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No Cume do Chimborazo - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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No Cume do Chimborazo

Equador, Chimborazo

A mais de 6.300 metros de altitude, no cume do Chimborazo, no Equador

A mais de 6.300 metros de altitude, no cume do Chimborazo, no Equador


Foi uma noite curta. Pouco mais de uma hora depois de eu dormir já estava acordando com a movimentação da partida dos alemães. Aí, mais uns 90 minutos de sono e era o Julio, meu guia, que me acordava. Hora do rápido café e depois, pé na trilha!

Café da manhã de madrugada, pouco antes de início da subida do Chimborazo, no refúgio Whymper, a 5 mil metros de altitude (Equador)

Café da manhã de madrugada, pouco antes de início da subida do Chimborazo, no refúgio Whymper, a 5 mil metros de altitude (Equador)


O tempo estava absolutamente maravilhoso! Noite estrelada e pouco vento. Temperatura negativa, algo próximo de -5, mas as três camadas de roupa me protegiam bem. Antes da partida, um olhar para cima para localizar as tênues luzes das lanternas dos alemães que já seguiam bem à frente.

Pronto para subir o Chimborazo! (de madrugada, a 5 mil metros, no refúgio Whymper - Equador)

Pronto para subir o Chimborazo! (de madrugada, a 5 mil metros, no refúgio Whymper - Equador)


Saí animado para logo alcançá-los, mas o Julio, muito mais experiente, segurava o nosso ritmo. Aliás, o meu guia tinha subido o Cotopaxi na noite anterior e agora, me levava ao Chimborazo. Isso é que é saúde!

Amanhecer visto dos 6.280 metros do Ventemilla, segundo ponto mais alto do Chimborazo (Equador)

Amanhecer visto dos 6.280 metros do Ventemilla, segundo ponto mais alto do Chimborazo (Equador)


Meia hora de caminhada e chegamos ao ponto onde devemos colocar os grampões em nossas botas. Tudo ficou muito mais complicado à partir daí. O terreno é um misto de gelo e rochas. É uma área chamada de "corredor", muito propenso a desmoronamentos. Passamos o mais rápido possível por essa área perigosa. Depois, mais gelo e pedras, mas sem o perigo. Com os grampões, o negócio é procurar as manchas de neve e gelo. Grampão diretamente na pedra é muito chato!

O vulcão Cotopaxi visto do alto de Ventemilla, o segundo ponto mais alto do Chimborazo (Equador)

O vulcão Cotopaxi visto do alto de Ventemilla, o segundo ponto mais alto do Chimborazo (Equador)


Finalmente, chegamos ao glaciar. À partir daí, só branco pela frente. No início foi um alívio para mim. mas foi pura ilusão. O glaciar é uma gigantesca e interminável rampa de gelo de inclinação próxima dos 30 graus. Chegamos à ela aos 5.400 metros de altitude e por ela subimos até os 6.250 metros. Como estava composta muito mais por gelo do que por neve, o terreno ere bem duro, o que dificultava muito que seguíssemos em ziguezague. Essa técnica aumenta o caminho, mas torna a subida muito mais suave. Mas não era o caso por aqui não! Tínhamos de seguir diretamente, tipo superhomem, "para o alto e avante!".

Meu guia descansa no alto de Ventemilla. Atrás, o Whymper, o ponto mais alto do Chimborazo (Equador)

Meu guia descansa no alto de Ventemilla. Atrás, o Whymper, o ponto mais alto do Chimborazo (Equador)


Outra dificuldade, pelo menos para mim, era o uso de grampões. Como bom brasileiro, quase nunca usei esta estrovenga na minha vida. A última vez tinha sido no Aconcágua, há 12 anos. Enfim, estava reaprendendo a usá-los. Certamente, isso me cansava mais ainda. Buscava pisar sempre nas pegadas do Julio, que seguia um metro à minha frente. Aliás, seguiamos amarrados um ao outro. Se alguém caísse (certamente eu!), o outro seguraria (certamente ele!). Cair e escorregar ladeira abaixo não seria uma boa idéia. Sobre o gelo e naquela inclinação, a gente acelera rapidamente. Vai deslizar por algumas centenas de metros e se esborrachar nas pedras lá embaixo...

Celebrando a chegada ao alto de Ventemilla, o segundo ponto mais alto do Chimborazo, com 6.280 m (Equador)

Celebrando a chegada ao alto de Ventemilla, o segundo ponto mais alto do Chimborazo, com 6.280 m (Equador)


Enfim, o negócio era olhar para baixo e dar um passo após o outro, com muita paciência. As luzes dos alemães estavam cada vez mais próximas e eu sentia que íamos em bom ritmo. Mas o Julio não achava e seguia me pressionando (ou puxando!). Na verdade, o problema é que temos técnicas de caminhada diferentes. Eu gosto de caminhar mais rápido e parar mais vezes para descançar. Paradas rápidas, algumas respiradas e pronto. O Julio diz que devemos camnhar mais devagar, em ritmo constante, e quase não parar. Como ele seguia à frente, íamos no seu ritmo. Mas, mesmo no seu ritmo, eu sentia a necessidade de dar as minhas paradas. Isso foi deixando ele meio irritado. Lá pelas tantas, disse que dessa maneira não chegaríamos à tempo, que deveríamos ter saido antes. A minha moral foi baixando, mas não havia nada que eu pudesse fazer, Chegava um determinado momento, minhas pernas precisavam parar!

Celebrando a chegada ao alto de Ventemilla, o segundo ponto mais alto do Chimborazo, com 6.280 m (Equador)

Celebrando a chegada ao alto de Ventemilla, o segundo ponto mais alto do Chimborazo, com 6.280 m (Equador)


E assim foi até que as luzes alemãs começaram a se aproximar rapidamente. Eles estavam voltando! Tinham desistido! No nosso breve encontro, disseram que estava ventando muito acima. Achamos estranho pois, até ali, quase aos 5.800 m, não havia vento. Continuamos nossa subida, eu me concentrando ao máximo para diminuir meu número de paradas. Certamente, os dez dias ao nível do mar estavam cobrando seu preço!

Com uma cerveja na mão, a celebração da chegada ao cume do Whymper, o ponto mais alto do Chimborazo, com 6.310 metros (Equador)

Com uma cerveja na mão, a celebração da chegada ao cume do Whymper, o ponto mais alto do Chimborazo, com 6.310 metros (Equador)


Olhando para cima, o fim da rampa infinita parecia estar cada vez mais próxima. Mas não chegava nunca! O que me animava era o GPS que eu tinha levado. Estava controlando a nossa altitude e cada 100 metros mais eram uma vitória e um novo estímulo! Passar pelos 6 mil metros foi emocionante! E nada de vento! Os alemães tinham desistido 100 metros abaixo por falta de perna mesmo! Algum tempo mais tarde, passamos pelos 6.100 e depois, 6.200m. Finalmente, finalmente mesmo, chegamos ao fim da mais longa ladeira da minha vida! Chegamos ao alto do Ventemilla, uma espécie de "falso pico" do Chimborazo, a 6.280 metros. É só aí que podemos ver, pel primeira vez, o Whymper, o pico verdadeiro. Está quarenta minutos à nossa frente, quase ao alcançe dos nossos dedos! Quem a gente pode ver também é o Cotopaxi, a uns 100 quilômetros de distância e uns 300 metros abaixo de nós. Lindo! Majestoso, com seu cume crescendo acima das nuvens.

Meu guia celebra a chegada ao cume do Chimborazo, no Equador

Meu guia celebra a chegada ao cume do Chimborazo, no Equador


A emoção de chegar ali foi grande. Sacamos muitas fotos. Aí, disse que queria seguir ao Whymper, para surpresa do Julio. Ele achava que já era muito tarde para isso. Frente à minha indignação de ele sequer aventar a hipótese de não seguirmos, ele disse: "Ok, vamos checar as horas. Se for mais de 07:30, não poderemos seguir". Acho que as seguidas paradas na nossa subida fizeram ele perder um pouco a noção do tempo. Quando checou as horas, não teve dúvidas: "Vamos!". Eram ainda 06:40. Para quem tinha saído à uma da manhã, nosso tempo de subida tinha sido excelente!

No cume do Chimborazo, com o Cotopaxi ao fundo (Equador)

No cume do Chimborazo, com o Cotopaxi ao fundo (Equador)


Seguimos então ao Whymper. Para isso, baixamos um pouco e depois subimos novamente. Os metros finais são bem inclinados, uma agonia. Mas não dura muito e lá estamos no ponto mais alto do mundo em relação ao centro da Terra! Emocionante! Desculpe-me quem já esteve no Everest ou K2, mas o Chimborazo é mais alto, hehehehe! Para comemorar, uma garrafa de cerveja que eu zelosamente levei até lá! Valeu à pena!!!

Nuvens cobrem o cume do Chimborazo, durante a nossa descida (Equador)

Nuvens cobrem o cume do Chimborazo, durante a nossa descida (Equador)


Nova seção de fotos e iniciamos o longo caminho de volta. Afinal, estávamos apenas na metade do caminho. Para baixo, o cansaço físico é muito menor. Em compensação, o psicológico... Descer aquela ladeira interminável com grampões é um inferno! A tendência da nossa bota, ao pisar de lado naquele inclinação, é querer virar o tempo todo. Pobres dos nossos joelhos e tornozelos! Depois, quando chegamos no trecho em que gelo e neve se misturam com pedras, fica ainda mais chato, de novo a bota virando o tempo todo.

Chegando de volta ao refúgio Whymper, a mais de 5 mil metros de altitude, no Chimborazo - Equador

Chegando de volta ao refúgio Whymper, a mais de 5 mil metros de altitude, no Chimborazo - Equador


Enfim, quase três horas depois chegamos de volta ao nosso refúgio. Metade do tempo da subida. Um rápido descanço e pegamos nossas coisas e caminhamos mais um pouco morro abaixo, até o outro refúgio. Encontramos com dezenas de equatorianos subindo, um passeio popular aos sábados, chegar até os 5 mil metros. Pena que, para eles, o tempo estava completamente fechado, a neblina cobrindo tudo. Quanto à nós, não podíamos reclamar. Durante a subida e lá encima o tempo esteve magnífico. Podíamos ver centenas de quilômetros para todos os lados, todas as maiores montanhas do Equador. Estar sobre os 6.300 metros novamente (meu GPS marcava 6.285...) foi incrível. A minha segunda maior montanha, depois do Aconcágua. Muito jóia!

Chegando de volta ao refúgio Whymper, a mais de 5 mil metros de altitude, no Chimborazo - Equador

Chegando de volta ao refúgio Whymper, a mais de 5 mil metros de altitude, no Chimborazo - Equador


No refúgio de baixo nos esperava nosso motorista. Fez muita festa quando soube que fizemos o pico. No caminho para a cidade que fica abaixo da montanha, onde ficaria o Julio, uma nova surpresa: as nuvens se abriram e o Chimborazo apareceu. Pela primeira vez desde que cheguei ao Equador, na quarta vez que passava por ali, finalmente pude ver a montanha por inteiro. Era um último presente do Chimborazo para nós. Montanha linda. Massiva. Poderosa. Não é à tôa que Simón Bolívar tanto a admirava...

Finalmente, o Chimborazo aparece por detrás das nuvens, na viagem de volta (Equador)

Finalmente, o Chimborazo aparece por detrás das nuvens, na viagem de volta (Equador)


Deixamos o Julio na sua cidade e seguimos de volta para a Papagayo. Seriam mais três horas de estrada. A oportunidade ideal para eu recuperar um pouco do sono atrasado. Adormeci sonhando com as montanhas e vulcões. Com o Chimborazo e com o Cotopaxi. Como será que tinha sido a escalada da Ana e do Rafa? Do alto do Chimborazo, enquanto admirava o Cotopaxi, imaginei eles lá encima. Faltava saber o que tinha acontecido de verdade...

Finalmente, o Chimborazo aparece por detrás das nuvens, na viagem de volta (Equador)

Finalmente, o Chimborazo aparece por detrás das nuvens, na viagem de volta (Equador)

Equador, Chimborazo, trilha, Montanha, vulcão, Cotopaxi

Veja todas as fotos do dia!

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Chegou a Hora!

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Enquanto Isso, no Cotopaxi...

Blog da Ana Passeio à cavalo vestida à carater! (região do Cotopaxi - Equador)

Avenida dos Vulcões

Comentários (8)

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  • 18/06/2018 | 20:34 por Carmenio Jose

    Sensacional o relato !!!!
    Precisa ser alpinista, atleta e jovem pra conseguir chegar ao cume do Chimborazo ???
    Tenho 58 e daqui um ano vou subir à America do Sul...quero subir o Misty, a Laguna 69, fazer o Circuito Huayuash e quem sabe chegar ao cume do Chimborazo...
    Quanto vc pagou pra fazer esta escalada ???
    Muito obrigado por compartilhar com outros sonhadores...

  • 21/12/2011 | 12:01 por Paulinha Ribas

    Ueba, parabéns!!!

    Resposta:
    Pois é, esse aí custou!

    Obrigado!!!

    Beijos

  • 11/10/2011 | 15:06 por Lina

    Oi Ro

    Meus parabens e muitas felicidades. Estou aqui na California passando a semana na terra do Steve Jobs. A fotografia dele aparece por todo lugar. Vamos ver se alguem consegue continuar da onde ele parrou. Bjs em voce e na Ana. Lina

    Resposta:
    Oi Lininha!
    Falamos de vc hoje, com nossos pais em Londres
    Queremos muito visitá-la ainda nessa viagem, no nosso caminho para a Groelândia
    Espero que os planos deem certo!
    Um beijo para vc e nossos pensamentos para o grande e eterno Jobs!

  • 11/10/2011 | 12:07 por Joca

    Muito bom o seu relato da conquista do Chimborazo !
    E que belas fotografias ! E lembro que quando eu levava os filhos para escalar a Serra de Sao Domingos la em Poços você nao conseguia me passar ,eu tinha que ir maneirando como o seu guia fez agora , ah,ah,ah !
    Forte abraço pelos 42 anos , e beijo para a Ana do velho Joca !

    Resposta:
    Será que vc imaginava que naquelas subidas da Serra São Domingos, estava forjando em mim a alma de um montanhista?

    hehehe

    Um grande abraço!

  • 11/10/2011 | 11:17 por Dona Helen

    Quem diria que aquele nenenzinho xexas a quem eu dei a luz,viraria este intrepido aventureiro e conquistador das alturas!!!Parabens e beijo pelo
    feito glorioso e pelo dia de hoje!!Parabena a Ana
    pelo marido que tem!Mais um beijo da

    Mm

    Resposta:
    Hehehe
    O nenenzinho cresceu e ficou mais metido
    Mas não esquece e jamais esquecerá dos tempos em que vivia embaixo da saia da mãe, fazendo turismo pelos consultórios médicos de BH
    Muitas e muitas saudades

  • 11/10/2011 | 09:58 por Guto Junqueira

    Grande Rodrigo, parabéns pela conquista do Chimborazo! Não fui feliz em minha tetantiva em 2008, mas agora vc colocou os pés da família no verdadeiro topo do mundo. E que subida, heim! Olha, é grampon, e não grampão, com se diria no nosso interiorzão!

    E parabéns também pelos seus 42 anos comemorados hoje! Desejo muita paz, diversão, sucesso e novas descobertas nos próximos 500 dias de viagem! E que o site e o blog continuem a conquistar novos seguidores!

    Grande abraço, comemore merecidamente o dia de hoje, saudades do seu brother, Guto

    Resposta:
    Oi Guta!
    Pois é, não foi fácil, mas com paciência cheguei lá! Paisagem e sensação maravilhosas! No "verdadeiro" topo do mundo, hehehe
    Grampon é castelhano e grampão em português, não? Ou crampons, na terra do Tio Sam
    Abraços e obrigado pela lembrança
    Saudades do brother aqui de Popayan, a cidade branca da Colômbia

  • 11/10/2011 | 00:06 por JukaBala

    Parabéns brother , vc e guerreiro. Descobri o blog hoje vou acompanha loa ate o final. Um abraço

    Resposta:
    Oi Juka
    Legal que vc gostou! Vamos ver se eu consigo manter o pique até o fim!
    Abs

  • 10/10/2011 | 21:58 por Lucia

    Nossa gente...o blog está todo de cara nova. Está lindo!!! Adorei.
    Tive alguns problemas..mas já resolvemos e com isso nem dava mesmo para aparecer.
    Poxa vcs estão indo alto heim?!?!?!?! hehehe.
    Parabéns pela conquista desta subida Ro..admiro muito a garra, determinação e coragem de vocês.
    Peço a Deus que os proteja em todos os momentos e os iluminem para que tudo seja perfeito.
    Eu com os últimos acontecimentos, acabei nao dando os parabéns a Ana no dia dos 30 anos dela, mas desejo mesmo que atrasado e quase as véspera do seu, tudo de bom a ela e que ela seja sempre uma benção por onde ela estiver.
    Muita paz e muita luz aos dois jovens guerreiros.
    Fico aqui, sempre na torcida e nos pensamentos positivos.
    Beijocas...fiquem bem.

    Resposta:
    Oi Lucia
    Que bom que gostou do site novo! Ainda vem mais coisa por aí, pode esperar!
    Obrigado mesmo pela torcida e pensamentos positivos
    A Ana tb agradece a lembrança, claro!
    Um beijão para vc

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