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Rios e Cavernas de Gelo - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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Rios e Cavernas de Gelo

Argentina, El Chaltén

Foto na entrada de uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Foto na entrada de uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Com o fim da nossa temporada de trilhas aqui em El Chaltén (em breve estaremos caminhando novamente em Torres del Paine, no Chile!), o nosso foco hoje foi escalada em gelo. Contratamos um curso de um dia, ministrado nas paredes de gelo do glaciar Viedma, bem próximo de El Chaltén, só para sentir o gostinho. E aproveitamos também para caminhar sobre esse verdadeiro rio de gelo que desce lá do Campo de Gelo Sul e desagua no lago Viedma, um dos maiores do país.

Em Bahia Tunel, a bela visão que se tem das montanhas do Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Em Bahia Tunel, a bela visão que se tem das montanhas do Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Navegando nas águas do lago Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Navegando nas águas do lago Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Chegando ao glaciar Viedma, no lago de mesmo nome, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Chegando ao glaciar Viedma, no lago de mesmo nome, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


A agência oferece também o transporte até o porto no lago de onde tomamos o barco que nos leva até a geleira. Mas como o porto já fica para o lado da saída de El Chaltén e nós seguiremos no fim da tarde, depois do curso, para El Calafate, já fomos de Fiona com a bagagem carregada até Bahia Tunel, o nome do embarcadeiro. São 17 quilômetros, metade disso em terra. O céu estava azul, sensacional, e tínhamos uma vista magnífica, não só do lago Viedma, mas também do Fitz Roy. Foi a nossa bela despedida dessa montanha magnífica.

Chegando à geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Chegando à geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


A imponente parede de gelo do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

A imponente parede de gelo do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


A imponente parede de gelo do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

A imponente parede de gelo do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Para Bahia Tunel seguem todas as excursões de turistas para conhecer a geleira. São vários barcos por dia, mas a maioria é apenas para ver o gelo, talvez dar uma pequena caminhada sobre ele. São poucos os que, como nós, iríamos fazer o curso de escalada. Mas estávamos todos felizes, turistas ou aspirantes de alpinistas, pelas condições do tempo. Ontem mesmo, os barcos que saíram daqui tiveram de retornar assim que chegaram a uma parte mais aberta do lago, por causa do forte vento. Hoje não, apenas uma brisa leve e as águas do Viedma bem tranquilas e seguras para a navegação.

O glaciar Viedma se choca com um leito rochoso no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

O glaciar Viedma se choca com um leito rochoso no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


As marcas deixadas na rocha pelo glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

As marcas deixadas na rocha pelo glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Nosso barco nos espera no lago Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Nosso barco nos espera no lago Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Foram uns 40 minutos de navegação até chegarmos à linha de frente da geleira. O glaciar Viedma é o segundo mais longo da América do Sul e também um dos maiores. São cerca de 70 quilômetros desde o coração do Campo de Gelo Sul, a mais de 1.300 metros de altitude, até as águas geladas do lago Viedma, mil metros abaixo. Ao chegar no lago, conta com 2,5 quilômetros de largura e suas paredes se erguem 50 metros acima do nível da água. É uma vista colossal que faz a alegria dos turistas que aqui chegam.

A Ana admira o lago Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

A Ana admira o lago Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Pedaços de gelo se desprendem o glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Pedaços de gelo se desprendem o glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


O glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

O glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Eu e a Ana, depois de mais de mil dias viajando pela Américas, já temos uma certa experiência com glaciares. Vimos, admiramos e chegamos perto deles no Canadá, Alaska, Groelândia e Islândia, no hemisfério norte, e no Perú, Equador, Argentina, Geórgia do Sul e Antártida, aqui no hemisfério sul. Em duas ocasiões, uma no Columbia Icefield, no Canadá, e outra na maior geleira da Europa, a Vatnajokull, na Islândia, caminhamos um bom tempo sobre o gelo também. Na Islândia, inclusive, com direito a grampões, capacetes e piquetas. Mas nem por isso deixamos de ficar sempre impressionados quando chegamos perto de um desses gigantes. Ainda mais hoje em que, pela primeira vez, treinaríamos técnicas de escalada no gelo.

Caminhando no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Caminhando no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Caminhando na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Caminhando na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Caminhando no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Caminhando no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Caminhar sobre uma geleira não é uma atividade simples. O terreno é extremamente irregular, traiçoeiro e escorregadio. Por baixo dos seus pés pode estar escondida uma fenda ou uma caverna gelada. E como ela está em constante movimento, a paisagem está sempre mudando, assim como os trechos que até ontem eram seguros, hoje pode ser que não sejam mais. Por isso, precisamos estar sempre atentos, de preferência acompanhados com alguém com experiência nesse tipo de terreno, e vestidos apropriadamente, com grampões e capacetes. Cordas e piquetas também podem ser de grande valia.

Caminhando na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Caminhando na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Nossos guias procuram um local apropriado para nosso curso de escalada no gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Nossos guias procuram um local apropriado para nosso curso de escalada no gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Caminhando no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Caminhando no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Mas por que será que a superfície de uma geleira é esse verdadeiro labirinto e emaranhado de gelo retorcido, torres e fendas, vales e montanhas? Por duas forças muito simples e conhecidas: gravidade e atrito. Todas as geleiras nascem em pontos de acumulação de neve em terrenos mais altos, como os planaltos centrais da Antártida e Groelândia ou os Nades, aqui na Argentina/Chile. Nesses terrenos, a neve vem se acumulando por milênios e milênios e é compactada de tal maneira por seu próprio peso que acaba se tornando gelo. Nesses locais de acumulação, a superfície da geleira é plana e seria até possível dirigir um carro por ali (desde que com correntes, claro!).

Nossos guias procuram um local apropriado para nosso curso de escalada no gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Nossos guias procuram um local apropriado para nosso curso de escalada no gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


A superfície totalmente irregular do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

A superfície totalmente irregular do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Caminhando no gelo sujo do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Caminhando no gelo sujo do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Mas esses reservatórios de neve e gelo não param de crescer e acabam “derramando” nas bordas. São as geleiras, os grandes rios de gelo que descem das alturas em direção a algum lago ou oceano. Eles descem por vales e encostas e, com sua força descomunal, acabam alargando seus caminhos, remodelando o terreno e a paisagem. Geleiras são uma das maiores forças de erosão da natureza. Os rios descem preguiçosamente, uns poucos metros por dia, mas sua marcha é irresistível.

Passeio na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Passeio na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Encontro com gelo azul na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Encontro com gelo azul na geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


O gelo azul do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

O gelo azul do glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Pois bem, as geleiras saem lá do alto tão planas como os campo de gelo onde foram criadas. A partir daí, é a força da gravidade que a trás para baixo. Quanto mais inclinado o terreno, mais rápido será a geleira. Mas se um pedaço da geleira está em uma ladeira enquanto outro está em um terreno mais plano, eles terão velocidades diferentes. E isso é o que vai gerar torsões no leito do rio de gelo, a parte mais rápida se esticando, a parte mais lenta se contraindo, o gelo que vem de trás subindo sobre o gelo que está na frente. Outras forças de torsão vão ocorrer nas curvas. O gelo na parte de dentro da curva precisa percorrer um trecho mais curto que o gelo na parte de fora da mesma curva. Novamente, a geleira vai se partir e se desarrumar mais ainda. Por fim, o trecho da geleira que entra em contato com a rocha de uma montanha, penhasco ou solo vai sofrer atrito e frear seu ritmo enquanto que o gelo no meio do glaciar, sem atrito, fluirá com mais velocidade. Uma vez mais, a tendência é que o gelo se amontoe, se disperse, se desarrume. Não é a toa que, aqui na parte final de uma geleira que é onde caminhamos, a sensação de caos é total. Difícil acreditar que aquilo já foi, algum dia, organizado.

Curso e passeio no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Curso e passeio no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Geleira passa sobre rocha e deixa cicatrizes, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Geleira passa sobre rocha e deixa cicatrizes, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Pequenos icebergs que se soltaram da geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Pequenos icebergs que se soltaram da geleira Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Este atrito entre as geleiras e as montanhas é uma briga de titãs. Em tempos de aquecimento global e com os glaciares se retraindo, antigos leitos de rocha que antes estavam sob o peso e a força das geleiras hoje estão ao ar livre e podemos observá-los. As cicatrizes e marcas deixadas pelo atrito de enormes blocos de gelo sobre eles é visível. Foi o que pudemos observar assim que chegamos à Viedma e desembarcamos. Rochas aparentemente indestrutíveis foram moídas por água. Água sólida, mais popularmente conhecida como gelo!

Encontrando uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Encontrando uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Preparando-se para examinar de perto uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Preparando-se para examinar de perto uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Já vestidos para nossas aulas de escalada, caminhamos um bom tempo sobre a geleira, procurando um bom lugar para nossas classes. Foi a chance de ver de perto esse cenário de outro mundo, gelo retorcido, gelo trazendo material de montanhas a centenas de quilômetros daqui, gelo sujo de cinzas de antigas erupções vulcânicas e o mais belo de todos, o gelo azul. O gelo fica com essa cor quando a pressão sobre ele é tão grande que todo o ar que estava aí é expulso. O gelo normal que conhecemos, esse da geladeira, é branco por que está cheio de ar microscópico. Sem ar, ele fica azul. Lindo! Essa cor é a prova de que aquele pedaço de gelo já esteve dezenas, senão centenas de metros abaixo da superfície, sob um peso colossal. Mas depois de tanta bagunça criada pela ação da gravidade e do atrito nas geleiras que descem a montanha, ele acabou vindo parar aqui em cima. Realmente, é um pedaço de água que tem história para contar!

A Ana fotografa caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

A Ana fotografa caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Explorando uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Explorando uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Seguindo sempre nossos guias, subimos e descemos essas ladeiras de gelo, demos voltas em fendas mais profundas, fotografamos riachos gelados que correm sobre e sob a superfície. Mas o ponto alto mesmo é quando encontramos alguma caverna no gelo, uma estrutura que se formou em algum soerguimento do gelo e que depois, já perto da superfície, sob influência do vento e de riachos, se expandiu ainda mais. Pode desabar a qualquer momento, pois não é estável, ou nada nos garante que seja. Mas, com todo o cuidado, podemos nos aproximar e examinar mais de perto.

A entrada de uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

A entrada de uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


A entrada de uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

A entrada de uma caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Dentro delas, o gelo ainda é mais azul. Para nós, uma chance única de fotografar. Para os guias, a obrigação de ficarem mais atentos do que nunca para garantir nossa segurança. Entre mortos e feridos, todos muito contentes. Não podemos entrar muito fundo, mas basta colocar a cabeça lá dentro para termos a sensação de entrar em um outro mundo. Luzes, cores e sons nos hipnotizam. Que coisa mais bela!

Examinando de perto uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Examinando de perto uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Uma ampla caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Uma ampla caverna de gelo no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


Apesar de toda a nossa experiência prévia com geleiras, foi só aqui na Viedma que chegamos tão perto dessas cavernas mágicas. Foi um momento incrível desse dia que também teve muito suor para escalarmos as paredes, o que vou contar no próximo post. Mas são as fotos que tiramos das cavernas as lembranças mais mágicas desse dia explorando um pedacinho desse maravilhoso glaciar chamado Viedma.

Foto na entrada de uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

Foto na entrada de uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina


O interior quase mágico, surreal, de uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

O interior quase mágico, surreal, de uma caverna de gelo azul no glaciar Viedma, no Parque Nacional Los Glaciares, região de El Chaltén, no sul da Argentina

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