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SHUFFLE Há 1 ano: Galápagos Há 2 anos: Galápagos

Da Fumaça ao Pati

Brasil, Bahia, Lençóis (P.N. Chapada Diamantina), Vale do Pati (P.N. Chapada Diamantina)

Local onde o rio cai para formar os 380 metros da Cachoeira da Fumaça, próximo à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA

Local onde o rio cai para formar os 380 metros da Cachoeira da Fumaça, próximo à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA


Nem sempre onde há Fumaça há fogo. Passamos uma noite deliciosa protegidos na toca a beira do cânion, tomamos um vinho e comemos o nosso delicioso sanduíche de pão com queijo. Durante a madrugada, a noite estrelada que vimos quando chegamos, deu espaço à névoa branca que subia do cânion há 400m abaixo de nós.

No nosso local de acampamento, ao lado da queda da Fumaça, próxima à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA

No nosso local de acampamento, ao lado da queda da Fumaça, próxima à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA


A Cachoeira da Fumaça foi assim batizada, pois no período de seca os donos de rebanhos usavam os gerais próximos ao Capão como pasto para o gado e lá de longe avistavam uma fumaça. Nós conseguimos vê-la ainda com um pouco d´água, mas a noite a impressão que tive foi que toda a água dela se transformou na névoa que cobriu toda a paisagem.

No mirante da parte alta da Cachoeira da Fumaça, próximo à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA

No mirante da parte alta da Cachoeira da Fumaça, próximo à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA


Um belo café da manhã do nosso vasto cardápio, pão com queijo, e para esquentar, um gole do vinho que sobrou de ontem. Um brinde à Fumaça!

Nosso café da manhã (sanduiche de queijo e vinho) com vista, na parte alta da Cachoeira da Fumaça, próxima à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA

Nosso café da manhã (sanduiche de queijo e vinho) com vista, na parte alta da Cachoeira da Fumaça, próxima à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA


Sessão de fotos à beira do abismo, rezando para não termos uma tromba d´água. Moral da história: nem sempre onde há fumaça há fogo, neste caso há água!

Pendurada no mirante de observação da Cachoeira da Fumaça, próximo à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA

Pendurada no mirante de observação da Cachoeira da Fumaça, próximo à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA


A Cachoeira da Fumaça, próxima à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA

A Cachoeira da Fumaça, próxima à vila do Capão, na Chapada Diamantina - BA


Nos despedimos de Marcos que logo cedo continuou sua caminhada e em seguida fomos nós a pegar a trilha para o Capão. Uma hora e pouco depois chegamos à Associação de Guias do Capão, onde Lúcio nos esperava com a Fiona. Maravilhados, mas também cansados e doloridos, tínhamos apenas alguns quilômetros de estrada para nos recuperar, mais 3 horas de trilha nos esperavam no Vale do Pati!

Atravessando os Gerias do Rio Preto a caminho do Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA

Atravessando os Gerias do Rio Preto a caminho do Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA


Chegamos à Guiné e fomos direto ao Morro do Beco, uma das principais trilhas de acesso ao vale. Uma subida seguida de uma longa caminhada pelos Gerais do Rio Preto. SENSACIONAL! Que vista maravilhosa, banho de rio delicioso, caminhada gostosa e sonhada chegada à nossa confortável base no Pati, a Igrejinha.

A Igrejinha, nossa base no Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA

A Igrejinha, nossa base no Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA


Lá ficamos alojados na hospedaria do João. Colchão no chão, banho morno e um belo jantar preparado pelo Lúcio, nosso guia e chef de cozinha. Já disse a ele que quero que ele nos acompanhe nos 1000dias! Nunca fui tão bem tratada, saladinhas, suco, um strogonoff de frango e carne com cogumelos e frutas de sobremesa!

A paisagem exuberante do Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA

A paisagem exuberante do Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA


Um chazinho digestivo para esquentar ao pé da fogueira feita pelos nossos vizinhos vindos de uma jornada pelos encontros de comunidades alternativas. Muito descanso, pois amanhã tem mais Vale do Pati!

O Lúcio nos explica a geografia do Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA

O Lúcio nos explica a geografia do Vale do Pati, na Chapada Diamantina - BA

Brasil, Bahia, Lençóis (P.N. Chapada Diamantina), Vale do Pati (P.N. Chapada Diamantina), cachoeira, Cachoeira da Fumaça, Capão, Chapada Diamantina, Guiné, Igrejinha, Morro do Beco, parque nacional, por cima, Trekking, trilha

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A primeira festinha

Brasil, Paraná, Curitiba

Com a mamãe, festejando um ano de idade, em Curitiba - PR

Com a mamãe, festejando um ano de idade, em Curitiba - PR


O dia começou com uma reunião sobre o site, nossa principal tarefa aqui. Estamos preparando uma nova versão da página de fotos, com filtros e uma navegação mais facilitada para vocês poderem ver as quase 10 mil fotos já postadas de uma forma mais intuitiva e facilitada.
Eu achei que ia poder ir ao salão, fazer aquelas coisas de menina, sabem? Que nada! A reunião demorou mais do que o esperado e logo eu tinha que assumir o meu papel preferido nos dias de hoje: TIA!

Festejando 1 ano de idade, em Curitiba - PR

Festejando 1 ano de idade, em Curitiba - PR


A Daniella, minha irmã, chegou na casa de mamãe e os preparativos começaram. O motivo da festa foram insetos, com uma ênfase maior à nossa amiga joaninha. As bexigas (balões) eram de joaninha, adesivos para decorar a parede também, com algumas abelhinhas e borboletas. Que mimo gente!

A Luiza com os orgulhosos pais e avós, em Curitiba - PR

A Luiza com os orgulhosos pais e avós, em Curitiba - PR


A centopéia que trouxe de Pirenópolis para a Luiza inspiraram a decoração dos docinhos na mesa, no formato de centopéia verde e branca, e uma abelha de brigadeiros e docinhos de abacaxi... hummmm! Bolo de chocolate com morango, balas de goma, pirulitos e as lembrancinhas eram pães de mel decorados de Joana. Quem diria, minha irmãzinha cresceu e agora já estamos comemorando um ano de sua filha!

Luiza com a mamãe, a vovó e a titia, direto de Londres, em Curitiba - PR

Luiza com a mamãe, a vovó e a titia, direto de Londres, em Curitiba - PR


Reunimos as duas famílias Biselli Silveira e Clivatti, do lado de cá e do lado de lá, amigos de todos os lados, mas ainda foi uma festa para adultos. Pode deixar que depois dos 1000dias farei a minha parte para mudar essa situação! Rsrsrs!

Celebrando a primeiro aniversário da Luiza, em Curitiba - PR

Celebrando a primeiro aniversário da Luiza, em Curitiba - PR


A festa foi linda, a Luiza teve até troca de roupas, de vestido de bolinhas preto e branco, para uma roupa de joaninha, coisa mais linda! Como eu amo essa mocinha risonha!

Luiza com a Val no aniversário de 1 ano, em Curitiba - PR

Luiza com a Val no aniversário de 1 ano, em Curitiba - PR


Festa de adultos, terminou tarde e ainda teve direito à uma emendada no Vox para dançar hits dos anos 80 e 90 até as cinco da manhã! Dá-lhe Val! Bela despedida...

Brasil, Paraná, Curitiba,

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Chegamos à Nicarágua

Nicarágua, San Juan Del Sur

Surfistas aproveitam o belo fim de tarde em praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Surfistas aproveitam o belo fim de tarde em praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Nicarágua é um país pouco explorado pelo turismo. Sua história não foi muito favorável neste aspecto e acabou deixando a imagem de um país de guerrilhas e pouca segurança. Porém, depois de duas décadas do acordo assinado entre os Sandinistas e os Contras, Nicarágua é um território pacífico e com muito a ser explorado.

Painel em casa na cidade de San Juan del Sur, na Nicarágua

Painel em casa na cidade de San Juan del Sur, na Nicarágua


Praias de surf na costa do Pacífico, ilhas e vulcões nos arredores do imenso Lago da Nicarágua, paraísos inexplorados no Caribe e as cidades históricas de León e Granada, pérolas da arquitetura colonial espanhola. O turismo está recém chegado por estas bandas, por isso visitar, explorar e descobrir esta nova cultura, além de barato, é ainda mais prazeroso.

Típico ônibus na Nicarágua (em San Juan del Sur)

Típico ônibus na Nicarágua (em San Juan del Sur)


San Juan está crescendo turisticamente e recentemente sobrepôs Pochomil na preferência dos turistas nacionais e dos poucos estrangeiros que aparecem por aqui. Hoje um dos principais destinos na Costa do Pacífico nicaragüense, San Juan além de um porto de pesca, é uma boa base para explorar as praias de surf ao norte, reservas de fauna e flora da mata tropical seca e para a pesca esportiva.

Praia do centro de San Juan del Sur, na Nicarágua

Praia do centro de San Juan del Sur, na Nicarágua


Aproveitamos o dia em San Juan para conhecer as praias no norte, Marsella, uma baía calma e tranquila em meio a paredões rochosos, rios e matas. Um dos destinos preferidos dos locais nos finais de semana.

Praia Marseille em San Juan del Sur, na Nicarágua

Praia Marseille em San Juan del Sur, na Nicarágua


A Playa Maderas já é mais agitada, praia de surf, oferece algumas opções de campings, restaurantes, pulperias e o principal, boas ondas! As formações rochosas desenham no horizonte paisagens ainda mais belas.

Formações rochosas na praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Formações rochosas na praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Uma longa caminhada até o Camping Magdalena ao final da praia, banho nas águas frias e uma tarde de leitura sobre a história da América Central foi perfeita para nos sentirmos mais íntimos dessa terra. O sol resolveu aparecer apenas no final do dia, junto com as melhores ondas, um espetáculo de surf nas águas douradas da Nicarágua.

Típico hostal de surfistas, na praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Típico hostal de surfistas, na praia Madero, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Nicarágua, San Juan Del Sur, mar, Playa Maderas, Praia, surf

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Road Trip Califórnia - US1

Estados Unidos, Califórnia, San Francisco, Monterey, Carmel

A famosa rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

A famosa rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


A US 1 é considerada uma das rodovias mais bonitas dos Estados Unidos. Nós rodamos bem este país e confesso que é difícil comparar paisagens de montanha ou desertos, mas sem dúvida é uma das road trips costeiras mais lindas e de fácil acesso aqui na costa oeste americana.

Um dos muitos viadutos que cruzam os desfiladeiros do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

Um dos muitos viadutos que cruzam os desfiladeiros do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


Embora existam vias mais curtas e rápidas, a US 1 é o caminho mais bonito de uma viagem entre San Francisco e Los Angeles. A sinuosa via costeira é recheada de mirantes, parques, praias e paisagens que deixam até os mais viajados impressionados. No caminho ainda encontramos pequenas cidades de praia como Monterey e Carmel by the Sea, que são por si só uma atração turística.

O magnífico visual da rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

O magnífico visual da rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos



1° Dia – Half Moon Bay a Santa Cruz

No sentido SFO – LA a viagem começa pela Half Moon Bay, uma pequena cidade praiana que nesta época além de árvores de natal e abóboras, produz também ondas acima de 15m para o famoso campeonato de surf Mavericks. Nós pegamos a cidadezinha cheia no feriado estendido de Thanksgiving e um dos seus restaurantes mais famosos, o Sam´s Chowder House estava lotadíssimo. (Tudo bem, nem gostamos de chowders mesmo, hunf!). Seguimos a rodovia beirando o oceano, com o sol dourando o Pacífico e vistas maravilhosas das falésias à beira mar. Uma parada rápida na Pescadero Beach para colocar os pés na areia, e sentir a brisa fria que anuncia que o inverno vem chegando.

Um banho de luz no fim de tarde na Pescadero Beach, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Um banho de luz no fim de tarde na Pescadero Beach, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Aproveitando o fim de tarde na Pescadero Beach, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Aproveitando o fim de tarde na Pescadero Beach, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Adiante uma parada obrigatória é o Pigeon Point Lighthouse, um farol antigo localizado em uma ponta de terra, um setting cinematográfico. By the way, alguém conhece algum farol mal localizado?

Pigeon Point Light House, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Pigeon Point Light House, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


O nosso plano era dormir lá mesmo, no farol! O Pigeon Point Lighthouse é um hostel, um albergue da juventude com quartos e dormitórios a partir de 60 dólares. Infelizmente, em função do feriado ele estava lotado, então acabamos estendendo um pouco mais a viagem e dormimos em Santa Cruz.

O belo farol no Pigeon Point, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

O belo farol no Pigeon Point, na rodovia One, entre San Francisco e Santa Cruz, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos



2° Dia – Monterey e Carmel by the Sea

No outro dia cedinho já estávamos na estrada a caminho de Monterrey. Foi colocarmos os pés lá e já percebemos que um dia seria pouco. A charmosa cidade tem suas raízes na colonização espanhola e foi o centro administrativo da Alta Califórnia Mexicana até a região ser incorporada pelos Estados Unidos em 1846. Seus prédios antigos, ruas estreitas do centro e do Fisherman´s Wharf são uma delícia para um passeio no final de tarde, entre uma galeria de arte e o jantar em um bistrô. Se você é fã de música, programe-se para conhecer a região no terceiro final de semana de setembro, quando acontece o Monterey Jazz Festval, um dos festivais mais tradicionais do mundo, que acontece sem interrupção desde 1958!

Litoral de Monterey, na  Califórnia, nos Estados Unidos

Litoral de Monterey, na Califórnia, nos Estados Unidos


O belo parque na faixa costeira de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

O belo parque na faixa costeira de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Ainda que o centro seja convidativo, a parte mais apaixonante do Pacific Grove foi o calçadão à beira-mar ao longo da Sunset Drive, que liga o centro até a Spanish Bay. Clima de praia, casinhas no estilo vitoriano, sem cercas, todas pintadinhas e bem preservadas desde 1875, quando foram construídas para retiros religiosos da Igreja Metodista Episcopal.

Litoral de Monterey, na Califórnia, nos Estados Unidos

Litoral de Monterey, na Califórnia, nos Estados Unidos


Ali, a poucos metros da praia, encontramos o Beachcombers Inn, um motelzinho americano com um preço ótimo para a região, quarto simples (mas limpinho) e até um café da manhã! Foi um achado! À noite pudemos passear na praia a luz da lua e no dia seguinte saímos para uma corrida de 6km neste calçadão, animados pelo sol e pela brisa fresca do mar.

Correndo pela orla de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Correndo pela orla de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Correndo pela orla de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Correndo pela orla de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Coincidência, ou não, foi aqui que reencontramos Tim, um amigo americano que viveu em Curitiba e que nós conhecemos no Death Valley! Mantivemos contato pelo facebook, mas não voltamos a nos encontrar. Neste dia ele nos reconheceu correndo, parou o carro e nos chamou pelo nome, out of nowhere!!! Pode? Este mundo é muito pequeno mesmo!

Pegando onda em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Pegando onda em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


No final da Sunset Drive está o início da 17 Mile Drive, uma das mais famosas atrações deste trecho da costa californiana. Lodges e mansões milionárias, restaurantes e campos de golfe 6 estrelas são apenas algumas das surpresas que você terá pelo caminho.

Muitos campos de golfe na 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Muitos campos de golfe na 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Estes 27 km de curvas e belas paisagens estão dentro de um condomínio fechado, você paga US$ 9,50, que são reembolsados se você almoçar em um dos dois restaurantes no caminho. Na entrada você recebe um mapa com todos os pontos de interesse.

A bela paisagem da 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

A bela paisagem da 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


O meu trecho preferido foi a floresta de Cypress, um tipo de árvore que quase foi extinta aqui na região e foi reintroduzida nas últimas décadas. O Lonely Cypress é uma das últimas paradas, seguido pela Ghost Tree, onde estão vários troncos de árvores mortas com aparência meio fantasmagórica.

Os elegantes ciprestes ao longo da 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Os elegantes ciprestes ao longo da 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Este post da Cláudia, do Aprendiz de Viajante tem todo o roteiro da 17 Mile Drive bem bacana e detalhado. Aos que gostam de Golf, encontrei aqui uma descrição ótima feita do ponto de vista de um jogador, ex-morador e frequentador destes que são alguns dos mais badalados campos de golfe do mundo.

Os elegantes ciprestes ao longo da 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Os elegantes ciprestes ao longo da 17 Mile Drive, em Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Dali, já podemos ver ao longe a baía de Carmel by the Sea, uma pérola na costa da Califórnia. Carmel é a cidade dos artistas, poetas, escritores, onde atores como Clint Eastwood são prefeitos, cachorros são bem vindos em todos os estabelecimentos e saltos altos são proibidos por lei!

Fim de tarde em praia de Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Fim de tarde em praia de Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


A charmosa cidade está incrustada entre uma suave encosta e uma das praias mais bonitas de toda a região. Nós chegamos no final da tarde, a tempo de assistirmos tranquilamente o sol se por, enquanto fazíamos um lanchinho com queijos e pães deliciosos. Aos poucos assistimos o dia se despedir e as dezenas de fogueiras se acenderem para aquecer as famílias no piquenique praiano do feriado de Thanksgiving. Final de tarde inesquecível!

Celebrando os últimos momentos do dia em Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Celebrando os últimos momentos do dia em Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


No final da tarde, muitas fogueiras na praia em Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

No final da tarde, muitas fogueiras na praia em Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Sob a luz da lua caminhamos pelo centro e encontramos um restaurante delicioso para um jantarzinho romântico, difícil foi escolher dentre as várias opções que a cidade oferece.

Iluminação natalina nas ruas de Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Iluminação natalina nas ruas de Carmel, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos



3° Dia – O Aquário de Monterey

No terceiro dia, após a nossa corrida matinal, fomos ao Aquário de Monterrey. A princípio estávamos na dúvida se valeria a pena, mas várias pessoas haviam indicado, dizendo ser um dos melhores aquários do país. Difícil bater o aquário de Atlanta, pensamos, mas ainda bem que seguimos as indicações!

Observando tubarões no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Observando tubarões no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


O Aquário de Monterey tem uma fantástica exposição de águas-vivas (no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos)

O Aquário de Monterey tem uma fantástica exposição de águas-vivas (no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos)


O Aquário de Monterey tem uma exposição maravilhosa da diversa flora e fauna do Oceano Pacífico. Das florestas de kelps, tubarões martelo, arraias mantas e tartarugas-verdes, até os minúsculos cavalos-marinhos, os frondosos dragon-fishes e as psicodélicas águas-vivas!

Isso aí é um cavalo-marinho muito bem fantasiado de planta, no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Isso aí é um cavalo-marinho muito bem fantasiado de planta, no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Tanque com cavalos-marinhos no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Tanque com cavalos-marinhos no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


O mais incrível é a forma como eles apresentam toda esta vida, de uma forma divertida, interativa e cheia de humor! O aquário principal, por exemplo, tem um jogo de lentes fazendo o aquário parecer muito maior do que realmente é. Já a piscina de anêmonas possui umas lentes de aumento que nos ajudam a enxergar detalhes que nunca perceberíamos ao olho nu.

Tanque com lentes de aumento para observar as coloridas e pequenas criaturas marinhas, no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Tanque com lentes de aumento para observar as coloridas e pequenas criaturas marinhas, no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


Amplificadas pela lente de aumento, belas e minúsculas criaturas marinhas no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Amplificadas pela lente de aumento, belas e minúsculas criaturas marinhas no Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos


The Jellies Experience é uma discoteca dos anos 70, com luzes coloridas, luz negra e uma iluminação especial que realça a beleza e a transparência das águas vivas, que parecem interagir e dançar ao som da música!

O Aquário de Monterey tem uma fantástica exposição de águas-vivas (no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos)

O Aquário de Monterey tem uma fantástica exposição de águas-vivas (no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos)


Nas áreas externas rangers fazem tours guiados para avistamento de lontras, golfinhos, baleias e pássaros que rondam a Baía de Monterey. A visita foi uma experiência fantástica, super indicamos!

Chegando ao famoso Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos

Chegando ao famoso Aquário de Monterey, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos



4° Dia – Carmel a Big Sur

O trecho entre Carmel e Big Sur foi, na nossa humilde opinião, o trecho mais bonito da US 1. A estrada está o tempo todo contornando as altas encostas de pedra, com vistas lindíssimas para o Pacífico e mirantes de tirar o fôlego! Nós tivemos um certo azar, pois justo neste dia o tempo ficou nublado, mas ao invés do dourado tivemos o prateado e ao longe ainda podíamos nos divertir vendo as nuvens de chuva passar pelo oceano.

O belo e dramático litoral do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

O belo e dramático litoral do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


É neste trecho que estão os parques estaduais mais procurados pelos californianos. Acampar em qualquer um deles, só com reserva antecipada, principalmente em um final de semana ou feriado. Nosso plano inicial era acampar no Point Lobos, mas já em Monterey o simpático e assertivo senhor do centro de informações nos alertou, “só se for na segunda-feira!”

O belo e dramático litoral do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

O belo e dramático litoral do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


Hoje, segunda-feira, ainda tínhamos a esperança de encontrar um bom camping, mas teria que ser mais ao sul, já que amanhã teremos que estar antes do meio-dia em Los Angeles. Assim seguimos US 1 abaixo, ziguezagueando por suas curvas, pontes e mirantes.

Paisagem do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

Paisagem do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


O mirante da Bixby Creek Bridge é um dos mais famosos e com tempo nós adoraríamos parar em todos os parques, principalmente o Point Sur Lightstation State Historic Park, para explorar melhor. Sem tempo, decidimos seguir e priorizamos o Julia Pfiffer Burns State Park, onde fizemos algumas trilhas, incluindo a mais conhecida delas, que vai até o mirante da McWay Falls.

Paisagem do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

Paisagem do Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


A belíssima praia de McWay Falls, no Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

A belíssima praia de McWay Falls, no Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


Este é um dos principais cartões postais da região de Big Sur, com a conhecida cena da cachoeira caindo nas areias de uma pequena praia. Há quase 30 anos a McWay Falls caía direto no mar, mas um desabamento de terra gigantesco fechou a estrada e criou novas praias com a ajuda das correntes e do mar.

Fotos mostram que, antes do deslizamento, as águas de McWay Falls caíam diretamente no mar, em parque na Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

Fotos mostram que, antes do deslizamento, as águas de McWay Falls caíam diretamente no mar, em parque na Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


Seguimos em direção a San Simeon procurando por um camping. No jornal de informações da rodovia eu havia encontrado um mais ao sul, junto do Treebones Resort. Chegando lá nos deparamos com um resort diferente, um hotel onde os quartos são na realidade Yurts, cabanas mongóis, e os banheiros são grandes vestiários compartilhados. Informando-nos sobre o camping acabamos descobrindo que o valor seria de 80 dólares, já que incluiria acesso a todas as amenidades do resort, banheiros, piscina, jacuzzi, etc.

O espaçoso interior do nosso Yurt, no nosso hotel no Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

O espaçoso interior do nosso Yurt, no nosso hotel no Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


Eis que, para a nossa surpresa, a gerente do resort nos avisa que dali algumas horas entraria em vigor uma promoção para “walk-ins”, hóspedes que chegam sem reserva. O yurt que custaria normalmente 180 dólares custaria naquela noite apenas 85! É, acho que a nossa vontade de acampar pode esperar! rsrs! Esperamos até as 17h preparando as nossas bagagens para a viagem ao Hawaii e logo estávamos em nosso super-hiper-ultra aconchegante e eco-friendly yurt!

A aconchegante arquitetura mongol do nosso Yurt no Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos

A aconchegante arquitetura mongol do nosso Yurt no Big Sur, ao sul de Carmel, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos


Fechamos com chave de ouro a nossa viagem pela US 1, com direito à queijos e vinhos sob a luz da lua no nosso teto solar (ou seria lunar?) na noite fria de Big Sur.


Veja o mapa do nosso roteiro pela US 1

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Perdões

Brasil, Minas Gerais, Poços de Caldas, Perdões

Nosso roteiro continua hoje por Minas, um dos maiores estados brasileiros e estado natal do meu mineirinho marido. Por isso mesmo difícil de resolvê-lo no roteiro, sem idas e vindas e ainda sem algumas visitas obrigatórias no caminho. Perdões é uma delas. Saímos de Poços hoje cedo, depois de um breve encontro com dois dos nossos primos aventureiros: Cláudia e Betinho. O Betinho é motociclista e está sempre nas estradas do Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e sua próxima aventura será na Bolívia e Perú. Quem sabe nos encontramos por lá!

Despedida de Poços de Caldas (Gogóia, Cláudia, Betinho, Chico e Luisa

Despedida de Poços de Caldas (Gogóia, Cláudia, Betinho, Chico e Luisa


Já a caminho de Carrancas, fizemos esta parada estratégica em Perdões, cidade onde mora Ana Elisa, Aroldo, Rudah e grande família. Estamos hospedados na casa deles, em uma fazenda localizada na região da Lagoa no município de Perdões. Cidade que logo irá completar seu centenário, mas que possui casas da antiga vila com mais de 150 anos! Em algumas delas ainda se vêem as antigas senzalas e toda a sua arquitetura preservada.

Fazenda do Aroldo e Ana Elisa em Perdões - MG

Fazenda do Aroldo e Ana Elisa em Perdões - MG


Visitamos a Tia Marlúcia, e fomos à fazenda para o almoço delicioso que estava pronto, em panelas de ferro no fogão à lenha da Ana. Mesmo não sendo tão urbanos, nos deslumbramos com o casal de avestruzes que moram aqui, umas figuras raras! O macho correndo para lá e para cá, abrindo seus penachos para impressionar a fêmea é uma diversão sem fim.

Fauna exótica na fazenda do Aroldo e Ana Elisa em Perdões - MG

Fauna exótica na fazenda do Aroldo e Ana Elisa em Perdões - MG


Depois de muita prosa fomos novamente à cidade conhecer o Comemorare, novo empreendimento da família. Primeiro salão de festas da cidade pode receber até mil pessoas com uma infra-estrutura maravilhosa, com direito até à pista de dança! O Azão até acendeu as luzes e colocou uma música para dançarmos. Eu logo me empolguei, tamanha a saudade de dançar! Hahaha! O mais perto que cheguei de uma balada até agora!

Conhecemos a sogra da Ana e filhas do Aroldo, todos aqui para o batizado da primeira neta, a pequena Alice, que acontecerá amanhã. Também por isso o Vovô Aroldo está retornando antecipadamente de uma cavalgada. A cavalgada é uma tradição, mantida aqui pelos homens da cidade. Esta foi de três dias, onde ele e mais 25 homens, montados em suas mulas, chegaram à Carrancas por trilhas e parte da famosa Estrada Real Mineira.

Parte da 'tralha', equipamento para 'vestir' as mulas

Parte da "tralha", equipamento para "vestir" as mulas


Para fechar o dia, uma traíra sem espinhos, coisa difícil de imaginar! Especialidade de um dos únicos restaurantes da cidade, a traíra frita é acompanhada de um feijão tropeiro especial! Opinião suspeita, de uma apaixonada por feijão.
Numa viagem como a nossa, onde procuramos conhecer os melhores lugares em cada pedacinho da América é quase impossível passarmos por pontos que já não sejam conhecidos e explorados turisticamente. Aqui em Perdões conseguimos viver um pouco da vida de quem vive aqui e que é a vida de milhares de brasileiros, ou pelo menos dos mineiros. Acordar na fazenda, ter uma alimentação saudável, água da fonte e leite direto da vaca, horta, pomar e área enorme para as crianças brincarem, longe dos vídeo games e longe da loucura da cidade grande.

Brasil, Minas Gerais, Poços de Caldas, Perdões,

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Ilhas Bermudas

Bermuda, Hamilton

Bermudas, traje oficial em Hamilton, em Bermuda

Bermudas, traje oficial em Hamilton, em Bermuda


Alguém aqui já ouviu falar das Ilhas Bermudas? Se não, certamente já ouviram falar das centenas de aviões e navios desaparecidos no Triângulo das Bermudas. Pois é, é para lá que embarcamos hoje, uma ilha no meio do Oceano Atlântico há mais de mil quilômetros do estado americano de Carolina do Norte.

Mapa mostrando o famoso 'Triângulo das Bermudas', onde navios e aviões somem sem deixar pistas, segundo a lenda...

Mapa mostrando o famoso "Triângulo das Bermudas", onde navios e aviões somem sem deixar pistas, segundo a lenda...


A ilha descoberta em 1.505 pelo espanhol Juan Bermudez foi uma colônia inglesa e é hoje um British Overseas Territory, ou seja, mais um dos vários territórios que compõe a Commonwealth Britânica, uma democracia parlamentarista sob os domínios da Rainha Elizabeth.

City Hall de Hamilton, em Bermuda

City Hall de Hamilton, em Bermuda


A arquitetura inglesa, os pubs e pints de guiness, as igrejas anglicanas e as dezenas de campos de golfe quase nos fazem pensar que estamos mesmo na Inglaterra. Mas basta olharmos para as casas coloridas, um toque caribenho, o mar azul turquesa e os homens de bermudas desfilando seus mais belos trajes sociais, que logo lembramos que estamos mesmo em Bermuda. Sim, o nome oficial em inglês é sem o “s” e falado com um sotaque capiar americano “BeRRRmiúda”.

Atrativa propaganda de bar em Hamilton, capital de Bermuda

Atrativa propaganda de bar em Hamilton, capital de Bermuda


A propósito o que veio antes? A bermuda ou Bermuda? Os mais ligeiros já perceberam, o nome da ilha veio do sobrenome do seu descobridor Juan “Bermudez”. Já a bermuda, irmã mais comprida do short, nasceu aqui mesmo quando as tropas inglesas já não tinham como se esconder do calor e resolveram inovar no modelito, cortando suas calças e criando um novo elemento indispensável no guarda roupa de muitos homens e mulheres pelo mundo. Assim a bermuda é usada por políticos, bancários, homens de negócio e até por policiais como roupa social na ilha que a criou, junto à camisas de mangas curtas e longos meiões.

Guarda de trânsito trabalhando de bermudas em Hamilton, capital de Bermuda

Guarda de trânsito trabalhando de bermudas em Hamilton, capital de Bermuda


Saímos logo cedo de Princeton - New Jersey, pegamos um trem e o aerorail para o aeroporto de Newark. Havíamos tentado reservar pousadas via internet, mas todas retornaram com negativas, estavam lotadas. O jeito foi tentar encontrar um lugar lá mesmo, fora de feriado não seria possível que não achássemos um lugarzinho na ilha.

Estátua pensativa, em parque de Hamilton, capital de Bermuda

Estátua pensativa, em parque de Hamilton, capital de Bermuda


Dica: mesmo sem um hotel agendado, nunca deixe em branco o ítem “hotel” do seu papel de imigração. Nós sempre colocamos o nome de algum hotel da ilha, mesmo que não esteja reservado. Hoje isso nos garantiu a entrada na ilha, nosso taxista nos contou que várias pessoas já foram mandadas de volta por não terem hotel marcado.

Uma das tranquilas ruas centrais de Hamilton, capital de Bermuda

Uma das tranquilas ruas centrais de Hamilton, capital de Bermuda


O vôo foi tranquilo, embora seja impossível não pensarmos que estamos passando por uma área famosa por vôos e navios desaparecidos. Seria pelo mau tempo? Ou algum campo magnético que acabava com os instrumentos das aeronaves? Certamente esta fama não nasceu do nada, mas eu é que não quero descobrir agora!

Chegando á Bermuda, em pleno Oceano Atlântico

Chegando á Bermuda, em pleno Oceano Atlântico


Chegamos na capital Hamilton em um dia nublado e com a ajuda do nosso amigo taxista encontramos logo um Bed & Breakfast super gostoso a uns 15 minutos de caminhada do centro. Bem acomodados logo saímos explorar a cidade, com seus ares britânicos passando pelo Victoria Park, pela Catedral Anglicana de Bermuda, Fort Hamilton, o Dockyard onde acabava de atracar um navio de cruzeiros, além de dar uma olhada na Reid e Front Streets, as melhores para compras e restaurantes.

Catedral Anglicana em Hamilton, capital de Bermuda

Catedral Anglicana em Hamilton, capital de Bermuda


Escultura em meio a jardim de parque em Hamilton, capital de Bermuda

Escultura em meio a jardim de parque em Hamilton, capital de Bermuda


Navio-cruzeiro ancorado em Hamilton, capital de Bermuda

Navio-cruzeiro ancorado em Hamilton, capital de Bermuda


O fim de tarde não poderia ser melhor, uma guinnes na Front Street, batendo papo com locais animados em um dos pubs em frente ao Hamilton Dockyard. Agora já podemos nos considerar praticamente bermudenses!

Bermuda, Hamilton, Bermudas, Capital, ilha, Triângulo das Bermudas

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Epicentro: Port-au-Prince

Haiti, Port-au-Prince

Praça central de Port-au-Prince, capital do Haiti

Praça central de Port-au-Prince, capital do Haiti


Port-au-Prince, a capital haitiana, é um dos últimos lugares que qualquer pessoa pensaria em fazer turismo nos tempos atuais. Primeiro por que praticamente tudo (do pouco) que tinha para ser conhecido no centro da cidade foi destruído no terremoto de 12 de Janeiro de 2010. Segundo por que após o terremoto, o país que já era assolado pela pobreza, passou por ondas de violência e doenças resultantes da catástrofe. Assaltos e sequestros, inclusive de membros das organizações religiosas e ONGs que estavam aqui para ajudar o país, se espalharam pela capital, afinal as prisões foram destruídas e todos os presos voltaram à ativa. Soldados de todos os cantos do mundo vieram para o Haiti e ao que tudo indica foram os nepaleses que trouxeram para a ilha um tipo de cólera que resultou em surto, variedade anteriormente inexistente no país. Terceiro por que Port-au-Prince é uma cidade grande de um país subdesenvolvido e, mesmo se não tivesse passado pelo terremoto, já não teria tantas atrações a oferecer, ela seria o ponto de chegada e partida de uma viagem pelo Haiti, mas não o destino por si só.

Comida preparada e vendida nas ruas centrais de Port-au-Prince, capital do Haiti

Comida preparada e vendida nas ruas centrais de Port-au-Prince, capital do Haiti


É, não somos turistas muito tradicionais mesmo. A curiosidade de ver como o epicentro de uma tragédia está se levantando, foi um dos motivos que nos fez decidir passar ao menos um dia explorando o centro de Port-au-Prince. Subimos em uma moto-táxi em Pétion-Ville rumo à parte baixa da cidade. Jackson não hesitou em colocar nós dois na garupa e, com um ótimo equilíbrio nos guiar pelas ladeiras que nos levariam até o centro. No caminho o pneu furou, paramos para consertar e aproveitamos para conhecer as vizinhanças intermediárias. Não importa por onde andamos sempre vemos muitos escolares, bom sinal para o país.

Nossa moto-taxi furou o pneu no caminho para o centro de Port-au-Prince, capital do Haiti

Nossa moto-taxi furou o pneu no caminho para o centro de Port-au-Prince, capital do Haiti


A região central foi a mais destruída pelo terremoto e não tínhamos ideia do que iríamos encontrar por lá. Sabíamos que havia a praça principal, Champs de Mars, o antigo palácio da presidência, a igreja onde faleceu a Irmã Zilda Arns e um hotel bem tradicional, o Hotel Oloffson. Nós esperávamos ver escombros, ruas e prédios destruídos, talvez meio abandonados, e ao invés disso encontramos uma cidade movimentada, ruas e praças lotadas com centenas de estudantes andando de lá para cá.

O tradicional hotel Oloffson, no centro de Port-au-Prince, capital do Haiti

O tradicional hotel Oloffson, no centro de Port-au-Prince, capital do Haiti


Os escombros já foram retirados, o terreno onde estava o palácio da presidência está fechado por telas. Espiamos pelos buraquinhos e vimos que o prédio já foi todo retirado, os gramados estão verdinhos e uma casa e contêineres estão substituindo os escritórios. Se não soubesse do terremoto e ninguém me contasse, eu não poderia dizer que algo desta magnitude aconteceu. Talvez aos que já conhecessem a cidade e soubessem dos grandes edifícios, mas não para nós, que o máximo que conseguimos achar foram alguns prédios rachados, como os edifícios mais antigos condenados em São Paulo ou no Rio.

Monumento no centro de Port-au-Prince, capital do Haiti

Monumento no centro de Port-au-Prince, capital do Haiti


Trabalhadores e pessoas curiosas olhavam esses dois branquelos “gringos” andando pela praça, realmente devemos ser uma cena rara por essas bandas. Quase não encontramos brancos na cidade, muito menos turistas. A maioria dos brancos que estão aqui trabalham para alguma organização social ou religiosa, ou são militares trabalhando na Força de Paz da ONU. Qualquer um que viesse falar conosco nos perguntaria primeiro “com que organização vocês estão aqui no Haiti?”, e quando respondíamos que éramos meros turistas, a cara de espanto vinha misturada com um sorriso e acompanhada de um Bienvenue au Haiti!

Praça central de Port-au-Prince, capital do Haiti

Praça central de Port-au-Prince, capital do Haiti


Desde o início da viagem eu tinha em mente que quando chegasse aqui gostaria de ter ao menos uma semana para trabalhar como voluntária em alguma organização, escola, orfanato, hospital, o que fosse. Pesquisei e conversei com muitas pessoas que já haviam tido algum contato com o Haiti, mas nunca tinha conseguido algo que parecesse acessível, certamente eu não estava sabendo aonde procurar. Foi quando conheci um brasileiro, hospedado na mesma pousada que nós na cidade de Boston, que havia sido voluntário no Haiti logo após o terremoto. Ele foi o primeiro a me dar uma opinião bem realista de onde eu poderia estar me metendo. Após os seus dias no Haiti ele passou 6 meses sem dormir direito, deprimido e com pesadelos sobre tudo o que presenciou no pós-terremoto. “Se você nunca trabalhou com situações extremas e não está psicologicamente preparada para isso, pense bem se pode encarar um trabalho como este”. Eu levei em consideração o que ele falou, mas a princípio eu continuava com a ideia do voluntariado. Aos poucos eu fui absorvendo o que ele disse e pesando também com as questões práticas da viagem: tínhamos pouco tempo, o Rodrigo não estava com a mesma vontade, ou seja, teríamos que nos separar e ficaríamos com tempos diferentes de viagem, além de, de fato, eu não estar preparada para me voluntariar em uma crise humanitária. Assim decidi que viria conhecer o país primeiro, fazer contatos, analisar a situação e ver como eu me sentiria, para então voltar (ou não) para fazer um trabalho mais efetivo, tanto para a comunidade, quanto para mim.

Estudantes caminham no centro de Port-au-Prince, capital do Haiti

Estudantes caminham no centro de Port-au-Prince, capital do Haiti


Viemos ao Haiti preparados para ver o pior, afinal tudo o que escutamos e vemos na mídia são histórias arrasadoras e uma miséria incurável. Quando chegamos vimos que a miséria está lá, sem dúvida, com cicatrizes ainda maiores deixadas pelo terremoto de 2010, como milhares de desabrigados, centenas de crianças órfãs e desempregados perambulando pelas ruas. As partes mais pobres da cidade são Citté Soleil e Belair, as duas grandes favelas onde se concentram as desgraças do país e os esforços do exército brasileiro, que tem bases fixas dentro das duas áreas. Nós cruzamos Belair rapidinho em cima da nossa moto-táxi. Mesmo Jackson não gosta de passar por lá, chegando perto só nos avisou, “Guardem tudo, se segurem que vou acelerar, essa área é muito perigosa!”. Ali vimos uma certa confusão de um povo subindo um alambrado e tentando invadir um terreno cheio de carros sucateados. Parece que naquele dia iam distribuir peças ou carros e aparentemente o pessoal estava bem impaciente. Lá sim vemos o favelão que imaginamos que dominava toda Port-au-Prince. Casas provisórias de campanha que se tornaram permanentes. Estes acampamentos que ainda abrigam mais de 200 mil pessoas, não estariam tão lotados não fosse a migração de haitianos de outras áreas do país que vieram para a capital tentar pegar uma carona nas doações e assentamentos que o governo e a comunidade internacional está fazendo. Ou seja... nada está tão ruim que não possa piorar.

Monumento ao heroi da independência na praça central de Port-au-Prince, capital do Haiti

Monumento ao heroi da independência na praça central de Port-au-Prince, capital do Haiti


Ao mesmo tempo essa miséria não é muito diferente da que conhecemos nos tempos paupérrimos do Brasil. Falo da miséria verdadeira, não das nossas favelas atuais que tem luz, gatonet e 2 televisores em cada casa. Se você já entrou em uma favela sabe do que estou falando, falta de saneamento básico e energia elétrica, lixões entre as casas, crianças brincando no lixo sem roupa, sem ter água para beber e qualquer comida para comer. Não andei pelas favelas daqui, mas passeio no meio dela em cima de uma moto e posso dizer que reconheci...

Comida preparada e vendida nas ruas centrais de Port-au-Prince, capital do Haiti

Comida preparada e vendida nas ruas centrais de Port-au-Prince, capital do Haiti


Seguimos cruzando caminhões da ONU, comendo poeira e costurando entre outras motos, carros e tap-taps. Nosso motorista era bom! Mais meia hora na garupa e chegamos ao Campo Charlie, principal base das tropas brasileiras aqui no Haiti. Quer melhor atividade turística em Port-au-Prince que conhecer o trabalho que o Brasil está desenvolvendo aqui? Agenda feita! Logo teremos uma visita à base do BRAENGCOY, espero vocês.

Haiti, Port-au-Prince, Belair, Capital, Citté Soleil, Terremoto

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Icefields Parkway

Canadá, Banff National Park, Jasper National Park

Explorando a geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá

Explorando a geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá


Imaginem a situação: estamos no Canadá, cruzando as Montanhas Rochosas, um lugar em que as mínimas podem chegar a -52°C e a brazuca aqui escuta o nome “Icefields Parkway”. Hummm, interessante! Ela vê um imenso caminhão com rodas de 1,5m de diâmetro, que leva turistas por essas rotas, fotos do caminhão pequenininho em meio a um imenso campo branco e gelado. O que ela imagina? Cruzaremos sobre um imenso glaciar, tudo nevado, talvez a Fiona precise de correntes, 4 x 4 com certeza! Mas, será que vamos conseguir passar? É claro, estamos em um país de primeiro mundo, organizado, se um carro como o nosso não conseguir passar eles não nos deixam nem entrar na rodovia.

Ao lado do veículo que leva turistas nas geleiras do Banff National Park, em Alberta, no Canadá

Ao lado do veículo que leva turistas nas geleiras do Banff National Park, em Alberta, no Canadá


Lindo! Assim pegamos a estrada que cruza as Rochosas, ligando o Banff National Park em direção ao Jasper National Park. Nesta região está localizado um dos maiores campos de gelo do mundo, o Columbia Icefield, com 325km2, que pode chegar a 365m de profundidade! Nele se originam alguns dos principais rios da região, como o Athabasca River e o North Saskatchewan River, que por sua vez seguem ao Rio Columbia e à Hudson Bay, no Oceano Ártico. O Columbia Icefield alimenta 8 principais glaciares, alguns dos quais são visíveis da própria parkway.

A bela geleira de Crowfoot, na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá

A bela geleira de Crowfoot, na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá


Pegamos a estrada animadíssimos, muito gelo e muita neve nos esperavam! Certo? Errado! Já nos primeiros quilômetros vimos que não seria nada disso, afinal estamos no verão, não é mesmo? Verão, minha gente, é quente até no meio do Canadá. Não sei se é culpa do aquecimento global ou não, mas este é um fato. Assim como inverno é frio até no Brasil! Ok, não em todo Brasil, mas lá nas minhas terras subtropicais o aquecimento global só a esfriou ainda mais.

Estrada que corta as montanhas e a belíssima paisagem entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá

Estrada que corta as montanhas e a belíssima paisagem entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá


Os 232 km de estrada cruzam paisagens magníficas, entre montanhas nevadas, florestas de coníferas, lagos alpinos, glaciares e cachoeiras. Nesta época do ano a estrada está aberta, um asfalto ótimo sem um pingo de neve ou gelo. Mas leve um casaquinho, pois as montanhas criam o seu próprio microclima, movimentando o ar gelado dos glaciares para a beira dos lagos e o fundo dos vales.

Estrada que corta as montanhas e a belíssima paisagem entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá

Estrada que corta as montanhas e a belíssima paisagem entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá


No caminho paramos em inúmeros mirantes, Hebert Lake e suas águas cristalinas, onde conhecemos Len e Irmite, um simpático casal canadense que nos encheu de dicas sobre a British Columbia e os nossos caminhos pela costa do Pacífico. Quem sabe conseguiremos encontrá-los próximos à Vancouver na nossa descida pelo Canadá!

Foto antiga mostra a geleira de Crowfoot ainda com três dedos, na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá

Foto antiga mostra a geleira de Crowfoot ainda com três dedos, na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá


O Crowfoot Glacier é o primeiro dos glaciares que avistamos. O nome vem do seu formato parecido com um pé de um corvo, porém com a retração do glaciar ele perdeu um dos seus dedos. Há 94 anos uma foto deste mesmo lugar (acima) mostra como era a geleira, mais um dos sinais claros do aumento da temperatura no nosso planeta.

A geleira de Crowfoot, agora com apenas dois dedos, na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá

A geleira de Crowfoot, agora com apenas dois dedos, na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá


Adiante paramos para uma foto no Bow Lake, lago criado pelo Bow Glacier e que também alimenta o Bow River que criou do Bow Valley. Impressionante como um mesmo “Bow” pode ser responsável por tanta beleza!

O magnífico cenário da estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá

O magnífico cenário da estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá


Infelizmente não podemos parar em todos os mirantes do caminho e como o nosso dia é longo, fizemos a próxima parada no Peyto Lake. Este lago também é criado pelo glaciar de mesmo nome, que está localizado na Peyto Mountains. O glaciar está cada vez mais diminuto e pode ser visto a uma longa distância, mas o seu lago é um dos mais famosos dos Icefileds, com fotos maravilhosas em dias ensolarados. É, infelizmente não tivemos a mesma sorte. A chuva nos pegou no alto da trilha e descemos correndo para o conforto da Fiona.

Lagos e montanhas na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá

Lagos e montanhas na estrada entre Lake Louise e Jasper, em Alberta, no Canadá


Já bem impressionados com as belezas do caminho e esperando mais um glaciar no alto da montanha chegamos ao Athabasca Glacier. Embasbacados, finalmente entendemos qual era todo aquele marketing dos grandes caminhões e aventuras pelo gelo!

minúsculas pessoas caminham na geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá

minúsculas pessoas caminham na geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá


O gigantesco Athabasca Glacier é uma das seis principais línguas de gelo do Columbia Icefield. Ele atualmente retrocede de 2 a 3 metros por ano, já diminuiu 1,5km nos últimos 125 anos e perdeu metade do seu volume. Ainda assim, suas proporções são imensas, com 6km de comprimento e pouco mais de 6km2 de área, é um o glaciar mais visitado da América do Norte.

Riacho atravessa a geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá

Riacho atravessa a geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá


Descemos do carro e subimos uma de suas imensas moraines, pilhas de terra e pedras criadas pela geleira, cruzando as placas de marcação do seu retrocesso. As placas indicam onde a geleira estava naquele ano. Passamos por 1982 e ainda andamos um longo caminho até chegar ao gelo.

A caminho da geleira em Columbia Ice Fields, a placa marca até onde o gelo chegava em 1982 (no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá)

A caminho da geleira em Columbia Ice Fields, a placa marca até onde o gelo chegava em 1982 (no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá)


Excursões com guias e equipamentos especializados são vendidas do outro lado da estrada para trekkings pelo glaciar. Nós chegamos lá e vimos todos caminhando sobre um longo caminho já pisado, sujo e marcado na geleira e, é claro, não passamos vontade. Andamos pelo belíssimo glaciar, ao lado das corredeiras azuladas criadas sobre o gelo e até o sol deu o ar da graça.

Caminhando pela fantástica geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá

Caminhando pela fantástica geleira de Columbia Ice Fields, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá


Aqui vale uma ressalva! Caminhar no glaciar não é recomendado. O perigo mora nas fissuras criadas pela água sob o gelo. Com o peso de uma criança o gelo que está escondendo um oco super profundo pode ceder e tanto a queda quanto o frio, podem ser fatais.

O balé das águas na Athabasca Falls, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá

O balé das águas na Athabasca Falls, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá


Fechamos o roteiro passando rapidamente pela Sunwapta Falls e com uma deliciosa caminhada pela Athabasca Falls. Um cânion estreito foi esculpido pelas águas geladas desta cachoeira que já mudou de curso e escavou novos caminhos, deixando cenários espetaculares.

As poderosas Athabasca Falls, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá

As poderosas Athabasca Falls, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá


Rio corta canyon através de diversas camadas de rocha, em Athabasca Falls, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá

Rio corta canyon através de diversas camadas de rocha, em Athabasca Falls, no Jasper National Park, em Alberta, no Canadá


Nossa chegada à cidadezinha de Jasper foi brindada com um bom vinho e uma ótima música canadense no Olive Bistro. Dia perfeito, com ventos, chuvas e até sol, em uma das estradas mais cênicas da América do Norte! Enfim final feliz para os brasileiros aqui que aos poucos aprendem mais sobre a geografia e o clima destes cantos do norte da América.

Olha só a gente 'perdido' no meio do Canadá!

Olha só a gente "perdido" no meio do Canadá!

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Grande Terre - Guadalupe

Guadalupe, Sainte-Anne, Sainte-François, Pointe-à-Pitre

Visual caribenho em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Visual caribenho em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


Grande Terre, o centro comercial e turístico de Guadalupe, não é tão grande quanto parece. Seu nome, se comparado com sua ilha irmã, Basse Terre, parece não fazer sentido. Explico por quê: Basse Terre é a ilha com grandes montanhas e um vulcão ativo, alta no sentido literal da palavra. Por sua vez Grande Terre é baixa, quase plana e de formação coralínea. Então por que trocaram os nomes? A lógica dos antigos navegadores era outra e deriva dos ventos. O vento nordeste sopra grande sobre a ilha plana e são enfraquecidos quando se deparam com a montanhosa Basse Terre.


Exibir mapa ampliado

A formação de ambas é resultado da atividade de vulcões submarinos. O La Soufriere, em Basse Terre, ainda está ativo, enquanto o vulcão que formou Grande Terre se extinguiu. O nível dos mares subiu e seus milhares de anos como “ilha submersa” lhe renderam uma cobertura de calcário, formado pelos corais e depósito de matéria orgânica em sua superfície.

Areia branca, coqueiros e mar azul: estamos perto do paraíso em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Areia branca, coqueiros e mar azul: estamos perto do paraíso em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


Essa história geológica criou paisagens naturais especialmente ricas e diversas, das altas montanhas e vulcões, passando por largos rios e manguezais até as praias de areias brancas que refletem o mar azul turquesa. Outras ilhas fazem parte deste arquipélago, tornando a diversidade ainda maior, Marie Galante, Désirade, Iles des Saintes e Iles de Petit Terre. Ferries partem dos diferentes portos da ilha principal para as suas irmãs menores. Nós infelizmente não teremos tempo de explorar todas elas, o que pode ser uma boa notícia, pois teremos motivos para voltar!

Criança se diverte no fim de tarde em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Criança se diverte no fim de tarde em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


Nossa excursão pela Grande-Terre começou no centro comercial da ilha, Poite à Pitre, cidade que abriga o aeroporto e o principal porto de embarque dos ferries do Express des Iles, que faz a conexão do departamento francês com as ilhas próximas de Dominica, Martinica e Santa Lúcia.

Orla marítima na Place de La Victoire, no centro de Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe

Orla marítima na Place de La Victoire, no centro de Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe


Igreja em Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe

Igreja em Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe


Chegamos à Pointe-à-Pitre à tarde e pegamos todas as lojas fechadas. Não me perguntem por que, ainda era horário comercial, mas esses franceses das West Indies têm horários um tanto quanto estranhos para o comércio. Um passeio pelo centro, igreja e La Place de la Victoire e encontramos provas de que estamos mesmo em um estado francês do além-mar. Arquitetura da igreja e o antigo prédio do cinema, ao lado de uma delicatéssen fechada, saborosa só na nossa imaginação.

Arquitetura da Place de La Victoire, no centro de Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe

Arquitetura da Place de La Victoire, no centro de Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe


Arquitetura da Place de La Victoire, no centro de Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe

Arquitetura da Place de La Victoire, no centro de Pointe-à-Pitre, capital de Guadalupe


O principal polo turístico de Guadalupe é a praia de La Gosier e fica a apenas 5 km de Pointe-à-Pitre. Fugimos dos grandes hotéis, resorts e das hordas de turistas indo direto para a pequena vila de Sainte Anne, uma das praias mais tranquilas e ainda com boa infra-estrutura. Novamente foi um parto encontrar uma pousada, a que havíamos escolhido no nosso guia é muito bacana, mas só aluga quartos por semana. Eles mesmos nos ajudaram a encontrar um hotel na praia vizinha, há 5 km dali.

Dia de sol e de praia em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Dia de sol e de praia em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


O dia seguinte foi um dia preguiçoso em uma praia entre Sainte-Anne e St François, praia paradisíaca de águas rasas e protegidas por uma longa barreira de corais. Sábado de sol e praia para os locais que se reuniam em grandes piqueniques na praia selvagem, sem bares, sem hotéis, apenas a natureza e sua farofa particular.

Praia em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Praia em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


Fim de tarde movimentado em praia de Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Fim de tarde movimentado em praia de Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


A próxima parada foi em Sainte François, que ocupa o posto de segunda maior cidade turística de Guadalupe. Baixa temporada, somado ao horário, ainda perfeito para praia, pegamos quase tudo fechado. Encontramos algum movimento na marina com deliciosas sorveterias e creperias abertas para a sobremesa de final de tarde.

A movimentada e charmosa marina de Sainte-François, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

A movimentada e charmosa marina de Sainte-François, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


O pôr-do-sol foi na praia de Sainte-Anne, recepcionados por um rasta-franco-jamaicano cantando coisas inteligíveis mesmo para quem entende francês, imaginem para mim! Sei que ele colocou meu nome na letra e tirou uma sonzeira do seu violão! Olha só!



Como era o nosso último dia em Guadalupe aproveitei para provar a bebida local chamada ti-punch. Eu imaginava ser algo parecido com os rum-punches de frutas que vemos por todo o Caribe, mas estava completamente enganada.

Coleção de punches em bar na praia de Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Coleção de punches em bar na praia de Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


Experimentando o Ti-punch em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Experimentando o Ti-punch em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe


O ti-punch é uma bebida à base de rum preparada com suco de limão e um caldo açucarado, detalhe, servido à temperatura ambiente (o que aqui é quente!). Foi demais para o meu estômago, tive que fazer umas modificações básicas para conseguir saborear a xiboquinha francesa enquanto engolia amargamente o 4 x 3 da Argentina sobre o Brasil no amistoso de NY. Nos despedimos de Guadalupe deixando muitos motivos para voltar, um dia quem sabe.

Banho noturno de piscina em nosso hotel em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Banho noturno de piscina em nosso hotel em Sainte-Anne, no litoral sul de Grande Terre, em Guadalupe

Guadalupe, Sainte-Anne, Sainte-François, Pointe-à-Pitre, Caribbean, Grande Terre, Música, Praia

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Carlsbad Caverns

Estados Unidos, New Mexico, Carlsbad Caverns National Park

Formações no salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Formações no salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Temos uma certa fixação por cavernas. Secas ou molhadas das mais diversas origens e com as mais variadas formações, cavernas são um ambiente tão diferente do resto do mundo. Um lugar onde não há luz e muitas vezes sim, ainda há vida. Um lugar onde quase nenhum ser humano ainda pisou e que nos faz sentir mais exploradores, mais aventureiros.

Chegando ao Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Chegando ao Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Aqui nos Estados Unidos já estivemos no maior sistema de cavernas do mundo, a Mamooth Caves. Uma caverna imensa, com mais de 627 km explorados, a maioria deles sem nenhum espeleotema, mas com muita história. Aqui no Novo México já estávamos de olho há bastante tempo em um tal parque nacional próximo à fronteira com o Texas, o Carlsbad Caverns. Foi, na realidade, super curioso, pois o grande parque nacional desta região entre o Novo México e o Texas, conhecido e procurado por todos, é o Big Bend, com paisagens do Deserto de Chihuahuan, cânions de granito esculpidos pelo Rio Grande na fronteira com o México e os Estados Unidos. Nós, talvez por já termos visto outros cânions e desertos pelo país, fomos atraídos pelo menor e curioso parque das cavernas.

Formações no salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Formações no salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


O mundo subterrâneo, intocado e cheio de aventuras aqui nos Estados Unidos já é bem mais “civilizado”. Um elevador leva os 400 mil turistas que visitam as cavernas todos os anos, 228m abaixo da terra, passando por uma cafeteria, banheiros e toda uma área de espera, com piso de concreto e iluminação artificial. O ambiente natural foi totalmente modificado, é quase (totalmente) chocante. Por outro lado o acesso a todos os turistas é facilitado, às pessoas com necessidades especiais, terceira idade e aos menos aventureiros, não importa, a caverna é um ambiente totalmente controlado e seguro para todos.

O civilizado salão de entrada da caverna no Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

O civilizado salão de entrada da caverna no Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


A iluminação artística feita no seu interior nos dá melhor noção da sua grandeza. A Big Room, principal área de visitação da Carlsbad Caverns, possui uma extensão de 1.220 metros 191 metros de largura e 78 metros de altura! Estas dimensões a colocam no ranking como a terceira maior câmara subterrânea da América do Norte e sétima do mundo!

O belíssimo e enorme salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

O belíssimo e enorme salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


O seu tamanho é impressionante, mas o que nos faz perder a noção da vida e da hora é a imensa quantidade de formações que a caverna possui. Estalactites e estalagmites, colunas, cortinas, travertinos, pérolas e o que mais imaginarmos pode ser encontradas nas paredes, piso e teto desta caverna. A iluminação nos direciona para as formações mais bonitas, sendo um deleite apenas observar a obra natural maior da natureza, sem se preocupar em ler placas, ver detalhes geológicos ou nem mesmo a história que se passou dentro dela.

O belíssimo e enorme salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

O belíssimo e enorme salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Iluminação do salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Iluminação do salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Detalhe de uma das mais belas colunas da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Detalhe de uma das mais belas colunas da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Ali a artista maior é a água, que desce lentamente pelos poros da rocha calcária e esculpe há milhares de ano cada um dos espeleotemas que adorna a Big Room. Quando entramos em uma caverna é que nos damos conta da loucura que é a crosta terrestre. Um queijo suíço todo perfurado abaixo de nós, alguns desses “buracos” nós encontramos uma entrada, um acesso, outros deles existem lá, calados e isolados, e nós simplesmente não temos ideia. Será que existe alguma outra vida lá? Micróbios levados pela água, bactérias, micro-organismos que vivem em ambientes totalmente hostis... só Deus sabe.

Turistas caminham pelo salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Turistas caminham pelo salão principal da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Durante a tarde voltamos aos subterrâneos da Carlsbad Cave para visitar o seu piso inferior, que só pode ser visitado em um tour especial, acompanhado por duas simpáticas rangers em um grupo de 10 a 15 pessoas.

Turistas ficam maravilhados com a formação de pérolas no solo da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Turistas ficam maravilhados com a formação de pérolas no solo da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Neste tour temos um pouco mais a sensação de exploradores, sem luzes e sem concretos, apenas algumas tábuas e pontes de proteção que preservam alguns dos ambientes mais frágeis da caverna. Seguimos vários degraus abaixo, passando por corredores e salões maravilhosos, incluindo um imenso berçário de pérolas de rocha, um dos mais impressionantes que eu já encontrei nestas andanças pela América.

Formações de pérolas no solo da parte inferior da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Formações de pérolas no solo da parte inferior da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Caminhando com o grupo na parte inferior da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Caminhando com o grupo na parte inferior da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


Caminhando com o grupo na parte inferior da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Caminhando com o grupo na parte inferior da caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


No alto o raso cânion e seus desertos nos fazem pensar como em uma paisagem tão árida foi possível um dia correr um rio caudaloso, que além de esculpir o cânion, foi capaz de construir galerias subterrâneas tão imensas. É espantoso imaginarmos que sob estas terras existem ainda 117 cavernas fechadas ao público, como a Lechuguilla Cave, uma das mais decoradas de todas elas, com flores de aragonita e cristais raríssimos.

Lechuguilla Cave, aberta apenas para felizardos pesquisadores, no Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Lechuguilla Cave, aberta apenas para felizardos pesquisadores, no Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


O parque também é cenário para um dos eventos mais incríveis do planeta: a migração em massa dos morcegos mexicanos (Mexican Free-tailed bats), que deixam a caverna no final do dia em busca de insetos. A melhor época para vê-los é entre os meses de Julho e Agosto, mas a temporada se estende de Abril até Outubro, chegando a reunir grupos de mais de 700 mil morcegos em uma única revoada.

O solo desértico do Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

O solo desértico do Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos


O Carlsbad Caverns ainda é um parque a ser explorado, espero que com o tempo e novas pesquisas outras cavernas sejam abertas a visitação e possamos nos unir aos espeleólogos para explorar mais profundamente este vasto e desconhecido mundo subterrâneo.

Visitando a caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

Visitando a caverna em Carlsbad Caverns National Park, no sul do Novo México, nos Estados Unidos

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