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SHUFFLE Há 1 ano: Colômbia Há 2 anos: Colômbia

2 dias (e ½) em Oahu

Hawaii, Oahu-Honolulu, Oahu-North Shore

Fim de tarde tranquilo na North Shore de Oahu, no Havaí

Fim de tarde tranquilo na North Shore de Oahu, no Havaí


Oahu não é a maior, mas é a mais habitada e agitada das ilhas havaianas, com aproximados 1 milhão de habitantes. Nela está a capital do 50° estado americano, Honolulu, a famosa e enfervecente Waikiki e as ondas mais perfeitas do Hawaii.

Um quebra-mar forma uma piscina em Waikiki, praia de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu

Um quebra-mar forma uma piscina em Waikiki, praia de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu


Oahu, em havaiano, “o local de reunião” é onde a natureza exuberante do Hawaii está a poucos minutos do maior centro financeiro do Pacífico, onde fatos históricos como o ataque a Pearl Harbour mudaram a história do mundo e onde se reúnem todos os anos os maiores surfistas de todo o mundo para encarar as grandes ondas de Waimea e Pipeline.

Waikiki Beach, com a cratera de Diamond Head ao fundo, em Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu

Waikiki Beach, com a cratera de Diamond Head ao fundo, em Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu


Fizemos um roteiro de 2 dias e meio (quase 3 vai...) por Oahu. Foi mais rápido do que gostaríamos, mas seguindo as várias dicas da Lucia Malla, do blog Uma Malla pelo Mundo, conseguimos dar uma boa rodada.

Uma das árvores gigantes e centenárias na orla de Waikiki, praia de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu

Uma das árvores gigantes e centenárias na orla de Waikiki, praia de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu


Havia tanto para conhecermos que foi difícil montarmos um roteiro que contemplasse tudo. Mergulhos e grandes incursões pela natureza acabaram ficando de lado, embora a ilha ofereça lugares excepcionais para todas estas atividades. Nós já havíamos mergulhado em Kona - Big Island - e Maui. Acabávamos de vir três longos dias de caminhada pela Kalalau Trail na ilha do Kauai. Estávamos mesmo sedentos e curiosos pelas grandes ondas da North Shore, que prometiam para estes dias a final do Billabong Pipe Masters e, com muita sorte, as ondas gigantes do campeonato dedicado ao surfista havaiano Eddie Aikau. Então o nosso foco foi explorarmos a costa norte e é claro, dar uma conferida na famosa gastronomia de Waikiki.

Um belo pôr-do-sol em Waikiki, a praia mais famosa de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu

Um belo pôr-do-sol em Waikiki, a praia mais famosa de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu



Primeiro ½ Dia
No primeiro dia chegamos do Kauai já no meio da tarde, alugamos um carro e depois de encontrarmos um hotel aproveitamos para fazer uma longa e tranquila caminhada pelo calçadão de Waikiki, com um belo por do sol do píer principal.

Passeio em Waikiki durante o pôr-do-sol (em Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu)

Passeio em Waikiki durante o pôr-do-sol (em Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu)


Detalhe, há semanas eu buscava um hotel na costa norte da ilha, mas nesta época de campeonato ela fica completamente lotada com meses de antecedência. Chegando aqui ainda tentamos contato com alguns lugares e até uma brasileira que vive aqui, tem um hostal e agiliza aluguéis de casas e quartos, mas nem ela pôde nos ajudar. Ficamos por Waikiki mesmo, perto do aeroporto, da praia e de todas as lojas bacanas do centro.

Fim de tarde, início de noite em Waikiki, a principal praia de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu

Fim de tarde, início de noite em Waikiki, a principal praia de Honolulu, a capital do Havaí, na ilha de Oahu


A noite fomos ao Roy´s um dos restaurantes mais bem ranqueados no trip advisor e yelp na culinária hawaiian-fusion. Uma experiência gastronômica imperdível para aqueles que curtem frutos do mar com bastante personalidade.

Nosso delicioso jantar na primeira noite em Honolulu, em Oahu, no Havaí

Nosso delicioso jantar na primeira noite em Honolulu, em Oahu, no Havaí



Segundo Dia – North Shore, Waimea e Pipeline
A nossa ansiedade para chegar à praia era tanta que escolhemos o caminho mais curto e rápido, cruzando pelo meio da ilha, passando pelas plantações de abacaxi, direto para a cidade de Haleiwa. A pequena surftown está a uma hora de Waikiki e é cheia de personalidade em seus restaurantes e surfshops. As plantações de abacaxi moveram a economia da região, mas ela ficou famosa mesmo por ser o berço do surf.

A famosa praia de Waimea num dia completamente sem ondas, na costa norte de Oahu, no Havaí

A famosa praia de Waimea num dia completamente sem ondas, na costa norte de Oahu, no Havaí


Seguimos pela Kamehameha Highway que contorna toda a costa norte, e logo chegamos à famosa praia de Waimea. Foi aqui nestas praias que trabalhou como salva-vidas o lendário surfista havaiano Eddie Aikau. Eddie trabalhava em uma fábrica de abacaxi enlatado e no seu tempo livre enfrentava as ondas de 9, 10 metros aqui em Waimea. Depois que se tornou salva-vidas não houve nenhum registro de afogamento por estas águas. Eddie morreu aos 31 anos a bordo de uma expedição que tentava mapear e refazer a rota da primeira migração polinésia ao Hawaii, em 1978. Após o barco virar a 19km da costa de Molokini, Eddie remou em sua prancha de surf para buscar ajuda. Todos os membros da equipe foram resgatados, mas ele nunca mais foi encontrado.

Hoje, a praia de Waimea nem precisava de salva-vidas! (em Oahu, no Havaí)

Hoje, a praia de Waimea nem precisava de salva-vidas! (em Oahu, no Havaí)


Sua coragem é relembrada até os dias de hoje, quando os melhores surfistas de ondas gigantes do mundo se reúnem aqui na North Shore aguardando o swell entrar e as ondas gigantes se formarem para começarem o The Quicksilver in Memory of Eddie Aikau, campeonato de ondas gigantes que só começa quando as ondas de Waimea Bay passam dos 25 ou 30 pés, mais de 8 metros! O campeonato não acontece todos os anos, o último foi em 2009 e este ano ele está de volta! “Only the bay will call the day”, dizem os surfistas que ficam a postos e ansiosos pela entrada das ondas. Nós também estávamos ansiosos, mas foi difícil acreditar que esta era a verdadeira Waimea Bay, tão reconhecida por suas ondas gigantes e perfeitas. A praia parecia uma piscina, até conversamos com os salva-vidas para saber se estávamos no lugar certo, hahaha!

Poucas ondas e muitos surfistas na praia de Pipeline, em Oahu, no Havaí

Poucas ondas e muitos surfistas na praia de Pipeline, em Oahu, no Havaí


A praia de Pipeline, na north shore de Oahu, no Havaí

A praia de Pipeline, na north shore de Oahu, no Havaí


Adiante, já menos esperançosos, chegamos à praia de Pipeline e adivinhem? Campeonato de surf suspenso e aguardando o retorno do swell, previsto para sexta-feira, justo quando nós vamos embora!

Torneio de Pipeline parado por falta de ondas, em Oahu, no Havaí

Torneio de Pipeline parado por falta de ondas, em Oahu, no Havaí


A falta de ondas adiou por alguns dias o Pipeline, em Oahu, no Havaí

A falta de ondas adiou por alguns dias o Pipeline, em Oahu, no Havaí


Toda a infra do campeonato estava montada, só esperando as ondas aparecerem. Alguns haules até estavam na água, tirando uma onda que estavam surfando em Pipeline, mas papo lá, papo cá, descobrimos que o point onde os profissionais estariam praticando era mais para frente, o Rocky Point. Nos mandamos para lá e ainda conseguimos ver algumas manobras legais dos que se dispuseram a entrar na água.

Surfistas fazem belas manobras nas ondas de Pipeline, em Oahu, no Havaí

Surfistas fazem belas manobras nas ondas de Pipeline, em Oahu, no Havaí


Surfistas fazem belas manobras nas ondas de Pipeline, em Oahu, no Havaí

Surfistas fazem belas manobras nas ondas de Pipeline, em Oahu, no Havaí


Depois de um pit stop no food truck brasileiro para matar as saudades do pastel e do guaraná foi a nossa vez de aproveitar que o mar está para peixe e caímos na água para um snorkel na Sharks Cove.

Matando as saudades de um delicioso pastel brasileiro, em Pipeline, na costa norte de Oahu, no Havaí

Matando as saudades de um delicioso pastel brasileiro, em Pipeline, na costa norte de Oahu, no Havaí


Local de snorkel na Shark Cove, costa norte de Oahu, no Havaí

Local de snorkel na Shark Cove, costa norte de Oahu, no Havaí


Mais tarde, mais uma paradinha para provarmos o camarão do caminhão do Giovanni´s. Uma delícia!

O mais tradicional carrinho de camarões na costa norte de Oahu, no Havaí

O mais tradicional carrinho de camarões na costa norte de Oahu, no Havaí


No final da tarde ainda demos uma passadinha no Centro de Cultura Polinésia. Ele é imenso, tem várias atividades e um dos mais conhecidos luais da ilha. O luau é uma tradição havaiana, mas que aqui já se tornou uma atividade turística beeeem comercial. Todo o luau acontece em torno de um jantar, preparado da forma tradicional na fogueira (ou não), com danças como o hula-hula e coquetéis.

Visita ao Polynesia Cultural Center, em Oahu, no Havaí

Visita ao Polynesia Cultural Center, em Oahu, no Havaí


Nós já tínhamos visto um hula bem mais roots lá na Kalalau Beach e resolvemos pular essa turistada. Nossa passagem pelo Centro de Cultura Polinésio foi rápida, circulamos pela área da entrada onde vimos algumas estátuas e uma exposição sobre os 6 principais povos da cultura polinésia, Samoa, Fiji, Aotearoa, Hawaii, Tahiti e Tonga e sua relação com o arquipélago havaiano.

Polynesia Cultural Center, em Oahu, no Havaí

Polynesia Cultural Center, em Oahu, no Havaí


Paineis informativos das culturas polinésias de diversas ilhas do Pacífico, em exposição no Polynesia Cultural Center, em Oahu, no Havaí

Paineis informativos das culturas polinésias de diversas ilhas do Pacífico, em exposição no Polynesia Cultural Center, em Oahu, no Havaí


A noite o Rafa e o Rodrigo sucumbiram, acabados da correria da viagem e ficaram no hotel, enquanto eu e a Laura aproveitamos para fazer um programa das meninas! Saímos caminhar na avenida principal de Waikiki, olhamos vitrines, fizemos umas comprinhas básicas na Victoria Secret´s e conferimos as promoções da Billabong. A avenida de noite é bem animada, cheia de artistas locais inventando moda, músicas e alguma parafernália para ganhar um troquinho. Adorei!

Noite em rua movimentada de Waikiki, em Honolulu, em Oahu, no Havaí

Noite em rua movimentada de Waikiki, em Honolulu, em Oahu, no Havaí



Terceiro Dia – Windward Coast e North Shore

Honolulu vista do alto da cratera de Diamond Head, na ilha de Oahu, no Havaí

Honolulu vista do alto da cratera de Diamond Head, na ilha de Oahu, no Havaí


Começamos o nosso terceiro dia subindo o Diamond Head, uma pequena cratera vulcânica dentro da cidade de Honolulu e com vistas lindas da praia de Wailkiki. O parque tem uma boa infraestrutura e vistas lindas da cidade.

Chegando ao alto da cratera de Diamond Head, em Honolulu, na ilha de Oahu, no Havaí

Chegando ao alto da cratera de Diamond Head, em Honolulu, na ilha de Oahu, no Havaí


Escadaria em caracol que leva ao alto da cratera de Diamond Head, em Honolulu, na ilha de Oahu, no Havaí

Escadaria em caracol que leva ao alto da cratera de Diamond Head, em Honolulu, na ilha de Oahu, no Havaí


Rumamos novamente para a costa norte, esperançosos que as ondas entrassem no final do dia, mas desta vez resolvemos fazer o caminho mais longo e mais bonito.

A bela costa leste de Oahu, no Havaí

A bela costa leste de Oahu, no Havaí


Seguimos pela Kanalianaole Highway, fazendo todo o contorno da costa leste da ilha e a primeira parada foi no mirante da Hanauma Bay. Ela é linda de cima, mas a o esquemão turístico era demais para o nosso colesterol.

A belíssima e concorrida Hanauma  Bay, na costa leste de Oahu, no Havaí

A belíssima e concorrida Hanauma Bay, na costa leste de Oahu, no Havaí


Continuamos rumo ao norte com paradas nos mirantes do caminho, com destaque para as praias de Makapuu, cheia de locais em suas pranchas de bodyboard e adiante Lanikai Beach, ótima para a prática de wind e kite surf!

Flagrante do casal 1000dias na North Shore de Oahu, no Havaí - foto de Laura Schunemann

Flagrante do casal 1000dias na North Shore de Oahu, no Havaí - foto de Laura Schunemann


Encontramos um restaurante japonês bem roots na cidade de Kaneohe com a ajuda do Yelp, resolvemos apostar na dica dos locais e não nos arrependemos. Ele era daqueles restaurantinhos no meio de um estacionamento e que por fora você não dá nada, mas a comida, além de barata, era deliciosa!

Pelo menos no cartaz, lá estão as famosas ondas de Pipeline, em Oahu, no Havaí

Pelo menos no cartaz, lá estão as famosas ondas de Pipeline, em Oahu, no Havaí


O final de tarde foi novamente no Rocky Point, atrás das grandes ondas e manobras radicais dos profissionais do surf. O mar cresceu e as ondas prometem para amanhã, quando eu e o Rodrigo já estaremos em um avião para Los Angeles. Hoje foi a nossa despedida dos nossos padrinhos, amigos e grandes companheiros de viagem. Rafa e Laura ainda poderão realizar mais um sonho e acompanhar as semi-finais do Pipe Masters! Nós vamos, mas os deixamos aqui representando o 1000dias, para nos contar tudo depois.

Surfistas aproveitam as ondas ainda pequenas da North Shore de Oahu, no Havaí

Surfistas aproveitam as ondas ainda pequenas da North Shore de Oahu, no Havaí


Concentração antes de enfrentar as ondas de North Shore, em Oahu, no Havaí

Concentração antes de enfrentar as ondas de North Shore, em Oahu, no Havaí


Se você ficar mais tempo na ilha ainda pode explorar as trilhas na North Shore, as praias do oeste da ilha, preferidas pelos locais para o surfe à movimentada Pipeline, ou ainda fazer um tour histórico por Pearl Harbour.

na praia de Pipeline, na North Shore de Oahu, no Havaí - foto de Laura Schunemann

na praia de Pipeline, na North Shore de Oahu, no Havaí - foto de Laura Schunemann


Kelly Slater sai com a prancha quebrada na praia de Pipeline, na North Shore de Oahu, no Havaí - foto de Laura Schunemann

Kelly Slater sai com a prancha quebrada na praia de Pipeline, na North Shore de Oahu, no Havaí - foto de Laura Schunemann



Gostou dessas últimas duas fotos? Confira aqui a cobertura fotográfica e o relato feito pela Laura, nossos olhos (e o nosso coração) no Billabong Pipe Masters, em Pipeline, Oahu – Hawaii.

Hawaii, Oahu-Honolulu, Oahu-North Shore, Eddie Aikau, Havaí, Honolulu, Oahu, Pipe Master, Pipeline, surf, Waimea Bay

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A nossa viagem fica melhor ainda se você participar. Comente!

Cachoeiras do Prata

Brasil, Goiás, Cavalcante

Cachoeira Rei da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Cachoeira Rei da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


As Cachoeiras do Prata são um grupo de 9 cachoeiras e incontáveis quedas d´água, corredeiras e poços de águas verdes cristalinas no meio do cerrado. Um programa que, dependendo do preparo e da disposição, pode durar o dia inteiro, subindo o rio e explorando cada canto deste paraíso.

Caminhando no rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Caminhando no rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


O Complexo das Cachoeiras do Prata tem acesso pela estada que vai ao Vão do Moleque, aproximadamente 60km de Cavalcante. A estrada de terra está boa, poucos buracos e algumas pontezinhas em curvas meio capciosas. As vistas da estrada são lindas, principalmente do mirante que fica logo no início da viagem. Hoje, finalmente, retiraram o cavalo morto que estava há 3 dias na beira da estrada, fedendo até! Na ida ainda encontramos eles, nem os urubus o queriam mais.

Mirante para o canyon da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Mirante para o canyon da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


A entrada do Prata foi alterada recentemente, a placa leva a uma estrada que está fechada por uma cerca de arame. A propriedade foi vendida recentemente e os novos donos alteraram a entrada, mas ainda não alteraram as placas. Seguindo mais uns 800m está uma outra entrada a direita, por onde logo encontramos a casinha do Seu Jerulino e da Dona Geni, pagamos nossa entrada (5,00 por pessoa) e já encomendamos uma comidinha caseira, feita no fogão à lenha para o final do passeio.

Belo fogão à lenha, na casa onde almoçamos no Rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Belo fogão à lenha, na casa onde almoçamos no Rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


Zé Pedrão conhece bem a região e pelo horário que chegamos lá nos indicou descermos primeiro nas 4 cachoeiras “de baixo”, maiores e mais bonitas e depois voltarmos às cachoeiras de cima. A estrada dentro da fazenda tem trechos bem conservados e cascalhados, cortando o cerrado, dentre montanhas e pequenos vales. No caminho encontramos uma plantação natural de arnicas, eu nunca tinha visto fora do pote, elas parecem pinheirinhos de natal, lindas.

Fiona nos leva para as cachoeiras do Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Fiona nos leva para as cachoeiras do Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


Paramos com o carro quando a estrada ficou impraticável, a Fiona já tinha andado demais, era nossa vez de fazer exercícios. Uma hora de caminhada, acompanhados de mutucas, os meninos não precisavam se preocupar, pois eu era o repelente natural das mutucas para eles. Matei pelo menos umas 30 junto com o Zé Pedrão.

Banho de cachoeira no rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Banho de cachoeira no rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


Finalmente chegamos à primeira das quatro cachoeiras, só ela já vale todo o passeio. O Rei do Prata possui um lago imenso de águas verdinhas e uma queda de água de uns 30m que começa por um túnel lotado de andorinhas. Chegamos pelo alto, onde o Rodrigo já queria pular, doido de pedra. Nem demos muito tempo dele empolgar com a ideia, larguei um “nem pensar!!!” e descemos. A cachoeira é belíssima, água deliciosa.

Andorinhões, sempre em casais, no vão da Cachoeira Rei da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Andorinhões, sempre em casais, no vão da Cachoeira Rei da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


Continuamos o cânion e logo encontramos outras cachoeiras a segunda está começando a ser batizada de “Rainha”, mas não sei se o nome já pegou. O ponto alto é a vista do alto da quarta cachoeira, do Urubu, com mais de 100m, do cânion e do vale do Rio Prata, com chapadas imensas e cerrados floridos.

Canyon do Rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Canyon do Rio da Prata, na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


Apertamos o passo na caminhada de volta e perto da Fiona, vimos a quinta cachoeira que é mais uma queda d´água com poços gostosos de banhar. Voltamos um trecho de carro e no alto, passamos por outras 4 cachoeiras. Demos uma última “banhada” no poço da terceira cachoeira, gelada e revigorante.

Belo poço no rio da Prata,na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO

Belo poço no rio da Prata,na Chapada dos Veadeiros, região de Cavalcante - GO


Terminamos o dia com um almoço delicioso na casa da Dona Cida e voltamos os 50km ouvindo histórias do Zé Pedrão, boas lembranças de Cavalcante.

Brasil, Goiás, Cavalcante, cachoeira, Chapada dos Veadeiros, parque nacional, Prata

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Just Checking

Brasil, Paraná, Curitiba

É impressionante como o tempo aqui em Curitiba passa de um jeito diferente. Quando estamos trabalhando sempre parece que o tempo não passa, alguns dias dá meia-noite, mas não seis horas, não é?

Bagunça no nosso quarto em Curitiba

Bagunça no nosso quarto em Curitiba


Este nunca foi o meu caso, eu sempre estava precisando de um dia de 30 horas para poder fazer todas as atividades e obrigações. Agora, no Caribe a nossa rotina foi sendo criada para pararmos no mínimo duas horas por dia para trabalhar no site, blogs, fotos e vídeos. Aqui, agora, não consigo mais, o tempo está escorrendo das nossas mãos tão rapidamente que parece que não vai dar tempo de nada! Temos um check list completo do que temos que fazer para a viagem, mas quanto mais escrevemos e repassamos, mais ele cresce e mais atividades temos.

TO DO LIST

• Subir o Pico Paraná – previsto para 12 e 13/05, cancelado pelo frio e chuva. Reagendado para 15 e 16/05, cancelado pelo mesmo motivo.
• Visita aos Parques de Curitiba – 12/05.
• Comprar Guia 4 Rodas e Lonely Planet Brasil atualizados – 12/05.
• Pesquisa de cobertura de internet 3G: TIM, Vivo e Claro – 12/05.
• Visita ao Parque Estadual de Vila Velha – 13/05.
• Aula de Moto – treino para a prova – 13/05.
• Buscar materiais na Armazém 4 x 4 – 14/05:
- Pranchas de alumínio Off Road
- Cabo de “Chupeta” 450Voltz
- Chip de memória com mapas para GPS
• Depilação a laser – 14/05 - coisas de menina =)
• Prova de Moto no Detran - 14/05 - Passei!
• Curso Rota do GPS – 14/05
• Levar a mãe para o aeroporto
• Salão de Beleza – 15/05 - coisas de menina 2! Vocês têm que concordar que é mais difícil para as mulheres, como vou a um casamento sem me
embelezar?
• Casamento Karina e Ricardo – 15/05 – foi lindo! Parabéns noivos!
• Visto do Canadá – eu tenho, mas o Ro precisa para entrar no país.
• Encontrar os amigos – sempre no jantar, para otimizar o tempo.
• Escrever os posts – todos os dias, as vezes com atraso...
• Cuidar da filhota canina, Diana: comprar caminha e cobertor para as noites frias e levar para tomar banho na petshop.
• Teste de espaço na Fiona para organização do espaço do porta-malas.
• Revisar malas que já estavam prontas, cortando ½ das roupas que pensei que ia levar.
• Reunião do site, mais uma para ver se conseguimos desempacá-lo logo.
• Revisão de todos os tags para busca dos blogs (muito chato, entrar em 1 por 1 para padronização.)
• Revisão de todos os tags para filtro do álbum de fotos. (chato ao quadrado, mesmo motivo x 600 fotos).
• Organização de todos os eletrônicos, cabos e SD cards.

Bem, com tudo isso acredito que não teremos como seguir viagem antes de terça-feira! Alguém tem mais alguma coisa?

A Diana, que adoraria viajar com a gente

A Diana, que adoraria viajar com a gente

Brasil, Paraná, Curitiba,

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Não tem preço!

Brasil, Espírito Santo, Vitória

Escalando a torre em frente ao Mosteiro da Penha, em Vila Velha - ES

Escalando a torre em frente ao Mosteiro da Penha, em Vila Velha - ES


Hoje exploramos o centro histórico de Vitória, depois de ter encontrado na sorte a assistência técnica da Nokia para arrumar o nosso celular, botão quebrado R$ 120,00! Pelo menos o cara arrumou em 20 minutos. Seguimos para o centro, lugar impossível de estacionar. Não existe estacionamento particular e os públicos rotativos estão lotados desde cedo. A dica é tentar uma praça ao lado ao Palácio Anchieta, sede do governo do estado, que tem vários cuidadores de carro que ficam com a sua chave e manobram nas vagas proibidas, em frente à garagens de prédio, etc.

O Palácio Anchieta, sede do governo, em Vitória - ES

O Palácio Anchieta, sede do governo, em Vitória - ES


O Palácio Anchieta é lindo, um prédio do Século XVI que era um colégio jesuíta e foi reformado diversas vezes até chegar à estrutura atual, majestosa, que pode ser visitada com horários agendados previamente, mesmo com os escritórios em funcionamento.

Igreja de São Gonçalo, em Vitória - ES

Igreja de São Gonçalo, em Vitória - ES


Ao lado fica a Igreja de São Gonçalo e a Catedral, inspirada na Catedral de Colônia. As três construções formavam o complexo arquitetônico mais importante da cidade no início do século XVII, fico imaginando como deveria ser linda a vista e a vila, à beira mar e com os terrenos menos ocupados.

A ponte que liga  Vila Velha à Vitória- ES

A ponte que liga Vila Velha à Vitória- ES


Dali, saímos correndo buscar nossos sobrinhos que vieram de Ribeirão Preto nos visitar no feriado. O Léo e a Karen chegaram ao aeroporto as 13h e vão de Fiona conosco para Itaúnas, onde iremos comemorar o aniversário de 41 anos do Rodrigo. Com eles fomos conhecer o famoso Convento Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, com uma vista lindíssima da cidade de Vitória, e onde podemos observar a terceira ponte, entre Vila Velha e Vitória e o porto de Tubarão. Passamos pela Praia da Costa petiscar e seguimos para o hotel labutar.

O Mosteiro da Penha, em Vila Velha - ES

O Mosteiro da Penha, em Vila Velha - ES


A Praia da Costa, em Vila Velha - ES

A Praia da Costa, em Vila Velha - ES


Mais tarde fomos apresentar ao Léo e à Karen o Triângulo das Bermudas, bebericamos enquanto esperávamos a chegada da Laura e Rafael, casal de amigos e padrinhos de casamento, que seriam buscados pela Ana no aeroporto. Jantamos no Pirão, eleito o restaurante com a melhor Moqueca Capixaba do Espírito Santo!

Devorando a moqueca do restaurante Pirão, em Vitória - ES

Devorando a moqueca do restaurante Pirão, em Vitória - ES


Realmente é uma delícia e vale muito à pena. Animados, esticamos para o Bar da Devassa e aos poucos o pessoal foi se entregando. O Léo e a Karen nem entraram, foram logo para o hotel meia hora depois o Rodrigo e mais 10 minutos o Rafa também nos abandonaram. Pra que? Juntou a fome com a vontade de comer, três amigas loucas para conversar, desabafar, tipo papo de mulher. Eu a Ana e a Laura fomos para o Quintalzinho, bar 24 horas e só saímos de lá as 5 horas da manhã, com o dia amanhecendo! Que delícia, eu estava morrendo de saudades delas e das conversas.

Conserto do celular quebrado – R$ 120,00
Manobrista para estacionar o carro no centro, na confiança – R$ 5,00
Moqueca Capixaba – 150,00
Encontrar os amigos em Vitória, não tem preço!

Coma amiga Ana, os padrinhos Rafa e Laura e os sobrinhos Leo e Karen, no restaurante Pirão, em Vitória - ES

Coma amiga Ana, os padrinhos Rafa e Laura e os sobrinhos Leo e Karen, no restaurante Pirão, em Vitória - ES

Brasil, Espírito Santo, Vitória, convento, Praia, Praia do Canto

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Cidade grande!

Brasil, Minas Gerais, Belo Horizonte

Amo viajar pelo interior, conhecer os arraiais, as vilazinhas, conhecer a cultura e diferentes estilos de vida. Confesso, porém que estava morrendo de saudades da cidade grande!

Alameda das Palmeiras Imperiais, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte - MG

Alameda das Palmeiras Imperiais, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte - MG


Eu ainda não conhecia Belo Horizonte, ou o fazendão, como brincam aqui em Minas. É uma cidade linda, rodeada de montanhas, com muitas praças, parques, museus, barzinhos, enfim, infra-estrutura de cidade grande, mas com um charme especial. Nós ficamos hospedados na Savassi, bairro equivalente ao Batel em Curitiba. Por que é “A” Savassi e não “O” não me perguntem, para mim ainda é uma incógnita, só no último dia foi que meu cérebro registrou que é A (bairro) Savassi. Tínhamos sido gentilmente convidados a ficar na casa da Karina, Irma do Dudu e cunhada da Nana, que conhecemos em Diamantina. Ficamos totalmente sem graça de chegar lá e despejar os 100kg de pó e terra que a Fiona carregava dentro dela. Ninguém merece uma coisa dessas.

Placa informativa na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte - MG

Placa informativa na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte - MG


Segunda-feira foi o dia dos afazeres “domésticos” e de organização da bagunça. Enquanto eu levei a roupa para lavar e fui encontrando no caminho quase tudo o que eu precisava de acessórios básicos, o Rodrigo foi para a Toyota levar a Fiona para a sua revisão dos 10mil km. Almoçamos em um natureba delicioso e fomos conhecer a Praça da Liberdade e Mercado Municipal. A Praça da Liberdade tem no seu entorno o Palácio da Liberdade, antiga sede do Governo do Estado. Restaurada em 1994, a praça é uma ilha de tranqüilidade no meio de tantos prédios. Ali perto fica também o Espaço Cultural TIM-UFMG, que estamos loucos para conhecer, porém hoje estava fechado. Seguimos para o Parque e Mercado Municipal no centro. O parque estava fechado, segunda não é um bom dia para turistas em cidade grande. Dali andamos até o mercadão, descendo a Av. Augusto de Lima, entre a Rua São Paulo e Rio de Janeiro o o empacou e não saiu enquanto não conseguiu falar com sua mãe. Ele tinha uma memória antiga, dos tempos de criança, que seria ali, naquela quadra, o primeiro apartamento que seus pais viveram em BH, e não é que ele estava certo?

Mercado Municipal de Belo Horizonte - MG

Mercado Municipal de Belo Horizonte - MG


No mercadão rodamos, compramos uns beliscos e aproveitamos para provar o chopp artesanal feito na Serra do Curral. Queijos, nem pensar! Se começarmos a comprar vai ser difícil parar.

Boteco tradicional no Mercado Municipal de Belo Horizonte - MG

Boteco tradicional no Mercado Municipal de Belo Horizonte - MG


Ahhh, a cidade grande, mesmo que seja um fazendão, também faz falta!

Brasil, Minas Gerais, Belo Horizonte,

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Punta Gallinas

Colômbia, La Guajira

Meio de transporte na península de La Guajira, na Colômbia

Meio de transporte na península de La Guajira, na Colômbia


Acordamos com os primeiros raios da manhã, a noite fria do deserto dava espaço a mais um dia quente e ensolarado na península de La Guajira. Um banho frio para acordar e um desayuno típico com arepa de farinha e ovos mexidos e estávamos prontos para colocar o pé na estrada novamente!

Café da manhã na península de La Guajira, na Colômbia

Café da manhã na península de La Guajira, na Colômbia


Café da manhã com o Marco e a Elisiana, nossos amigos italianos, num rancho no norte da península de La Guajira, na Colômbia

Café da manhã com o Marco e a Elisiana, nossos amigos italianos, num rancho no norte da península de La Guajira, na Colômbia


Enquanto nos preparávamos para sair, várias mulheres e crianças chegavam ao rancho, que servia de base para o atendimento de dentistas que vieram da capital. Eles vêm uma vez ao mês ou mais, trazem todo o consultório móvel e atendem as famílias wayuus da região. Lindo trabalho!

sertão do Brasil? Não! Península de La Guajira, na Colômbia

sertão do Brasil? Não! Península de La Guajira, na Colômbia


A mais bela e sábia das árvores, na península de La Guajira, na Colômbia

A mais bela e sábia das árvores, na península de La Guajira, na Colômbia


Despedimos de Elisiana e Marcos com promessas de visitas, no Brasil e na Itália, para mostrarmos o melhor de nossa terra aos nossos novos amigos! Eles partiram de barco pela Baía Hondita e nós de Fiona rumo à Punta Gallinas, a ponta mais ao norte da América do Sul!

Braço de mar ao lado de nosso rancho na península de La Guajira, na Colômbia

Braço de mar ao lado de nosso rancho na península de La Guajira, na Colômbia


No caminho mais deserto, caatinga, praias e finalmente o Oceano Atlântico, mais conhecido por aqui como Mar do Caribe. A praia deste litoral é rodeada por corais, as areias graúdas tem forma de pequenos grãos de arroz e o mar revolto faz o espetáculo de splashes nos arrecifes.

A Fiona no topo da América do Sul, em Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia

A Fiona no topo da América do Sul, em Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia


Exatamente no ponto mais ao norte da América do Sul, em Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia

Exatamente no ponto mais ao norte da América do Sul, em Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia


O marco geográfico está sinalizado por um farol que mais parece uma antena e uma construção caindo aos pedaços, que ao menos possui um simpático mapa em pintura livre para nos lembrar aonde viemos parar.

O farol que marca o início da América do Sul, em Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia

O farol que marca o início da América do Sul, em Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia


1000dias chega à Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia, o ponto mais ao norte da América do Sul

1000dias chega à Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia, o ponto mais ao norte da América do Sul


Tina e Marcos acabavam de chegar por ali para o seu café da manhã. Tiveram muito vento no acampamento na praia de Baía Hondita e acabaram saindo mais cedo do que imaginavam. Agora sim nos despedimos do casal de aventureiros suíços, eles seguirão para o sul via Bucaramanga, enquanto nós iremos cruzar para a Venezuela, mas algo me diz que nossos caminhos ainda irão se cruzar!

O Marco e a Tina saboreiam seu café da manhã na sombra do farol de Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia, ponto mais ao norte da América do Sul

O Marco e a Tina saboreiam seu café da manhã na sombra do farol de Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia, ponto mais ao norte da América do Sul


Começamos o nosso caminho de volta, passamos novamente pelo mirante da Bahía Honda e suas ilhas e algumas horas depois chegamos à cidade de Cabo de la Vela. Uma comunidade de pescadores que vive em suas casas e pátios internos para se proteger do vento que sopra constantemente nas águas rasas deste litoral. Estes mesmos ventos atraem praticantes de kite e windsurfe, a baía rasa tem as condições perfeitas para o esporte.

O mar azul de Cabo de La Vela, litoral ocidental da península de La Guajira, na Colômbia

O mar azul de Cabo de La Vela, litoral ocidental da península de La Guajira, na Colômbia


Os wayuus sabem disso e já vemos mais estrutura turística por aqui, algumas pousadas e restaurantes simpáticos que servem PFs deliciosos de peixe fresco (o de hoje foi barracuda), arroz, patacones e pepinos, especialidades da culinária local.

Nossos guias, Edwin e Alex, na península de La Guajira, na Colômbia

Nossos guias, Edwin e Alex, na península de La Guajira, na Colômbia


Lutando contra o vento e o calor, nos refrescamos no mar e logo estamos prontos para conhecer o cartão postal da região, o Pilón de Azúcar. Uma montanha de uns 150m de altura estrategicamente localizada entre praias e baías com uma das vistas mais lindas da península.

A incrível beleza da paisagem vista do topo do Pilón de Azucar, perto de Cabo de La Vela, litoral ocidental da península de La Guajira, na Colômbia

A incrível beleza da paisagem vista do topo do Pilón de Azucar, perto de Cabo de La Vela, litoral ocidental da península de La Guajira, na Colômbia


O Pilón de Azúcar tem um significado muito especial pra os wayuus, que acreditam que as nossas almas quando morrem passam por ali. Talvez por isso no topo esteja a estátua da Virgem (não me pergunte qual delas), na interessante mistura da cultura local com a religião dominante neste povo desde os tempos coloniais.

Imagem da Virgem no topo do Pilón de Azucar, perto de Cabo de La Vela, litoral ocidental da península de La Guajira, na Colômbia

Imagem da Virgem no topo do Pilón de Azucar, perto de Cabo de La Vela, litoral ocidental da península de La Guajira, na Colômbia


A nossa jornada à Punta Gallinas chegou ao fim e agora podemos responder: o que o ponto mais ao norte da América do Sul tem de especial? O caminho para chegar até lá. As pessoas, a cultura, as paisagens e uma América diferente de tudo o que já vimos e que como sempre continua a nos surpreender.

Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia, o ponto mais ao norte da América do Sul

Punta Gallinas, península de La Guajira, na Colômbia, o ponto mais ao norte da América do Sul

Colômbia, La Guajira, Cabo de la Vela, off road, Pilón de Azúcar, Punta Gallinas, Wayuus

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Os Blogueiros e as Flores do Delaware

Estados Unidos, Delaware, Newark, Pennsylvania, Longwood Gardens

coleção de orquídeas em Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

coleção de orquídeas em Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


O Delaware não estava no nosso roteiro nos Estados Unidos, não por falta de merecimento, mas principalmente por falta de tempo. No entanto um convite muito especial nos fez mudar os planos, diminuir um dia lá e outro aqui e conseguimos colocar na agenda uma visita aos amigos blogueiros Maurício e Oscar. Há tempos nos seguimos pelo twitter, trocamos dicas e ideias sobre viagens e turismo neste universo paralelo que é chamado carinhosamente de Viajosfera. Ambos viveram em Curitiba, Mau é formado em comercio exterior e trabalha no HSBC, Oscar é engenheiro florestal e eles viajam pelo mundo por onde a vida e os trabalhos os levam.

O Oscar nos recebe em sua casa em Newark, no Delaware, nos Estados Unidos

O Oscar nos recebe em sua casa em Newark, no Delaware, nos Estados Unidos


O Maurício nos recebe em sua casa em Newark, no Delaware, nos Estados Unidos

O Maurício nos recebe em sua casa em Newark, no Delaware, nos Estados Unidos


Todas essas viagens e a vida de expatriados os levou ao MauOscar.com, blog interessantíssimo, com várias dicas de viagens e lugares como Singapura, Alemanha, Estados Unidos e arredores. Chegamos à casa deles em Newark – Delaware, no final da tarde e fomos recebidos pelos velhos novos amigos, como se nos conhecêssemos pessoalmente há muito tempo. A recepção foi literalmente calorosa, um belo churrasco bem brasileiro, acompanhado de um belo vinho e ótimo papo não poderia ter sido melhor! Queridos pensaram em todos os detalhes para os viajantes saudosos dos pratos e temperos brasileiros, até a tradicional salada de batata estava no cardápio, divina!, diga-se de passagem.

Churrasco preparado pelo Maurício e o Oscar para nos receber em sua casa em Newark, no Delaware, nos Estados Unidos

Churrasco preparado pelo Maurício e o Oscar para nos receber em sua casa em Newark, no Delaware, nos Estados Unidos


Uma das pontes cobertas históricas na região de Newark, no Delaware - Estados Unidos

Uma das pontes cobertas históricas na região de Newark, no Delaware - Estados Unidos


Visitando as 'Pontes de Madison', na região de Newark, em Delaware, nos Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)

Visitando as "Pontes de Madison", na região de Newark, em Delaware, nos Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)


No dia seguinte conseguimos organizar um encontro de blogueiros brasileiros, quem diria, aqui no Delaware! Teté, do blog Escapismo Genuíno e Cláudia do Aprendiz do Viajante vieram direto de Washington DC para um dia delicioso no florido countryside americano. Os caminhos e roteiros ficaram nas mãos do nosso guia local Oscar. Pontes cobertas lindíssimas, riachos e florestas, verdes no verão e amarelas no outono.

Na Fiona com o Oscar, pelas estradas do Delaware - Estados Unidos

Na Fiona com o Oscar, pelas estradas do Delaware - Estados Unidos


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todos fotografando ao mesmo tempo, em visita ao Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

todos fotografando ao mesmo tempo, em visita ao Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

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Nosso destino é um lugar especial e quase nada conhecido por turistas estrangeiros. Um museu a céu aberto, um ode à mãe natureza em suas mais distintas formas, cores e cheiros. Oscar é engenheiro florestal, especializado em árvores e madeiras, mas sua paixão pelas flores fez com que já se tornasse sócio-vip do maior Jardim Botânico dos Estados Unidos: o Longwood Gardens.

Com a Tete e o Oscar no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)

Com a Tete e o Oscar no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)


Clima romântico na entrada do Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)

Clima romântico na entrada do Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)


O recanto sagrado dos milionários da família Du Pont, hoje está aberto a todos os mortais e pode ser visitado no Brandywine Valley, na Pensilvânia. A cada estação novas flores são plantadas, novas exposições são montadas e instalações especiais tomam conta do imenso espaço criado por Pierre du Pont e sua esposa.

No meio das flores no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)

No meio das flores no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)


A propriedade foi comprada pelo empresário no ano de 1.940 para a preservação de um arboreto criado pela família quacker de Joshua e Samuel Peirce em 1.798. As árvores plantadas e cuidadas por tanto tempo por essa família haviam sido compradas por um madereiro que iria cortá-las sem dó nem piedade. Du Pont, um empresário visionário apaixonado por plantas e flores, conseguiu negociar a compra do terreno e manteve o arborium para o seu deleite, fazendo melhoramentos e desenvolvendo ao redor um imenso jardim, com fontes e flores.

Os cuidados jardins de Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

Os cuidados jardins de Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


Uma das muitas fontes no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

Uma das muitas fontes no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


As maravilhosas flores na estufa do Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

As maravilhosas flores na estufa do Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


Durante a nossa visita estava em andamento a instalação Light Nights, jardim iluminado pelo artista plástico Bruce Munro, com materiais recicláveis como pets, vidro e lâmpadas de fibra ótica. A propósito, não duvido nada que suas obras tenham sido a fonte de inspiração para os cenários do filme Avatar. O espetáculo das águas dançantes, ao som de temas clássicos é outra das grandes atrações no parque.

Uma das muitas fontes em Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

Uma das muitas fontes em Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


Sua estufa de 18.210m2 abriga mais de 20 jardins e 5.500 tipos de plantas, dentre elas coleções imensas de orquídeas, bonsais e plantas tropicais vindas de todas a partes do mundo e inclusive um lindo jardim branco de suculentas e cactos extraordinário.

A magnífica estufa do Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

A magnífica estufa do Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


Um florido bonsai no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

Um florido bonsai no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


Flôr de cactus no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

Flôr de cactus no Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


Para as crianças uma área de chafarizes e fontes de água é diversão garantida e comprovada por Dylan, filho da Cláudia, o nosso verdadeiro Aprendiz de Viajante!

Dylan, o Aprendiz de Viajante, se diverte em fonte em Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos

Dylan, o Aprendiz de Viajante, se diverte em fonte em Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos


Mostrando o mapa dos 1000dias ao Aprendiz de Viajante, em Newark, no Delaware - Estados Unidos

Mostrando o mapa dos 1000dias ao Aprendiz de Viajante, em Newark, no Delaware - Estados Unidos


O dia foi maravilhoso, uma grande surpresa para os dois viajantes aqui, que teriam passado reto neste tesouro escondido na fronteira do Delaware e Pensilvânia. A companhia do Mau e do Oscar já teria valido todo o esforço para chegarmos ao Delaware e ainda fomos agraciados com a visita das nossas amigas brazucas de DC, trocar experiências e histórias de viagens em um cenário espetacular como o Longwood Gardens. Foi difícil ir embora, partimos com a promessa de um reencontro em alguma estrada neste mundo afora.

Papo animado com a Tete durante visita ao Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)

Papo animado com a Tete durante visita ao Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)


O grupo de blogueiros que visitou o Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)

O grupo de blogueiros que visitou o Longwood Gardens, na Pennsylvania - Estados Unidos (foto do Oscar, do mauoscar.com)

Estados Unidos, Delaware, Newark, Pennsylvania, Longwood Gardens, Blogueiros , jardim Botânico, Longwood Gardens, Plantas

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Arequipa de Sillar

Peru, Arequipa

Interior do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru

Interior do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru


Arequipa é a segunda maior cidade do Perú, ficando apenas atrás da capital, Lima. Foi um dos principais centros políticos da era colonial, muito mais rica e poderosa do que a afamada cidade de Cuzco.

Interior da catedral de Arequipa - Peru

Interior da catedral de Arequipa - Peru


Buscando uma base mais ao sul de Lima escolheram a região da atual Camaná no litoral, priorizando o portos marítimos. Construíram a cidade mas logo se deram conta que estavam em uma região com poucos recursos naturais e então se mudaram para Arequipa, uma vila já existente em um vale fértil, dentre vulcões e fontes de água doce, rica em minérios e madeira. Localização estrategicamente perfeita. Ali construíram uma linda cidade e a mais bela e pomposa Plaza de Armas de todo o Perú. Sim, arrisco a dizer que é a mais bela e pomposa inclusive comparando-a com a de Lima, da qual tenho vagas lembranças de minha passagem em 2006.

A Plaza de Armas de Arequipa - Peru

A Plaza de Armas de Arequipa - Peru


Uma fonte central, circundada de jardins bem desenhados e lotados de pombos, rodeados por uma linda construção com arcos em dois andares em sillar, pedra vulcânica de coloração clara e bela textura, aliás responsável por praticamente todas as construções da cidade antiga.

Criança alimenta alguns dos milhares de pombos da Plaza de Armas de Arequipa - Peru

Criança alimenta alguns dos milhares de pombos da Plaza de Armas de Arequipa - Peru


A praça possui como principal edifício a Catedral do século XVII, reconstruída 1868 depois de um imenso incêndio em 1844. A visita guiada vale tanto pela bela aula de história de Arequipa, assim como pela bela vista da cidade em meio aos vulcões, do alto da Catedral.

O El Mistí e o Chachani vistos do alto da Catedral de Arequipa - Peru

O El Mistí e o Chachani vistos do alto da Catedral de Arequipa - Peru


Falando em antiga, não poderíamos deixar de conhecer um dos edifícios coloniais mais antigos da cidade, o Convento de Santa Catalina. Construído em 1850 por uma viúva rica, este convento da ordem carmelita recebia apenas mulheres das mais ricas famílias espanholas. Estas, no entanto, continuavam vivendo com todas as mordomias e o estilo de vida que possuíam. Inúmeras criadas e celas simples mas com requintes como o piano caríssimo trazido da Alemanha para uma madre superiora. Esse bem bom não durou para sempre, logo chegou uma freira dominicana que as colocou nos eixos.

Uma das freiras do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru

Uma das freiras do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru


O convento é uma cidade completa, capelas, igrejas, praças, banhos, cozinhas, refeitórios, padarias, farmácia, sala de produção de hóstias, além, é claro, de suas celas individuais, todas com sala, quarto e cozinha. As celas chegaram a ser comercializadas, uma vez que elas próprias as construíam no início de sua vida de reclusão. Ninguém podia entrar aí e através do locutório elas só teriam chance de falar com seus pais uma ou duas vezes ao ano, depois de passado o período de noviças, que levava até 2 anos.

Uma das celas (ou quartos) do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru

Uma das celas (ou quartos) do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru


Uma das celas mais famosas é a que guarda os objetos pessoais utilizados por uma freira que viveu e faleceu neste convento e teve seus milagres comprovados, como a cura de um câncer e outras enfermidades. Esta fortaleza também abrigou muitas famílias da elite arequipeña quando se deu a guerra com o Chile, já falada aqui neste blog, a Guerra do Pacífico. É claro que com as devidas autorizações do Arcebispo responsável.

Um dos pátios do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru

Um dos pátios do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru


Sua arquitetura, suas ruas e afrescos foram completamente restaurados, depois de um largo período de pouca preservação e abandono. Em 1970 grande parte foi aberta a visitação, ainda que existam hoje uma parte do complexo que segue isolada para as 30 freiras da ordem dominicana que seguem trabalhando e se dedicando à vida religiosa.

Uma das ruas internas do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru

Uma das ruas internas do Convento de Santa Catalina, em Arequipa - Peru


Depois deste mergulho na íntima vida de um convento, nos voltamos para o mundo exterior e logo vemos ao fundo o pomposo vulcão El Místi, que não nos deixa esquecer de fecharmos o nosso trekking para o alto dos seus 5.830m amanhã. Fechamos com uma pequena agência, confiando que nos levarão a um operador mais organizado e com experiência em alta montanha. À noite buscamos os equipamentos de frio que não tínhamos, como luvas para neve, etc. Pessoal profissional, com um grupo de 9 pessoas bem heterogêneo, vamos ver como será.

Iluminação noturna da Plaza de Armas de Arequipa - Peru

Iluminação noturna da Plaza de Armas de Arequipa - Peru

Peru, Arequipa, Catedral, Convento Santa Catalina, Plaza de Armas

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Soy loco por ti América

Brasil, Paraná, Tibagi

Desbravar o continente, descobrir o que nos faz ser americanos, independente de raça, crença ou riquezas, independente se está no tão sonhado primeiro mundo ou nos países emergentes e promissores lá do sul. Caetano já cantava "Soy loco por ti América", e nós concordamos, não é a toa que iremos passar os próximos 1000 dias de nossas vidas explorando todos os países da América.

A origem desta coluna está na vontade insaciável de explorar esta diversidade de histórias, lugares e culturas tão diferentes e buscar qual é o fio que hoje nos une. Perguntando: Por que você é louco pela sua cidade, pelo seu País, pela América? Está sendo montado um mapa com entrevistas por onde passarmos, buscando os diferentes traços, sotaques, regionalismos e gírias. Acompanhe no link "Soy Loco" esta descoberta, compare, aprenda e descubra quem faz o continente Americano.

Soy loco por ti América em Tibagi

Gilberto foi o nosso guia no Cânion Guartelá. Sua família chegou na região à muitos anos, fez parte da história da colonização da região e ele é um dos principais conhecedores do parque e das fazendas que estão no entorno, principalmente por sua paixão pelo cânion.

Brasil, Paraná, Tibagi, soy loco por ti américa

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Praia cor-de-rosa

Bahamas, Eleuthera - Harbour Island

Um dia na praia...

Um dia na praia...


A cor da areia é rosa, um rosa bebê bem clarinho. Isso devido às conchas que se esmigalham e viram grãos cor-de-rosas, ajudando a formar esta areia colorida. O mar é azul transparente, isso por que estamos no Caribe e toda a formação da ilha é calcária, o que ajuda a filtrar a água nos seus arrecifes e praias. Em toda a praia encontramos uma alga, verdinha que parece couve refogada, beeeem fininha. São tantas algas que varrê-las já faz parte da rotina diária dos hotéis na beira da praia, todas as manhãs. Enquanto andamos observando esta cena, percebo que a praia está repleta de águas-vivas, ou “portugueses” como aprendemos por aqui e continuo rindo sozinha do nome que resolveram dar a este bicho, afinal, por que esse nome engraçado? Depois de olhar com cuidado as “portugueses” na beira da praia foi que me dei conta, não sei como isso não me ocorreu antes! Essas águas-vivas, cheias de fios daqueles bem doloridos, são conhecidas no Brasil como caravelas! Caravelas = Portugueses! Viu só, tudo tem um por que! Hahahaha! Filosofias de uma brasileira nas Bahamas... Quem agüenta?

Felizes na praia - Harbour Island - Bahamas

Felizes na praia - Harbour Island - Bahamas


Depois de andar na praia, estudar o nosso computador de mergulho da Fun Dive e cansar de me esconder do vento enrolada na toalha, resolvemos voltar à pousada e sair para uma corridinha. Uma bela forma de conhecer a Ilha. Corremos pelas novas vizinhanças, ainda não exploradas e percebi que realmente eu não estava tão “out” quando falei dos podres de ricos. Corremos pela Bay Street até chegarmos a uma praia formada na maré baixa, uma espécie de mangue seco. Digo uma espécie, pois não consigo ter certeza se é mangue ou não, já que aqui mangue não faz lama, mesmo se fizesse a lama seria rosa, e também não tem cheiro ruim. Seguindo por esta praia passamos por várias casas onde só se pode chegar de barco. Todas elas com seus barcos e iates nos seus piers privados, mesmo que vazias. É... realmente é mais fácil viver se olhamos para baixo na pirâmide, por que se olhamos para cima vemos como ainda somos pobres!

Relaxando na praias de areias rosa

Relaxando na praias de areias rosa


Mais tarde vamos para a pousada do John, figuraça, (vocês acreditam que até no enterro do Bob Marley ele foi?) ver o sol se por na baía, escrevendo os nossos posts. Jantar na Marina Valentines onde vamos deixar uma camiseta do 1000dias fazendo parte da decoração do bar, amanhã colocarei uma foto para vocês verem. Vamos ver qual será a programação do dia. Tínhamos mergulhos agendados, mas a droga do vento nordeste (eu achei que era noroeste) estragou todos os pontos de mergulho de Eleuthera... Acho que teremos que nos contentar com os corais e a praia cor-de-rosa.

Pôr-do-sol na pousada em Harbour Island - Eleuthera - Bahamas

Pôr-do-sol na pousada em Harbour Island - Eleuthera - Bahamas

Bahamas, Eleuthera - Harbour Island, Caribe, ilha, Pink Sand Beach, Praia

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