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Entre a Lagoa dos Patos e a Lagoa do Peixe - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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Entre a Lagoa dos Patos e a Lagoa do Peixe

Brasil, Rio Grande Do Sul, Tramandaí, Lagoa do Peixe

Flamingos alçam voo no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Flamingos alçam voo no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Desde quando eu comecei e me interessar por mapas, no início da adolescência, e me debruçava sobre o Atlas Rodoviário do país, que aquela tripa de terra entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico me chamava a atenção. Ela e a linha preta que a atravessava de sul a norte, símbolo de uma estrada de terra no meu mapa. Só achava estranho que aquela estrada secundária era a BR-101, uma das principais rodovias do Brasil e que corta o país do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, sempre pelo litoral. Eu me perguntava por que só ali ela era de terra. Pelo menos naquela parte do Brasil, a rodovia principal era a BR-116, a oeste da Lagoa dos Patos, do lado do interior do estado, de cor vermelha, indicando ser asfaltada. Muitas vezes, ao brincar com o meu mapa, eu me prometi que um dia percorreria essa estrada isolada.



O que eu não sabia na época eram as péssimas condições dessa rodovia. Tão ruim que seu apelido era “Estrada do Inferno”. Nos meses de chuva, o que hoje se faz em três horas demorava-se três dias. Um atoleiro após o outro. Era o paraíso dos jipeiros e o pesadelo dos moradores locais, de cidades como São José do Norte, Tavares e Mostardas. Quando finalmente vi algumas fotos da Estrada do Inferno, imaginava que era por isso que as pessoas preferiam trafegar pela praia. Eu achava, erroneamente, que essa era a costa onde estava a praia mais longa do mundo. Um dia eu passaria por ali e seria pela praia!

Mapa da prefeitura de Tavares que mostra as trilhas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Nós entramos pela Trilha da Figueira e, por dentro do parque, fomos até a Trilha Talhamar, por onde seguimos até a Praia do Farol (litoral do rio Grande do Sul)

Mapa da prefeitura de Tavares que mostra as trilhas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Nós entramos pela Trilha da Figueira e, por dentro do parque, fomos até a Trilha Talhamar, por onde seguimos até a Praia do Farol (litoral do rio Grande do Sul)


Nosso percurso por mais de 40 km de trilhas no Parque Nacional da Lagoa do Peixe e pela Praia do Farol até o Balneário Mostardense. Saímos da BR-101 um pouco antes de Tavares e retomamos a estrada na cidade de Mostardas, no Rio Grande do Sul

Nosso percurso por mais de 40 km de trilhas no Parque Nacional da Lagoa do Peixe e pela Praia do Farol até o Balneário Mostardense. Saímos da BR-101 um pouco antes de Tavares e retomamos a estrada na cidade de Mostardas, no Rio Grande do Sul


Pois bem, tantos anos depois e hoje eu já sei que a Praia do Cassino (ou do Hermenegildo), a mais longa do mundo, é um pouco mais para o sul, na altura da Lagoa Mirim e não da Lagoa dos Patos. De qualquer maneira, promessa feita, promessa cumprida. Nós dirigimos a Fiona pelos mais de 200 km dessa praia, como descrito nesse post. Faltava agora percorrer o tal trecho “preto” da BR-101, a temida Estrada do Inferno. Com a Fiona, não seria problema. Ainda mais depois que a rodovia, finalmente, depois de mais de quatro décadas de muita enrolação do poder público e briga das comunidades locais, foi finalmente asfaltada. Deixou de ser preta no mapa e passou a ser vermelha. A única “dificuldade”, que na verdade é mais uma “diversão”, é que temos de pegar a balsa para chegar à sua extremidade sul, em São José do Norte. Pois bem, fizemos isso no início da tarde de hoje, em Rio Grande, e agora tínhamos os pouco mais de 300 km de asfalto pela frente cortando aquela estreita faixa de terra, a “tripa” que separa a Lagoa dos Patos do oceano.

Dirigindo pelas trilhas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Dirigindo pelas trilhas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Dirigindo pelas trilhas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Dirigindo pelas trilhas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Vivendo e aprendendo ou, no nosso caso, viajando e aprendendo. Outra região que faz tempo que quero conhecer é a Lagoa do Peixe, transformada em Parque Nacional em 1986. Já tinha visto vários documentários sobre essa lagoa, mas nunca me atentei sobre onde era. Sabia que estava no sul do Rio Grande do Sul, mas nunca imaginei que fosse justamente nessa estreita faixa de terra por onde iríamos viajar. Pois era! Exatamente aqui, entre os municípios de Tavares e Mostarda. Quando finalmente descobri isso, poucos dias atrás, aí sim é que nos decidimos por vir nessa rota. Foi por isso também, já pelo avançado da hora, que nem paramos na simpática São José. Queríamos ter mais tempo no parque nacional e ainda chegar a Tramandaí, bem mais ao norte, tudo com luz do dia.

Efeito do vento constante nas árvores solitárias do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Efeito do vento constante nas árvores solitárias do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Ave de rapina no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Ave de rapina no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Teria sido uma tarefa completamente impossível há poucos anos (o asfalto só foi completado em 2010), mas hoje, menos de duas horas após sairmos da balsa, já estávamos chegando à área do parque, próximo ao município de Tavares. Parados na estrada e em dúvida sobre qual trilha de acesso deveríamos tomar para entrar na área protegida de 35 mil hectares, um simpático guarda rodoviário veio conversar conosco. Ele nos deu as informações básicas e nos sugeriu um caminho para seguir parque adentro. Assim, deixamos o asfalto para trás e botamos a Fiona nas trilhas de areia, dispostos a encontrar as belezas que já fizeram fama internacional.

Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Um rebanho de gado pasta na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Um rebanho de gado pasta na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


A lagoa que dá nome ao parque é considerada o mais importante ponto de encontro de aves migratórias de toda a América do Sul. Elas v:em dos dois extremos das Américas, dependendo da época do ano. Por exemplo, centenas de pequenos maçaricos voam 8 mil quilômetros do Canadá até aqui, atraídos pela comida farta e clima agradável da Lagoa do Peixe. Sua espécie é apenas uma das quase 250 variedades de pássaros que frequenta ou mora na região, quantidade e variedade que impressiona e atrai ornitólogos do mundo inteiro.

Com o Joca, pai do Rodrigo, no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Com o Joca, pai do Rodrigo, no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Vegetação típica do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Vegetação típica do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


A Lagoa do Peixe é a maior do parque, mas há muitas outras espalhadas na área protegida. A maioria delas seca durante a estiagem, mas não a Lagoa do Peixe que, na verdade, é uma laguna, ligada ao mar por um canal. Essa mistura de águas, doce e salgada, é que transforma a lagoa em um verdadeiro viveiro de peixes e crustáceos que, por sua vez, atraem toda essa variedade de pássaros.

Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Procurando pássaros no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Procurando pássaros no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Além das lagoas, o parque protege enormes dunas de areia que se formaram na faixa de terra que separa a Lagoa do Peixe do mar. Somam-se a isso os terrenos alagadiços e as terras um pouco mais altas, secas, e temos o cenário maravilhoso que compõe a paisagem. Pequenos bosques e pastos que atraem gado bovino e cavalos completam o cenário idílico. Isso sem falar da Praia do Farol, também protegida pelo parque e que, por isso, permanece deserta, sem construções e nos dá a deliciosa sensação de isolamento da civilização e proximidade da natureza.

Finalmente, encontrando os flamingos do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Finalmente, encontrando os flamingos do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Os elegantes flamingos do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Os elegantes flamingos do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


No meio de toda essa beleza e natureza, a atração mais conhecida do parque são seus flamingos. Essas aves, ao contrário de outras espécies migratórias, podem ser encontradas durante todo o ano na Lagoa do Peixe. Ora um grupo, ora outro, os flamingos sempre estão lá para alegrar os turistas e se alimentar dos pequenos camarões que vivem na lagoa. Eram eles que queríamos encontrar enquanto dirigíamos pelas trilhas do parque.

Flamingos alçam voo no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Flamingos alçam voo no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Flamingos alçam voo no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Flamingos alçam voo no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


No começo não os encontramos. Tínhamos de nos satisfazer com aves menores e com o gado pastando ao longe. Mas não desistimos e continuamos margeando a lagoa, procurando caminhos que nos levassem até mais perto da água. Tanto insistims0 que, para nosso alívio e satisfação, eles apareceram. Aí, a tarefa passou a ser chegar o mais perto possível deles sem que se assustassem e voassem para longe.

Grupo de flamingos no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Grupo de flamingos no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


As enormes dunas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

As enormes dunas do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Com todo o cuidado, Fiona estacionada lá atrás, conseguimos chegar perto o suficiente para boas fotos. Não só isso, claro! Queríamos também admirar, com nossos próprios olhos, essas aves elegantes e rosadas, provavelmente nosso último encontro com eles durante os 1000dias. Tivemos essa chance em três ou quatro lugares desse vasto continente, do alto dos Andes aos baixios próximos ao oceano. Mas é sempre da última oportunidade que guardamos as memórias mais frescas. Para nossa alegria, foi lindo por aqui também!

Encontro com cavalos na Praia do Farol, no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Encontro com cavalos na Praia do Farol, no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Dezenas de pássaros na Praia do Farol, ainda na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Dezenas de pássaros na Praia do Farol, ainda na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico


Depois dos flamingos, fomos até as dunas. Uma trilha de automóveis nos leva através delas e chegamos á deserta Praia do Farol. Por aqui, uma quantidade de pássaros ainda maior que nas lagoas. Mais um tempo, agora para saborearmos a maresia, e retomamos nossa viagem, outra vez seguindo pela praia, como fizemos ontem pela Praia do Cassino. Já era o meio da tarde quando chegamos novamente à civilização, ao Balneário Mostardense. Aí nos refestelamos em um almoço tardio, num pequeno, simples e simpático restaurante beira-mar. Poderíamos até ter seguido mais um pouco pela praia, mas o horário e o bom senso nos fizeram escolher retomar o asfalto. Ainda tínhamos ao menos duas horas de viagem até Tramandaí e nos resignamos, sem arrependimento, em chegar lá no escuro. Afinal, o tempo na Lagoa do Peixe tinha valido cada minuto por lá.

Um delicioso almoço tardio no balneário Mostardas, depois da visita ao Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

Um delicioso almoço tardio no balneário Mostardas, depois da visita ao Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no sul do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico

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Tramandaí e a Despedida dos Pais

Comentários (1)

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  • 21/08/2015 | 10:04 por Geovane Hoelscher

    Como fiquei feliz em encontrar este site! Já salvei nos meus favoritos e vou ter que lê-lo inteirinho.
    Vocês só podem ser loucos (desculpem-me a brincadeira) em fazer uma aventura destas. Eu também sou um pouco louco e estou morrendo de inveja.
    Que experiência maravilhosa, que bom conhecer este nosso lindo planeta.
    Estou muito grato pela experiência de viajem por vocês relatada e, como sou um turista apaixonado, tirarei muito proveito de todo o vasto conteúdo. Estou conhecendo o site hoje, mas estou a fim de conhecer todos os posts, sendo que estão muito bem escritos e com muitas fotos. Parabéns pelo conteúdo de ótima qualidade.

    Saudações!

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