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Blog do Rodrigo - 1000 dias

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SHUFFLE Há 1 ano: Rio De Janeiro Há 2 anos: Rio De Janeiro

Jantar de Despedida

Peru, Cusco

Jantar charmoso no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru

Jantar charmoso no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru


Quando acordamos no dia 4, no nosso hotel em Cusco, o Gustavo já tinha partido. Depois da nossa noitada, ele teve só umas duas horas de descanso e seguiu para o aeroporto. Já nós, aproveitamos para dormir até mais tarde, a primeira vez depois de uma semana de correria intensa e muito poucas horas de sono.

O famoso restaurante Chicha, em Cusco, no Peru, local da nossa despedida dessa cidade inesquecível

O famoso restaurante Chicha, em Cusco, no Peru, local da nossa despedida dessa cidade inesquecível


A Ana não acordou muito bem. Logo botou a culpa na comida de rua que encontramos na madrugada. Não sei se foi isso mesmo, mas sabemos que ela aguentou firme todo o esforço que fizemos em Machu Picchu e Choquequirao, quando ela não tinha tempo nem chance de passar mal. Sabiamente, esperou chegarmos à Cusco, no conforto de um hotel, hehehe.

O famoso restaurante Chicha, em Cusco, no Peru, local da nossa despedida dessa cidade inesquecível

O famoso restaurante Chicha, em Cusco, no Peru, local da nossa despedida dessa cidade inesquecível


Então, passamos o dia bem tranquilo por aqui, mexendo um pouco no computador e descansando. Ao final da tarde, decidimos ficar em Cusco mais um dia, adiando nossa ida para a região do lago Titicaca para o dia 06. Pausa de descanso mais do que merecida!

Degustação de diversos tipos de batatas no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru

Degustação de diversos tipos de batatas no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru


Hoje, dia 05, ela já estava um pouco melhor. Passeamos aqui por perto mesmo e, para celebrar nossa última noite nessa cidade maravilhosa, resolvemos investir em um jantar em um dos restaurantes chiques da cidade. O Peru é cada vez mais famoso por sua culinária, fama bem justificada, aliás! Assim, seguimos a indicação da nossa amiga e madrinha Laura e reservamos lugar no restaurante Chicha.

Delicioso prato típico (quase um ensopado) no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru

Delicioso prato típico (quase um ensopado) no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru


Foi um desbunde! Com direito a vinho, entradas, sobremesa e, claro, prato principal! A entrada foi uma amostra das mais variadas batatas, entre as dezenas que existem no país, cheia de molhos, queijos e condimentos. Depois, no principal, carnes, mais batatas e outras “guloseimas”. Enfim, fechamos nossa estadia em Cusco com o melhor da culinária do país. Para marcar bem e não esquecer nunca mais! Adios, Cusco, no te olvidaremos jamás!

Carne ao aolho de vinho no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru

Carne ao aolho de vinho no restaurante Chicha, em Cusco, no Peru

Peru, Cusco, comida

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Praia da Cacimba

Brasil, Pernambuco, Fernando de Noronha

Admirando os Dois Irmãos em Fernando de Noronha - PE

Admirando os Dois Irmãos em Fernando de Noronha - PE


Começamos nosso primeiro dia cheio em Noronha bem cedinho, numa saída de mergulho para dois pontos: Cagarras e Buraco das Cabras. Dois mergulhos lindos e relativamente tranquilos. Serviu para que o fernando, nosso guia e amigo da Noronha Divers conhecesse o Haroldo e visse eu e a Ana mergulhando com cilindros duplos. Parte da programação para que mergulhemos na Corveta com configuração Tek.

Preparando-se para embarcar para manhã de mergulhos  em Fernando de Noronha - PE

Preparando-se para embarcar para manhã de mergulhos em Fernando de Noronha - PE


Eu não levei nossa máquina fotográfica mas o pessoal da Ciliares (empresa de filmagens e fotografias aquáticas aqui de Noronha) nos acompanhou e fez belas fotos. Assim que as tivermos, vamos postá-las. O Fernando gostou bastante das nossas performances e amanhã já vamos fazer alguns mergulhos mais complicados, antes de enfrentar a Corveta depois de amanhã. Essa já é a terceira vez que mergulho com o Fernando. Na primeira, ele me deu o curso de Nitrox e me levou até a Corveta (lado de fora). na seguna, eu e a Ana fizemos o curso de trimix e voltamos para a Corveta. Seguindo as recomendações dele, fizemos o curso Tek e agora, finalmente, estamos prontos para conhecer a Corveta por dentro!

Caminhando na Praia da Conceição rumo à Praia da Cacimba, em Fernando de Noronha - PE

Caminhando na Praia da Conceição rumo à Praia da Cacimba, em Fernando de Noronha - PE


Depois dos mergulhos e do almoço, seguimos para nossa caminhada pela ilha. Hoje, fizemos a caminhada pelas praias do Mar de Dentro (aquele que é voltado para o continente e que tem mais praias). Fomos da praia da Conceição até a praia da Cacimba e Baía dos Porcos, passando plas praias do Meio, do Boldró, do Americano e do Bode.

Os Dois Irmãos vistos de longe, em Fernando de Noronha - PE

Os Dois Irmãos vistos de longe, em Fernando de Noronha - PE


Chegando aos Dois Irmãos, em Fernando de Noronha - PE

Chegando aos Dois Irmãos, em Fernando de Noronha - PE


Cada uma mais bonita do que a outra, mas entre elas é a Cacimba que se destaca. O visual dos Dois Irmãos, montanhas quase gèmeas que se elevam sobre o mar formando um dos mais belos cartões postais da ilha é absolutamente maravilhoso! Pudemos acompanhar um campeonato de surf que acontecia na praia, com direito a filmagens com a super câmera de slow motion, com quase dois mil quadros por segundo e custando uns dois milhões de reais. O resultado é inacreditável!

Coco gelado na Praia da Cacimba, em Fernando de Noronha - PE

Coco gelado na Praia da Cacimba, em Fernando de Noronha - PE


Aproveitamos para nadar bastante e nos intervalos tomar água de coco e cervejas. A volta foi de táxi para que pudéssemos ficar o máximo de tempo na praia. Os táxis por aqui quase sempre são bugues e andar com eles faz parte da cultura da ilha. O aluguel que é meio caro, mais de 100 reais por dia, chegando a incríveis 400 reais durante o reveillon. Fica mais barato pagar as corridas que giram em torno de 20 reais. O taxisita me explicou que, para se trazer um carro para a ilha é necessário tirar outro daqui. É o modo que o Ibama encontrou para controlar a poluição neste parque nacional. Uma bela idéia que é seguida estritamente, me disseram.

Bela paisagem com o Morro do Pico ao fundo, em Fernando de Noronha - PE

Bela paisagem com o Morro do Pico ao fundo, em Fernando de Noronha - PE


Baía dos Porcos, em Fernando de Noronha - PE

Baía dos Porcos, em Fernando de Noronha - PE


Fechamos o dia com um delicioso jantar, Até domingo está ocorrendo um festival gastronômico na ilha. Os preços são salgados mas a comida é de primeira qualidade. Nossos risotos de camarão e salada verde, acompanhados de um bordeaux oferecido pelo Haroldo fecharam o dia com chave de ouro!

Jantando com o Haroldo em Fernando de Noronha - PE

Jantando com o Haroldo em Fernando de Noronha - PE

Brasil, Pernambuco, Fernando de Noronha, Mergulho, Praia, Dois Irmãos, Conceição, Cacimba

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Da Lagoinha para Jeri

Brasil, Ceará, Lagoinha, Jericoacoara

As jangadas são sempre patrocinadas! (em Lagoinha - CE)

As jangadas são sempre patrocinadas! (em Lagoinha - CE)


Acordamos hoje para ver uma Lagoinha meio diferente da de ontem. Para começar, logo de manhã cedo o céu pareceu desabar. Chuva torrencial. Depois, quando passou, ficaram aquelas nuvens cor de cinza chumbo. Os raios de sol arrumavam algumas frestas para passar, iluminando e pintando o mar com uma cor de azul metálico. Ficou uma luz incrível, mas bem diferente do vermelho e roxo do entardecer de ontem.

Bugue na praia em Lagoinha - CE

Bugue na praia em Lagoinha - CE


Mas, a principal mudança com relação à ontem foi a chegada dos turistas. Chegam de ônibus de pacote, direto de Fortaleza, embarcam numa caravana de bugues à sua espera e partem pela praia para explorar as dunas e lagoas próximas. Disputam a areia da praia com os quadriciclos que ficam por ali para quem quiser alugá-los. Mesmo com todo esse tráfego, com um certo cuidado, pode-se caminhar pela praia. Quanto aos que vem de Fortaleza, dão uma volta e seguem para a próxima atração, antes de retornar ainda hoje para a capital, coitados: perdem o melhor da festa, que é exatamente quando todos eles partem, já no final da tarde, e a calma volta a reinar na praia, uma das mais belas do Ceará e do Brasil, sem dúvida nenhuma.

Movimento na praia em Lagoinha - CE

Movimento na praia em Lagoinha - CE


Bom, demos a nossa volta à pé, tiramos as fotos que não tínhamos tirado ontem, agora com uma luz diferente, um último banho de mar delicioso seguido de outro de piscina, empacotamos e seguimos viagem. Destino? A quase mítica praia de Jericoacoara!

Trilha de acesso à Jericoacoara - CE

Trilha de acesso à Jericoacoara - CE


Foram quase 200 km de estrada rumo à oeste. Que bom, o sol vai se pondo mais tarde! O asfalto nos leva até Jijoca. De lá, várias trilhas levam para Jeri. A mais bonita, pelas dunas. É uma trilha para carros altos, de preferência com tração nas quatro rodas. A Fiona já ficou toda animada, hehehe! Melhor fazer com um guia, que vai indicar o caminho mais seguro. Assim fizemos!

Trilhas através das dunas de Jericoacoara - CE

Trilhas através das dunas de Jericoacoara - CE


O caminho é jóia! Passamos pela Lagoa do Paraíso e depois chegamos ao campo de dunas. Lembro da primeira vez que cheguei aqui, de caminhão, há quase 20 anos. Ônibus direto de Fortaleza se conectava com um caminhão que fazia esse último trecho de madrugada, já com sol nascendo. Experiência inesquecível, ver o sol raiando naquelas dunas. Cenário cinematográfico, um monte de mochileiros, de todas as partes do mundo, todo mundo sonolento, mas de boca aberta com a beleza que nos recebe. Hoje, faltou o nascer do sol, mas as dunas lá estavam, nos dando às boas vindas a um dos destinos mais cobiçados do Brasil. Mais ou menos juntos conosco, chegava à cidade também todos os participantes de um rally que vinha do Piauí. Cerca de 300 motos e carros. Aos poucos, foram lotando o estacionamento que fica às portas de Jeri. A Fiona se sentiu em casa com o "pessoal" da sua tribo.

Fiona enfrentando as dunas à caminho de Jericoacoara - CE

Fiona enfrentando as dunas à caminho de Jericoacoara - CE


Pois é, carros não entram em Jeri. Quer dizer, entram mas não ficam. A gente leva a bagagem até o hotel e volta para deixar o carro do lado de fora da cidade. Ótima idéia! Mantém parte da tranquilidade de Jeri, justamente o que vem atraindo milhares de pessoas desde que ela estourou para o turismo no início dos anos 80. Ao contrário do que aconteceu em muitos outros lugares, Jeri conseguiu manter parte da sua aura de isolamento. Isso porque foi criado um Parque Nacional nesta área, para preservar suas belas dunas. Novas construções não são facilitadas (mas ocorrem!) e, o melhor, não deixaram o asfalto chegar até aqui. Mesmo assim, para quem vem aqui depois de um bom tempo (no meu caso, já faz seis anos desde a última vez) percebe-se claramente que a cidade vai crescendo.

Final de rally em Jericoacoara - CE

Final de rally em Jericoacoara - CE


Bom, mesmo maior do que era e com um céu bem nublado, lá de cima da "duna do pôr-do-sol" a visão continua deslumbrante. Praiona de maré baixa, roda de capoeira, dunas no horizonte, gente feliz... não é à tôa que Jeri tem essa fama. Merecia e continua merecendo!

Trilha de acesso à Jericoacoara - CE

Trilha de acesso à Jericoacoara - CE

Brasil, Ceará, Lagoinha, Jericoacoara,

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No Magnífico Litoral de Bermudas

Bermuda, Hamilton, Horseshoe Bay

O maravilhoso mar de Bermuda, na costa sul da ilha

O maravilhoso mar de Bermuda, na costa sul da ilha


Ao contrário de ontem, o dia nasceu esplendoroso hoje, céu azul e sol radiante. Perfeito para ir à praia, principalmente se você está nas Bermudas! As melhores praias da ilha estão na costa sul, bem distante da capital Hamilton, onde estamos hospedados. Não há como ir à pé e o táxi é bem caro, perto de 30 dólares. A solução? O bom e velho “busão”!


Nosso caminho de ônibus, no dia de hoje

Para isso, fomos caminhando até o terminal de ônibus da cidade, de onde partem coletivos para toda a ilha. É um dos poucos lugares onde se pode comprar os tokens, ou passagens. Se for para pegar o ônibus no meio do caminho, sem ter os tokens, só pagando mais caro, em moedas e no valor exato!

City Hall de Hamilton, em Bermuda

City Hall de Hamilton, em Bermuda


Bermudas, traje oficial em Hamilton, em Bermuda

Bermudas, traje oficial em Hamilton, em Bermuda


No caminho para o terminal, passamos pelo belo prédio da City Hall, um dos marcos arquitetônicos da cidade e que, além de prefeitura, é também o Museu de Artes do país. Aos poucos, vamos nos acostumando com a cidade e também com seus moradores. Todo mundo de bermuda, isso não é clichê! Guardas, oficiais, motoristas de táxi, o híbrido de short e calça comprida é mesmo o uniforme oficial de Bermuda! Sempre acompanhado de um enorme par de meias (essas sim, poderiam dispensar...)

Guarda de trânsito trabalhando de bermudas em Hamilton, capital de Bermuda

Guarda de trânsito trabalhando de bermudas em Hamilton, capital de Bermuda


Pegando o ônibus em Hamilton, para ir à praia de Horseshoe Bay, em Bermuda

Pegando o ônibus em Hamilton, para ir à praia de Horseshoe Bay, em Bermuda


Bom, chegamos ao terminal, compramos os tokens para ir e voltar, enfrentamos a fila e abordamos nosso ônibus, nós e mais um monte de turistas, todos em suas vestimentas para um dia na praia. Boa parte foi ficando pelo caminho, em outras praias ao longo da costa sul, até que chegamos à famosa Horseshoe Bay, considerada por muitos a mais bonita da ilha. Logo descobriríamos que a fama já se espalhou...

Em dia de cruzeiros na ilha, a praia de Horseshoe Bay fica lotada, na costa sul de Bermuda

Em dia de cruzeiros na ilha, a praia de Horseshoe Bay fica lotada, na costa sul de Bermuda


O ônibus nos deixa na estrada, e de lá precisamos caminhar encosta abaixo, por uma estrada de acesso. A quantidade de pessoas descendo pelo mesmo caminho já foi um bom aviso do que estávamos por encontrar: uma verdadeira multidão disputando cada palmo da praia, pelo menos nas proximidades da estrada de acesso.

Em dia de cruzeiros na ilha, a praia de Horseshoe Bay fica lotada, na costa sul de Bermuda

Em dia de cruzeiros na ilha, a praia de Horseshoe Bay fica lotada, na costa sul de Bermuda


Atualmente, três enormes navios-cruzeiro estão ancorados em Bermuda. Ao contrário do que fazem em seus tours pelo Caribe, onde passam cerca de 12 horas em cada ilha, por aqui, como Bermuda está completamente isolada no meio do oceano, os navios ficam por 3 dias. Um em Hamilton e outros dois em Dockyard, na pontinha oeste do país. Com uma população de cerca de 60 mil habitantes, a quantidade de turistas trazidos pelo três navios abarrotados logo se faz sentir, principalmente na praia mais bonita e famosa da ilha. Com aquele sol, todo mundo teve a mesma ideia, a paradisíaca e “deserta” praia tropical. Pois é, o “deserta” ficou para depois...

Na magnífica praia de Horseshoe Bay, em Bermuda

Na magnífica praia de Horseshoe Bay, em Bermuda


Depois do susto inicial, é impossível não reconhecer a beleza estonteante do local. Principalmente quando subimos no rochedo para ver tudo lá de cima. A cor do mar, só vimos igual nas Bahamas. Como diriam os americanos: “This is RIDICULOUS!” (acho legal esse sentido da palavra “ridiculous”...). A cor da areia fica entre o branco e o rosa e, entre as praias, um litoral rochoso que dá um ar selvagem à paisagem. Parece um quadro! Muito bem pintado, mas com cores um tanto exageradas. Quer dizer, seriam, no quadro, pois certamente acharíamos que eram golpe de propaganda. Mas estando ali, vendo que são de verdade, aí só resta deixar o queixo cair...

Saltando no incrível mar de Horseshoe Bay, em Bermuda

Saltando no incrível mar de Horseshoe Bay, em Bermuda


Nadando no mar azul de Horseshoe Bay, em Bermuda

Nadando no mar azul de Horseshoe Bay, em Bermuda


Por falar em cair, o jeito de entrar nesse mar maravilhoso pela primeira vez foi “caindo” também. Quer dizer, pulando, do alto de um rochedo, pouco menos de 10 metros de altura, seguindo os passos de outros turistas mais destemidos. Depois, uma rápida nadada entre os rochedos e já estávamos na praia lotada novamente.

A incrível praia de Horseshoe Bay, em Bermuda

A incrível praia de Horseshoe Bay, em Bermuda


Pequena praia no litoral sul de Bermuda

Pequena praia no litoral sul de Bermuda


Depois de tiramos as fotos que queríamos e ter nadado um pouco, caminhamos para longe da multidão. Não demorou muito, uns 15 minutos, e já estávamos em outras praias menores e quase sem gente. O visual continuava magnífico, uma verdadeira miragem, a areia foi ficando ainda mais rosa e o mar sempre com aquela cor de piscina.

Admirando praia no litoral sul de Bermuda

Admirando praia no litoral sul de Bermuda


E assim seguimos caminhando e explorando, tomando sol e nos refrescando naquele mar de fantasia. Até chegarmos à outra praia, mais à leste, de onde subimos de volta à estrada para pegar o ônibus de volta à cidade. Achamos um lugar para comermos, com vista para a baía, e voltamos para nosso aconchegante Inn, aonde ainda tomamos banho de piscina. Amanhã, o dia começa mais cedo, pois já estamos com mergulho marcado e temos de estar lá 08:15. Estaremos de volta ao meio-dia, o que nos dá bastante tempo para continuar nossas explorações acima d’água também! Afinal, temos de aproveitar cada segundo nesse paraíso!

Dia de muito sol e caminhada pelo litoral sul de Bermuda

Dia de muito sol e caminhada pelo litoral sul de Bermuda

Bermuda, Hamilton, Horseshoe Bay, Praia, Horseshoe Bay

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A Explosão de Vida

Nicarágua, San Juan Del Sur

Tartarugas recém nascidas caminham para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartarugas recém nascidas caminham para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


A praia La Flor localiza-se a vinte quilômetros ao sul de San Juan del Sur, na costa pacífica da Nicarágua. Lá ocorre um dos mais incríveis fenômenos naturais do país: a chegada de tartarugas para colocarem seus ovos e, dois meses depois, o nascimento de milhares de tartaruguinhas. Esse fenômeno ocorre também em muitas outras praias do mundo, mas o que impressiona aqui são os números. Em três ou quatro ocasiões, durante os meses de Outubro à Janeiro, logo após a mudança da lua, ocorre o que eles chamam de "arribada". São literalmente milhares (o recorde é oito mil!) de tartarugas que vem à praia em um único dia para colocarem seus ovos. Testemunhas do evento dizem que não se vê areia, apenas cascos de tartarugas. Deve ser impressionante!

Registro com contagem de tartarugas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Registro com contagem de tartarugas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Bom, além dessas "arribadas", nos dias "normais", dez ou vinte vem à praia cumprir seu papel de mãe. E como outras já vieram dois meses antes, enquanto elas vêm, centenas de tartaruguinhas estão correndo no outro sentido, em direção ao mar. Quase toda a ação ocorre de noite, maneira encontrada pela sábia natureza para tentar proteger os filhotes dos predadores e do sol escaldante, enfim, aumentar um pouco sua chance de sobrevivência. As poucas que chegam à vida adulta, depois de viajarem até ao Alaska ou ao Chile, retornarão à mesma praia em que nasceram para colocarem seus ovos também. O GPS delas funciona direitinho!

Tartaruguas recém-nascidas e recolhidas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartaruguas recém-nascidas e recolhidas na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Por falar em GPS, o nosso nos ajudou a chegar até a praia. Mas, mais do que GPS, precisamos também foi de coragem para enfrentar os 20 km por estrada de terra no escuro num país distante sem saber precisar a segurança na região. Quase todos os turistas vão em camionetes das pousadas que organizam tours. Parece que há duas semanas uma dessas camionetes foi assaltada, mas nunca dá para saber se é boato ou não. O fato é que lá fomos os dois, dinheiro e documentos escondidos no compartimento secreto da Fiona, enfrentar a estrada no escuro mesmo. Fomos um pouco mais tarde que as camionetes das pousadas para estarmos sozinhos na praia La Flor, uma Reserva de proteção ambiental.

Tartaruga em pleno 'trabalho de parto', na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartaruga em pleno "trabalho de parto", na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Os 20 km demoraram a passar, mas passaram. Sem nenhum problema, diga-se! Lá na reserva fomos recebidos pels guarda-parques que já foram logo nos mostrando um balde de recém-nascidas e depois nos encaminharam à praia. Ali já estavam os 10 ou 15 turistas que tinham ido em tours. Acompanhamos todos uma tartaruga colocando seus ovos pacientemente, sob a luz de lanternas avermelhadas que não as incomodam.

Ovos de tartaruga na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Ovos de tartaruga na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Logo ali do lado a areia começava a se mover e uma penca de tartaruguinhas começou a despontar. Com a ajuda dos turistas, foram logo se encaminhando para o mar protetor. Nessa hora, os guias dos tours anunciaram que era hora de voltar e ali ficamos, eu e a Ana, sós, acompanhando o espetáculo da vida.

Tartaruga recém nascida caminha para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartaruga recém nascida caminha para o mar na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


A mamãe tartaruga, depois de feito seu trabalho, voltou feliz e aliviada para o mar. Mal entrou e lá vinha outra mamãe cumprir com suas obrigações maternas. Ao caminhar entre elas, tomávamos cuidado para não massacrar alguma tartaruguinha perdida por ali, no meio do caminho. A luz das lnternas as desorientam e elas correm para o lado errado!

Acompanhando tartaruga que, logo após colocar seus ovos, volta para o mar, na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Acompanhando tartaruga que, logo após colocar seus ovos, volta para o mar, na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua


Enfim, foi um programa muito jóia. Um ritual que se repete desde o tempo dos dinossauros, mas que parece tão especial a cada vez que acontece. Principalmente quando somos nós que testemunhamos! A cada tartaruguinha que ajudávamos a chegar ao mar, parecia que estávamos dando um empurrão na natureza e na vida. Sentimo-nos mais leves, mais puros, mais justos. Tanto que, no nosso caminho de volta, já depois da meia-noite, mais sós do que nunca naquela estrada escura, sentíamo-nos inatingíveis por qualquer tipo de ameaça ou maldade. Flutuamos de volta para o nosso hotel.

Tartaruga volta ao mar após colocar seus ovos na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Tartaruga volta ao mar após colocar seus ovos na Reserva del Flor, em San Juan del Sur, na Nicarágua

Nicarágua, San Juan Del Sur, Praia, tartaruga

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Chegando em São Thomé

Brasil, Minas Gerais, São Thomé das Letras

Igreja de pedra em São Thomé das Letras - MG

Igreja de pedra em São Thomé das Letras - MG


Na noite de ontem, lá no Massaroca, conhecemos a Lei, dona do restaurante. O Massaroca de Carrancas é, na verdade, uma filial do Massaroca de São Thomé. A Lei tinha ido para Carrancas cuidar da contabilidade do restaurante e voltaria hoje para São Thomé, de busão. Nós oferecemos carona e ela veio com a gente, batendo o maior papo. Viemos por dentro, por estradas de terra, passando pela centenária estação de Carrancas, por Luminárias e por São Bento do Abade. Pelo asfalto seria uma volta muito maior, mais que o dobro da distância. Uma das vantagens de estar com a Fiona.

O caminho é bonito, mas passamos por enormes áreas de plantação de eucalipto. Está tomando conta da área, infelizmente. A beleza original da paisagem se perdendo no meio dessas plantações que, segundo alguns, está secando as cachoeiras da região. Progresso?

Chegando em São Thomé das Letras - MG, As manchas brancas são o efeito das pedreiras

Chegando em São Thomé das Letras - MG, As manchas brancas são o efeito das pedreiras


Uma face ainda mais feia desse progresso é a chegada em São Thomé. Já bem de longe percebemos as montanhas "peladas", branquinhas. Antes fosse neve. Mas é a exploração das pedreiras. Uma cena tristíssima, observar as montanhas de entulhos deixados para trás por essa exploração. Dizem que gera muitos empregos na região. Diariamente, ônibus com trabalhadores de várias cidades aqui de perto chegam para a labuta do dia a dia. Isso acabou gerando uma espécie de mini explosão populacional na cidade, que cresceu desordenadamente com construções de tijolos e concreto sem nenhum charme, feias para burro. Para quem viu a cidade antes e depois, é de cortar o coração. É o progresso, novamente...

A primeira vez que estive aqui foi há 21 anos atrás, com o primo Haroldo. Foi um dia só (estávamos de passagem), mas o bastante para que eu me apaixonasse pela beleza e aura da cidade. Tanto que voltei várias vezes. A última delas há três anos, com a Ana. Na época, os efeitos da exploração pelas pedreiras já era horroroso mas havia uma esperança que o governo estadual regularizasse a situação. Que nada! Pelo menos pelo que os olhos vêem, está ainda píor.

O Cruzeiro de São Thomé - MG

O Cruzeiro de São Thomé - MG


Outra surpresa ruim foi descobrir que dois de nossos conhecidos por aqui passaram desta para melhor. Um, de diabete, agravada pelo cigarro e bebidas. Era uma figura folclórica por aqui, um argentino místico querido por todos. O outro, de overdose. Ele e principalmente a esposa tinham ficado amigos nossos, simpaticíssimos. Que Dios los tenga!

A famosa 'Pirâmide' de São Thomé das Letras - MG

A famosa "Pirâmide" de São Thomé das Letras - MG


Chega de coisas ruins. Eu e a Ana subimos no alto da cidade, na famosa Pirâmide e no Cruzeiro, quase a 1.500 metros de altura e ficamos a admirar a paisagem. Se desviarmos o olhar das montanhas de entulho e dos ridículos cachotes de concreto, a região continua linda. A cidade, nos poucos quarteirões que cercam a Igreja continua muito charmosa. As construções de pedra são sempre muito acolhedoras. De noite, especialmente durante essas noites gélidas que estão fazendo, passear entre elas sempre nos evoca um mundo diferente, meio mágico, meio antigo.

Admirando a paisagem em São Thomé - MG

Admirando a paisagem em São Thomé - MG


Apesar dos constantes ataques do "progresso", São Thomé teima em resistir e manter seu charme e aura que tem atraído tantos visistantes nessas últimas três décadas. Até quando?

Igreja Matriz de São Thomé das Letras - MG

Igreja Matriz de São Thomé das Letras - MG

Brasil, Minas Gerais, São Thomé das Letras,

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Petrolina - PE

Brasil, Pernambuco, Petrolina

Catedral de Petrolina - PE

Catedral de Petrolina - PE


A viagem de Feira até Juazeiro, no norte da Bahia, fronteira com Pernambuco, transcorreu sem problemas. Atravessamos um mar de sertão durante toda à tarde e uns 50 km antes da cidade cantada em prosa verso por Gonzagão, a noite caiu. Aí, o cuidado se redobrou para não passarmos em cima de algum jegue ou cabra que vivem cruzando as estradas do sertão. Com uma freada ou outra, chegamos incólumes.

O rio São Francisco, com Juazeiro ao fundo, visto do apartamento da Iolanda, em Petrolina - PE

O rio São Francisco, com Juazeiro ao fundo, visto do apartamento da Iolanda, em Petrolina - PE


Mas chegamos na hora errada. A ponte que cruza o São Francisco e liga a Bahia à Pernambuco, Juazeiro à Petrolina, estava engarrafada. Depois de cruzarmos a vazio do sertão durante horas e horas, passamos uma hora para andar alguns poucos quilômetros. A ponte está em reforma e o acesso à ela está muito complicado. As duas cidades estão muito próximas e são de grande porte e esta é a única ligação rodoviária entre elas. O resultado na hora do rush é esse.

O rio São Francisco, com Juazeiro ao fundo, visto do apartamento da Iolanda, em Petrolina - PE

O rio São Francisco, com Juazeiro ao fundo, visto do apartamento da Iolanda, em Petrolina - PE


Em Petrolina, fomos para o apartamento da Iolanda, mãe do Ênio, nosso amigo de Curitiba. O apartamento fica na orla do São Francisco, no décimo andar, e tem uma vista magnífica do rio, da ponte e também de Juazeiro, lá do outro lado. Ela nos recebeu de braços abertos e com um aperitivo e cerveja gelada na varanda. Uma delícia!

Com a Iolanda no Bodódramo, em Petrolina - PE

Com a Iolanda no Bodódramo, em Petrolina - PE


De lá, ainda de noite, seguimos para o "bodódramo", região de restaurantes da cidade que servem a especialidade da região: carne de carneiro. Como nos explicou a Iolanda, o carneiro é o único animal que, quando morre, muda de espécie; vira bode! Até é possível comer carne de bode mesmo por lá, mas o que todos comem é carneiro. Mesmo assim, é o bode que está em todos os lugares, decorando o restaurante. Enfim, a carne de carneiro-bode estava deliciosa!!!

Parreiral da FruttiHall, em Petrolina - PE

Parreiral da FruttiHall, em Petrolina - PE


Com a Iolanda e os últimos cachos de uva da temporada, na fazenda FruttiHall, em Petrolina - PE

Com a Iolanda e os últimos cachos de uva da temporada, na fazenda FruttiHall, em Petrolina - PE


No dia seguinte, fomos visitar a fazenda da família, a FruttiHall. É uma fazenda premiadíssima, de produção de uvas. Por poucos dias perdemos a colheita do final da safra. Uma pena! Mesmo assim, foi super interessante caminhar por entre os parreirais com a Iolanda e ouvir explanações sobre os tipos de uvas, técnicas de enxerto, como tratar as parreiras e como e quando devem ser colhidas as frutas. Além disso, ainda achamos vários cachos retardatários e deu para me entupir de uva. Doce como mel e sem caroços!

Caatinga vista do alto do Serrote do Urubu, próximo à Petrolina - PE

Caatinga vista do alto do Serrote do Urubu, próximo à Petrolina - PE


Depois de tanta uva, fomos até a beirada do Velho Chico, ainda dentro da fazenda. Um rio daquele tamanho verde! É uma beleza! Molhamos os pés, garantia que um dia voltaremos. De lá, já no caminho de casa, passamos no Serrote do Urubu. Uma pequena montanha de pedra que se ergue sobre a caatinga e nos proporciona uma bela vista da própria caatinga e do rio São Francisco. O sol é inclemente e uma caminhada por aqui equivale a três ou quatro na Chapada!

Rio São Francisco visto do alto do Serrote do Urubu, próximo à Petrolina - PE

Rio São Francisco visto do alto do Serrote do Urubu, próximo à Petrolina - PE


Ainda no caminho para casa, passamos por uma verdadeira salada de frutas, o que me fez ficar fã da região! À base de muita irrigação, o solo de Petrolina produz todos os tipos de frutas, quase. Vimos uvas, mamão, manga, abacaxi, acerola, goiaba, coco, cana, melão e muitas outras. Um colírio para os olhos. Tudo por conta das águas do velho Chico!

Observando o pôr-do-sol em Petrolina - PE, no apartamento da Iolanda

Observando o pôr-do-sol em Petrolina - PE, no apartamento da Iolanda


Chegamos em casa à tempo de assistir a um belíssimo pôr-do-sol da varanda do apartamento. Espetacular o céu aqui no sertão. De alguma maneira, ele parece maior do que o normal. Não sei explicar...

Pôr-do-sol no Velho Chico, em Petrolina - PE

Pôr-do-sol no Velho Chico, em Petrolina - PE


Tivemos uma ótima estadia em Petrolina graças à Iolanda que nos recebeu como filhos e nos fez sentir em casa. Além disso, foi nossa guia pelo dia e noite na cidade. E para melhorar mais ainda, ainda saímos de lá com as malas renovadas, todas as roupas limpinhas! Que bom seria se tivéssemos pit-stops como esse uma vez por mês...

Na beira do rio São Francisco, em Petrolina - PE

Na beira do rio São Francisco, em Petrolina - PE

Brasil, Pernambuco, Petrolina, Juazeiro

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Um Dia na Estrada

Brasil, São Paulo, São Carlos, Carlos Botelho, Ribeirão Preto

Pôr-do-sol na Washington Luís, chegando em São Carlos - SP

Pôr-do-sol na Washington Luís, chegando em São Carlos - SP


Um longo, interessante e variado dia na estrada. Assim podemos resumir o dia de hoje. Chuva e sol, mar e rio, montanha e praia, Paraná e São Paulo. Mas, no fim, saímos da casa da família para chegar na casa da família também!

A idéia original era só dirigir até Cananéia, mas acabamos "esticando" até Ribeirão Preto. Deixamos Cananéia perto das 11 da manhã, ainda com tempo ruim (ver post abaixo). Resolvemos seguir para Ribeirão por um roteiro alternativo, passando por um parque estadual chamado Carlos Botelho. Existe uma estrada-parque que o atravessa de sul a norte e que estava bem na nossa direção.

Placa informativa no Parque Estadual de Carlos Botelho, núcleo Sete Barras, em São Paulo

Placa informativa no Parque Estadual de Carlos Botelho, núcleo Sete Barras, em São Paulo


O parque tem uma das porções de mata atlântica mais bem conservadas do estado. Basta entrar nela para se observar e sentir a abundância de vida desse ecossistema. Não é muita gente que sabe mas a diversidade de vida da Mata Atlântica supera em muito a da floresta amazônica.

Paisagem do Parque Carlos Botelho no estado de São Paulo

Paisagem do Parque Carlos Botelho no estado de São Paulo


O único porém do parque é que para se visitar várias de suas atrações é preciso agendar com bastante antecedência. Assim, não pudemos fazer as trilhas que levam à cachoeiras e a uma enorme figueira. Por um lado, estão protegendo o parque, mas por outro, acho um absurdo não podermos seguir uma trilha bem marcada com nossos próprios pés. De novo, fiz aquela promessa de, na próxima encarnação, ser um "pesquisador" com super-poderes e poder visitar todos os parques, reservas e cavernas do Brasil sem ninguém enchendo o saco.

Paisagem do Parque Carlos Botelho no estado de São Paulo

Paisagem do Parque Carlos Botelho no estado de São Paulo


Quando descemos a montanha do outro lado do parque o tempo já tinha melhorado. Sinal que já estávamos chegando em Ribeirão e se afastando de Curitiba! He he he. Mas antes, ainda tínhamos um pit-stop a fazer: São Carlos, uma quase tranquila cidade do interior paulista que ostenta duas das melhores universidades do país, a USP e a UFSCAR. Local perfeito para a vida estudantil, cidade jovem e progressista. Passamos lá para conhecer a casa da Lalau (minha irmã) e do Gêra, muito bem instalados que estão.

Casa da Lalau e do Gêra em São Carlos - SP

Casa da Lalau e do Gêra em São Carlos - SP


Depois de conhecer a gostosa casa e condomínio, demos carona para a Lalau até Ribeirão Preto, onde moram meus pais. Os próximos dias serão de muito sol, saúde e vida na fazenda. Aguardem notícias!

Brasil, São Paulo, São Carlos, Carlos Botelho, Ribeirão Preto,

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Férias em Isla Mujeres - O Mar

México, Isla Mujeres

Muitas cores em praia de Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Muitas cores em praia de Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


A grande atração de Isla Mujeres é, sem dúvida, o mar que a cerca. A gente já pôde conferir isso antes mesmo de chegar lá, no ferry que nos leva de Cancún até lá.

Ferry para Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Ferry para Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


Os barcos para a ilha partem de quatro lugares diferentes, com preços e horários distintos, dependendo do conforto e velocidade que se queira, além da praticidade do ancoradouro estar mais perto ou mais longe da região hoteleira.

Admirando a beleza do mar no caminho para Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Admirando a beleza do mar no caminho para Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


No ferry a caminho de Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

No ferry a caminho de Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


Para nós, que queríamos ir de Fiona, não havia escolha. O ferry para carros só sai de um lugar, quatro vezes ao dia. É justamente no porto mais longe da cidade. Então, apesar de ser o mais barato para quem atravessa sem carro, quase ninguém se dá ao trabalho de ir até lá. São poucas pessoas também que se dispõe a atravessar o próprio carro e, portanto, o ferry estava bem tranquilo.

Chegando à paradisíaca Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Chegando à paradisíaca Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


Barco lotado em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Barco lotado em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


Isso nos deu a falsa ilusão de que o movimento na ilha seria pequeno. Até parecia que estávamos indo para a Ilha do Mel, mas com um mar cem vezes mais bonito. Para manter o ritual que temos quando vamos à ilha paranaense, até compramos uma latinha de cerveja para nos acompanhar enquanto observávamos aquele cenário paradisíaco à nossa volta.

A caminho de um mergulho num mar com cara de piscina, na Isla Mujeres, no litoral do Yucatán, no sul do México

A caminho de um mergulho num mar com cara de piscina, na Isla Mujeres, no litoral do Yucatán, no sul do México


A ilusão de uma ilha vazia acabou assim que nos aproximamos dela. Na verdade, até antes, já que começamos a ver, de longe, a quantidade de construções na ilha (algumas altas!). Mas foi lá perto, ao ver o tanto de gente nas praias de areias brancas e as pessoas apinhadas em catamarãs sobre o mar com cor de piscina, aí tive certeza que aquela não era a nossa Ilha do Mel. Talvez, trinta anos atrás...

Voltando do mergulho em um mar que mais parece uma piscina, na Isla Mujeres, na costa caribenha no sul do México

Voltando do mergulho em um mar que mais parece uma piscina, na Isla Mujeres, na costa caribenha no sul do México


Satisfeita com a vida, voltando de um magnífico mergulho na Isla Mujeres, na costa caribenha no sul do México

Satisfeita com a vida, voltando de um magnífico mergulho na Isla Mujeres, na costa caribenha no sul do México


Enfim, é movimentada mesmo, mas também tem seus encantos. Afinal, não é a toa que tem tanta gente querendo passar uns dias por lá. O mar é simplesmente maravilhoso, um azul que nossos olhos não querem acreditar.

Cenário perfeito para massagens em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Cenário perfeito para massagens em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


As melhores praias estão no lado norte da ilha. Águas bem tranquilas, areias branquinhas, muitas infraestrutura de bares e restaurantes, comida para todos os gostos e bolsos, cadeiras para lugar ou bastante espaço para colocarmos nossas cangas.

Aproveitando o delicioso mar de Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Aproveitando o delicioso mar de Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


Observando wind surf wm Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Observando wind surf wm Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


No lado sul e no leste da ilha, voltados para mar aberto, a costa é mais rochosa e o mar, agitado. Barcos e pessoas preferem mesmo o norte e a face voltada ao continente. Lá moram a maioria das pessoas e é onde está a cidade de verdade. É onde a maioria das pessoas se hospeda (inclusive nós) e estamos a poucos quarteirões do mar.

Delicioso fim de tarde em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Delicioso fim de tarde em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


Chegamos à ilha no dia 6 e saímos no dia 11. Todos os dias, a melhor parte do dia era exatamente quando estávamos perto do mar, seja na praia, mergulhando, andando ou caminhando pela orla, nadando em suas águas cintilantes.

Última visão das praias paradisíacas da Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Última visão das praias paradisíacas da Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe


Enfim, do momento que chegamos até a hora de partida, o mar foi a primeira razão de estarmos aqui e, basta ver as fotos, motivos tínhamos para isso.

Mar totalmente caribenho ao redor da Isla Mujeres, no litoral sul do México

Mar totalmente caribenho ao redor da Isla Mujeres, no litoral sul do México


Não tivemos a tranquilidade que queríamos, mas a beleza do que nos rodeava certamente compensou isso. Após quatro dias de nos esbaldarmos por aqui, agora sim vamos achar um lugar tranquilo para ficar.

Vida tranquila em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

Vida tranquila em Isla Mujeres, no litoral sul do México, do lado do Caribe

México, Isla Mujeres, mar, Yucatán

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Água Mineral

Brasil, Distrito Federal, Brasília

A 'piscina velha', no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral

A "piscina velha", no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral


Água Mineral. Este é o simpático apelido do Parque Nacional de Brasília, grande área de preservação de cerrado no extremo norte de Brasília de onde provém parte da água consumida na capital federal.

trilha Cristal Água, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral

trilha Cristal Água, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral


Fazia tempo que eu queria conhecer este parque e hoje foi a minha chance. A Ana já não está mais com febre mas ficou no hotel repousando. Hoje no final da tarde vou tentar tirar ela daqui...

trilha Cristal Água, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral

trilha Cristal Água, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral


O Água Mineral fica a uns 20 min do centro de Brasília. Disseram-me que nos fins de semana vira farofa mas hoje, plena quinta-feira, estava muito gostoso. Parece um clube de campo, só que é público e com acesso livre para as primeiras duas ou três mil pessoas que lá chegarem. Hoje não tinha nem 10% disso.

A 'piscina velha', no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral

A "piscina velha", no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral


O grande atrativo são duas enormes piscinas de água corrente e piso de pedra. Depois, são as trilhas, ótimas para se observar a fauna e a flora do cerrado. A parte que é aberta ao público, pode-se conhecer em pouco mais de uma hora. Para variar, existe uma grande área de uso exclusivo dos, adivinhem!, pesquisadores. Na próxima encarnação, serei um!!!

Saguis, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral

Saguis, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral


Enfim, foram duas horas agradáveis e refrescantes nesse calorzão de Brasília, enquanto o sul do país enfrenta a maior onda de neve dos últimos dez anos...

Flores no cerrado, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral

Flores no cerrado, no Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral

Brasil, Distrito Federal, Brasília,

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