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“Indiada”

Brasil, Paraná, Foz do Iguaçu, Paraguai, Ciudad del Este

Engarrafamento para se chegar à Ponte da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR

Engarrafamento para se chegar à Ponte da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR


Antes que pensem que sou preconceituosa, deixem-me explicar. “Indiada” é um termo que adotei no meu vocabulário desde a minha intensa convivência com os nossos conterrâneos brazucas gaúchos. Ele é um substantivo para o famoso “programa de índio” e que resume muito bem o nosso dia de hoje.

Chegando ao posto da Receita na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu - PR

Chegando ao posto da Receita na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu - PR


Depois de passarmos quase duas horas dentro do carro em um percurso que levaria no máximo meia hora, atravessamos a famosa Ponte da Amizade. Ela passa sobre o Rio Paraná, que faz a divisa entre Foz do Iguaçú, no Brasil e Ciudad Del Este, no Paraguai. Ao que consta, um caminhão estragou na ponte hoje cedo e por isso todo o tráfego de veículos ficou prejudicado, até o início da tarde.

O rio Paraná, fronteira de Brasil e Paraguai, visto do alto da Ponte da Amizade

O rio Paraná, fronteira de Brasil e Paraguai, visto do alto da Ponte da Amizade


Maravilha, atravessamos a ponte. Nesta passagem a imigração, aduana e todos estes órgãos de fronteira aqui existem por mera formalidade, pois o acordo entre os países do MERCOSUL permite o trânsito livre de veículos e pessoas entre os dois países, apenas para um dia de compras.

Fronteira do Brasil com o Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR

Fronteira do Brasil com o Paraguai, em Foz do Iguaçu - PR


O esquema depois que atravessa a ponte, estando de carro ou van, é ir direto para o Shopping Del Este, logo após a Aduana Paraguaia do lado esquerdo. É um ótimo ponto de apoio, estacionamento, banheiros e já possui várias lojas bacanas. Dentro do shopping paga-se um pouco mais caro, mas a qualidade e procedência da mercadoria é mais garantida.

Movimento em Ciudad del Este, no Paraguai

Movimento em Ciudad del Este, no Paraguai


Nosso guia, Maycon, nos levou direto para outro shopping de compras, onde existem várias lojas de eletrônicos e mercadorias em geral, como uma Americanas Paraguaia. Lá ele conhece os donos das lojas e garante troca, inclusive fazendo os trâmites por correio, se necessário. Essa história de “La garantia soy yo” nunca foi comigo, sou super daquela filosofia de que o barato sai caro. Nós havíamos feito uma lista imensa de compras, mas no final, a loucura das ruas e o amontoado de pessoas é tanto que me dá um branco e vontade de sair correndo dali. Eu ainda conseguia abstrair, comprei um secador para os dias de frio lá nos Andes, achamos uma barraca totalmente made in China, quebra o galho. O Rodrigo, coitado, não conseguia entrar no clima e muito menos abstrair... estava se sentindo o próprio índio fora d´água.

Com o Maicon, nosso motorista e guia para compras em Ciudad del Este, no Paraguai

Com o Maicon, nosso motorista e guia para compras em Ciudad del Este, no Paraguai


Minha mãe, sempre muito prática, já aproveitou para fazer as compras, incluindo encomendas. Aí vem a indiada mor, para fechar o dia. Tivemos que entrar na fila da receita federal para declarar e pagar uma pequena diferença de imposto, 40 reais. A fila nem estava tão grande, mas a morosidade do serviço fez com que ficássemos ali mais de uma hora! O calor baixou a sua pressão e ela começou a passar mal na fila... que beleza! Mas como tudo tem um lado bom, o fiscal percebeu o apuro e nos passou na frente da fila. Agora, se assim já demorou uma hora, imaginem quanto tempo teria sido normalmente? Acho uma pena, pois várias pessoas não param ali para declarar 50 dólares a mais, a maioria passa direto e reto. Nós, pessoas corretas e amigas da lei, temos que ficar horas na fila para pagar imposto! É uma inversão total de valores...

Observando os pedestres atravessando a Ponte da Amizade, entre Paraguai e Brasil

Observando os pedestres atravessando a Ponte da Amizade, entre Paraguai e Brasil


No final do dia o saldo foi positivo, o importante é levar tudo isso na esportiva, como experiência. Depois desse perrengue todo nós merecíamos um bom almoço/jantar na Picanha na Pedra em frente ao nosso hotel. Agora é recarregar as energias que amanhã tem mais!

Glossário/Dicionário:

1. programa de índio
Enviado por Felipe Monteiro de Carvalho (SP) em 21-04-2009.
Significado: Começou significando um programa envolvendo a natureza, como fazer trilha, ou ir a uma praia deserta, mas com significado negativo, como algo que não é confortável. Posteriormente foi extendido para todo tipo de programa que não dá ou não dará certo, que será lotado, ou obrigara as pessoas a suportar muito calor ou outro tipo de desconforto. Pode ser utilizado positivamente também, significando programa próximo da natureza, mas é utilizado predominantemente no significado negativo.
Exemplo: Esperar 3 horas na fila do Hopi Hari para ir num brinquedo: Mas que programa de índio!
Fonte: www.dicionarioinformal.com.br

Brasil, Paraná, Foz do Iguaçu, Paraguai, Ciudad del Este, Paraguay, Ponte da Amizade

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Universal Orlando - Island´s of Adventures

Estados Unidos, Flórida, Orlando

Diversão nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Diversão nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Orlando é o destino preferido e dos sonhos de muitos adolescentes brasileiros. Pelo menos no meu tempo de adolescente a moda era trocar a grande festa de aniversário de 15 anos por uma viagem para a Disney World e arredores.

Chegando ao parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Chegando ao parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Eu, já nessa época, já era meio diferente. Disney e festa com baile e bolo vivo me pareciam um tanto quanto démodé. O ano era 1995 e o dólar estava 1 pra 1, pela primeira vez uma viagem internacional parecia possível. Neste cenário surgiu uma oportunidade: viajar para o Jamboree da Holanda, um encontro mundial dos escoteiros. Eu tinha apenas 13 anos, mas meus pais viram que era uma chance única! Um grupo de 36 jovens de diferentes grupos escoteiros curitibanos se reuniu para fazer uma viagem de 30 dias pela Europa. Passamos pela Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Alemanha e finalmente os últimos 11 dias acampados entre 200 mil escoteiros de 120 nacionalidades diferentes. Eu sabia que seria um evento marcante na minha vida, mas nem eu, nem meus pais tínhamos ideia de quanto isso iria determinar os rumos da minha vida viajante.

Para onde se olhe, pessoas de ponta-cabeça nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Para onde se olhe, pessoas de ponta-cabeça nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Naquela viagem nós passamos um dia na Euro Disney, próximo à Paris. Entre os colegas da escola a Euro Disney, pequena e sem as grandes atrações, era vista como um parque B. Para mim apenas um lugar cheio de bichinhos e brinquedos, pois a minha grande diversão estava em escalar montanhas nos Alpes Suíços, fazer trekkings nos polders holandeses e me aventurar pelas ruas malucas de Londres e Paris.

A vila nevada do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

A vila nevada do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Bem, já deu pra entender que eu nunca fui muito fã deste tipo de parque. Acho que matei toda a minha vontade quando era criança, rodando sem parar nas nossas montanhas russas, kamikazes e enterprises do Parques Barigui e Beto Carreiro World, quase ridículos comparados aos monstros dos parques temáticos da Flórida. Ainda assim pensamos, já que estamos passando por aqui, temos que dar a chance e ter esta experiência em pelo menos um dos parques! Escolhemos o Universal Studios - Island´s of Adventures, dica do pessoal do Viagens Maneiras, que diz ser este o melhor parque de Orlando.

Parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Uma das paixões de infância do Rodrigo foram os quadrinhos da Marvel. O Surfista Prateado era o preferido, mas Homem Aranha, X-Men, Hulk, Demolidor e todos estes super heróis do Universo Marvel fizeram parte da sua história. Quase 30 anos depois o Tio Ro é um dos melhores contadores de histórias para os sobrinhos curiosos por este mundo fantástico! Hehehe!

Herois da Marvel passeiam pelo parque da Universal em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Herois da Marvel passeiam pelo parque da Universal em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Para entrar logo no clima e acordar, injetamos um caminhão de adrenalina quando subimos na montanha-russa do Incrível Hulk. Loopings, curvas e descidas radicais são feitas em uma velocidade surreal! Meu coração foi à milhão!!! Tá louco, eu gritei muuuito! No final do dia fui uma segunda vez, mas basta, saí de lá com dor de cabeça! É aí que vemos que estamos ficando velhos! Hahaha!

A famosa montanha-russa do Hulk no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

A famosa montanha-russa do Hulk no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Uma das grandes novidades do parque é o Mundo Mágico de Harry Potter. Com uma cidade cenográfica perfeita, casinhas com neve no telhado e o castelo ao fundo. Esta área do parque oferece show de mágica, apresentações de danças típicas do filme e a Dragon Challenge que é uma montanha russa também radical e mais divertida que a do Hulk, essa pelo menos não me deu dor de cabeça!

Para onde se olhe, pessoas de ponta-cabeça nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Para onde se olhe, pessoas de ponta-cabeça nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


As grandes atrações do parque são as aventuras 3D do Homem Aranha e do Harry Potter. São pequenas montanhas russas indoor, com cenários 4D e filmes 3D em alta definição que te fazem entrar de cabeça, corpo e alma na história.

Castelo do Harry Potter no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Castelo do Harry Potter no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


No Harry Potter and the Forbidden Journey, após passearmos pelos corredores da Escola de Bruxaria e Magia, vendo quadros falantes e holografias dos personagens, voamos em vassouras mágicas sobre o Castelo de Hogwarts em uma perseguição alucinada e lutas contra dragões e as forças do mal do mundo mágico de Harry Potter.

Apresentação na vila do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Apresentação na vila do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


No The Amazing Adventures of Spider Man, Jameson intima os participantes a perseguir os vilões trabalhando como repórteres e fotógrafos do seu jornal, o Daily Bugle. A perseguição ao Dr. Octopus, Duende Verde e outros vilões é emocionante! A experiência visual e tátil é muito real, incrível!

A vila nevada do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

A vila nevada do Harry Potter, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


Passamos o dia rodando o parque, outras atrações bacanas e molhadas como o encontro com dinossauros no Jurassik Park River Adventure e outras.

Enfrentando um tiranossauro no Jurassic Park, no parque da  Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Enfrentando um tiranossauro no Jurassic Park, no parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos


As 6 horas dentro desse mundo de fantasia foram mais do que suficientes para termos muita diversão e principalmente para vermos como a tecnologia do entretenimento está evoluindo! Agora, parques de diversões novamente, só daqui uns 10 anos, com a nossa tropinha de aventureiros!

Diversão nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Diversão nas montanhas-russas do parque da Universal, em Orlando, na Flórida - Estados Unidos

Estados Unidos, Flórida, Orlando, Diversão, Entretenimento, Parque

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Diving in Providencia!

Colômbia, Providencia

Muitos tubarões durante mergulho em Felipe's Point, em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Muitos tubarões durante mergulho em Felipe's Point, em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Providencia está localizada à beira de um abismo submarino, situação ideal para encontrar uma grande biodiversidade marinha. Encontros com tubarões e peixes de grande porte são certos e fazem desta pequena ilha um dos paraísos dos mergulhadores aqui na Colômbia.

Encontro com tubarões durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Encontro com tubarões durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Com a ajuda de Betito eu agendei um mergulho com o pessoal da Felipe Diving, baseados na Fresh Water Bay. Com um pouco de dor de ouvido o Rodrigo preferiu não arriscar e trocou os mares pelas montanhas, visitando o ponto mais alto da ilha, “O Pico”. Enquanto ele conferia a natureza exuberante, lagartixas azuis e os morros escarpados de Providência, eu desci às águas profundas no ponto conhecido como Felipe´s Point com a promessa de encontrar alguns tubarões.

Muitos tubarões durante mergulho em Felipe's Point, em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Muitos tubarões durante mergulho em Felipe's Point, em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Um tubarão se aproxima durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Um tubarão se aproxima durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Gata escaldada, nunca alimento esperanças concretas de encontrar esses animais, afinal eles exercem o seu direito de ir e vir nesse imenso mar azul. Mas aqui foi diferente, eles moram nos arredores deste arrecife à beira de um paredão de 500m de profundidade e não tem medo dos mergulhadores que volta e meia vêm os visitar. Black tip sharks e Gray Reef Sharks são os mais comuns nessas águas, eles variam de 1,5m a 3m e são super curiosos, indo e vindo ao redor dos mergulhadores.

Muitos tubarões durante mergulho em Felipe's Point, em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Muitos tubarões durante mergulho em Felipe's Point, em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Chegamos a quase 40m de profundidade e ficamos cercados por mais de 10 tubarões, lindos, majestosos e imponentes. Aos poucos percebo que eles estão ficando mais agitados e demorei a entender o motivo. Felipe e seu irmão, que nos guiavam no mergulho, estavam caçando lion fishes (peixes-leão), que são uma praga invasora aqui no Caribe.

Mergulhando junto com tubarões em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Mergulhando junto com tubarões em Providencia, ilha colombiana no Caribe


A memória dos tubarões nem depende do seu aguçado olfato, pois já registrou que esses mergulhadores são fonte de alimento, e sabem disso antes mesmo de eles começarem a caçar. Em poucos minutos o show começa e Felipe, sem roupas especiais de proteção e sem medo algum, começa a provocar os tubarões com um lion fish em seu arpão. Os tubarões ficam bem atiçados e chegam cada vez mais próximos do grupo, que extasiado assistia à cena, impressionados com o que estávamos presenciando.

Alimentando tubarões com lion fish durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Alimentando tubarões com lion fish durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Alimentando tubarões com lion fish durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Alimentando tubarões com lion fish durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Um dos mergulhadores usava um bastão com uma Go Pro acoplada na ponta, semelhante ao arpão que alimentava os tubarões. Um deles se confundiu e quase levou a Go Pro pensando que era um peixe. Todos os mergulhadores do grupo eram muito experientes, o que garantiu a segurança de todos, mas essa prática é muito delicada e muda o hábito alimentar do animal, que passa a ver nós, humanos/mergulhadores como fonte de alimento. Por isso eu sou contra o shark feeding, embora, de um jeito meio torto, ele cumpra o seu papel de educar e mostrar ao ser humano que os tubarões são animais que merecem ser respeitados e preservados. É importante saber que um mergulho com shark feeding deve ser feito com muita cautela, cumprindo normas de segurança e principalmente com o conhecimento prévio de todos os envolvidos e um briefing detalhado para garantir a segurança.

Fotografando tubarões durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Fotografando tubarões durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe


No nosso segundo mergulho também encontramos tubarões, arraias, barracudas, muitos lion fishes, lagostas e um cenário espetacular com cavernas e cânions, entre o azul e uma colorida barreira de corais.

Encontro com barracuda durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Encontro com barracuda durante mergulho em Providencia, ilha colombiana no Caribe


Tive uma sorte imensa de cair em um grupo especial de mergulhadores convidados pelo Ministério do Turismo Colombiano para divulgar o turismo de mergulho no país. A viagem de familiarização trouxe representantes de operadoras de turismo brasileiras, francesas, americanas e espanholas especializadas em mergulho, para conhecer alguns dos melhores pontos dos mares da Colômbia em San Andres e Providencia, Cartagena, Islas Rosário e Santa Marta. O pessoal da FAM Trip me acolheu e garantiu que nós tivéssemos também a melhor experiência nas ilhas, provando o melhor da culinária e dos mares do Caribe. Após o mergulho fomos até a praia de Suroeste e almoçamos no Divino Niño, restaurante de frutos do mar preparados na brasa à beira da praia. Esta dica valiosa da nossa amiga Fabiola Sad já estava no nosso roteiro e ficou ainda melhor na companhia dessa galera animada!

Celebrando o incrível mergulho com tubarões em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Celebrando o incrível mergulho com tubarões em Providencia, ilha colombiana no Caribe


À tarde o grupo todo saiu mergulhar enquanto eu aproveitei para fazer um rápido tour de volta à ilha na garupa do Betito. Segundo eles o mergulho foi lindo, viram mais tubarões, tartarugas e ainda tiveram a sorte de cruzar com um cardume de golfinhos! Mergulho excepcionais que sem dúvida estão entre os melhores do Caribe!

Um Cristo submarino em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Um Cristo submarino em Providencia, ilha colombiana no Caribe

Colômbia, Providencia, dive, Felipe Diving, Mergulho, San Andres y Providencia

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Huuuge Wall

Ilhas Caiman, Little Cayman

Grandes esponjas nas pareds do Randy's Gazeboo, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Grandes esponjas nas pareds do Randy's Gazeboo, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


A rotina de mergulhos continua! Hoje começamos o dia cedo, direto no Holiday Divers, nosso barco no Little Cayman Beach Resort. Segundo dia de mergulho é sempre mais fácil, a burocracia já está feita, os equipamentos já estão prontos e nós também já conhecemos melhor como funciona todo o esquema.

Fim do primeiro mergulho (no Marilyn's Cut) em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Fim do primeiro mergulho (no Marilyn"s Cut) em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


O dia estava maravilhoso, céu azul, mar tranquilo e naquele tom azul piscina inacreditável! Fomos direto para a Bloddy Bay e o primeiro ponto de mergulho foi o Jackson´s Reef and Wall. Vários corais se encontram com a areia e formam pequenas cavernas e algumas passagens para a o paredão, que despenca verticalmente aos 4.000m de profundidade. Foi o lugar que mais vimos lions fishes, alguns imensos, lá nos 30m de profundidade. Poderíamos ficar facilmente explorando só este ponto por uma semana, de tantas entradas, túneis e cavernas que ele tem, além das diferentes paisagens formadas pelo paredão, que com um bom preparo tek poderia ser visto muito mais do fundo.

Incrível mergulho no Marilyn's Cut, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Incrível mergulho no Marilyn"s Cut, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


A parede revestida de esponjas e corais de cores super vivas e muito bem preservados. A paisagem é um verdadeiro espetáculo, adicione ainda os peixes caribenhos, sempre coloridos e curiosos e o mergulho finalmente comprova o motivo de ser mundialmente reconhecido. Um lugar mágico, absolutamente maravilhoso!

Para termos certeza de que esse é o barco correto (no Randy's Gazeboo, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman)

Para termos certeza de que esse é o barco correto (no Randy's Gazeboo, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman)


Depois deste qualquer ponto parece ser imbatível, mas ainda seguimos para o Lea Lea´s Lookout, mais um ponto ao lado da imensa parede, garoupas, uma tartaruga, diversos peixinhos multicoloridos e até um lindo cavalo marinho amarelo encontrado pela Roxy para seus turistas mergulhadores.

Tartaruga nada tranquilamente no Randy's Gazeboo, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Tartaruga nada tranquilamente no Randy's Gazeboo, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


Fechamos com chave de ouro os mergulhos, só não foi melhor por que a bateria da nossa máquina sub acabou no começo do primeiro mergulho. Deixo aqui algumas fotos ilustrativas, senão também não tem graça! Rsrs!

Fotografando peixes no Marilyn's Cut, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Fotografando peixes no Marilyn"s Cut, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


A tarde, depois de uma saladinha e um pouco de trabalho na internet, finalmente consegui convencer o Rodrigo de sairmos no caiaque duplo para explorar as vizinhanças. A baía é rodeada por uma barreira coralínea, uma ilha ao fundo e uma margem verde de manguezais intercalada por casas.

Passeio de caiaque em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Passeio de caiaque em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


Remamos na rasa baía, que não atinge mais de 1,60 de profundidade e as vezes chega a ter apenas 20cm! O caiaque é ótimo para isso, passamos por todos os bancos de areia ilesos, até chegar à praia de areias brancas e águas tranquilas na ilha que ajuda a proteger a baía. Famílias de veranistas estrangeiros se divertiam na praia com suas crianças e cachorro, na praia praticamente particular.

Chegando à praia idílica de caiaque, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Chegando à praia idílica de caiaque, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


Resolvemos contornar a ilha para voltar ao nosso deck, margeando os corais que já começavam a receber novamente as garças no final da tarde. Uma luz linda, o sol se pondo, uma brisa fresca e agradável tornou a empreitada super prazerosa. Exercício e lazer puros!

Chegando à ilhota de caiaque, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Chegando à ilhota de caiaque, em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


Assistimos ao pôr-do-sol tomando uma cervejinha no deck, nosso local preferido da pousada. Nossos vizinhos nos fizeram companhia e ainda nos passaram algumas dicas valiosas de como chegar aos 50 anos com tamanha saúde e disposição! Gil começou a praticar kite surf aos 42 anos, hoje tem 52 e está super em forma! Boa alimentação, praticar esportes ao menos três vezes por semana, bastante sono e cabeça jovem são as dicas gerais, mas alguns segredinhos como comer muito brócolis e trocar a cerveja pelo champagne (mais sabor e menos calorias) são alguns deles.

Admirando o espetáculo diário do pôr-do-sol em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Admirando o espetáculo diário do pôr-do-sol em Little Cayman, nas Ilhas Caiman


Nesse mesmo clima, Gil e Johnny resolveram convidar a todos para uma apetitosa salada, acompanhada de frango, muitos brócolis trazidos direto da Inglaterra e um bom bate papo. Uma pena ficarmos tão pouco tempo, o vento já começou a soprar e amanhã eles estarão na água com seus respectivos kites. Esse é outro esporte que eu tenho vontade, mas é preciso dedicação para aprender. São poucos os lugares que saímos já pensando que teremos que voltar... sem dúvida Little Cayman é um deles.

Tentando levantar o kitesurf na baía em frente ao Sunset Cove, nosso hotel em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Tentando levantar o kitesurf na baía em frente ao Sunset Cove, nosso hotel em Little Cayman, nas Ilhas Caiman

Ilhas Caiman, Little Cayman, Cayman Islands, Mergulho

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Chegando em casa

Brasil, Paraná, Curitiba

Assunto recorrente e pergunta freqüente: ahhh, mas então vocês voltam para casa?!?

Bela araucária no Vale do Matutu - MG

Bela araucária no Vale do Matutu - MG


Alguns retornos estavam no nosso roteiro sim, o primeiro foi para ver a minha sobrinha linda que nasceu durante a viagem. O segundo foi para o casamento de amigos de infância que eu havia prometido que iria antes mesmo que começar a viagem. A terceira vez é um pouco diferente. O nosso roteiro já passaria pelo Paraná para entrarmos no Paraguai, de onde continuaremos para o sul da Bolívia, Argentina e Chile.

Dani e a filhota em Curitiba - PR

Dani e a filhota em Curitiba - PR


Agora, imaginem vocês, estamos a quase um ano longe da família e dos amigos e a apenas 2 ou 3 horas de viagem. É claaaro que vamos dar uma passadinha em casa para vê-los e ainda resolveremos algumas pendências burocráticas da viagem. É, não pensem que viajar 1000dias é fácil, além das saudades, aparecem questões como: renovação de passaportes, regularização de títulos de eleitor, seguro do carro, seguro de saúde, médicos, etc.

Conseguindo a Carteira Internacional de Vacinação, em Fortaleza - CE. Pronta para sair do país!

Conseguindo a Carteira Internacional de Vacinação, em Fortaleza - CE. Pronta para sair do país!


São coisas que podem ser resolvidas em outros lugares, mas com maior dificuldade. Afinal, teríamos que ficar parados 8 dias até receber o novo passaporte em outra cidade qualquer, então por que não em Curitiba?

O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba - PR

O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba - PR


Entretanto, isso não atrasou a viagem. Diante de tantos questionamentos acabamos fazendo uma votação com os amigos que acompanham o projeto e conhecem bem os meandros de cada pit stop em Curitiba e decidimos: o tempo em Curitiba não será contabilizado. Além disso, estamos reorganizando todo o nosso cronograma de viagem em função dos passaportes e visto do Canadá para o Rodrigo. Iremos antecipar a viagem pelas Serras Catarinenses e Gaúchas enquanto o passaporte está no processo de visto, afinal não temos como sair do Brasil sem ele.

Andando de carro na praia da Juréia

Andando de carro na praia da Juréia


Quando entramos em Curitiba a nossa sensação foi a mais estranha possível. Parecia que nem havíamos saído daqui, é como se a viagem nem tivesse começado! Não é nem aquele sentimento de retrocesso, que muitos (e nós mesmos) se perguntam se teremos quando a viagem acabar. Será que vocês irão agüentar? Ao mesmo tempo em que é uma delícia pararmos um pouco, aproveitarmos as coisas de casa, comidinhas da mãe, reencontro com os amigos...

Conversando com o pai pelo Skype, em Fortaleza - CE. Viva a internet!

Conversando com o pai pelo Skype, em Fortaleza - CE. Viva a internet!


Nós também ficamos com a sensação de que algo está errado, de que temos que ir embora! Nosso modus operandi já mudou, já nos acostumamos a ser ciganos, a não ter casa e não dormir em um mesmo lugar por mais de 3 dias. É confuso realmente. Isso só nos reforça a certeza de que estamos no caminho certo e que terminaremos este projeto daqui 600 dias com a mesma alegria, pique e força com a que começamos.

Andando de carro na praia da Juréia

Andando de carro na praia da Juréia

Brasil, Paraná, Curitiba,

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Praia de Carneiros

Brasil, Pernambuco, Carneiros, Alagoas, Maragogi

Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE


A Praia de Carneiros fica entre Tamandaré e a barra do rio Ariquindá, nome difícil de decorar. Além do cenário maravilhoso formado pela barra do rio, sua principal atração é a piscina natural formada pelos arrecifes e seu mar de intenso verde esmeralda.

Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE


No pontal do Rio Ariquindá é onde se localizam as melhores pousadas, no estilo beach clubs, onde os bungalos proporcionam muito conforto e privacidade. Toda esta exclusividade se perde, porém, quando chegam os diversos catamarãs vindos de Porto de Galinhas e adjacências.

Piscina na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Piscina na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE


Centenas de pessoas lotam o restaurante e a única piscina natural sobre os arrecifes. Ali também se encontra o Restaurante Beijupirá, tido como um dos melhores de toda a região, pena que nós estávamos com pressa e não pudemos aguardar a hora do almoço para saboreá-lo.

Piscina nos corais bem concorrida, na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Piscina nos corais bem concorrida, na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE


Chuvas esparsas refrescaram a manhã e logo o sol veio a rachar! Depois da praia aproveitamos um pouco a deliciosa piscina e hidromassagem da nossa pousada, afinal temos que justificar o investimento. Seguimos viagem no início da tarde e cruzamos para Alagoas, um buraco em nosso mapa de viagem até agora. Vamos à tão famosa e falada Maragogi, conhecer suas piscinas naturais e águas cristalinas.

Nadando na piscina da Pousada do Farol, na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Nadando na piscina da Pousada do Farol, na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE


Chegamos no meio da tarde decididos a fazer o passeio amanhã pela manhã. Aproveitamos para trabalhar e nos refrescar na piscina, onde conhecemos um casal interessantíssimo! Alexander, croata de 78 anos, foi campeão croata de tênis e veio para o Brasil há quase 60 anos refugiado da guerra. Olga, 74 anos, nascida no Brasil e criada na antiga Ioguslavia, onde nasceram seus pais. Eles se conheceram na Itália e hoje tem filhos e netos que os consideram um tanto quanto malucos. Não é para menos, pegar um carro em São Paulo e viajar 3 mil km para passar o natal em Natal não é para qualquer um, ainda mais nesta idade! Inseparáveis companheiros de viagem, Alexander se considera um cigano e Olga o acompanha! Se pudesse viver viajando de carro o faria sem problema algum, só voltando de avião de 6 em 6 meses para visitar os filhos e netos. Já viajaram por tudo, de carro ou avião, o que interessa é viajar! Que exemplo! Espero chegarmos a esta idade com o mesmo pique!

Ilha entre o rio e o mar na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Ilha entre o rio e o mar na Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE


Depois dessa nos restou um jantarzinho japonês, já que restaurantes de frutos do mar fecharam. É, nos empolgamos um pouco na conversa.

Curtindo a Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Curtindo a Praia de Carneiros, em Tamandaré - PE

Brasil, Pernambuco, Carneiros, Alagoas, Maragogi, mar, Praia

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Bar Harbor, Baleias e Puffins

Estados Unidos, Maine, Bar Harbor

Fotografando baleias no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Fotografando baleias no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


Mount Desert Island foi assim batizada por seu descobridor francês Samuel de Champlain´s como Île des Monts Déserts, por suas montanhas despidas de qualquer vegetação. A pronúncia correta do nome, no entanto, acaba sendo uma incógnita: “DÉH-zert” em inglês ou no afrancesado “De-ZERT”, mais parecido com sobremesa. Independente de como se pronuncia o seu nome, o fato é que a segunda maior ilha da costa leste americana é uma das grandes atrações turísticas do estado do Maine, apelidado carinhosamente de “Vacationland”.

Pier em Bar Harbor, no Maine, nos Estados Unidos

Pier em Bar Harbor, no Maine, nos Estados Unidos


No verão suas cidadezinhas charmosas ficam lotadas de turistas em busca de atividades culturais, bons restaurantes, bares e tudo isso em meio a uma natureza pujante, com atividades para todas as idades e disposições.

Coleção de placas em restaurante de Bar Harbor, no Maine - Estados Unidos

Coleção de placas em restaurante de Bar Harbor, no Maine - Estados Unidos


Hoje nós nos dividimos, eu e Bebel entramos em um whale watching tour e o Rodrigo voltou ao parque nacional subir mais algumas montanhas. O tour de avistamento de baleias saiu às 8 horas da manhã em um grande catamarã, acompanhado de biólogos especializados em baleias e pássaros, que nos ajudaram a encontrar as gigantes desses mares gelados.

Farol em ilhota do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Farol em ilhota do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


É sempre bacana mudar a perspectiva e ver o mundo por outro ângulo. Do alto da montanha, da costa, do porto, ao norte e ao sul e agora do mar. Toda a linha costeira que vimos ontem da Loop Road no parque, agora vemos do mar, ainda mais bonita e imponente. A praia, as encostas de pedra avermelhadas e as boias das armadilhas de pesca da região que é a maior produtora de lagostas dos Estados Unidos.

Comendo lagosta em Bar Harbor, no Maine - Estados Unidos

Comendo lagosta em Bar Harbor, no Maine - Estados Unidos


Passamos pelos famosos Faróis do Maine, construídos em atóis de pedras para sinalizar o perigo aos barcos e antigos navios que chegavam a estas terras. A viagem é mais longa do que imaginávamos e o vento frio da costa logo sobrepõe o calor do sol e nos faz lembrar que estamos na maior latitude já alcançada de carro nesta expedição. Abraçadinhas para nos proteger do vento, eu e Bebel seguimos em direção à primeira parada do passeio, a ilha de Petit Manan.

Farol em ilhota do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Farol em ilhota do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


A ilha foi escolhida pelos puffins, primos dos papagaios de asas curtas e bicos coloridos, como sua nova casa há pouco tempo. Um projeto para reestabelecer a população deste pássaro que havia desaparecido da costa do Maine os trouxe para a região. Os biólogos, porém, acreditavam que eles iriam escolher outras ilhas, os soltaram e eles desapareceram. Eis que alguns meses depois os encontram aninhando e se reproduzindo aqui, nesta ilha.

Puffins nadam no mar do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Puffins nadam no mar do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


São centenas de puffins pescando e cuidando de suas crias tão especiais: um único ovo e um único filhote são o resultado de cada temporada de reprodução. Não é a toa que os pais são muito mais do que corujas e não deixam seu filhote sozinho em momento algum.

Gaiovotas sobrevoam ilhota no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Gaiovotas sobrevoam ilhota no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


Não é permitido o desembarque na ilha, por motivos óbvios, agora ela é propriedade privada dos puffins, um refúgio da vida selvagem. Apenas uma equipe especial tem permissão para desembarcar e fazer a manutenção do segundo maior farol do Maine. O capitão do nosso barco se desdobrou em manobras para nos colocar o mais próximo possível dos nossos pequenos amiguinhos.

Os pequenos Puffins, em ilha no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Os pequenos Puffins, em ilha no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


A próxima parada é o Golfo do Maine, região onde o avistamento de baleias tem sido mais comum nas últimas semanas. Uma hora com o motor a todo vapor rumo ao alto mar. Um nevoeiro coloca em risco o sucesso do nosso passeio, mas logo enxergamos a onda de algas e plânctons, que atraem crustáceos e formam a dieta preferida das baleias.

Avistamento de baleias no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Avistamento de baleias no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


O céu azul voltou a aparecer e a nossa primeira jubarte despontou no horizonte. Lá foi o capitão se colocar ao lado da imensa baleia, identificada pelos biólogos minutos depois como uma visitante frequente dessas águas. Na última temporada ela foi avistada com um filhote e desta vez retorna sozinha a caminho da Antártida. No total conseguimos avistar 3 jubartes diferentes, mas não tivemos a sorte de ver uma minke ou uma fin-whale, também comuns na região. O passeio vale à pena e com sorte até baleia-azul pode ser encontrada.

Baleia esguicha no mar do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Baleia esguicha no mar do Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


A única dica para aproveitar bem o tour é tomar um café da manhã bem leve e, se é da minha turma que enjoa no mar, tomar um remédio para enjoo pelo menos 40 minutos antes de entrar no barco. Vai por mim, mais da metade dos passageiros enjoou e o resultado acaba sendo ruim tanto para quem enjoa quanto para quem presencia a cena.

Observando Puffins em ilhota no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Observando Puffins em ilhota no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


No barco de avistamento de baleias, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

No barco de avistamento de baleias, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


Quando voltamos do tour encontramos Rodrigo, ainda suado das suas trilhas no Acadia National Park. Ele estava bem feliz e faceiro, pois conseguiu unir a Precipice Trail e a Behive em uma travessia especial, passando por um lago para se refrescar.

Vista do alto da Precipice Mountain, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Vista do alto da Precipice Mountain, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


caminhando na ponte de areia formada na maré baixa, conectando Bar Harbor e a ilha em frente, em Maine, nos Estados Unidos

caminhando na ponte de areia formada na maré baixa, conectando Bar Harbor e a ilha em frente, em Maine, nos Estados Unidos


Aproveitamos e atravessamos a barra de areia que emerge na maré baixa, fazendo uma passagem natural à Bar Island, de onde temos uma bela vista do porto de Bar Harbor. O Rodrigo ainda teve coragem de entrar na água gelada e tirar o mar do litoral norte dos Estados Unidos da sua lista de pendências. A tarde foi mais tranquila, já que padrinho e sobrinha preguiçosos não toparam sair de caiaque ao redor das Porcupine Islands.

A longa ponte de areia formada na maré baixa, conectando Bar Harbor e a ilha em frente, em Maine, nos Estados Unidos

A longa ponte de areia formada na maré baixa, conectando Bar Harbor e a ilha em frente, em Maine, nos Estados Unidos


Enfrentando os 15 graus do mar em Bar Harbor, em Maine, nos Estados Unidos

Enfrentando os 15 graus do mar em Bar Harbor, em Maine, nos Estados Unidos


O final da tarde foi no centro da cidade de Bar Harbor, a mais agitada da ilha. Na primeira noite logo encontramos uma apresentação de música clássica na praça central, onde famílias e casais da melhor idade se reuniram com suas cadeiras e toalhas de piquenique para aproveitar a noite quente.

Banda se apresenta no coreto da praça de Bar Harbour, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Banda se apresenta no coreto da praça de Bar Harbour, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


As lojinhas de brinquedos e souvenirs eram o principal atrativo para nossa querida sobrinha Bebel, enquanto eu e o Rodrigo nos divertíamos mais no bar irlandês na esquina do porto, ouvindo a música celta tocada em um violino folk pela filha acompanhada do pai, um mestre das guitarras e violões.

Jantando em restaurante de Bar Harbour, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos

Jantando em restaurante de Bar Harbour, no Acadia National Park, no Maine, nos Estados Unidos


Um final de semana pode ser o suficiente para você se apaixonar pela Mount Desert Island, mas certamente não será o bastante para explorar todas as belezas naturais, trilhas e atrações que ela oferece.

Pai e filha dão show de música celta em pub irlandes em Bar Harbor, em Maine, nos Estados Unidos

Pai e filha dão show de música celta em pub irlandes em Bar Harbor, em Maine, nos Estados Unidos


Jantando em pub irlandes em Bar Harbor, em Maine, nos Estados Unidos

Jantando em pub irlandes em Bar Harbor, em Maine, nos Estados Unidos

Estados Unidos, Maine, Bar Harbor, Acadia National Park, Baleia, parque nacional

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Rumo às Montanhas do Norte

Panamá, Cidade do Panamá, Boquete

A 'Revolution Tower', um dos marcos arquitetônicos da Cidade do Panamá, capital do país

A "Revolution Tower", um dos marcos arquitetônicos da Cidade do Panamá, capital do país


Após um dia chuvoso, de bastante trabalho, ontem demos uma escapadinha para o cinema do Multicentro. O filme que estava disponível no cinema era “Colombiana”, escrito por Luc Besson e Robert Mark Kamen. O filme se passa entre a periferia de Bogotá e Nova Iorque, usando como pano de fundo a história dos quartéis de drogas colombianos. Filme de ação com Zoe Saldana, gatona que já fez Missão Impossível e outros nessa linha. Ótimo entretenimento!



Fechamos as nossas malas para seguir viagem, nosso destino são as montanhas do norte do Panamá, na cidade de Boquete. Cruzamos a ponte das Américas, que une os continentes que o homem separou, passando sobre o Canal do Panamá.

A famosa Ponte das Américas, sobre o Canal do Panamá

A famosa Ponte das Américas, sobre o Canal do Panamá


As estradas aqui no Panamá estão sendo um suspiro aliviado entre as suas irmãs colombianas e com as que estão por vir na América Central. Asfaltadas, grande parte duplicadas em auto-pistas daquelas que pagamos os pedágios com gosto.


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A única taxa que não gostamos de pagar são aquelas gentilmente solicitadas por alguns policiais, que estão espalhados por toda a rodovia.

Fiona tem 'problemas' na estrada, perto de Santiago, no Panamá

Fiona tem "problemas" na estrada, perto de Santiago, no Panamá


Atravessamos do centro ao norte do país em umas 6 horas, deixando para trás dois parques nacionais e uma a comarca dos índios Ngöbe Buglé, personagens que passam a ser comuns nessa região. As mulheres usam vestidos longos e coloridos com detalhes de patchwork nas mangas, lindo!

Estamos mesmo na América central!!! (apesar da placa, ainda estamos no Panamá)

Estamos mesmo na América central!!! (apesar da placa, ainda estamos no Panamá)


Chegando às montanhas de Boquete, fomos recepcionados por um belo arco-íris. Que seja o prenúncio de um lindo dia de caminhadas e explorações na região! Amém.

O gigantesco arcoíris marca exatamente aonde está a cidade de Boquete, no Panamá

O gigantesco arcoíris marca exatamente aonde está a cidade de Boquete, no Panamá

Panamá, Cidade do Panamá, Boquete, Canal do Panamá, Estrada, Indígendas

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Curtindo a Vida!

Panamá, Boquete

A macaca Chita demonstra suas habilidades na fazenda dos Poços Termais, na região de Boquete, no Panamá

A macaca Chita demonstra suas habilidades na fazenda dos Poços Termais, na região de Boquete, no Panamá


A nossa programação foi prejudicada pelo mal tempo e a constante garoa trazida pelos ventos do norte. Conversamos com algumas pessoas que tinham acabado de voltar do Sendero dos Quetzales, que nos disseram não ter visibilidade de mais de 10m na trilha, além do perigo do cruze dos rios. O Barú estava o tempo todo encoberto, não valendo uma caminhada de 5h para não ver nada. Por fim, não conseguimos agendar o rafting ontem, pois chegamos a noite na cidade, quando as agências já estavam fechadas. Tentamos as 7h30 da manhã, mas os grupos já haviam saído 30 minutos antes. Quando tudo parecia perdido, adivinhem quem encontramos na mesmíssima situação que nós? Os nossos amigos australianos de San Blás, Alex, Ben, John e Alex!

Junto com os australianos, indo para o canyon e as fontes termais, na região de Boquete, no Panamá

Junto com os australianos, indo para o canyon e as fontes termais, na região de Boquete, no Panamá


A alternativa foi buscar programas que pudéssemos fazer de forma independente. Subimos os 6 na Fiona e pé na estrada! Logo na saída da cidade ficamos uns 20 minutos parados na estrada que foi fechada pela explosão de um caminhão de combustíveis, 10 minutos antes de passarmos. Ufa, essa foi por pouco! Encontramos uma rota alternativa e nos mandamos para o cânion no povoado de Gualaca.

Chegando ao canyon na região de Boquete, no Panamá

Chegando ao canyon na região de Boquete, no Panamá


O que a princípio parecia meio sem graça, aos poucos foi se transformando. A molecada da região estava lá e foi nos ensinando onde podíamos saltar no estreito cânion rochoso para depois tentar escalar as paredes de pedra, com uns 5m de altura. As águas a princípio barrentas, aos poucos foram se tornando transparentes e o céu que estava cinzento, azulou! No final tivemos um lindo dia de sol!

O canyon, ideal para saltos e rock climbing, na região de Boquete, no Panamá

O canyon, ideal para saltos e rock climbing, na região de Boquete, no Panamá


Saltando em canyon na região de Boquete, no Panamá

Saltando em canyon na região de Boquete, no Panamá


Foi uma curtição só, água deliciosa e diversão garantida. Dali fomos aos poços de águas termais do Rio Caldeira. Os poços 100% naturais, chão de terra e raízes de árvores com temperaturas variando de 38 a 42°C.

Poço termal com água a mais de 35 graus, na região de Boquete, no Panamá

Poço termal com água a mais de 35 graus, na região de Boquete, no Panamá


A principal atração foi a pequena Chita. Uma macaca-aranha de apenas 3 anos de idade que foi criada pela dona da propriedade. Embora nunca tenha entrado em contato com outros macacos, de boba também não tem nada! Adora uma cervejinha, prefere o colo dos homens e tem uma imensa área verde para se divertir e fazer suas macaquices.

A Chita tenta pegar a cerveja do australiano Alex, na fazenda dos Poços Termais, na região de Boquete, no Panamá

A Chita tenta pegar a cerveja do australiano Alex, na fazenda dos Poços Termais, na região de Boquete, no Panamá


Sabe aquele dia que parecia perdido? No final a combinação do alto-astral dos amigos australianos, sol, natureza e disposição o transformou em um dia de pura curtição!

Junto com os australianos, indo para o canyon e as fontes termais, na região de Boquete, no Panamá

Junto com os australianos, indo para o canyon e as fontes termais, na região de Boquete, no Panamá

Panamá, Boquete, águas termais, Chiriquí, Macaco, Rio

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Blue Ridge Parkway

Estados Unidos, North Carolina, Asheville, Blowing Rock

O belo cenário da cordilheira dos Apalaches ao longo da Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

O belo cenário da cordilheira dos Apalaches ao longo da Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


A Blue Ridge Parkway é considerada a melhor road trip na costa leste dos Estados Unidos. Sua história começou em 1935, justamente após a grande depressão, com um objetivo principal: o primeiro era interligar o Great Smoky Mountains National Park e o Shenandoah National Park, oferecendo mais uma opção de turismo aos viajantes intrépidos da época.

Muitos motociclistas na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Muitos motociclistas na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


O projeto fez parte do plano para empregar as vítimas da Crise de 1929, mais um dos esforços feitos pelo governo unindo o útil ao agradável. Eles recrutavam jovens de famílias pobres, treinavam, davam alimentação, abrigo e um trabalho que pagava em torno de 25 dólares por mês, sendo que o jovem era obrigado a enviar à família 20 dólares. Era a famosa “win-win situation”, estes que jovens construíram estradas e grande parte das trilhas e infraestruturas dos principais parques nacionais por um salário ridículo, mas que ninguém pagaria na época. Eles saiam de lá bem alimentados, fortes e treinados militarmente, prontos para a próxima guerra, além de ajudarem às suas famílias na época negra da grande depressão.

As montanhas azuis no horizonte dão o nome à Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

As montanhas azuis no horizonte dão o nome à Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


A Parkway, ou estrada-parque, como chamamos no Brasil, terminou de ser construída em 1983 e além de conectar os dois parques pode ser considerada uma série de parques em si só. Com dezenas de atrações ao longo dos seus 755km sobre a Blue Ridge, um trecho dos Montes Apalaches, é a unidade que mais recebe visitantes dentro do sistema de Parques Nacionais Americano.

A Blue Ridge Parkway, sempre na crista dos Apalaches, na Carolina do Norte - Estados Unidos

A Blue Ridge Parkway, sempre na crista dos Apalaches, na Carolina do Norte - Estados Unidos


Para os amantes de natureza não tem uma época específica, o ideal seria poder conhecê-la no seu auge em cada estação do ano! No início do verão, com incontáveis tonalidades de verde, como vimos agora, ou na primavera quando as flores estão se abrindo, borboletas e passarinhos enlouquecidos com tantos cheiros e cores ou no inverno, quando a paisagem fica branca e dourada dos raios de sol que batem nos galhos desfolhados. Atenção que a Blue Ridge não possui manutenção no inverno, dependendo da quantidade de neve ela pode estar intransitável.

Vista do Apalaches na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Vista do Apalaches na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


Ainda assim, uma das épocas favoritas para o turismo na Blue Ridge Parkway é no outono, segunda quinzena de outubro, quando as maple trees estão explodindo em degrades de vermelho, laranja, amarelo e marrom, variando conforme a altitude e latitude ao longo do parque.

Roteiro de 2 dias (e meio) – Primeira Parte

No Mount Mitchel, ponto mais alto da Blue Ridge Parkway e dos Apalaches, na Carolina do Norte - Estados Unidos

No Mount Mitchel, ponto mais alto da Blue Ridge Parkway e dos Apalaches, na Carolina do Norte - Estados Unidos


Começamos o nosso roteiro pela Blue Ridge em Asheville, ao norte do Great Smoky Mountains National Park, já que o tempo chuvoso estava deixando o parque “smoky” demais para explorações.


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Mesmo ao norte o início da viagem foi com muita neblina e quase nenhuma vista dos primeiros mirantes. Uma parada rápida no Craggy Gardens e infelizmente não podíamos ver 50m a frente. Seguimos para o Mount Mitchell State Park, o ponto mais alto do país ao leste do Rio Mississipi. O acesso é fácil, chegamos de carro até quase o topo, o tempo começou a melhorar e conseguimos ter uma linda vista sobre as nuvens e até fazer uma trilha de 30 minutos pela floresta úmida de coníferas.

Fazendo uma trilha pela mata na região da Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Fazendo uma trilha pela mata na região da Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


A parada para o almoço foi em Little Swizterland, com uma vista linda para as montanhas. Continuamos até o Crabtree Meadows e Crabtree Falls, onde há uma área de camping e uma trilha para uma cascata (sem área para banho) de uma hora ida e volta.

Uma das muitas cachoeiras ao longo da Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Uma das muitas cachoeiras ao longo da Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


Quem vem com tempo pode escolher dormir na vila de Little Switzerland ou mais adiante na cidade de Boone, ambas com várias opções de hotéis, dos rústicos-chiques aos mais sofisticados. Boone é uma cidade grande, se você quer uma cidadezinha menor e mais charmosa Blowing Rock é o lugar! Encantadora e muito animada, Blowing Rock é uma cidade de gente feliz! Chegamos e logo entramos em uma festa local onde uma banda tocava clássicos do rock e famílias inteiras, jovens, crianças e seus avós dançavam e se divertiam em um grande gramado, tipo piquenique de fim de tarde.

Banda de folk anima festa ao ar livre em Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Banda de folk anima festa ao ar livre em Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


Festa no fim de tarde da pequena cidade de Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Festa no fim de tarde da pequena cidade de Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


Onde ficar:
Cansada da impessoalidade dos hotéis pasteurizados de rede, decidimos buscar algo que nos fizesse entrar no clima desta viagem. Lá encontramos o lugar perfeito! Crippens Bed & Breakfast tem quartos charmosos e aconchegantes e super bem localizados. Sem dúvida é uma das melhores, senão a melhor, opção de hospedagem na parte sul da Blue Ridge.

Em frente ao noso aconchegante hotel em Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Em frente ao noso aconchegante hotel em Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos


Tivemos sorte de encontrar Jimmy em casa, o dono da pousada e organizador de competições gastronômicas em todo o estado de North Carolina, ele tem um dos melhores restaurantes da região! Super anfitrião, me apresentou um vinho produzido na North Carolina delicioso! A região está se desenvolvendo na produção de uvas e vinhos, várias vinícolas estão nos arredores da Parkway. Raylen Category 5, como os furacões! Um assemblage na linha do bordeax, delicioso! O café da manhã típico americano, com ovos, bacon fechou a nossa experiência americana com chave de ouro.

O café da manhã no nosso delicioso hotel em Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

O café da manhã no nosso delicioso hotel em Blowing Rock, na Blue Ridge Parkway, na Carolina do Norte - Estados Unidos

Estados Unidos, North Carolina, Asheville, Blowing Rock, Blue Ridge Parkway, Estrada, parque nacional, Road Trip

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