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Tocando Dois Continentes - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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Tocando Dois Continentes

Islândia, Reykjavik, Thingvellir

Tocando a América e a Europa durante mergulho na Silfur Hellir, a fenda que divide esses continentes, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Tocando a América e a Europa durante mergulho na Silfur Hellir, a fenda que divide esses continentes, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Desde que saímos de Curitiba, há mais de dois anos, sabíamos que um dia deveríamos chegar à Groelândia. Afinal, Groelândia é América e nosso projeto é conhecer todos os países e territórios americanos. Basicamente, se é América, vamos! Olhando no mapa, o caminho mais lógico para chegarmos lá era pelo Canadá, algum barco ou avião. Pertinho assim, não deveria ser caro. Ledo engano! Quase não há trânsito entre os dois países e o pouco que há, é caríssimo. Então, como chegaríamos a esta ilha?

Preparando-se para partir rumo ao mergulho na fenda entre as placas tectônicas da América e Europa (ainda na nossa agência de mergulho em Reykjavik, na Islândia)

Preparando-se para partir rumo ao mergulho na fenda entre as placas tectônicas da América e Europa (ainda na nossa agência de mergulho em Reykjavik, na Islândia)


Preparando-se para partir rumo ao mergulho na fenda entre as placas tectônicas da América e Europa (ainda na nossa agência de mergulho em Reykjavik, na Islândia)

Preparando-se para partir rumo ao mergulho na fenda entre as placas tectônicas da América e Europa (ainda na nossa agência de mergulho em Reykjavik, na Islândia)


Pesquisa daqui e dali e descobrimos que há duas rotas principais: uma pela Dinamarca e outra pela Islândia. Xiiiii... mas os dois lugares são na Europa! Quer dizer que, para conhecer toda a América, teríamos de ir para a Europa? Não era bem o que queríamos, mas se tivesse que ser, paciência! Mas então, eis que aparece uma salvação! Olhando um mapa das placas tectônicas que compõe nosso planeta, para tentar definir os limites da nossa América, eis que descubro que a placa americana não só contém a Groelândia (o que eu já sabia faz tempo!), mas ela também avança até a Islândia! Islândia, americana? É... mais ou menos. Na verdade, as placas americana e da eurásia se encontram ali, bem debaixo daquela ilha. Isso quer dizer que um pedaço da Islândia é sim, americano, e o outro é europeu. Melhor, a capital do país, onde está o aeroporto por onde passaríamos, fica no lado americano!

Placa informativa mostra a falha tectônica sob a Islândia e que divide a América da Europa

Placa informativa mostra a falha tectônica sob a Islândia e que divide a América da Europa


Mapa da caverna formada entre as placas tectônicas da América e Europa (na nossa agência de mergulho em Reykjavik, na Islândia)

Mapa da caverna formada entre as placas tectônicas da América e Europa (na nossa agência de mergulho em Reykjavik, na Islândia)


Bom, definido que passaríamos pela Islândia para voarmos para a Groelândia, é claro que não íamos ficar nesse “determinismo”! Tratamos de agendar uns 10 dias por esse país maravilhoso e fomos conhecê-lo por inteiro, parte americana e parte europeia. Mas aquela história do encontro de placas nunca mais saiu da nossa cabeça. Ainda mais quando descobrimos que há um lugar onde se pode ver isso. Melhor ainda: há uma fenda entre os dois continentes, que está se abrindo alguns poucos centímetros a cada ano. E esta fenda está preenchida por uma água puríssima, vinda diretamente de uma geleira e filtrada durante 10 mil anos por algumas centenas de metros de solo permeável. O resultado é que ela chega à fenda tão limpa, mas tão limpa, que é possível enxergar quase 100 metros de distância embaixo d’água. Praticamente um recorde mundial! Será que ainda dá para melhorar? Sim, dá! É possível mergulhar aí, ver a fenda bem de perto e tocar nos dois continentes ao mesmo tempo! Poderíamos conhecer o ponto onde começa a América, literalmente!

Chegando ao Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Chegando ao Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


A fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

A fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Então, durante nossos últimos dias aqui no país, entramos em contato com uma agência de mergulho para nos levar até lá. Conseguimos marcar o passeio para hoje bem cedo, e já vamos emendar o programa com outras atrações do Golden Circle. Afinal, essa fenda que separa os dois continentes fica bem no Parque Nacional Thingvellir, o ponto de partida para esse famoso circuito turístico.

A fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

A fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Recebendo explicações sobre o mergulho que faremos na fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Recebendo explicações sobre o mergulho que faremos na fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Antes das sete da manhã já estávamos na agência, conversando com o nosso simpático guia, o Kevin. Ele é irlandês, mas já mora na Islândia há um bom tempo. As duas ilhas tem uma forte conexão histórica, desde que os vikings, há 1000 anos, passaram por lá para roubar suas mulheres e trazer para cá. O Kevin disse que veio recuperá-las. E aproveitou para mergulhar um pouco!

A fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

A fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Feliz, admirando a fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Feliz, admirando a fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Foi o Kevin que teve de nos ensinar a usar roupa seca de mergulho. Apesar de mergulhadores experientes, nunca precisamos usar esse equipamento, pois sempre mergulhamos em águas mais quentes. Mas aqui na Islândia, com água vinda diretamente da geleira, teríamos de nos batizar! Afinal, são apenas 2 graus Celsius! Para quem não conhece, a roupa seca é completamente vedada e não permite que a água entre dentro da roupa e em contato com a pele. Assim, podemos até colocar um casaco embaixo dela, para ficarmos bem quentinhos. O problema maior dela é no pescoço, onde ela tem de ficar bem apertada para não passar nenhuma água que eventualmente entre na área do rosto. Aliás, aí está o outro problema: não é possível cobrir todo o rosto e nossas bochechas tem sim de se acostumar com a água gelada de 2 graus!

Já vestida, preparada para mergulhar na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Já vestida, preparada para mergulhar na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Início de mergulho na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Início de mergulho na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


É claro que com essa parafernália toda, a nossa flutuabilidade na água fica meio comprometida. Principalmente para quem, como nós, está fazendo isso pela primeira vez. O ar que tem de ficar dentro da roupa para aumentar nosso isolamento térmico nos deixa meio desiquilibrados dentro d’água. Balança para cá, balança para lá, subimos um pouco, descemos e vamos ficando melhores. Outra dificuldade está no uso da câmera. Primeiro, porque ela também não gosta de água tão fria (quem gosta? Só os pinguins e as focas!) e segundo por causa da luva que usamos. Enfim, temos que nos virar com isso também!

A Ana empurra a América durante mergulho na Silfur Hellir, a fenda que divide esse continente da Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

A Ana empurra a América durante mergulho na Silfur Hellir, a fenda que divide esse continente da Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Mergulhando entre a América e a Europa na Silfur Hellir, a fenda que divide esses continentes, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Mergulhando entre a América e a Europa na Silfur Hellir, a fenda que divide esses continentes, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Seguimos o carro da agência do Kevin até o parque e, lá dentro, até o estacionamento ao lado da fenda. O lugar é lindo. Mais do que isso, é mágico! Quando, ainda do lado de fora, olhamos aquela água cristalina e sabemos que ali dentro Europa e América estão se separando, é emocionante! Algum dia, demasiado tempo para nós, seres humanos, mas um piscar de olhos na escala geológica, essa fenda vai se abrir e esticar o suficiente para chegar até o oceano. A água marinha vai invadir tudo, ao mesmo tempo em que a Islândia vai se tornar duas: Islândia do Oeste e Islândia do Leste, uma americana e outra europeia. Mas por enquanto, as paredes estão bem próximas, em alguns pontos se encostando, em outros com uns 10 metros de distância. E há também aquele ponto em que estão na distância “correta”. Correta para que possamos encostar a mão esquerda num continente e a mão direita em outro. O momento que sonhávamos já há mais de um ano! Tudo ali, bem pertinho da gente. Entre nós e esse “momento”, o único obstáculo era essa água gelada, brrrrrrr!

Mergulhando entre a América e a Europa na Silfur Hellir, a fenda que divide esses continentes, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Mergulhando entre a América e a Europa na Silfur Hellir, a fenda que divide esses continentes, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


As águas claríssimas, com quase 100 metros de visibilidade, da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

As águas claríssimas, com quase 100 metros de visibilidade, da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Gelada, mas cristalina! Sem mais delongas, entramos na água. Congelante! Mas a pureza e transparência do que nos cercava nos fazia esquecer do frio. Apanhamos um pouco da flutuabilidade, mas nada que um esforço e concentração extra não ajudasse. Enfim, lá estavam aquelas duas paredes, o lugar ideal para fotos, o sonho de muitos meses, o começo da nossa América!

Mergulho nas águas claras e geladas da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Mergulho nas águas claras e geladas da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


As águas claríssimas, com quase 100 metros de visibilidade, da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

As águas claríssimas, com quase 100 metros de visibilidade, da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Foi absolutamente emocionante. Seguimos devagar, aproveitando cada segundo, cada ranger dos dentes. A água é de um azul inacreditável. De tão clara, parece que estamos voando! Flutuando no espaço, numa câmara sem gravidade. Simplesmente espetacular!

As águas claríssimas, com quase 100 metros de visibilidade, da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

As águas claríssimas, com quase 100 metros de visibilidade, da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Mergulho nas águas claras e geladas da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Mergulho nas águas claras e geladas da Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Vamos percorrendo a fenda, chegamos a uns 15 metros de profundidade. A fenda fica mais estreita, há uma barreira de pedras a frente. Temos de subir quase até a superfície para superá-la e depois, descer de novo. Agora, parece um canyon, já está mais aberta. Lá atrás, a profundidade superava os 50 metros, mas aqui, podemos ir até o fundo, arenoso. Depois, mas uma barreira de pedras e chegamos num lugar mais amplo, quase um pequeno lago. A luz do sol entra com mais facilidade. Tudo iluminado, fica ainda mais lindo, mais claro, mais azul.

Final do emocionante e gelado mergulho (2 graus!!!) na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Final do emocionante e gelado mergulho (2 graus!!!) na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Final do emocionante e gelado mergulho (2 graus!!!) na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Final do emocionante e gelado mergulho (2 graus!!!) na Silfur Hellir, a fenda que divide a Europa da América, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia


Finalmente, fim do mergulho. O calor do lado de fora é bem-vindo. Mas quando saímos da água, sentimos saudade da falta de peso dentro dela. Com o pescoço ainda bem apertado, quase sem conseguir respirar, temos de carregar o equipamento de volta até o carro. O que tínhamos nadado por baixo d’água, agora temos de caminhar do lado de fora. É uma cena meio surreal, naquela paisagem. Foi infinitamente mais duro, essa última parte. O alívio é enorme ao chegarmos ao carro, aliviarmos o peso e abrirmos a roupa. Ufff... Mas valeu cada segundo de esforço, cada dificuldade em respirar. A experiência foi inesquecível, uma das mais especiais desses 1000dias. A cada dia que passa e especialmente hoje, nos sentimos mais e mais americanos!

A parte mais difícil do mergulho noParque Nacional Thingvellir, na Islândia: voltar 300 metros caminhando com a roupa seca e apertada e carregando o equipamento!

A parte mais difícil do mergulho noParque Nacional Thingvellir, na Islândia: voltar 300 metros caminhando com a roupa seca e apertada e carregando o equipamento!


Celebrando o sucesso do mergulho que fizemos na fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

Celebrando o sucesso do mergulho que fizemos na fenda que divide dois continentes: América e Europa, no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia

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Veja todas as fotos do dia!

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Aonde Nasceram os Gêiseres

Comentários (1)

Participe da nossa viagem, comente!
  • 02/07/2014 | 11:31 por Marcelo Augusto

    Olá Ana e Rodrigo, tudo bem? Parabéns pelo Blog!!
    Meu nome é Marcelo, sou mineiro também de Belo Horizonte e achei Fantástico este passeio por entre as placas tectônicas. Estou me preparando para fazer uma mergulho neste mesmo local e gostaria de uma dica de vocês.
    1- Como devo montar o roteiro da viagem? Existe alguma operadora em especial?
    2-Qual seria a melhor época do ano para ir à Islândia?
    3- Idioma...meu maior entrave. A exigência para uma troca de informações tranquila é a fluência total? rsrs...

    Ficarei extremamanete grato por qualquer informação que possa me orientar neste planejamento.

    Obrigado.

    Forte Abraço!

    Resposta:
    Oi Marcelo

    Legal que vc tenha gostado do blog. Esse mergulho nas placas é mesmo uma experiência fantástica e vale muito a pena! Se tiver a chance, não deixe de fazer. Além disso, a Islândia é um país incrível, muita coisa para se ver e fazer.

    Vou tentar responder suas perguntas abaixo:

    1- Nós fizemos nossa viagem por conta. O país tem boa infra estrutura e se vc alugar um carro, dá para rodar o país inteiro. Para o mergulho especificamente, fizemos com a Scuba Iceland. Foram ótimos! O site deles é http://www.scuba.is/

    2 - Depende do que vc quer ver. Perto do inverno, é melhor para se ver a aurora boreal, mas os dias são bem curtos e o clima mais frio. Perto do verão, os dias são bem longos e dá para aproveitar mais o tempo. É até possível viajar no lindo interior do país, se vc tiver um carro tracionado, o que é impossível perto do inverno

    3 - Dá para se virar bem no inglês. Se não, tem de ser na mímica mesmo. Com um pouco de paciência, todo mundo se entende!

    O país é mesmo lindo e eu recomendo que, já que vc vai tão longe, reserve pelo menos uns 10 dias para viajar por toda a ilha

    Espero ter podido ajudar. Sinta-se livre para enviar mais perguntas que será um prazer tentar ajudar mais um pouco

    Um grande abraço

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