs. Mais uma noite para descansarmos, pois a balada de amanhã não vai passar! Nicky Beach Club, em La Playa del Sur!

Narguile em Miami

Narguile em Miami

Estados Unidos, Flórida, Miami, Praia

Veja todas as fotos do dia!

Diz aí se você gostou, diz!

A Infinita Alaska Highway!

Canadá, Dawson Creek, Fort Nelson, Whitehorse, Alaska, Fairbanks, Tok

Chegando ao Alaska, depois de mais de 2 mil quilômetros na Alaska Highway através do Canadá

Chegando ao Alaska, depois de mais de 2 mil quilômetros na Alaska Highway através do Canadá


Hoje começamos a nossa empreitada rumo ao Alasca! São 2.813km de estrada entre Hinton, em Alberta, até Fairbanks, no Alasca, passando pelos estados canadenses da British Columbia e o distante Yukon e cruzando a fronteira com o 49º estado americano.


Nosso longo caminho até o Alaska

A Alaska Highway, também conhecida como ALCAN (Alasca-Canada Highway), foi construída no ano de 1942 em plena Segunda Guerra Mundial em tempo recorde! Foram 8 meses desde a primavera (08/03/42) até o dia 28 de outubro de 42, no final do outono. Mais de 11 mil trabalhadores foram contratados, 5 mil caminhões, 904 tratores, 374 niveladoras e 174 escavadeiras para colocar a estrada de terra, suas pontes e novas curvas trafegáveis por veículos militares. Sim, esta foi literalmente uma operação de guerra. Até o ano de 1948 a estrada foi utilizada apenas pelo Exército Americano para o transporte de mantimentos militares para a base aérea de onde saiam os aviões exportados e vendidos para a aliada União Soviética. Aumentar a presença americana no Alaska era uma questão de segurança nacional, principalmente na costa, que chegou a ter territórios ocupados nas Ilhas Aleutas. A estrada foi aberta para uso civil após o término da guerra em 1948.

Lendo painéis explicativos ao longo da Alaska Highway, no Yukon Territory, no Canadá

Lendo painéis explicativos ao longo da Alaska Highway, no Yukon Territory, no Canadá


Cuidado com bisões! (Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá)

Cuidado com bisões! (Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá)



1° DIA - Hinton/ Fort Nelson (915 km)

Ponto inicial da rodovia Alaska Highway, em Dawson Creek, pequena cidade na British Columbia, no Canadá

Ponto inicial da rodovia Alaska Highway, em Dawson Creek, pequena cidade na British Columbia, no Canadá


Como vocês já devem ter notado, o turismo aqui na América do Norte é muito forte, por isso até na menor cidade por onde passamos encontramos estrutura turística, um centro de informações e um museu com a história da vila que enaltece a sua importância regional, nacional e mundial! Dawson Creek não é diferente e após 462 km chegamos à “Mundialmente Famosa Alaska Highway!”.

Km 0 - Dawson Creek | British Columbia | Canadá
Aqui começa a Alaska Highway. 2.275 km entre montanhas, cruzando rios e riachos que dá acesso a uma das áreas mais selvagens do planeta. Na cidade uma parada para foto na placa de início da rodovia e coleta de informações importantíssimas para os próximos dois dias: onde há hospedagem, comida e combustível ao longo da estrada. Estarão abertos? Fomos bem alertados que nesta época do ano os negócios locais começam a fechar para a estação de inverno e abrem novamente só no ano que vem! O centro de visitantes tem um pequeno museu, vários guias da região e nos forneceu uma lista com todas estas informações e suas respectivas quilometragens. Profissional!

Pensativo, saindo do centro de informações no marco zero da rodovia Alaska Highway, em Dawson Creek, na British Columbia, no Canadá. Só faltam 2.400 quilômetros...

Pensativo, saindo do centro de informações no marco zero da rodovia Alaska Highway, em Dawson Creek, na British Columbia, no Canadá. Só faltam 2.400 quilômetros...


Placa informativa sobre a Alaska Highway, em Dawson Creek, na British Columbia, no Canadá

Placa informativa sobre a Alaska Highway, em Dawson Creek, na British Columbia, no Canadá



Km 72 - Fort St John | British Columbia | Canadá
A região de Fort St John possui várias atrações, trilhas para caminhadas e pedaladas, lagos e rios para remo e pesca, além de prometer uma rica vida cultural e artística. Ansiosos para chegarmos logo ao Alasca, nós nem paramos, mas se você tiver tempo, é uma boa base para explorar a região nordeste da British Columbia.

A linda paisagem da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá

A linda paisagem da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá



Km 453 – Fort Nelson | British Columbia | Canadá
Esta foi a nossa base para primeira noite na Alaska Highway. Depois de 915km nós só queríamos encontrar um lugar para comer e descansar. A rodovia é a rua principal da cidade que começou a voltar seus olhos para o turismo há pouco tempo. Além de todos os esportes ligados à natureza que a rodeia, suas principais atividades são a caça esportiva e a especialidade de pesca conhecida como fly-fishing. Nós jantamos em uma Boston Pizza e soubemos que ontem a noite o pessoal pode ver daqui as luzes da Aurora Boreal. Passamos a noite esperando por ela, mas a lua muito brilhante não foi muito amiga.

A linda paisagem da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá

A linda paisagem da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá



2° DIA - Fort Nelson/ Whitehorse (951 km)

Km 707 – Muncho Lake | British Columbia | Canadá
Saímos de Fort Nelson e antes mesmo de cruzar a fronteira com o Yukon passamos pelo Northern Rockies Lodge procurando um lugar para um pips e encontramos um lago caribenho nas montanhas do Yukon! Um barco e um hidroavião estacionados às margens do lago com um azul inacreditável! Vale a pena parar nem que seja apenas para uma foto!

Hidroavião em um dos mais belos lagos ao longo da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá

Hidroavião em um dos mais belos lagos ao longo da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá


Fiona resolve se refrescar na água gelada e aproveita para posar ao lado de um barco e um hidroavião, em lago ao longo da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá

Fiona resolve se refrescar na água gelada e aproveita para posar ao lado de um barco e um hidroavião, em lago ao longo da Alaska Highway, na British Columbia, no Canadá



Km 981 - Watson Lake | Yukon | Canadá
Watson Lake está quase na fronteira entre os estados de BC e Yukon. Cercada de lagos, rios, mais de 65 de trilhas, é a porta de entrada para o Nahanni National Park e possui um dos monumentos mais curiosos do caminho, a Sign Post Forest.

A famosa Sign Post Forest, em Watson Lake, pequena cidade na Alaska Highway, no Yukon Territory, no Canadá

A famosa Sign Post Forest, em Watson Lake, pequena cidade na Alaska Highway, no Yukon Territory, no Canadá


Tudo começou quando um soldado americano que trabalhava na construção da rodovia, saudoso de sua casa, resolveu coloca uma placa com a distância daquele ponto para Danville, Illinois. Outros seguiram os seus passos e hoje, mais de 60 anos depois, mais de 10 mil placas formam uma florestas de placas gigantesca! Nós não poderíamos passar por ali e não deixar a nossa marca! Mesmo à revelia de Rodrigo, coloquei a nossa placa americana reserva e um adesivo do 1000dias, marcando a nossa passagem pela Alaska Highway!

A Ana prepara-se para deixar a marca da Fiona na sign POst Forest, em Watson Lake, trecho da Alaska Highway no Yukon Territory, no Canadá

A Ana prepara-se para deixar a marca da Fiona na sign POst Forest, em Watson Lake, trecho da Alaska Highway no Yukon Territory, no Canadá


Placa da fiona, junto com milhares de outras, na Sign Post Forest, em Watson Lake, cidade do Yukon Territory, no Canadá, por onde passa a Alaska Highway

Placa da fiona, junto com milhares de outras, na Sign Post Forest, em Watson Lake, cidade do Yukon Territory, no Canadá, por onde passa a Alaska Highway



Km 1.421 – Whitehorse | Yukon | Canadá
A capital do Yukon abriga 75% da população do estado, em torno de 26 mil habitantes. A história da cidade remonta aos tempos da Corrida pelo Ouro no norte do estado, quando esta serviu de ponto de passagem para os stampeders (mineiros), que cruzavam a região. Chegamos no finalzinho do dia, ou melhor, da noite. Já eram 21h30 e o céu ainda estava claro, mas os estabelecimentos comerciais já estavam todos fechados. Encontramos um lugar para comer, não foi dos mais baratos, mas impressionou! É sensacional chegar em uma cidade tão distante como esta e encontrar um lugar descolado, com cozinha gourmet fusion internacional e Tinglit, nação indígena que habita o estado. Alaskan Style Salmon e uma Yukon Red, cerveja artesanal amber para brindar ao nosso segundo dia de travessia!

Chegando à Whitehorse, no Yukon, no Canadá, ao longo da Alaska Highway. Fairbanks ainda está longe...

Chegando à Whitehorse, no Yukon, no Canadá, ao longo da Alaska Highway. Fairbanks ainda está longe...


No nosso motel um senhor simpático nos recebeu e dando corda, não parou mais de falar! Me contou de suas aventuras fotográficas por Dawson e pela Dempster Highway, explicou como funciona a Aurora Boreal e dos planos para a próxima viagem ao Chile, onde irá encontrar sua namorada virtual pela primeira vez! “Tenho 66 anos, mas não estou morto!” Hahaha! Ele foi o primeiro a nos dar uma dica primordial para enteder a aurora em um primeiro olhar: às vezes ela parece uma nuvem, bem fininha e branca pelo céu, mas com um formato diferente. Outra dica boa foi o site canadense de previsão de aurora boreal. Bingo! Esta noite foi a nossa noite mágica! Estavam uns - 4°C às 3 horas da manhã quando o Rodrigo me acordou aos gritos: “Ana! Vem! Eu acho que estou vendo a aurora!” Me vesti ainda meio tonta de sono, câmera e tripé na mão e lá estava ela, branda, mas esverdeada, fazendo um lindo arco ao norte da cidade. Momentos mágicos que eu nunca irei esquecer!

Absolutamente maravilhados com a nossa inesquecível primeira Aurora Boreal, em Whitehorse, Yukon Territory, no Canadá, ao longo da Alaska Highway

Absolutamente maravilhados com a nossa inesquecível primeira Aurora Boreal, em Whitehorse, Yukon Territory, no Canadá, ao longo da Alaska Highway


Nota: Em tempo, entre Waston Lake e Whitehorse existem alguns detours que dizem valer muito a pena. As cidades de Teslin, Atlin e Carcross, com muita história, cultura dos povos indígenas, aqui chamados de First Nations, ou as primeiras nações e até um pequeno deserto! Se tiver tempo se informe, confira e depois nos conte como é!

A fabulosa paisagem ao longo da Alaska Highway, no Yukon Territory, no Canadá

A fabulosa paisagem ao longo da Alaska Highway, no Yukon Territory, no Canadá



3° DIA – Whitehorse/ Fairbanks (947 km)

Km 1.869 – Beaver Creek | Yukon | Canadá
Saímos de Whitehorse com um único objetivo, chegar ao Alaska! Para ser mais precisa, queríamos mesmo era chegar na cidade de Fairbanks, mais pra lá do final da Alaska Highway! No caminho paramos em um posto de gasolina onde conhecemos Rubens e Ísis, os nossos companheiros de estrada que nos acompanhavam desde Whitehorse. O casal alemão de aproximados 70 anos comprou uma trailler aqui no Canadá e está rumando para o Alasca. Ele é fotógrafo e está começando uma viagem de 3 meses para fotografar a sua paixão: ursos. Rubens já lançou um livro com suas melhores fotos dos últimos 10 anos de viagens ao Alasca, Alberta, British Columbia e Hudson Bay, com fotos maravilhosas de grizzlies, spirits, ursos pretos e até ursos polares! Perguntei à sua esposa se ela não sente medo e ela toda querida me respondeu: “Ele me protege.” Que amor, que exemplo! Agora seu objetivo é fotografar os Ursos Kodiak, um tipo de ursos marrons que só existem na ilha de Kodiak no Alasca. Eles são maiores que os grizzlies e só perdem em tamanho para os ursos polares, mas a briga é boa! São estes viajantes que encontramos pelo caminho e nos ensinam e enriquecem a viagem e a nossa história.

Encontro com o fotógrafo de ursos alemão e sua esposa na Alaska Highway, no Yukon, no Canadá

Encontro com o fotógrafo de ursos alemão e sua esposa na Alaska Highway, no Yukon, no Canadá



Km 1.962 – Fronteira Canadá – EUA | Chegamos ao Alaska!
Uma placa antes mesmo de chegar aos oficiais de fronteira anunciava, chegamos ao Alasca! Depois de 840 dias na estrada e 100 mil quilômetros rodados, finalmente entramos ao território mais boreal da América! Boreal não só por suas auroras, mas por suas latitudes e fronteiras: ao norte o Oceano Ártico, a oeste o Mar de Bering e ao sul o Golfo do Alasca e à leste os Northwestern Tterritories e Yukon, no Canadá! Só lugar frio pra caraca! Aqui rola aquela parada obrigatória para a foto clássica, que todos os viajantes, overlanders, roadtrippers, motociclistas ou easy riders devem fazer! Click!

Chegando ao Alaska, depois de mais de 2 mil quilômetros na Alaska Highway através do Canadá

Chegando ao Alaska, depois de mais de 2 mil quilômetros na Alaska Highway através do Canadá



Km 2.102 – Tok | Alasca | Estados Unidos da América
Tok é uma pequena vila que marca a divisão da Alaska Highway. Daqui você deve escolher qual será o seu destino dentro do Alasca: à esquerda, Anchorage, rumo ao litoral sul e maior cidade do estado. À direita, ao norte, rumo às terras selvagens, distantes e frias para os lados de Fairbanks. Uma dica é parar no centro de visitantes, onde a simpática senhora nos ajudou com informações sobre todo o Alaska, dados sobre as estradas, datas de fechamentos dos parques nacionais e dicas para o norte gelado.

Nosso prineiro fim de tarde no Alaska, trecho final da Alaska Highway

Nosso prineiro fim de tarde no Alaska, trecho final da Alaska Highway



Km 2.275 - Delta Junction | Alasca | Estados Unidos da América
Chegamos ao fim da Alasca Highway. Nada muito interessante por aqui a não ser que a quilometragem zera! Ah! Quilometragem não, não esqueça que cruzando a fronteira as placas passam a ser em milhas! (1 milha = 1,6km).

Fairbanks está cada vez mais próxima, na Alaska Highway. Mas agora, as distâncias voltam a ser em milhas!

Fairbanks está cada vez mais próxima, na Alaska Highway. Mas agora, as distâncias voltam a ser em milhas!



MP 95 / Km 152 – Fairbanks | Alasca | Estados Unidos da América
Dirigimos mais 152 quilômetros e chegamos à Fairbanks. No caminho paramos na cidade do Papai Noel, North Pole (Polo Norte), para garantir uma junky food no Pizza Hut, já que a nossa geladeirinha estava vazia. Levamos quase uma hora procurando uma pousada em Fairbanks, ruas escuras, metade da cidade em obras e todas as pousadinhas fechadas. Acabamos caindo em um motel de rede perto do aeroporto, não foi dos mais baratos, mas nos garantiu uma noite de sono para seguirmos viagem.

Antes de chegar à Faibanks, no Alaska, passamos pelo Polo Norte! (na Alaska Highway)

Antes de chegar à Faibanks, no Alaska, passamos pelo Polo Norte! (na Alaska Highway)



Total: 2.813km. Missão cumprida!

Canadá, Dawson Creek, Fort Nelson, Whitehorse, Alaska, Fairbanks, Tok, Alaska Highway, Aurora Boreal, Brasil - Alasca, Carro brasileiro no Alasca, Estrada, Road Trip

Veja todas as fotos do dia!

A nossa viagem fica melhor ainda se você participar. Comente!

Os ventos cearenses!

Brasil, Ceará, Fortaleza, Lagoinha, Cumbuco

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE


Os ventos cearenses são famosos e muito procurados para os esportes aquáticos como o windsurf e o kite surf. Há apenas 25km de Fortaleza encontramos o paraíso dos kite surfers, chegamos a Cumbuco! Toda a costa do Ceará é muito procurada para a prática deste esporte, pois possui ótimos ventos e locais apropriados para todos os níveis. Cumbuco, entretanto, foi o lugar com maior infra-estrutura e número de kites que já vimos durante toda a viagem! Eu só tinha visto algo parecido lá na Lagoa e na praia do Ibiraquera, em Garopaba, outro dos principais pontos de kite no litoral brasileiro.

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE


Os iniciantes geralmente procuram lagoas, lugares de água bem calma e rasa que facilitam levantar a cada tombo ou queda da pipa. Depois de algumas noções básicas de vento e pilotagem do kite começa a prática com a prancha. A evolução do aluno vai depender da facilidade que ele tem com o equipamento, a compreensão dos ventos, etc. Quanto mais experiente ele se tornar, mais desafios serão dados, como trocar a lagoa pelo mar. Depois de dominadas as manobras básicas, começam as manobras mais complicadas, como surfar e “dropar” ondas e outras mais radicais, piruetas e rodopios voando alto com o kite.

Muito sol e vento em Cumbuco - CE

Muito sol e vento em Cumbuco - CE


Há tempos tenho vontade de aprender, mas para isso temos que estar dispostos e encarar uma sessão de no mínimo 8 horas de aula, que custam em média 750,00 o pacote. É uma semaninha pelo menos para fechar estas aulas e começar a ficar em pé. Depois disso muuuito treino e empenho para conseguir relaxar e aproveitar. Eu quero! Só falta termos tempo e disposição ($$$)! Rsrsrs!

A nossa passagem por Cumbuco foi rápida, almoçamos, pegamos uma prainha e ficamos babando nos kites fazendo suas super manobras. Imagino que a sensação do kite deve ser de uma liberdade tremenda! E para nós que estamos olhando de fora parece tão fácil! Vamos ver, quem sabe em Jeri não tomamos coragem!

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE


Seguimos viagem para a praia de Lagoinha. Tem chovido muito em toda esta região, já dizem que só neste começo de inverno choveu mais que em todo o inverno do ano passado! Com isso as lagoas estão cheias, os campos de carnaubais encharcados, do jeito que elas gostam. Chegamos à Lagoinha no final da tarde com uma trégua da chuva e decidimos sair dar uma corrida na praia e acabamos presenciando um pôr-do-sol maravilhoso! Infelizmente sem fotos, já que para a corrida saímos sem máquina.

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE


Lagoinha é uma praia que está começando a ser urbanizada, já possui um punhado de pousadas, 2 grandes à beira mar e outras no alto do morro, onde fica a vila. A única má notícia daqui é que está em andamento uma construção grosseira gigantesca à beira da praia. Um hotel imenso e vários chalés ao lado que parecem ser do mesmo projeto. Bem que poderia ser embargada por algum órgão ambiental e implodida! Motivo: estragou a paisagem e tirou a vista de um dos pores do sol mais bonitos que já vimos durante toda a viagem!

Hotel em construção na praia de Lagoinha - CE

Hotel em construção na praia de Lagoinha - CE

Brasil, Ceará, Fortaleza, Lagoinha, Cumbuco, Kite Surf, Praia

Veja todas as fotos do dia!

Gostou? Comente! Não gostou? Critique!

Chegando ao paraíso

Brasil, Pernambuco, Recife, Fernando de Noronha

Chegando em Fernando de Noronha - PE

Chegando em Fernando de Noronha - PE


Depois da correria de acordar cedo em Gravatá, passar todos os equipamentos de mergulho do nosso “cofre” na Fiona para as caixas de mergulho, viajar 80km até Recife, ir ao salão enquanto o Ro levava a Fiona para o balanceamento, nos perdermos, nos encontrarmos e não conseguirmos fazer tudo o que estava combinado, pegar o vôo, ver a Elba Ramalho e almoçar um pão com recheio de queijo, chegar em qualquer praia seria especial, mas chegar à Fernando de Noronha, é chegar ao paraíso!

Depois de tantos encontros e desencontros, hoje em Noronha tudo funcionou super bem. Nosso vôo saiu no horário, chegamos e o Haroldo, nosso primo, já estava nos esperando. Ele não estava tão feliz quanto nós, pois além da semana de cão, as bagagens dele haviam sido extraviadas. Mas como Noronha é o paraíso, logo elas foram encontradas e já estavam a caminho. Aqui nada dá errado, se der provavelmente foi você que ainda não entrou no clima da ilha.

Chegar à Noronha hoje, depois de 2 anos que estivemos aqui, é uma experiência muito bacana. O Parque preservado e você sabe que as coisas não terão mudado radicalmente. Um bar ali, outra pousada aqui, mas o clima, algumas pessoas e aqueles lugares mais especiais, continuam lá, intactos e maravilhosos para revermos quantas vezes pudermos!

Praia do Sancho vista do avião, em Fernando de Noronha - PE

Praia do Sancho vista do avião, em Fernando de Noronha - PE


Aproveitamos o final da tarde para caminhar até a praia da Conceição, passando pelo Cachorro e praia do Meio. Um belo banho de mar nas águas transparentes e uma caipirinha para relaxar no Bar da Conceição. Embalados, jantamos em um restaurante italiano, aproveitando para colocar o papo em dia com o Haroldo, regados a baldes de caipirinhas deliciosas! Bela recepção, bem vindos ao paraíso!

Brasil, Pernambuco, Recife, Fernando de Noronha,

Veja mais posts sobre

Veja todas as fotos do dia!

Quer saber mais? Clique aqui e pergunte!

Tartarugas Palasmas

Nicarágua, San Juan Del Sur

Tartaruga recém nascida caminha para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartaruga recém nascida caminha para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


A Nicarágua é uma das principais áreas de anidação de tartarugas marinhas da espécie palasma, conhecida por nós como Tartaruga Oliva. Só aqui na Nicarágua são 4 praias que recebem centenas de milhares de tartarugas ao ano para depositarem seus ovos. Após viajarem toda a costa do pacífico, muitas vezes do extremo sul até o Alasca, elas retornam ao mesmo lugar onde nasceram para dar continuação ao ciclo da vida.

Placa informativa na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Placa informativa na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


A caminho da famosa Playa Coco, ao sul de San Juan del Sur está localizada o Refúgio da Vida Silvestre La Flor. Uma praia muito especial que recebe sozinha quase 200 mil tartarugas Paslama por ano.

Registro com contagem de tartarugas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Registro com contagem de tartarugas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


A principal época de desova é nos meses de setembro e outubro, se estendendo até novembro, porém durante todo o ano algumas mamães solitárias aparecem na praia para fazer seus ninhos. Durante 6 ou 7 dias ao ano, com a lua no quarto-crescente, acontecem as “arrivadas”, quando milhares de tartarugas chegam em massa, todas em um mesmo dia, para colocar seus ovos na mesma praia. O recorde registrado foram 8 mil tartarugas em um mesmo dia! Segundo os moradores locais, existem fotos da praia La Flor inteirinha preta, coberta por mamães palasmas parindo seus ovos, não se vê um só centímetro de areia!

Tartaruga em pleno 'trabalho de parto', na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartaruga em pleno "trabalho de parto", na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


O Refúgio da Vida Silvestre La Flor possui funcionários, biólogos e guarda-parques, além de voluntários que ajudam na contagem e diferenciação de espécies, registrando a data de cada ninho para o acompanhamento do nascimento dos pequenos bebês. Um trabalho bem parecido com o do Projeto Tamar no Brasil. Depois de 45 a 60 dias começa a eclosão dos ovos e o nascimento das pequenas tartaruguinhas que irão lutar para chegar ao mar e passar por seus predadores ainda com vida. Suas chances aumentam bastante com a ajuda destes anjos da guarda, que acompanham cada uma delas no seu trajeto para o mar, assegurando que chegarão lá sãs e salvas.

Tartaruguas recém-nascidas e recolhidas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartaruguas recém-nascidas e recolhidas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Além dos predadores naturais, infelizmente ainda estão os seres humanos, que possuem o hábito de se alimentar dos ovos de tartarugas, costume dos antigos na região.

Ovos de tartaruga na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Ovos de tartaruga na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


De San Juan del Sur partem tours quase todas as noites de diferentes hostales e custam em média 30 dólares para o transporte e a entrada do parque. Nós fomos de Fiona e pagamos 10 dólares de entrada cada um. Tivemos muita sorte, pois mesmo estando no mês de dezembro, conseguimos acompanhar a desova de uma mamãe palasma e o nascimento de dezenas de bebês! A melhor hora para assistir as tartarugas é a noite, portanto levem lanternas, de preferência com luz vermelha. A luz branca assusta as mamães e confundem as pequeninas que se guiam pela claridade do mar (reflexo da luz da lua na água), para chegar conseguir chegar até lá. Passamos algumas horas acompanhando e ajudando a mamãe a cavar seu ninho, buscando tartaruguinhas perdidas e colocando-as no caminho correto e observando este espetáculo da vida! É emocionante!

Tartarugas recém nascidas caminham para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartarugas recém nascidas caminham para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Quando saímos duas outras mamães estavam chegando, uma delas mais receosa, pois a lua cheia deixa a praia muito clara, o que facilita a ação de predadores e as deixa mais confusas, pelo reflexo da luz na areia. Uma delas retorna ao mar e a outra, vagarosamente caminha em direção à areia, buscando um lugar para desovar. Assim a vida continua e no ano que vem a mesma tartaruga estará aqui continuando um dos ciclos de vida mais antigos do planeta.

Logo após colocar os ovos, o duro retorno para o mar, na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Logo após colocar os ovos, o duro retorno para o mar, na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Nicarágua, San Juan Del Sur, La Flor, Palasma, tartarugas

Veja todas as fotos do dia!

Participe da nossa viagem, comente!

São Mateus – História Viva

Brasil, Goiás, São Domingos (P.E Terra Ronca)

Grande galeria na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Grande galeria na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


Vocês sabiam que cada milímetro de estalactite demora mais de 10 anos para se formar? Uma caverna é a história viva! História que cada estalactite nos conta sobre a geologia e a formação do planeta onde vivemos.

Galeria na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Galeria na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


A Caverna São Mateus no Parque Estadual da Terra Ronca é um destes lugares. Uma caverna de 21 km de extensão, com dezenas de salões adornados, com milhares de estalactites, estalagmites, electites, flores de calcita e todos os espeleotemas que se podem imaginar!!!

Rio e espeleotemas na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Rio e espeleotemas na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


Sem palavras, eu, Rodrigo e Flávia éramos levados por Ramiro por todos os cantos da caverna e cada vez que iluminávamos uma parede, um teto, uma coluna ou um salão só conseguíamos falar coisas como: MEU DEUS, CARACA, SENSACIONAL!!!

Com o Ramiro, nosso guia na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Com o Ramiro, nosso guia na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


É desconcertante entramos em um lugar como este e sabermos que aquele museu a “céu fechado” está ali todos os dias das nossas vidas! E não apenas da nossa, de toda a história da humanidade!!! Calculando bem, aquela caverna começou a se formar lá pelos tempos dos dinossauros! São mais de 100 milhões de anos que marcam o início de um trabalho paciente de construção deste templo natural. O gotejamento lento da água por minúsculas fissuras do calcário, que transportam em cada gota de água um grão do que um dia será uma escultura natural.

Incríveis formações na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Incríveis formações na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


Ramiro não se cansa disso. Desde os 7 anos de idade vive enfurnado nestas cavernas. Sua lógica é diferente da nossa, ele possui uma relação diferente do tempo, da vida, do claro e do escuro. Sabe apreciar cada ponto de vista, cada facho de luz. Aprendeu na prática e também com os especialistas que o acompanharam durante todos estes anos. Espeleólogos e fotógrafos franceses, paulistas, cariocas, brasilienses, amantes de cavernas de todos os cantos do mundo já vieram desvendar os mistérios e belezas deste lugar. Ramiro estava sempre lá, atento, aprendendo cada detalhe.

O Ramiro na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

O Ramiro na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


Acendia a sua luz dicróica, falava, olhem ali e no próximo segundo nos dizia, “vâmo andá?” Tortura? SIM, para nós era uma tortura, mas em uma caverna de 21km, cada minuto é sagrado. Andamos 8 horas dentro da São Mateus, tempo suficiente para nos perdermos no tempo e na escuridão. Tempo suficiente para explorar parcamente os seus primeiros 2km! É desesperador, só no primeiro quilômetro poderíamos ficar uns 3 dias, dormindo dentro da caverna, para ver cada uma das suas obras de arte.

Perfeita flôr de calcita na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Perfeita flôr de calcita na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


Nunca na história deste país havíamos visto tantas electites e flores de calcitas, formações raras e de extrema fragilidade, em apenas um lugar! Cada um dos salões possuía milhares de estalactites, cada uma delas com centenas de electites, estes tubos calcários laterais que se formam pelo entupimento do vaso principal da estalactite.

Delicadas formações de calcita na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Delicadas formações de calcita na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO


Ainda mais difícil é explicar a freqüente incidência das formações de flores de calcita, ainda mais para nós, meros espeleo-amantes amadores. Quem disse que rochas não tem vida? Aqui é impossível se manter firme nesta afirmação. Cada pedra possui uma forma, uma textura, flores, fungos, colunas, castelos, discos, marshmallows, imagens, São Franciscos de Assis, catedrais... Enfim o que a sua imaginação quiser. Ali descobrimos onde Bonanno Pisani e Gaudi tiveram inspiração para a Torre de Pisa e a Catedral da Sagrada Família. Ali somos testemunhas oculares da genialidade sutil e calada da mãe natureza.

'1000 dias' na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

"1000 dias" na caverna de São Mateus, no P. E. de Terra Ronca, região de São Domingos - GO

Brasil, Goiás, São Domingos (P.E Terra Ronca), Cavernas, espeleologia, Parque Estadual, Ramiro, São Mateus

Veja todas as fotos do dia!

Gostou? Comente! Não gostou? Critique!

O Caracol e a Ferradura

Brasil, Rio Grande Do Sul, Nova Petrópolis, Canela, Gramado

A Cachoeira do Caracol, em Canela - RS

A Cachoeira do Caracol, em Canela - RS


A cidade de Canela, na Serra Gaúcha, possui atrativos diversos, dos mais criativos parques e museus temáticos, passando por uma ampla rede de restaurantes e lojas. Entretanto o que nos traz a Canela não é o Mundo a Vapor e as fantásticas fábricas de chocolate, mas sim o espetáculo que a natureza dos seus arredores forma nos nos Parques do Caracol e da Ferradura.

As corredeiras no parque do Caracol, em Canela - RS

As corredeiras no parque do Caracol, em Canela - RS


Um dos mais conhecidos atrativos turísticos da cidade, a Cascata do Caracol é formada pelo arroio de mesmo nome, que despenca de 131m de altura de um paredão basáltico. Recebe milhares de visitantes durante o ano todo, o que fez a sua estrutura estar cada vez mais preparada para todos os tipos de turistas. O passeio inclui trilhas ecológicas, mirantes, trenzinhos, elevador panorâmico e toda aquela infra adjacente, lojinhas de couros, casacos de lã, artesanato, etc. Uma das trilhas mais conhecidas é a escadaria de 927 degraus que nos leva à base da cachoeira. Infelizmente estava fechada para manutenção, ficamos sem nosso workout diário.

Visitando o parque do Caracol, em Canela - RS

Visitando o parque do Caracol, em Canela - RS


A próxima parada foi o Parque da Ferradura, onde o rio em curva forma um maravilhoso cânion. Os três mirantes estrategicamente colocados no mais alto dos paredões, com 400m de altura de modo que um não veja o outro. Para as mais dispostos, há uma caminhada longa até a cachoeira do Arroio do Caçador, descida íngreme seguido de uma subida “agradável” pela mesma ladeira. Avistamos a cachoeira do alto e acabamos deixando esta para depois.

O belo canyon da Ferradura, em Canela - RS

O belo canyon da Ferradura, em Canela - RS


A fome já estava batendo e aproveitamos para conhecer o famoso apfelstrudel do Castelinho Caracol, museu que remonta uma casa de imigrantes do início do século e possui como diferencial essa torta de maçã à moda alemã. O strudel é tão famoso que você não precisa pagar os 8 reais de entrada no museu se sua intenção é provar a torta. Eles a embalam para viagem e entregam ali mesmo, na porta do castelinho.

O Castelinho, em Canela - RS

O Castelinho, em Canela - RS


Nunca fui muito fã de tortas de maçã (prefiro bananas), portanto o meu almoço ainda teria que se resolver depois em um delicioso café e livraria, o Empório. Canela cresceu muito, diversas lojas de artigos de inverno, lãs, queijos e vinhos. Ainda assim a sua famosa Igreja de Pedra está lá, linda e formosa, decorando a praça principal.

A famosa Catedral de Pedra, em Canela - RS

A famosa Catedral de Pedra, em Canela - RS


O final da tarde foi na vizinha Gramado, com um passeio pelo Lago Negro que marcou a minha primeira viagem à Gramado. Eu era pequena, tinha apenas um ano de idade e fui engatinhando direto para o lago. Salva pela mamãe que me segurou pelo pé e teve o momento registrado na foto! Rsrs!

O Lago Negro, em Gramado - RS

O Lago Negro, em Gramado - RS


Fico impressionada como a cidade cresceu! Quando estive aqui há 6 anos ainda não existiam parquímetros e zona azul (ou Estar para os curitibanos), a cidade está maior e mais organizada. O frio e vento gelado estavam impossíveis, precisei de meias e complementos para agüentar andar na cidade durante a noite. Caminhamos pela avenida principal, visitamos a Feira do Livro na rua coberta. Fechamos a noite com o imperdível jantar no Chalet de Foudue, com um foundue especial de queijos maasdam e gorgonzola, hummm, espetacular! Não importa em que restaurante, mas aqui na serra este é um prato obrigatório!

Delicioso fondue de queijo na noite fria de Gramado - RS

Delicioso fondue de queijo na noite fria de Gramado - RS


Gramado e Canela são sinônimos de Serra Gaúcha e embora exista muito mais na região, continuam sendo destinos obrigatórios com direito a repeteco! Tanto pelas novidades que aparecem todos os anos, quanto pelas mesmas belezas que estão lá desde que o mundo é mundo.

Brasil, Rio Grande Do Sul, Nova Petrópolis, Canela, Gramado, Cânion da Ferradura, Chalet de Foundue

Veja todas as fotos do dia!

A nossa viagem fica melhor ainda se você participar. Comente!

Halloween à baiana

Brasil, Bahia, Itacaré

Com a Denise e a Bianca na Festa à Fantasia de Itacaré - BA

Com a Denise e a Bianca na Festa à Fantasia de Itacaré - BA


A festa à fantasia no dia primeiro de novembro já está virando tradição em Itacaré. É a festa de halloween à moda baiana, já que chega um pouquinho atrasada do real dia das bruxas americano. Como é um aniversário e este ano comemorou os 50 anos de uma personagem conhecida da cidade, a entrada era com convite e fantasia obrigatória. Quem não tivesse convite, mas estivesse fantasiado pagava 10 reais e sem fantasia 20 reais para entrar. Nós ganhamos os convites da Rebeca e usamos uma das principais qualidades do brasileiro, a criatividade!

Com a Denise e a Bianca na Festa à Fantasia de Itacaré - BA

Com a Denise e a Bianca na Festa à Fantasia de Itacaré - BA


Eu fui de índia, meio apache meio pataxó, juntei os meus colares pataxós com uma folha de comigo-ninguém-pode e um pouco de rímel e fiquei a própria! Já o Rodrigo, com seu corpo mais esbelto, vestiu a roupa de mergulho e carregou sua máscara e snorkell e foi de mergulhador. Chegamos um pouco tarde, mas a festa estava ótima! A Rebeca não pôde ir, mas encontramos a Bianca e a Denise, além do pessoal do rafting que estava arrasando de “mocréias”. Fantasias para todos os gostos, desde as mais tradicionais, diabinha, anjinha, coelhinha da playboy até o trio pia, privada e chuveiro, Osama Bin Laden e um casal de mendigos pedintes. O melhor é o cenário, o Cabana Corais, à beira da Praia das Conchas com a lua nascendo e o reggae tocando. Muuuuuito bom! A temporada de festas de Itacaré foi encerrada com a melhor delas e à moda baiana!

Brasil, Bahia, Itacaré, festa à fantasia, hallowen

Veja todas as fotos do dia!

Não se acanhe, comente!

Página 161 de 113
Blog da Ana Blog da Rodrigo Vídeos Esportes Soy Loco A Viagem Parceiros Contato

2012. Todos os direitos reservados. Layout por Binworks. Desenvolvimento e manutenção do site por Race Internet