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Na Reta Final

Argentina, Buenos Aires, Rosario

Chegando a Buenos Aires, capital da Argentina

Chegando a Buenos Aires, capital da Argentina


Pouco mais de um mês depois de deixarmos as terras brasileiras pela última vez, estamos chegando ao nosso objetivo tão sonhado. Não ao final da viagem, como o nome do post parece sugerir, mas à realização de um dos maiores sonhos que tínhamos quando iniciamos esses 1000dias por toda a América: nossa viagem à Antártida! Desde que entramos na região das Missões, já em território argentino, foram mais de 5 mil quilômetros, primeiro cruzando o país de leste à oeste, depois cruzando a região central do Chile de norte a sul, ainda com a chance de dar um pulinho na Ilha de Páscoa e, finalmente, cruzando a Argentina novamente, agora de oeste a leste. Tudo isso para chegarmos aqui, em Buenos Aires, a magnífica capital federal, de onde parte o nosso barco rumo aos mares do sul em apenas poucos dias.


[a]Nossa viagem de mais de um mês e 5 mil km através de Argentina, Chile e Argentina novamente, para chegarmos, enfim, a Buenos Aires

A última parte desse longo e intenso recorrido foi hoje, umas poucas horas na moderna autoestrada que liga os dois maiores centros econômicos do país, Rosário e Buenos Aires. Pela manhã, ainda tivemos tempo para curtir uma praia no belíssimo rio Paraná, o mesmo que recolhe as águas lá das minhas Minas Gerais e São Paulo e se junta ao rio Paraguay, com as águas do Pantanal que visitamos há tão pouco tempo. Aqui, todas juntas, o rio é enorme e mais argentino do que nunca! Almoçamos de frente ao rio e aceleramos para a capital, aonde chegamos junto com as últimas luzes. Entramos, emocionados, pela portentosa Avenida 9 de Julio, “la más ancha del mundo”, e viemos diretamente para Palermo, um dos nossos bairros preferidos nessa cidade que nos encanta.


[a]Última perna da viagem, hoje, entre Rosário e Buenos Aires, pouco menos de 300 km.

Buenos Aires é nossa última parada antes de embarcarmos para a Antártida. Aliás, zarpamos das docas aqui da cidade mesmo, no dia 3 de Novembro. Temos, então, mais quatro dias para explorar e rever essa cidade que aprendemos a admirar faz tempo, local de nossa primeira viagem internacional juntos, muito antes dos 1000dias, em 2007. Mas temos mais coisas para fazer por aqui, além de simplesmente passear. A principal delas é levar a Fiona para o local onde ficará guardada essas pouco mais de três semanas que estaremos em viagem pelo sul do planeta. Além disso, já na véspera do nosso embarque, vamos nos encontrar com o grupo que viajará conosco, nos instalar no hotel da expedição e participar da programação em terra, como o city tour e a noite de tango. Enfim, serão dias corridos até estramos rumo a alto mar.

Chegando a Buenos Aires, capital da Argentina

Chegando a Buenos Aires, capital da Argentina


Nós já sonhamos com essa viagem desde 2009, quando idealizamos nossa volta por todos os países e regiões das Américas. Mas só começamos a operacionalizar esse sonho há dois meses, quando decidimos em qual data viajaríamos, com qual empresa e qual o roteiro. O principal pré-requisito é que a viagem ao continente gelado incluísse passagens pelas Ilhas Malvinas e South Georgia, ilhas que compõe o nosso continente e que, portanto, teríamos de (e queríamos!!!) visitar. Outra questão era a data da viagem. Todas as viagens comerciais para a Antártida são no verão do hemisfério sul, entre Novembro e Fevereiro. Como devemos estar no Brasil impreterivelmente no início de Dezembro (somos padrinhos de um casamento) e ainda queremos conhecer por terra todo o sul da Argentina e Chile, a data que melhor se encaixou foi mesmo no início de Novembro. O detalhe é que o barco sai aqui de Buenos Aires, mas termina sua viagem em Ushuaia. Aí, teremos de voar de volta para cá, viajar mais uns dias pelo país para deixamos nossa Fiona outra vez por aqui, enquanto voamos para um bate-volta ao Brasil no início de Dezembro. Finalmente, e aí com mais calma, retornamos ao país para continuarmos nossas viagens terrestres pela Patagônia argentina e chilena.

Chegando à Avenida Nueve de Julio, em Buenos Aires, capital da Argentina

Chegando à Avenida Nueve de Julio, em Buenos Aires, capital da Argentina


Não há viagens realmente independentes à Antártida, a não ser que você tenha seu próprio barco e seja exímio navegador, tipo Amyr Klink, por exemplo. Como estamos longe disso, temos de nos render a uma “excursão”, ou expedição, como gostamos mais de pensar! Se a ideia fosse apenas a Antártida, poderíamos pensar em apenas voar para lá, desde Punta Arenas. Mas como queremos passar nas ilhas, tem de ser de barco mesmo. São bem poucas companhais que oferecem circuitos que incluam a passagem pelas ilhas e, dessa, tentamos escolher pelo melhor preço e menor barco. Infelizmente, não dá para fugir dos preços absurdamente altos, pelo menos para o nosso padrão. A única chance disso seria comprar passagens de última hora, em quartos coletivos. O problema dessa alternativa é que nunca se tem certeza que haverá vagas para nós. Além disso, teríamos de passar 3 semanas em quartos separados e sem chance de fazer caiaque, pois as passagens que incluem essa atividade se esgotam com meses de antecedência. Tudo medido e analisado, resolvemos tirar a mão do bolso e investir o nosso pobre dinheirinho que viemos economizando ao longo da viagem. Foi, de longe, o maior investimento que fizemos nesses 1000dias, mas temos certeza que valerá a pena cada centavo. Afinal, não é todo dia que se viaja para a Antártida!

Chegando à Avenida Nueve de Julio, em Buenos Aires, capital da Argentina

Chegando à Avenida Nueve de Julio, em Buenos Aires, capital da Argentina


Outra questão que tivemos de planejar com antecedência foi o que fazer com a Fiona. Poderíamos deixá-la em algum estacionamento da capital, claro. Mas, como acabei de falar, e ainda mais depois de todo esse investimento no barco para a Antártida, queríamos economizar onde fosse possível. Assim, nos últimos dias, lançamos um pedido de socorro nas redes sociais, para ver se alguém nos ajudava. E não demorou a aparecer! Mais uma prova de que viajantes se ajudam e que os argentinos são ótimas pessoas, logo vários deles se ofereceram para guardar a Fiona, em Buenos Aires e arredores. Dentre as várias ofertas, acabamos combinando com a Carola e o Marcelo, os “periodistas viajeros”, que já nos acompanham no Facebook há algum tempo. A Fiona ficará na casa da família da Carola, em Pilar, uns quarenta quilômetros ao norte da capital. Então, nesses dias por aqui, precisamos encontrá-los e combinar como vamos fazer para levar a Fiona até lá.

O roteiro do nosso barco, saindo de Buenos Aires, passando pelas Malvinas, Geórgia do Sul e Antártida e chegando em Ushuaia

O roteiro do nosso barco, saindo de Buenos Aires, passando pelas Malvinas, Geórgia do Sul e Antártida e chegando em Ushuaia


Enfim, estamos excitadíssimos com essa viagem que se avizinha, tão perto que já estamos vendo a fumaça da chaminé do navio e sentindo frio por antecipação por encontrar pinguins e leões-marinhos. Mas temos de relaxar e nos concentrar nesses próximos dias aqui nessa cidade maravilhosa, com tanto para ver, fazer e comer. Por falar nisso, e até para ajudar a gente a relaxar, hoje mesmo, depois de nos instalarmos num hotel bem joia em Palermo, saímos para jantar fora. Fomos comer aqui perto mesmo, na praça principal do bairro, num restaurante de comida japonesa-peruana. Estava espetacular, ainda mais muito bem acompanhada de vinho nacional. Foi apenas o início da nossa comemoração pelas aventuras que se aproximam!

Argentina, Buenos Aires, Rosario,

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Mi Buenos Aires Querido

Comentários (1)

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  • 26/06/2014 | 17:52 por Flora

    Muito anciosa pelo relato de voces sobre a Antartida. É sonho antigo, quem sabe no verão 2015/2016 para comemorar meus 65 anos de vida e 40 de casada. Tbem quero incluir Malvinas e Georgia do Sul.

    Resposta:
    Oi Flora

    Já vou começar os relatos dessa viagem hoje! Espero que vc nos acompanhe e goste.

    Acho sua ideia de comemorar seu aniversário por lá excelente. Foi um dos lugares mais especiais que estivemos nesses 1000dias e a viagem é feita com todo o conforto e segurança, vc vai ver pelos relatos. Malvinas ~sao muito interessantes e a Georgia do Sul é, sem dúvida, um dos pontos altos da viagem

    Um abs

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