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“Indiada”

Brasil, Paraná, Foz do Iguaçu, Paraguai, Ciudad del Este

Engarrafamento para se chegar à Ponte da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR

Engarrafamento para se chegar à Ponte da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR


Antes que pensem que sou preconceituosa, deixem-me explicar. “Indiada” é um termo que adotei no meu vocabulário desde a minha intensa convivência com os nossos conterrâneos brazucas gaúchos. Ele é um substantivo para o famoso “programa de índio” e que resume muito bem o nosso dia de hoje.

Chegando ao posto da Receita na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu - PR

Chegando ao posto da Receita na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu - PR


Depois de passarmos quase duas horas dentro do carro em um percurso que levaria no máximo meia hora, atravessamos a famosa Ponte da Amizade. Ela passa sobre o Rio Paraná, que faz a divisa entre Foz do Iguaçú, no Brasil e Ciudad Del Este, no Paraguai. Ao que consta, um caminhão estragou na ponte hoje cedo e por isso todo o tráfego de veículos ficou prejudicado, até o início da tarde.

O rio Paraná, fronteira de Brasil e Paraguai, visto do alto da Ponte da Amizade

O rio Paraná, fronteira de Brasil e Paraguai, visto do alto da Ponte da Amizade


Maravilha, atravessamos a ponte. Nesta passagem a imigração, aduana e todos estes órgãos de fronteira aqui existem por mera formalidade, pois o acordo entre os países do MERCOSUL permite o trânsito livre de veículos e pessoas entre os dois países, apenas para um dia de compras.

Fronteira do Brasil com o Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR

Fronteira do Brasil com o Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR


O esquema depois que atravessa a ponte, estando de carro ou van, é ir direto para o Shopping Del Este, logo após a Aduana Paraguaia do lado esquerdo. É um ótimo ponto de apoio, estacionamento, banheiros e já possui várias lojas bacanas. Dentro do shopping paga-se um pouco mais caro, mas a qualidade e procedência da mercadoria é mais garantida.

Movimento em Ciudad del Este, no Paraguai

Movimento em Ciudad del Este, no Paraguai


Nosso guia, Maycon, nos levou direto para outro shopping de compras, onde existem várias lojas de eletrônicos e mercadorias em geral, como uma Americanas Paraguaia. Lá ele conhece os donos das lojas e garante troca, inclusive fazendo os trâmites por correio, se necessário. Essa história de “La garantia soy yo” nunca foi comigo, sou super daquela filosofia de que o barato sai caro. Nós havíamos feito uma lista imensa de compras, mas no final, a loucura das ruas e o amontoado de pessoas é tanto que me dá um branco e vontade de sair correndo dali. Eu ainda conseguia abstrair, comprei um secador para os dias de frio lá nos Andes, achamos uma barraca totalmente made in China, quebra o galho. O Rodrigo, coitado, não conseguia entrar no clima e muito menos abstrair... estava se sentindo o próprio índio fora d´água.

Com o Maicon, nosso motorista e guia para compras em Ciudad del Este, no Paraguai

Com o Maicon, nosso motorista e guia para compras em Ciudad del Este, no Paraguai


Minha mãe, sempre muito prática, já aproveitou para fazer as compras, incluindo encomendas. Aí vem a indiada mor, para fechar o dia. Tivemos que entrar na fila da receita federal para declarar e pagar uma pequena diferença de imposto, 40 reais. A fila nem estava tão grande, mas a morosidade do serviço fez com que ficássemos ali mais de uma hora! O calor baixou a sua pressão e ela começou a passar mal na fila... que beleza! Mas como tudo tem um lado bom, o fiscal percebeu o apuro e nos passou na frente da fila. Agora, se assim já demorou uma hora, imaginem quanto tempo teria sido normalmente? Acho uma pena, pois várias pessoas não param ali para declarar 50 dólares a mais, a maioria passa direto e reto. Nós, pessoas corretas e amigas da lei, temos que ficar horas na fila para pagar imposto! É uma inversão total de valores...

Observando os pedestres atravessando a Ponte da Amizade, entre Paraguai e Brasil

Observando os pedestres atravessando a Ponte da Amizade, entre Paraguai e Brasil


No final do dia o saldo foi positivo, o importante é levar tudo isso na esportiva, como experiência. Depois desse perrengue todo nós merecíamos um bom almoço/jantar na Picanha na Pedra em frente ao nosso hotel. Agora é recarregar as energias que amanhã tem mais!

Glossário/Dicionário:

1. programa de índio
Enviado por Felipe Monteiro de Carvalho (SP) em 21-04-2009.
Significado: Começou significando um programa envolvendo a natureza, como fazer trilha, ou ir a uma praia deserta, mas com significado negativo, como algo que não é confortável. Posteriormente foi extendido para todo tipo de programa que não dá ou não dará certo, que será lotado, ou obrigara as pessoas a suportar muito calor ou outro tipo de desconforto. Pode ser utilizado positivamente também, significando programa próximo da natureza, mas é utilizado predominantemente no significado negativo.
Exemplo: Esperar 3 horas na fila do Hopi Hari para ir num brinquedo: Mas que programa de índio!
Fonte: www.dicionarioinformal.com.br

Brasil, Paraná, Foz do Iguaçu, Paraguai, Ciudad del Este, Paraguay, Ponte da Amizade

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Ruínas Quilmes

Argentina, Cafayate, Fiambalá

As ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina

As ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina


Fechamos o roteiro pelas quebradas e vales das províncias de Jujuy e Salta em um sítio arqueológico especial: as Ruínas Quilmes. População indígena que mais resistiu à colonização, os Quilmes construíram esta imensa cidade-fortaleza que os ajudou a resistir durante 130 anos aos espanhóis.

No alto de fortaleza nas ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina

No alto de fortaleza nas ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina


Exploramos cada canto, tentando imaginar como era a vida destes antepassados que fazem parte da cultura deste continente, sendo tão pouco conhecidos ou reconhecidos... a não ser por batizar a famosa cerveja hermana. Andando por trilhas fora do roteiro turístico até tive a impressão de visto um dos antigos moradores destas ruínas me acompanhando, contatos imediatos de terceiro grau.

Admirando as ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina

Admirando as ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina


Infelizmente o final da história nós já sabemos, praticamente todos foram escravizados e exterminados. Soubemos que o governo iniciou uma pesquisa em busca dos descendentes deste povo tão injustiçado, inclusive para devolução de terras. Ali nos arredores das ruínas há um grupo que clama por seus direitos e respeito aos seus ancestrais, mas aparentemente ainda não obtiveram o reconhecimento legal.

As ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina

As ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina


Saímos da província de Salta e adentramos à Catamarca, em direção à cidade de Fiambalá. Uma cidade conhecida não só por ser a base para o Paso de Jama, à caminho do Chile, mas também por possuir belíssimos banhos de águas termais.

Admirando a região das ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina

Admirando a região das ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina


Lá pretendemos passar para o Chile por aquele que é considerado o mais belo dos "pasos" andinos, o Paso San Francisco, a mais de 4.700 metros de altitude, por entre lagoas coloridas e montanhas nevadas. Tão logo chegamos à cidade soubemos que o Paso San Francisco está fechado no lado chileno, mas esperança é a última que morre. Amanhã iremos conhecer o paso até a fronteira e ver o que os oficiais da “gendarmeria” tem a nos dizer. Estamos indo preparados para esperar 1 ou 2 dias, e lá teremos apenas um dormitório simples e os nossos apetrechos de acampamento para cozinhar e fazer as nossas refeições.

Venda de artesanato nas ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina

Venda de artesanato nas ruínas de Quilmes, próximo à Cafayate - Argentina


Caso continue fechado teremos que voltar à Jujuy e cruzar pelo Paso de Jama. Pelo menos refizemos os planos nos divinos banhos termais em uma noite linda de céu estrelado.

Banho noturno nas deliciosas termas de Fiambalá - Argntina

Banho noturno nas deliciosas termas de Fiambalá - Argntina

Argentina, Cafayate, Fiambalá,

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Ketchikan, Totens e mais História

Alaska, Ketchikan

Totem Tinglit em Ketchikan, no sudeste do Alaska

Totem Tinglit em Ketchikan, no sudeste do Alaska


O primeiro porto dos Alasca para os navios vindos dos Lower 48, Ketchikan tem sua história não muito diferente de suas vizinhas regionais. A busca pelo ouro na costa do Alasca e mais tarde a explosão do Gold Rush do Klondike, a utilizaram como ponto de passagem para muitos garimpeiros e sonhadores que buscavam uma oportunidade nas novas terras americanas.

Creek Street, a mais famosa rua de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Creek Street, a mais famosa rua de Ketchikan, no sudeste do Alaska


O centro histórico de Ketchikan é um dos mais preservados e as antigas casas de meretrizes da mal afamada Creek Street viraram museus, restaurantes e lojas de souvenir que atendem aos milhares de turistas que chegam à cidade nos cruzeiros. As casas construídas praticamente sobre o riacho e em frente ao principal porto marcavam o início da zona onde podiam viver os habitantes de segunda classe na cidade.

Creek Street, a mais famosa rua de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Creek Street, a mais famosa rua de Ketchikan, no sudeste do Alaska


Naquela época, os “civilizados homens brancos” tinham o norte da cidade reservado aos seus bons costumes, enquanto os indígenas e imigrantes japoneses, filipinos e afins, ficariam segregados ao sul. Entretanto Dolly, a mais famosa meretriz da Creek Street, não tinha problema algum de avisar às gentis madames onde estariam os seus maridos, caso não o encontrassem em casa ou no bar. “Ele está aqui dentro”, dizia um anúncio na janela da sua antiga casa, hoje um museu.

Dolly, uma das personagens mais conhecidas da histórica Creek Street, em Ketchikan, no sudeste do Alaska

Dolly, uma das personagens mais conhecidas da histórica Creek Street, em Ketchikan, no sudeste do Alaska


No centro histórico está localizado um dos hotéis mais antigos da cidade, o New York Hotel & Café. Vizinho da Creek Street, seus proprietários eram uma segregada família japonesa. Seu filho mais velho, que nasceu nos EUA e lutou no exército americano durante a 2ª Guerra Mundial, teve que assistir os seus pais e irmãos serem levados para um campo de confinamento no meio oeste americano. Anos se passaram, a guerra acabou e esta família retornou à Ketchikan. Lá encontraram o seu hotel impecável e todo o lucro dos últimos anos guardados, os esperando, um presente especial dos seus vizinhos.

Entrada da Creek Street, a mais famosa rua de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Entrada da Creek Street, a mais famosa rua de Ketchikan, no sudeste do Alaska


Foi lá que nós ficamos hospedados, o antigo edifício foi reformado há pouco tempo com todos os confortos de um boutique hotel, mas teve a sua arquitetura, decoração e história preservada pelo novo proprietário. Fomos recebidos calorosamente por José, amigo porto-riquenho que gerencia o hotel e se mudou há 5 anos para o Alasca. Um lugar super aconchegante e caloroso para o dia chuvoso, depois de 18 horas de viagem no ferry-boat entre Sitka e Ketchikan.

O tradicional e aconchegante New York Hotel, em Ketchikan, no sudeste do Alaska

O tradicional e aconchegante New York Hotel, em Ketchikan, no sudeste do Alaska


No dia seguinte o sol finalmente resolveu aparecer e tivemos um dia lindo para conhecer os principais parques nos arredores da cidade. O destaque fica com o Toten Bight State Historical Park, onde pudemos aprender mais sobre a origem e o significado dos totens na cultura dos povos desta costa do Pacífico, como os Tinglíts, Haidas e Tsimshians.

Painel informativo sobre os antigos moradores da área de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Painel informativo sobre os antigos moradores da área de Ketchikan, no sudeste do Alaska


As árvores são escolhidas conforme suas características para diferentes finalidades. A sitka spruce é forte e leve, o hemlock tem a madeira muito rígida e já era menos utilizado, por ser mais difícil de trabalhar com ferramentas rústicas. O alder é usado para utensílios domésticos como cumbucas e travessas, por não deixar sabor na comida. Porém ela, quando queimada, é a que dá o melhor sabor na defumação do salmão.

Praia de pedras e água gelada em Ketchikan, no sudeste do Alaska

Praia de pedras e água gelada em Ketchikan, no sudeste do Alaska


O cedro vermelho é a árvore mais cara e valorosa, sua madeira é maleável e duradoura, por isso ela é a preferida para a construção de casas, canoas e totens. As canoas são feitas de um único tronco, depois ganham forma com o vapor e água e são finalizadas com rochas quentes. Grandes lascas de árvore são transformadas em tábuas para a construção de casas, e mantendo a árvore viva no solo.

Répilca de antiga moradia de clã Tinglit, em Ketchikan, no sudeste do Alaska

Répilca de antiga moradia de clã Tinglit, em Ketchikan, no sudeste do Alaska


Os totens são feitos com cedros retirados do meio da floresta, que crescem bem verticais e retos em busca da luz do sol. É feita uma cerimônia de retirada do cedro para um totem, com rezas e orações para que o tronco caia no lugar certo e sua madeira fique intacta, sem perder a força e durabilidade.

Exposição de totens Tinglits e Haidas, em parque de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Exposição de totens Tinglits e Haidas, em parque de Ketchikan, no sudeste do Alaska


Os totens contam histórias, representam lendas, casamentos, conquistas, ajudam na proteção e homenageiam grandes chefes ou entes queridos que se foram. Cada animal tem um significado e está no totem representando uma pessoa, o clã ou uma energia. O corvo, por exemplo, é a imagem do grande criador, mensageiro do Grande Espírito, além de ser um dos dois principais clãs da cultura dos povos da costa noroeste do Pacífico.

Exposição de totens Tinglits e Haidas, em parque de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Exposição de totens Tinglits e Haidas, em parque de Ketchikan, no sudeste do Alaska


A orca, indestrutível senhor dos mares, simboliza a força motora na crença espiritual. Os Haidas acreditavam que as orcas eram pessoas que haviam morrido afogadas e retornavam para visitá-los.

Painel explicativo sobre a significação dos totens na cultura indígena na área de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Painel explicativo sobre a significação dos totens na cultura indígena na área de Ketchikan, no sudeste do Alaska


A cultura deste povo foi se perdendo aos poucos, sendo sufocada pelos colonizadores, porém hoje há um grande trabalho de resgate, através da arte, da língua e dos conhecimentos ancestrais desta terra.

Admirando árvore em mata na área de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Admirando árvore em mata na área de Ketchikan, no sudeste do Alaska


Aproveitamos ainda o dia frio, mas ensolarado, para conhecer as trilhas da Tongass National Forest na região de Ketchikan, caminhando entre cedros, sitka spruces, arbustos de frutas vermelhas, praias e corredeiras e ficando cada vez mais íntimos dessa floresta.

Muitas berries em mata na área de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Muitas berries em mata na área de Ketchikan, no sudeste do Alaska


Visitamos também o local que abrigou mais de 200 aleuts durante a 2° Guerra Mundial. Duas das mais distantes das Ilhas Aleutas foram invadidas pelos japoneses durante a guerra e o governo americano resolveu evacuar as outras ilhas para proteger a população e dificultar a vida dos japoneses. A remoção foi feita da forma mais dolorosa e atrapalhada possível, as famílias só puderam trazer uma mala de roupas e todos os outros bens foram queimados junto com suas casas. Um acampamento foi montado ao redor deste lago, aqui em Ketchikan e vários aleuts não suportaram as péssimas condições e o confinamento na floresta, ambiente tão diferente das suas ilhas vulcânicas de paisagens amplas e desérticas.

Fiona entre as grandes árvores de mata na região de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Fiona entre as grandes árvores de mata na região de Ketchikan, no sudeste do Alaska


Lagoa em área rural de Ketchikan, no sudeste do Alaska

Lagoa em área rural de Ketchikan, no sudeste do Alaska


O dia foi intenso, muita história, cultura e novos conhecimentos para digerirmos em um almoço tardio no New York Hotel & Café. Uma vista linda do porto acompanhados de uma boa guiness, enquanto os rapazes do bar seguiam atentos a Monday Football Night, noite de jogo de futebol americano. A melhor surpresa ainda estava por vir. Nós passaríamos a madrugada acordados esperando pelo nosso ferry em algum bar ou na rua dentro da Fiona, quando José estendeu a nossa estadia, liberando o quarto para descansarmos até o horário do ferry! Salvou nossa noite de sono! Assim nos despedimos do Alasca, nessa passagem riquíssima pela cultura de Ketchikan, o último porto americano na Inside Passage.

Memorial Tinglit em Ketchikan, no sudeste do Alaska

Memorial Tinglit em Ketchikan, no sudeste do Alaska

Alaska, Ketchikan, Alaska Marine Highway, Inside Passage, Tinglits, Totens

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See you, Bahamas

Bahamas, New Providence - Nassau, Long Island - Stella Maris

Straw Market - Nassau - Bahamas

Straw Market - Nassau - Bahamas


Long Island é uma das Family Islands aqui nas Bahamas, o que significa que é uma das 698 ilhas que, somadas a New Providence e Grand Bahamas, compõe a Commonwealth das Bahamas. Estávamos curiosos para entender por que elas eram chamadas assim e é até engraçado, quando John nos explicou isso lá em Harbour Island ele colocou bem: eles colocam Nassau como centro do universo bahamense e as “Other Islands” como eram chamadas antes, meras coadjuvantes. Há apenas alguns anos alguém finalmente percebeu como soava pejorativo e como os habitantes das outras ilhas se sentiam excluídos. A partir daí passaram a chamá-las de Family Islands, já que nelas vivem as famílias de grande parte dos moradores de Nassau. Hoje 220 mil pessoas vivem em New Providence, 40 mil em Grand Bahamas e 40 mil espalhadas em torno de 30 Family Islands, deixando as outras 668 totalmente desabitadas.

Long Island é uma ilha relativamente grande, mas sua população de 3 mil pessoas está espalhada por todo o seu território e com dois principais centros: Deadsman Cay e Stella Maris. O primeiro é um lugar de extremos, lá mora a maioria da população local e também é aonde alguns milionários americanos aposentados escolheram morar em suas grandes mansões, iates e Ilhas particulares. Por este mesmo motivo não é fácil encontrar hotéis ou pousadas em Deadsman Cay e acabamos caindo dentro do Stella Maris Resort, um lugar que reúne um hotel, aeroporto, marina, dive center, academia, piscinas, casas particulares, etc.

Nosso vôo hoje saía as 7h30 da manhã, mas estávamos decididos a mudá-lo para assistirmos a Carol competir lá no sul da Ilha. Fomos cedo ao aeroporto, mas lá vimos que infelizmente não seria possível, principalmente por que quase não teríamos tempo hábil de viajar até o sul, assistir o campeonato e correr de volta para o aeroporto. Ficamos com a Carol em espírito, torcendo muito! Logo nos encontraremos no Brasil, quando voltarmos buscar a Fiona.

Chegamos à Nassau e já nos sentimos locais. Conhecemos bem os caminhos, o que fazer o exatamente onde ir. Damos um “hello” para a arara no hotel e lá saímos para visitar os amigos Freddy e Karen, na Liquor Store da praia aqui ao lado. É um ritual de despedida necessário, hoje nos despedimos das Bahamas sabendo muito mais sobre a sua cultura, as suas ruas e as pessoas que aqui vivem. Como somos pequenos... um mundo tão novo, tão rico, nessas ilhas tão pequenas. Saímos daqui com aquela sensação de que poderíamos ter ficado muito mais, conhecido muito mais, quem sabe voltamos? Por isso não diremos adeus, apenas um tchau, see you Bahamas!

Ana com o Fred, dono do boteco que frequentamos em Nassau

Ana com o Fred, dono do boteco que frequentamos em Nassau

Bahamas, New Providence - Nassau, Long Island - Stella Maris,

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¿ y la carretera?

Guatemala, Cobán, San Marcos La Laguna

Da mesma série de posts ¿y la puente?, inauguro este post perguntando: onde foi parar a estrada?

O grande desabamento na estrada entre Cobán e Uspantán, na Guatemala

O grande desabamento na estrada entre Cobán e Uspantán, na Guatemala


Apenas contextualizando, a série (de dois posts) fala sobre as aventuras do casal aqui em utilizar um mapa xerocado e colado com durex para escolher suas rotas pela Guatemala. Ok, nós também usamos o GPS, mas o GPS não pensa, não se informa sobre a previsão do tempo, quedas de ponte ou estado da estrada.

Cruzando paisagem nontanhosa no centro da Guatemala

Cruzando paisagem nontanhosa no centro da Guatemala


Novamente ao invés de pegarmos a rota comum de Semuc Champey ao Lago Atitlán, que seria pela via principal, toda asfaltada e boa parte dela dupla, passando pela Cidade da Guatemala e Antigua, para chegar enfim ao lago, decidimos inovar e não nos informar. Pegamos a estrada que seguia de Cobán, passando por San Cristóbal Verapaz, Chicaman, Uspantan e milhares de povoados e aldeias indígenas nas montanhas guatemaltecas, até passar por Chichicastenango e aí a Sololá e ao lago. HEIN? Isso, nós também não sabíamos, mas foi para lá que fomos.


Mapa Lanquín – San Pablo de la Laguna

O caminho estava bem razoável até San Cristóbal, a partir dali começou a aventura. Estrada de terra desgracida, perguntamos em um povoado e disseram que poderíamos seguir por ali para Uspantan. O sujeito nos respondeu com uma cara de espanto e todo engraçadinho, que havia uma estrada, agora era só “aquilo” o que tinha sobrado. Bem, seguimos, se estamos com a Fiona estamos bem!

Transporte típico entre as cidades do interior da Guatemala

Transporte típico entre as cidades do interior da Guatemala


A partir daí começamos a entender o que ele queria dizer. Dezenas de deslizamentos de terra, sobre a estradinha de terra e pedras. Pistas quase fechadas, bastante lama em alguns pontos e algumas crateras, que um deslize levaria a Fiona a mais de 100m de queda. A esta altura o Rodrigo comentou comigo que ele havia lido em algum lugar no Lonely Planet que alguns turistas simplesmente desciam da van ou ônibus e desistiam da viagem quando chegavam a certos pontos dessa estrada. Ahhh, obrigada por me avisar!

Fiona enfrenta o desvio através do desabamento na estrada entre Cobán e Uspantán, na Guatemala

Fiona enfrenta o desvio através do desabamento na estrada entre Cobán e Uspantán, na Guatemala


Até que chegamos em um trecho e a estrada foi se tornando uma trilha, encontramos 3 anjinhos locais que nos avisaram que ali não tinha passagem. Essa era a antiga estrada, onde começou o gigantesco deslizamento de terra! Provavelmente a mesma tormenta que levou aquela nossa querida ponte (30km antes de Samalá), foi a mesma que desbarrancou alguns quilômetros deste trecho da rodovia que era novinha em folha! A estrada desapareceu e hoje a passagem é feita por alguns “atalhos” terraplanados em propriedades particulares. Pagamos 5 quetzlaes (menos de um dólar) e passamos por ali, olhando do meio da cachoeira de pedras, o tamanho do estrago.

Carros atravessam o enorme desabamento entre Cobán e Uspantán, na Guatemala

Carros atravessam o enorme desabamento entre Cobán e Uspantán, na Guatemala


Fora o susto de imaginar o que aconteceu e a paciência de sacudir por umas 5 horas nessa terraceria desgracida, este caminho é super bacana, pois entramos no coração da Guatemala, e vemos, mesmo que de passagem, como vivem os povoados indígenas, suas feiras, seus trajes típicos e diferentes feições.

Atravessando feira no caminho entre Lanquín e Cobán, na Guatemala

Atravessando feira no caminho entre Lanquín e Cobán, na Guatemala


As nuvens de repente de dissiparam e a paisagem de um imenso vale apareceu para brindar a nossa aventura e nos dizer, viram como vale a pena?

Vale no interior da Guatemala

Vale no interior da Guatemala


Escureceu, quando já havíamos encontrado o asfalto novamente, já quase em Sololá, nos arredores altos do Lago Atitlán. San Marcos de La Laguna é um povoado bem pequenininho, 16 km depois de San Pablo de La Laguna. A estrada que corta a crista da cadeia montanhosa estava em obras e com pouco movimento, mas a vista das luzes das vilas que contornam o lago foi acalentadora. Baixamos rápido em um íngreme e imenso zigue-zague, vendo as luzes cada vez mais próximas. Saímos dos 2500m para os 1500m em menos de 40km. Lindo!

Cruzando rio no interior da Guatemala

Cruzando rio no interior da Guatemala


Chegamos a San Marcos e com a ajuda de um artesão maya, buscamos a pé a nossa pousada em meio às trilhas de San Marcos. Um lugar super zen, onde não veremos carro por pelo menos 2 dias. Era disso mesmo que eu estava precisando.

Guatemala, Cobán, San Marcos La Laguna, Estrada

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Carona de Pescador

Brasil, Maranhão, Ilha de Lençóis

Conduzindo o barco com o dia raiando, na viagem entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Conduzindo o barco com o dia raiando, na viagem entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Hoje, 4h30 da manhã já estávamos no porto de Apicum Açu, embarcando no barco de pesca Yuri II, nossa carona para a Ilha de Lençóis. Ainda estava escuro, a lua cheia iluminava o rio e a única coisa que sabíamos é que tínhamos 4 horas de viagem pela frente.

Deixando o porto de madrugada, no início da viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Deixando o porto de madrugada, no início da viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Eu havia visto o mapa do Maranhão no guia rodoviário e, nesta escala, só conseguia visualizar a Baia de Lençóis e a vizinha Baia de Turiaçú, onde o rio do mesmo nome desemboca no mar. Por este mapa vamos sair por este rio e margear algumas ilhas até alcançar a Baia de Lençóis.

De madrugada, lua cheia, início da viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

De madrugada, lua cheia, início da viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Entramos no barco e logo ele partiu, apenas com a luz da lua. A sombra dos manguezais, o vento batendo tranquilo em nossos rostos e a sensação de liberdade plena. Estamos longe de tudo, principalmente longe dos pacotes e esquemões turísticos.

Lua cheia no início da viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Lua cheia no início da viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Mesmo para os turistas mais aventureiros a Ilha de Lençóis é um destino bem alternativo, já que a infra-estrutura da ilha é pouca e a distância mesmo para os maranhenses é muita. A viagem direto de São Luis para a Ilha pode durar até 12 horas. Esta sensação de estar desbravando, chegando aonde poucos chegaram, é uma das mais maravilhosas da viagem.

Viajando de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Viajando de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Os pescadores estavam concentrados em seu trabalho, ou com sono mesmo, pois não estavam para muita prosa. Achamos por bem esperar clarear o dia para puxar assunto. Estávamos ansiosos para ver a paisagem, entender o caminho que estávamos fazendo e qual seria o tempo que pegaríamos pela frente. Todas as nuvens a esta hora da madrugada parecem de chuva. Mas se chover, que chova canivete, fomos com o espírito pronto para tudo.

Dia nascendo durante a viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Dia nascendo durante a viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Aos poucos o dia foi clareando e as nuvens começaram a se definir, o vento frio bateu e um dos pescadores veio nos oferecer para guardarmos as coisas junto com a tralha de pesca, em um compartimento fechado e mais protegido. “As coisas ficam secas, mas a gente vai ter que se molhar mesmo!”, nos avisou, simpático.
Foi a nossa deixa para a conversa, ele começou a nos explicar o caminho, saímos pelo rio Apicum Açu, que nem constava no nosso mapa, e dele caímos direto na Baia dos Lençóis, um belo corte de caminho! Vieram alguns pingos, mas não foram suficientes para nos ensopar. Ao longe avistamos alguns barcos, algumas ilhas e muitas nuvens pretas. Estávamos indo direto na direção delas, a cada “poc poc” do motor chegávamos mais perto.

Ultrapassando outro barco durante a viagem entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Ultrapassando outro barco durante a viagem entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Um dos pescadores nos mostrava cada ilha e nos ensinou um novo conceito de casa que nunca havíamos conhecido. Os ranchos dos pescadores fixados em bancos de areia no meio da baia, no caminho entre Apicum Açu e o mar aberto. Eles as usam como posto avançado para pesca, dormem ali e seguem para o alto mar. Outros ficam por ali mesmo, região boa para a pesca de camarão. Passam uma semana, 10 dias longe de casa. O camarão resiste sem gelo, pois eles cozinham, salgam, descascam e embalam para a venda, a maior parte vai para Belém e São Luis.

Casa de pescador no meio do mar, na viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Casa de pescador no meio do mar, na viagem de barco entre Apicum Açu e a Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Quase três horas de viagem depois começamos a avistar ao longe a Ilha de Lençóis, árvores e um pedacinho de duna. Logo o vento frio bateu, vimos os pescadores se cobrirem com uma lona azul, sinal de que a chuva estava chegando novamente. Nos preparamos para água, pois o céu estava mesmo preto, olhamos para o lado e há apenas uns 200m víamos o mar crespo, salpicado pelas gotas da chuva, mas conseguimos escapar andando na borda da nuvem. Mais uma vez escapamos por muito pouco, confesso que não sei se foi sorte nossa ou manha do mestre do barco que só navegava na tangente dos chuveiros que São Pedro abria lá em cima.

Chegando à Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Chegando à Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Depois de 4 horas de viagem, enfim chegamos a Ilha de Lençóis. Não é difícil reconhecer a ilha, pois dentre tanto verde e mangue de repente surgem imensas dunas de areia. Como será que essas dunas se formaram aqui, no meio do mar?

Dunas da Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Dunas da Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA


Os pescadores moram em Bate Vento, comunidade vizinha, logo do outro lado do canal. Descemos ali no areal encharcado, daqueles que afundam o pé. A viagem mesmo longa não chegou a ficar tediosa nem um minuto, não apenas pelo espírito aventureiro que nos acompanhava, como também pela ansiedade de descobrirmos estas novas paisagens das Reentrâncias Maranhenses.

Nosso barco nos deixa na Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Nosso barco nos deixa na Ilha de Lençóis, nas Reentrâncias Maranhenses - MA

Brasil, Maranhão, Ilha de Lençóis, Dunas, Reentrâncias Maranhenses

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Galápagos Spa

Galápagos, Isla Darwin, Isla Wolf

Corredor lateral do nosso barco, refletindo o mar e a Isla Isabel, em Galápagos

Corredor lateral do nosso barco, refletindo o mar e a Isla Isabel, em Galápagos


Galápagos, as famosas ilhas que ajudaram Darwin a desenvolver a sua teoria do evolucionismo, estavam ali, diante de nossos olhos. A cada dia que passa, vamos nos dando conta que o sonho finalmente se tornou realidade. E dentre tantos imprevistos como o cancelamento do barco que havíamos contratado, formulários que não foram entregues à nova empresa, mudanças de datas, vôos, salmonelas e vulcões, olhamos para trás e vemos que tudo aconteceu como deveria acontecer.

Moréia em mergulho em Darwin, em Galápagos (foto de Hnning Abheiden)

Moréia em mergulho em Darwin, em Galápagos (foto de Hnning Abheiden)


Estamos em um dos cruzeiros mais luxuosos de Galápagos e, é claro, a diferença não foi por nossa conta. Temos um serviço de bordo espetacular, com café da manhã, lanche e toalhas quentinhos quando saímos do mergulho. Almoço e jantar deliciosos, com opções de carne e comida vegetariana, vinho tinto, cerveja e petiscos o tempo todo na sala principal. As acomodações são super confortáveis e o serviço de quarto impecável, duas vezes ao dia, com toalhas secas, banheiros limpos e cama arrumada. Imaginem como nós não estamos... Depois de 500 dias de estrada dura, pousadas e hostals dos mais variados tipos e níveis, podermos ficar 7 dias nessa mordomia!

O Galapagos Sky, nosso barco! (Isla Isabel, em Galápagos)

O Galapagos Sky, nosso barco! (Isla Isabel, em Galápagos)


Estamos nos sentindo em um paraíso e também um spa de engorda! A roupa de mergulho está cada vez mais difícil de entrar! Rsrsrs! Mas tudo bem, pois o pessoal da tripulação nos ajuda a vesti-la. É mesmo muita regalia!

Hora do descanço no sun deck do barco, na ilha de Wolf, em Galápagos

Hora do descanço no sun deck do barco, na ilha de Wolf, em Galápagos


Tudo isso com alguns mergulhinhos básicos com tubarões-martelo, tartarugas, moréias espalhadas por todos os lados! O Capitán Victor está certo, e continua nos lembrando disso todos os dias no seu wake up call: “...this is a new Day in the Paradise Island!”

O Capitão Vitor e o Jairo na cabine de comando do nosso barco, próximo à Isla Santiago, em Galápagos

O Capitão Vitor e o Jairo na cabine de comando do nosso barco, próximo à Isla Santiago, em Galápagos


Logo no primeiro mergulho de hoje estávamos lá esperando os milhares de tubarões martelos, moréias e cardumes de King Angel fish, e todos eles compareceram! O segundo já foi um pouco diferente, fomos até um areal conhecer a estação de limpeza marinha.

Tartaruga e estrelas-do-mar em mergulho na Isla Darwin, em Galápagos

Tartaruga e estrelas-do-mar em mergulho na Isla Darwin, em Galápagos


Começamos por um imenso Jardim de Enguias de Galápagos, centenas delas! Moréias passeavam e nadavam livres de um lado para outro. Tubarões de todos os tipos, Blacktips, Silks, Galápagos, lindos Guinea Fowls Puffers, um peculiar Hogfish e até os pequenos e lindíssimos blue nudibranches deram o ar da graça!

Tubarões em mergulho em Darwin, em Galápagos (foto de Hnning Abheiden)

Tubarões em mergulho em Darwin, em Galápagos (foto de Hnning Abheiden)


Fechamos o mergulho com um drift delicioso, cruzando com centenas de peixes dos mais variados tipos e cores e encontramos o nosso primeiro polvo da viagem! Ele deu um show, se escondeu, trocou de cor e até nadou livre fugindo dos mergulhadores curiosos, coisa difícil de ser vista.

Polvo em mergulho em Darwin, em Galápagos (foto de Hnning Abheiden)

Polvo em mergulho em Darwin, em Galápagos (foto de Hnning Abheiden)


Hoje começamos o nosso itinerário de volta. Nos despedimos de Darwin já com saudades dos tubarões-baleia e cardumes de martelo que já fazem parte do nosso dia. Voltamos à Shark Bay em Wolf no terceiro mergulho, repetimos toda essa diversidade marinha, adicionando ainda muitas tartarugas e a graciosa Spotted Eagle Ray, nossa velha conhecida Raia Chita!

Uma linda arraia-chita em mergulho na Isla Darwin, em Galápagos

Uma linda arraia-chita em mergulho na Isla Darwin, em Galápagos


O por do sol no final da tarde abrigados pela Ilha de Wolf foi mais melancólico, talvez pela nebulosidade, talvez por que sabemos que isso tudo um dia irá acabar.

Pôr-do-sol em Wolf, em Galápagos

Pôr-do-sol em Wolf, em Galápagos

Galápagos, Isla Darwin, Isla Wolf, Ecuador, Equador, Mergulho, Shark Bay

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Os ventos cearenses!

Brasil, Ceará, Fortaleza, Lagoinha, Cumbuco

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE


Os ventos cearenses são famosos e muito procurados para os esportes aquáticos como o windsurf e o kite surf. Há apenas 25km de Fortaleza encontramos o paraíso dos kite surfers, chegamos a Cumbuco! Toda a costa do Ceará é muito procurada para a prática deste esporte, pois possui ótimos ventos e locais apropriados para todos os níveis. Cumbuco, entretanto, foi o lugar com maior infra-estrutura e número de kites que já vimos durante toda a viagem! Eu só tinha visto algo parecido lá na Lagoa e na praia do Ibiraquera, em Garopaba, outro dos principais pontos de kite no litoral brasileiro.

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE

Condições ideais para a prática de kitesurf em Cumbuco - CE


Os iniciantes geralmente procuram lagoas, lugares de água bem calma e rasa que facilitam levantar a cada tombo ou queda da pipa. Depois de algumas noções básicas de vento e pilotagem do kite começa a prática com a prancha. A evolução do aluno vai depender da facilidade que ele tem com o equipamento, a compreensão dos ventos, etc. Quanto mais experiente ele se tornar, mais desafios serão dados, como trocar a lagoa pelo mar. Depois de dominadas as manobras básicas, começam as manobras mais complicadas, como surfar e “dropar” ondas e outras mais radicais, piruetas e rodopios voando alto com o kite.

Muito sol e vento em Cumbuco - CE

Muito sol e vento em Cumbuco - CE


Há tempos tenho vontade de aprender, mas para isso temos que estar dispostos e encarar uma sessão de no mínimo 8 horas de aula, que custam em média 750,00 o pacote. É uma semaninha pelo menos para fechar estas aulas e começar a ficar em pé. Depois disso muuuito treino e empenho para conseguir relaxar e aproveitar. Eu quero! Só falta termos tempo e disposição ($$$)! Rsrsrs!

A nossa passagem por Cumbuco foi rápida, almoçamos, pegamos uma prainha e ficamos babando nos kites fazendo suas super manobras. Imagino que a sensação do kite deve ser de uma liberdade tremenda! E para nós que estamos olhando de fora parece tão fácil! Vamos ver, quem sabe em Jeri não tomamos coragem!

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE


Seguimos viagem para a praia de Lagoinha. Tem chovido muito em toda esta região, já dizem que só neste começo de inverno choveu mais que em todo o inverno do ano passado! Com isso as lagoas estão cheias, os campos de carnaubais encharcados, do jeito que elas gostam. Chegamos à Lagoinha no final da tarde com uma trégua da chuva e decidimos sair dar uma corrida na praia e acabamos presenciando um pôr-do-sol maravilhoso! Infelizmente sem fotos, já que para a corrida saímos sem máquina.

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE

Fim de tarde na praia da Lagoinha - CE


Lagoinha é uma praia que está começando a ser urbanizada, já possui um punhado de pousadas, 2 grandes à beira mar e outras no alto do morro, onde fica a vila. A única má notícia daqui é que está em andamento uma construção grosseira gigantesca à beira da praia. Um hotel imenso e vários chalés ao lado que parecem ser do mesmo projeto. Bem que poderia ser embargada por algum órgão ambiental e implodida! Motivo: estragou a paisagem e tirou a vista de um dos pores do sol mais bonitos que já vimos durante toda a viagem!

Hotel em construção na praia de Lagoinha - CE

Hotel em construção na praia de Lagoinha - CE

Brasil, Ceará, Fortaleza, Lagoinha, Cumbuco, Kite Surf, Praia

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Urubici

Brasil, Santa Catarina, Urubici

Urubici - SC, no fundo de um vale

Urubici - SC, no fundo de um vale


De volta à estrada, hoje levamos perto de 6 horas entre Curitiba e a cidade de Urubici, na Serra Catarinense. Os primeiros trezentos quilômetros até Florianópolis levaram pouco mais de 4 horas, pois chegamos exatamente no horário do rush. Eram seis horas da tarde e o trânsito estava parado desde a entrada de Governador Celso Ramos até Palhoça, onde começa a estrada da serra. Fiquei impressionada com o crescimento das cidades de Palhoça, São José e mesmo Floripa, que hoje já transformaram a BR-101 em uma avenida central da metrópole que formam juntas. Enfim, chegamos a Urubici perto das 20h e decidimos ficar hospedados no centro mesmo.


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Urubici é um dos municípios mais frios do Brasil, não só na sua área urbana, mas principalmente na sua parte alta. O ponto mais alto do sul do país, o Morro da Igreja, está dentro de seus limites. A cidade possui em torno de 10 mil habitantes possui uma avenida principal onde se encontram as pousadas, hotéis, dois ou três restaurantes, o centro de informações turísticas e a maior parte do comércio local. A maioria dos estabelecimentos só aceita dinheiro ou cheque, cartão de crédito apenas na farmácia, posto e na pizzaria.

Urubici (SC) antes da neblina

Urubici (SC) antes da neblina


A cidade em si não possui muitos atrativos, mas é a principal base para os turistas de todos os cantos que vem em busca das belezas naturais dos seus arredores, cânions, montanhas, serras e cachoeiras. As Serras do Rio do Rastro e a estrada do Morro da Igreja atraem centenas de motociclistas e bikers em busca de aventura e muitas curvas.

A bela igreja de Urubici - SC

A bela igreja de Urubici - SC


Jantamos em um restaurante delicioso chamado “A Taverna”, um foundue de queijo à beira da lareira, acompanhados de uma bela garrafa de vinho. Hoje a temperatura está perto dos 3°C, clima bem úmido, mas não está prevista a precipitação de neve. Tudo bem, nós temos muitos agasalhos e paciência, ainda iremos encontrá-la.

Brasil, Santa Catarina, Urubici, BR 101, Morro da Igreja

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Lake Tahoe

Estados Unidos, Califórnia, Lake Tahoe

O magnífico Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

O magnífico Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


O Lake Tahoe está localizado a 1.897m de altitude no alto da Sierra Nevada, na fronteira entre a Califórnia e o estado de Nevada. Com 35km de extensão e 19km de largura é o maior lago alpino da América do Norte, com mais de 116 km de praias e baías e 490km2 de superfície.

Pássaros voam sobre o Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Pássaros voam sobre o Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Emerald Bay, canto mais famoso do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Emerald Bay, canto mais famoso do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Estes não são seus únicos superlativos, ele se destaca também por ser o segundo lago mais profundo da América do Norte, com 501 metros de profundidade, atrás apenas do Crater Lake que visitamos há pouco. A temperatura das suas águas transparentes e profundas cria correntes verticais, mantendo o lago acima do ponto de congelamento mesmo durante o inverno. No verão as praias lotam, seus ventos atraem kite e wind surfers, além banhistas e toda a sorte de esportes.

Muita neve em marina no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Muita neve em marina no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Seu nome, como muitos outros aqui nos EUA, derivou da palavra indígena “washo”, que na língua dos Washoe, nativos que habitavam a região, significa “lago”. Aí já viu, na falha da pronuncia dos colonizadores, de washo para tahoe foi um pulo. Em meados do século XIX a região foi explorada por garimpeiros em busca de ouro na Sierra Nevada. Na falta do ouro a extração de madeira se tornou a principal atividade e praticamente extinguiu toda a floresta nativa da área. Em 1864 foi fundada a cidade de Tahoe City como uma área de resort para a vizinha Virginia City, começando aí a sua longa trajetória como um dos principais destinos turísticos tanto de Nevada, quanto da Califórnia.

Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


São pelo menos 12 grandes áreas de esqui nas montanhas ao redor do lago, a mais popular delas é o Heavelny Mountain Resort no sul do lago, onde estão grandes hotéis e logo ali, na esquina com Nevada, os cassinos. O North Tahoe por sua vez, tem o charme e o encanto que falta no sul.

Carro fantasiado de morro de neve ao lado do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Carro fantasiado de morro de neve ao lado do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Tahoe City possui toda a infraestrutura de serviços, além de inns, hotéis e restaurantes mais selecionados. Um almoço na marina às margens do Lake Tahoe e com vista para a Heavenly Mountain é sem dúvida uma ótima forma de se sentir mais íntimo do lago.

Muita neve em marina no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Muita neve em marina no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Brunch com vista para o Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Brunch com vista para o Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Há poucos quilômetros dali está o Squaw Valley, que foi a sede dos Jogos Olímpicos de Inverno em 1962. A vila olímpica hoje virou uma vila turística aos pés de uma das mais disputadas montanhas de esqui. Os alojamentos foram transformados em hotéis, toda a estrutura foi reaproveitada e hoje é uma das áreas mais bacanas do norte.

A Vila Olímpica no Squaw Valley, no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

A Vila Olímpica no Squaw Valley, no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


As cadeirinhas esperam os esquiadores no Squaw Valley, no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

As cadeirinhas esperam os esquiadores no Squaw Valley, no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Homewood é uma pequena vila ao sul de Tahoe City, na margem oeste do lago, que possui uma estrada off-road belíssima. Logo no início está um sno-park para as brincadeiras e aluguel de equipamentos de neve, mas o bacana está em se aventurar pela estrada de snow mobile, cross country skies ou sapatos de neve e explorar as belezas naturais da região.

A bela paisagem tomada pela neve na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

A bela paisagem tomada pela neve na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Socializando com uma esquiadora cross-country, na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Socializando com uma esquiadora cross-country, na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Veículo com esquis, próprio para a neve, na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Veículo com esquis, próprio para a neve, na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Chegamos ao Lake Tahoe pela cidade de Trukee, ao norte do lago. A cidade, cortada por um trilho de trem ao longo da avenida principal, está repleta de restaurantinhos e inns super bacanas. Casas com telhados branquinhos, jardins cobertos de neve a neve caindo foram um mágico convite para pararmos por algumas horas e almoçarmos por ali.

Neve até onde a vista alcança, próximo à Susanville, na Sierra Nevada, Califórnoa, nos Estados Unidos

Neve até onde a vista alcança, próximo à Susanville, na Sierra Nevada, Califórnoa, nos Estados Unidos


A Ana derruba um bloco de nece de cima de uma árvore em uma estrada próxima à Susanville, na Sierra Nevada, Califórnoa, nos Estados Unidos

A Ana derruba um bloco de nece de cima de uma árvore em uma estrada próxima à Susanville, na Sierra Nevada, Califórnoa, nos Estados Unidos


No restaurante conhecemos Don e Barbara, nossos vizinhos de mesa, ele trabalha com mineração e ela agente de viagens e cruzeiros. Eles já viajaram o mundo em navios e adoraram ouvir sobre as nossas aventuras. A tarde que a princípio seria de explorações ao redor do lago acabou se tornando uma ótima oportunidade de socialização, fomos convidados a acompanhá-los no vinho, champagne e dá-lhe risadas e muitas histórias!

Nossos amigos Don e Barbara, que nos ofereceram vinho e champagne em um restaurante de Truckee, na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Nossos amigos Don e Barbara, que nos ofereceram vinho e champagne em um restaurante de Truckee, na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Estamos aqui no final da baixa temporada, quando todos os resorts ainda estão fechados esperando o acumulo de neve e a abertura oficial da temporada de inverno. O lado bom é que todos os preços ainda estão mais baixos e conseguimos nos hospedar no Squaw Valley Lodge, em frente à montanha nevada e à gôndola de esqui por um precinho bem camarada para os padrões de Tahoe. Acabamos não alugando nenhum equipamento de neve e deixamos para estrearmos no esqui lá no Utah ou Colorado. A neve chegou mais cedo este ano e os locais pareciam bem felizes de poderem estrear algumas das montanhas antes das hordas de turistas chegarem.

As pistas de esqui ainda estão fechadas no Squaw Valley, no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

As pistas de esqui ainda estão fechadas no Squaw Valley, no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Fiona enfrenta estradas cobertas pela neve na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Fiona enfrenta estradas cobertas pela neve na região do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


A melhor forma de conhecer a região é dirigindo ao redor do lago parando nos seus vários mirantes e atrações. A principal delas é a Emerald Bay, uma baía de águas esverdeadas que foi o cenário escolhido por Mrs. Lora Knight para a construção do seu pequeno castelo no ano de 1929.

Despedida do belo Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Despedida do belo Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Na orla do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Na orla do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


A casa apelidada de Vikingsholm foi construída em estilo escandinavo e ali, às margens do lago e nesta baía, por lembrá-la dos fiordes noruegueses. O acesso ao castelo é feito por uma trilha de pouco mais de 3km. O engenheiro e o arquiteto tiveram um trabalho e tanto, pois uma das exigências dela foi que nenhuma árvore fosse retirada do terreno, mantendo-o o mais intocado possível. Cenário de filme!

Vikingsholm Castle, na Emerald Bay, sul do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Vikingsholm Castle, na Emerald Bay, sul do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Entrada do Vikingsholm Castle, na Emerald Bay, sul do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Entrada do Vikingsholm Castle, na Emerald Bay, sul do Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos


Continuamos a viagem, parando nos inúmeros mirantes ao redor do lago, passamos pela cidade de South Tahoe e cruzamos a fronteira com Nevada. Do lado de lá cassinos, imensos hotéis e centros de convenções parecem um mau presságio, mas alguns quilômetros depois chegamos ao Lake Tahoe State Park, que possui uma das vistas mais bonitas do lago! Chegamos lá no final da tarde, com o céu avermelhado em degrades de alaranjado, rosa, lilás e azul. Um pôr do sol sensacional!

Um maravilhoso fim de tarde no Lake Tahoe, visto do lado de Nevada, nos Estados Unidos

Um maravilhoso fim de tarde no Lake Tahoe, visto do lado de Nevada, nos Estados Unidos


Um maravilhoso fim de tarde no Lake Tahoe, visto do lado de Nevada, nos Estados Unidos

Um maravilhoso fim de tarde no Lake Tahoe, visto do lado de Nevada, nos Estados Unidos


Seja no verão ou no inverno, apaixonados por trilhas, caminhadas, esportes aquáticos ou de neve, o Lake Tahoe é um destino obrigatório na Califórnia. Mesmo para os mais preguiçosos, sua beleza cênica serve como inspiração para sair e explorar um dos recantos mais belos da Sierra Nevada. Só pesquisem bem e façam as suas reservas na alta temporada, pois sem dúvida você não será o único.

Celebrando a vida no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Celebrando a vida no Lake Tahoe, na Califórnia, nos Estados Unidos

Estados Unidos, Califórnia, Lake Tahoe, North Tahoe, South Lake Tahoe, Squaw Valley, Tahoe City

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