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Outra Vez, a Selva Burocrática

Panamá, Cidade do Panamá

Vista da Cidade do Panamá, a capital do país, do alto do nosso hotel na cidade

Vista da Cidade do Panamá, a capital do país, do alto do nosso hotel na cidade


Na noite em chegamos à Península de Osa, na Costa Rica, e dormimos no simpático hostal do colombiano, na cidade de Puerto Jimenez, passamos algumas horas tentando definir as datas de nossas viagens para a ilha de Hispaniola (República Dominicana e Haiti) e também para a Colômbia. Essa última envolvia a sempre complicada passagem da Fiona de um continente à outro.

Atravessando a Ponte das Américas, sobre o Canal do Panamá, na chegada à Cidade do Panamá, a capital do país

Atravessando a Ponte das Américas, sobre o Canal do Panamá, na chegada à Cidade do Panamá, a capital do país


Por fim, achamos uma passagem com bom preço da Cidade do Panamá para Santo Domingo, capital da República Dominicana, e compramos. Nossa derradeira ida ao Caribe nesses 1000dias. Ida no dia 19 e volta no dia 9 de Maio. Motivo para comemorar, mas a celebração só durou até a manhã seguinte. Foi quando recebemos a informação de que os navios para levar a Fiona até Cartagena só saem aos domingos e que, para realizar a burocracia necessária, deveríamos estar na cidade na quinta cedo. Nossa volta estava marcada para quinta à tarde. Na corrida que estamos, perder uma semana por aqui seria uma bomba. Mas já tínhamos comprado as passagens...

Rua da Cidade do Panamá, a capital do país

Rua da Cidade do Panamá, a capital do país


Foi quando a Ana se lembrou que o site de compras prometia que a viagem poderia ser cancelada sem custos até 24 horas depois da compra! Ufa! Corremos ao site, cancelamos a viagem e compramos novas passagens, agora para o dia 18 e volta na quarta-feira, bem cedinho, dia 8. Resolvido! Quer dizer, mais ou menos...

Vista da Cidade do Panamá, a capital do país, do alto do nosso hotel na cidade

Vista da Cidade do Panamá, a capital do país, do alto do nosso hotel na cidade


Descobrimos também que, por ter entrado no Panamá com nosso carro, só podemos sair daqui depois de enviar o carro para fora do país. Ou seja, pelo menos em teoria, seríamos barrados no aeroporto e perderíamos nossa passagem. Nova correria para resolver essa situação absurda...

Vista da Cidade do Panamá, a capital do país, do alto do nosso hotel na cidade

Vista da Cidade do Panamá, a capital do país, do alto do nosso hotel na cidade


Nossa única chance: guardar a Fiona em um “Bond”, uma espécie de porto seco, dentro da Cidade do Panamá. Por isso, antecipamos nossa chegada à capital do país para hoje cedo, para ter tempo de fazer isso. Lá se foram algumas horas de espera, correria entre o tal Bond e o prédio da Aduana Central, cinquenta dólares para “comprar” uma vaga e outros 7,5 dólares por dia de estacionamento. O pior, para mim, foi ter de ganhar novo carimbo em meu passaporte, agora para dizer que meu carro estava devidamente guardado. Estou num sufoco danado tentando guardar o exíguo espaço que ainda tenho no meu passaporte para todos os carimbos que ainda faltam nessa viagem (para não ter de fazer um novo, processo chato e caro) e agora essa: carimbos de entrada e saída da Fiona e, quando voltar de Santo Domingo, outra vez, os dois carimbos de novo.

Preparando a bagagem para deixar a Fiona na Cidade do Panamá, a capital do país

Preparando a bagagem para deixar a Fiona na Cidade do Panamá, a capital do país


Enfim, burocracia vencida, tudo pronto para embarcar amanhã. Antes de ir ao Bond, ainda deixamos a nossa amiga Elise no “casco antíguo”, o bairro colonial da cidade. Dessa vez, devidamente registrado. Vamos ver aonde vamos nos encontrar novamente. Ela adora a América Latina e quer muito voltar para cá. Nós nos instalamos no centro mesmo, mais perto das burocracias que precisávamos fazer. Quando voltarmos para cá, no dia 8, começa a corrida para tirar a Fiona do Bond, passar por um dia de burocracias aqui e outro em Colón, para finalmente colocarmos ela em um contêiner. Espero esquecer um pouco desse assunto chato enquanto viajarmos por Hispaniola, mas ao mesmo tempo estaremos cruzando os dedos para que apareça algum outro carro para repartir o contêiner conosco. O custo, para nós, baixaria de 1.400 dólares para 900 dólares. Uma boa economia! Viajantes das Américas, apareçam!!!

Despedida da Elise, nossa amiga de Luxemburgo, na Cidade do Panamá, a capital do país

Despedida da Elise, nossa amiga de Luxemburgo, na Cidade do Panamá, a capital do país

Panamá, Cidade do Panamá,

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Hispaniola, Última Viagem ao Caribe

Blog da Ana Atravessando a Ponte das Américas, sobre o Canal do Panamá, na chegada à Cidade do Panamá, a capital do país

Burocracias Panamenhas

Comentários (1)

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  • 08/05/2013 | 07:29 por Rubens Werdesheim

    Um pouco de emoção sempre é bom . Ainda bem que tudo se resolveu .Qual o problema de ir por terra do Panamá para a Colombia ?Perigoso ?

    Resposta:
    Oi Rubens

    Pois é, se a gente ver por esse ângulo, o das "emoções", aí fica mais fácil, hehehe Melhor ainda é quando tudo vira apenas uma história para contar, lá no passado!

    Não há estradas entre o Panamá e a Colômbia. Uma mata chamada Darién, bem pantanosa, impede a passagem de estradas. Há pequenas trilhas, mas são frequentadas por traficantes, terroristas e bandidos. Não é o tipo de gente que nos sentimos confortáveis em lidar, hehehe.

    Hj em dia, ecologista não deixariam mais que uma mata tão linda como essa fosse profanada por uma Estrada. Além disso, para o Panamá, melhor usar a floresta como "defesa" contra o que vem de baixo.

    Então, não tem remédio: temos de dar a volta!

    Abs

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