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SHUFFLE Há 1 ano: Rio De Janeiro Há 2 anos: Rio De Janeiro

Twenty Miles

Estados Unidos, Wyoming, Grand Teton National Park

Começando a longa descida no nosso giro pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Começando a longa descida no nosso giro pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Para enfrentar a nossa caminhada de 20 milhas subindo e descendo montanhas, hoje foi dia de madrugar. Estamos hospedados na cidade de Jackson, no sul do parque, e são pouco mais de 30 minutos de carro até o ponto onde a trilha começa. Assim, acordamos juntos com o sol e o frio e a preguiça foram recompensados com o espetáculo matinal do astro rei começando a iluminar as montanhas mais altas. Nossa recompensa enquanto a Fiona seguia acelerada cortando aquela paisagem magnífica.

O sol nasce no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

O sol nasce no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Chegamos ao estacionamento de onde partia a trilha. Ele ainda estava vazio, bem diferente de ontem. Enquanto fazíamos nossos sanduíches, outros carros foram chegando, gente que percorreria a infinidade de trilhas que parte daquele mesmo lugar. Mas poucos estavam com a mesma intenção nossa: subir por todo o canyon Paintbrush, até o “passo” a mais de 3.200 metros de altura, para descer do lado de lá e voltar pelo canyon Cascade, até o outro lado do lago onde deixamos a Fiona. Por fim, as últimas 2 milhas rodeando o lago até chegar aqui de volta.

As montanhas mais altas são iluminadas pelo sol que nasce no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

As montanhas mais altas são iluminadas pelo sol que nasce no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Ontem, depois de examinar o mapa de trilhas do parque, encontrei essa possibilidade, mas a previsão de tempo era de 14 horas. Fomos então falar com o park ranger, e ele nos falou que a previsão era exagerada, que deveria ser pouco mais de 8 horas de caminhada e que, se começássemos bem cedo, não deveria haver problemas. Só fez a ressalva de que eram 20 milhas no total, cerca de 32 quilômetros, e que, portanto, só era recomendável para quem estivesse em boa forma. Bingo! Estava escolhida nossa trilha no parque!

No frio da manhã, início da caminhada no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

No frio da manhã, início da caminhada no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Paisagem matutina no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Paisagem matutina no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


A outra preocupação eram os ursos. Nessa época do ano estão florescendo as berries, um dos petiscos prediletos dos ursos. Pior, também é nessa época que as mamães urso estão andando com seus filhotes pequenos. E não há nada pior que uma mamãe urso sentir algum tipo de ameaça à seus filhos. A grande maioria dos casos de ataque de urso se encaixam nessa situação: uma mãe com os filhotes por perto.

Após quase duas milhas, chegamos à placa indicativa. Nosso objetivo é o loop, uma das grandes trilhas no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Após quase duas milhas, chegamos à placa indicativa. Nosso objetivo é o loop, uma das grandes trilhas no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Todos os folhetos e painéis explicativos espalhados pelo parque trazem essas informações e também a melhor maneira de se portar caso se encontre um urso. Deve-se caminhar fazendo barulho, para que o urso saiba que você está chegando. Eles odeiam ser surpreendidos. Jamais, mas jamais mesmo, se coloque entre a mãe e seus filhotes. Se encontrar um urso, não corra! Isso só vai ativar seu espírito predador, e ele corre muito mais rápido que você. Caso haja um encontro, mantenha a calma, fale em tom baixo, retroceda sem dar as costas e não olhe nos olhos dele (em linguagem de urso, isso é uma afronta!). Se houver um ataque, deite e proteja a cabeça e abdômen. Não reaja (ele é muito mais forte!), pois a maior chance é que, após deixar de te ver como uma ameaça, ele vá embora. A reação, ou luta, só deve ocorrer quando você tiver certeza que ele não está te vendo como uma ameaça, mas como almoço. Como vai saber? Pelas mordidas, claro! Aí, além de rezar, o negócio é apelar: dedo no olho, soco no focinho, grito na orelha, etc...

Atravessando riacho na trilha pelo canyon Paintbrush, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Atravessando riacho na trilha pelo canyon Paintbrush, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Outra recomendação é andar em grupo. Quanto mais gente, melhor! Sozinho, jamais! Por fim, as pessoas são aconselhadas a carregar um “bear spray”, um spray de pimenta bem eficiente e potente, que atinge alvos a até dez metros de distância. O spray deve sempre estar a mão, carregado na cintura ou no peito. Na mochila, nem pensar. Não vai dar tempo de fazer nada.

Encontro com um alce na trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Encontro com um alce na trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Um grande alce pasta tranquilo no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Um grande alce pasta tranquilo no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Depois de lermos essas recomendações dezenas de vezes, lá estávamos nós, no início da trilha, sem o bendito bear spray. Não tinha dado tempo de comprar. Sem ele, o negócio era fazer a trilha toda cantando. Nenhum urso resistiria à minha costumeira desafinação, hehehe! E se fosse para encontrar algum, que fosse o urso preto. Esse, ainda dá para encarar. Um pardo, o famoso “grizzly”, nem pensar! O bicho é um monstro!

Época de flores no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Época de flores no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Bom, lá fomos nós, comida na mochila e energia nos pés, morro acima, por entre florestas de pinheiros e riachos de água gelada. A trilha vai subindo bem levemente e, sem notar, vamos ganhando altitude. Nosso assunto principal, como não poderia deixar de ser, eram os ursos. Falando alto, principalmente antes de curvas “suspeitas”. Aos poucos, fomos relaxando e curtindo mais a belíssima natureza que nos rodeia!

Chegando ao Holy Lake na nossa trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Chegando ao Holy Lake na nossa trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


O Holy Lake fica para baixo enquanto subimos pela trilha no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

O Holy Lake fica para baixo enquanto subimos pela trilha no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Cruzamos poucas pessoas. Alguns grupos vem descendo a montanha. Dormiram em campings lá para cima. A presença de pessoas de certa fora nos dá mais segurança. De repente, um animal à frente! Faço sinal para a Ana e ela fica congelada. Mas não há com que se preocupar. É só um castor, o animal que sustentou a economia do norte da América do norte por dois séculos. Hoje, felizmente, podem viver mais tranquilos. Nós tiramos as nossas fotos e seguimos.

Atravessando trecho de gelo, já quase chegando ao ponto mais alto da trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Atravessando trecho de gelo, já quase chegando ao ponto mais alto da trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Atravessando trecho de gelo na trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Atravessando trecho de gelo na trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Mais uns quilômetros e, dessa vez, é um bicho enorme que aparece! Meus olhos custam a discernir a enorme mancha no meio da vegetação, mas aí vejo os chifres. É um alce! Finalmente encontramos um! Estávamos atrás deles desde a nossa viagem pela Nova Inglaterra, com a Bebel! Foi fantástico, vê-lo ali na natureza, completamente livre, se esbaldando nos arbustos verdinhos. Ele não deu muita bola para nós não, mesmo estando a poucos metros. Tiramos muitas fotos e foi difícil tirar a Ana de lá.

O ponto mais alto da trilha de 32 km pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

O ponto mais alto da trilha de 32 km pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Ponto mais alto da trilha, a 3.250 m de altitude, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Ponto mais alto da trilha, a 3.250 m de altitude, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Vinte minutos mais tarde, novo grupo de pessoas. Como todos os outros que já havíamos encontrado, todos traziam sua lata de bear spray bem à mostra. Nos socializamos com eles e contamos do alce, que deveriam encontrar logo em seguida. Para nossa surpresa, eles também relatam um encontro um pouco acima, na trilha. Um urso preto!

Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Seguimos meio apreensivos. Mas, ao nada de urso. Estava ali em algum lugar, mas não quis se mostrar. Pelo menos, até chegarmos a um acampamento ao lado do Holy Lake. Até ali muita gente vai e volta no mesmo dia. Lugar maravilhoso. Pausa para fotos e lanches e seguimos em frente.

Nossa primeira visão do lado de lá da montanha, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Nossa primeira visão do lado de lá da montanha, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Passamos por campos floridos, avistamos veados e chegamos a um trecho onde a trilha passava a ser mais inclinada. A altitude pegou a Ana e seguimos em ritmo mais lento. Não demorou muito e chegamos à altura das primeiras geleiras. O “paso” já estava à nossa vista. Cruzamos uma geleira, agora seguindo de perto outras pessoas e fizemos o ziguezague final para chegar ao ponto mais alto da trilha. Paisagem maravilhosa para ambos os lados. De onde vínhamos, os lagos lá no fundo, muito distantes. Nem parecia que tínhamos andado tanto (8 milhas, até lá). Para onde íamos, uma vale maravilhoso, com lagos coloridos, entre eles o Lake Solitude, nosso próximo objetivo.

Chegando ao Lake Solitude, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Chegando ao Lake Solitude, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Para baixo, todo santo ajuda e logo estávamos lá. A água gelada, vinda diretamente do gelo que o ainda rodeia, mesmo em pleno verão, nos desestimulou a tomar um banho. Mas foi um excelente lugar para descanso, fotos e frutas. Foi aí que conhecemos um simpático casal de americanos que fazia a mesma trilha, o Aron e a Melisa. Eles tinham partido um pouco depois de nós e, adivinha!, tinham visto o urso! Puxa vida, ele deveria estar lá quando passamos, atrás de alguma moita...

Nossos companheiros no final da trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Nossos companheiros no final da trilha pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Os dois traziam seu spray e como estavam em um bom ritmo, resolvemos acompanhá-los nessa segunda metade das 20 milhas. Assim, agora éramos quatro pessoas para fazer barulho. Entre uma conversa e outra, fomos cruzando campos floridos (parece que caminhamos num jardim! Muito lindo!), pequenas cachoeiras e avistando mais castores e veados. Só o bendito urso mesmo é que faltou...

Uma trilha que mais parece um jardim, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Uma trilha que mais parece um jardim, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


O trecho de descida é bem mais longo, o que faz que e trilha seja ainda menos inclinada. Um verdadeiro passeio. Só não é porque nossos pés já estavam pedindo água. Após passarmos por uma última cachoeira, a Hidden Falls, chegamos na beira do lago. Ainda faltavam duas longas milhas até o carro. Duas milhas que não chegavam nunca...

Castores parecem namorar enquanto se esquentam ao sol no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Castores parecem namorar enquanto se esquentam ao sol no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


No final da nossa trilha, um último encontro com a fauna do Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

No final da nossa trilha, um último encontro com a fauna do Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Mas chegaram. Nove horas depois de iniciarmos a caminhada, chegávamos de volta à Fiona, inteiros! Quer dizer, com algumas bolhas e dores musculares, mas sem ter virado almoço de ninguém, hehehe. Os lagos aqui embaixo já não são tão frios e, mesmo sem o sol que já estava atrás das montanhas, não resistimos a um bom mergulho. Uma delícia!

Rio represado por castor no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Rio represado por castor no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


A 'Hidden Waterfall', no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

A "Hidden Waterfall", no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos


Voltamos felizes para nosso hotel, mas com a promessa de, amanhã, andar muito de Fiona e pouco com nossas próprias pernas. O destino será o famoso Parque de Yellowstone, onde mora o Zé Colméia. Ou seja, mais chances de ver ursos! De dentro da Fiona, de preferência. Por aqui, ainda fomos jantar num restaurante-bar bem animado, o “Cawboy”. Música country ao vivo, muita gente socializando, mas estávamos em forças, infelizmente. Fica para a próxima...

Banho merecido no lago, após 32 km de trilhas pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Banho merecido no lago, após 32 km de trilhas pelo Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

Estados Unidos, Wyoming, Grand Teton National Park, trilha, Parque, Bichos, Jackson

Veja todas as fotos do dia!

Diz aí se você gostou, diz!

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Chegando à Grand Teton

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Chegando ao Parque do Zé Colmeia

Blog da Ana O belo Cascade Canyon, no Grand Teton National Park, no Wyoming, nos Estados Unidos

32km nas Montanhas do Grand Teton!

Comentários (4)

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  • 19/09/2012 | 12:42 por Luciana

    Obrigada pelas dicas, realmente neste mundão é muito difícil dizer quais lugares são mais bonitos.
    Estou agora com uma dúvida:
    O que vocês acham que é melhor?
    Fazer o que eu havia colocado anterior nas minhas férias ou fazer Bariloche com El Calafate e deixar para depois a região sul do Chile?
    obrigada

    Resposta:
    Oi Luciana

    Vai tudo depender do tempo que vc tem. A viagem de Bariloche para o Chile, passando pelos lagos, é simplesmente maravilhosa. Nós ainda não passamos por lá nesses 1000dias (ainda vamos!), mas estive lá uma outra vez. A região de Pucón também, uma das minhas preferidas lá no Chile, principalmente se vc gosta de vulcões e água fria.

    Bariloche tem atrações para te deixar ocupada por uma semana, se vc gostar de caminhar...

    Então, como eu disse, depende do tempo que vc tem. Qualquer que seja a sua opção, duvido que se arrependa...

    Abs

  • 11/09/2012 | 13:29 por Lillian Brandão

    Que passeio fantástico, hein? :)
    Uma curiosidade, como vocês mantêm a forma para fazer essa trilha gigante?
    Entendo muito bem essa parte do medo do urso mas ao mesmo tempo morrendo de vontade de ver! Mas sem bear spray é mais tenso! :P
    Linda paisagem lá do alto. Adorei!

    Abraços,
    Lillian.

    Resposta:
    Oi Lilian

    A trilha foi realmente fantástica. A gente mantém a forma na correria do dia a dia mesmo. Mas essa trilha foi mesmo um pouco exagerada para nossos músculos, que reclamaram bastante no dia seguinte, hehehe! Mas, mesmo assim, valeu muito a pena!

    Quanto aos ursos, agora que já os vimos, tamanho e capacidade de se esconder em moitas pequenas, vear spray SEMPRE!!!

    Abs

  • 03/09/2012 | 16:47 por Luciana

    Muito legal viver essas emoções todas.
    Espero um dia poder conhecer parte destes lugares incríveis.
    Minhas viagens por enquanto se resume a Pernambuco,Bahia incluindo a Chapada Diamantina,Rio de Janeiro e litoral,Santa Catarina,Curitiba,Ceará e Buenos Aires.
    Minha programação para o próximo ano é Santiago, Puerto Varas, Pucón e Bariloche.Caso não aconteça nenhum terremoto ou um vulcão entre em erupção.
    Gostaria que vocês me digam, se é possível:
    Quais desses lugares até agora que vocês viajaram que será inesquecível e que vocês recomendam conhecer antes de morrer?
    Pode listar 5 do Brasil e 5 do exterior?
    Um abraço.
    Luciana

    Resposta:
    Oi Luciana

    Vc já viajou bastante também, hein! espero que suas viagens para o próximo ano deem certo, com ou sem vulcão!

    Sua pegunta é muito difícil. Na verdade, qualquer resposta que eu dê, vou estar sendo injusto com outros lugares, igualmente inesquecíveis.

    Vou fazer uma lista então, mas isso não quer dizer que esses lugares sejam mais imperdíveis que outros tantos que temos conhecido

    Brasil
    1) Fernando de Noronha
    2) Chapadas (Diamantina, Veadeiros, Guimarães, Mesas)
    3) Cavernas (Vale do Ribeira, Peruaçu, Terra Ronca)
    4) Litoral de Jeri à Lençois Maranhenses
    5) Sertão Nordestino (Serra da Capivara, Pai Mateus, Serra do Catimbau)

    Exterior
    1) Galápagos
    2) Atacama e Salar de Uyuni
    3) Cuba
    4) Machu Pichu e Cordillera Blanca
    5) Alguns parques nacionais nos EUA, como Yellowstone, Death Valley e Yosemite

    Para ser justo, precisaria fazer uma lista de 100 lugares, pelo menos!

    Abs

  • 03/09/2012 | 07:56 por Guto Junqueira

    Bela trilha, heim brother! Muito bacana, fiquei com muita vontade de fazê-la, mas com spray! Abraço, Guto

    Resposta:
    Oi guto

    Sempre que faço uma trilha, lembro de vc. Esta, vc adoraria! Quanto ao spray, depois que finalmente vimos ursos no Glacier Park, nós compramos também! Revomendamos fortemente! Só espero não ter de usar...

    E aí, onde e quando vai nos encontrar?

    ABs

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