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Perrengue, Tapioca e Jeep Club! - Blog da Ana - 1000 dias

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Perrengue, Tapioca e Jeep Club!

Brasil, Amazonas, Manaus

Chegada a Manaus, no Amazonas. Ao fundo, a enorme ponte que cruza o Rio Negro

Chegada a Manaus, no Amazonas. Ao fundo, a enorme ponte que cruza o Rio Negro


A previsão da duração da nossa viagem de barco entre Tefé e Manaus era de 36 horas e acabamos chegando até um pouco mais cedo que o esperado. Às 4 horas da manhã estávamos atracando em Manaus. Até fizemos uma hora no barco, vendo cada uma das redes sendo desatada do seu lugar, toda a mercadoria ser desembarcada e a jornada do A. Nunes II se fechar mais uma vez.

Chegada a Manaus, no Amazonas

Chegada a Manaus, no Amazonas


Dormindo no barco até que amanhecesse em Manaus, no Amazonas

Dormindo no barco até que amanhecesse em Manaus, no Amazonas


O sol aos poucos foi dando forma à cidade, o porto marcava mais um período de cheias no Rio Negro. Esperamos o sol nascer para podermos andar pelo centro de dia com mais segurança. E lá estávamos nós, buscando ônibus que entrássemos nós, nossa mala e que nos levasse até o aeroporto, onde havíamos deixado a Fiona.

Quadro com a marca das cheias do rio, no porto de Manaus, no Amazonas. O recorde foi quebrado em 2012!

Quadro com a marca das cheias do rio, no porto de Manaus, no Amazonas. O recorde foi quebrado em 2012!


O aeroporto de Manaus fica há uns 15 km do centro, são aproximadamente 40 minutos de ônibus que pode ser encarado como um passeio roots pelas principais avenidas de Manaus. Vemos pela janela as praças e igrejas, devotos e trabalhadores subindo e descendo do coletivo Descemos no último ponto da Avenida Torquato Tapajós, dali ela vira estrada e segue para a região metropolitana manauara. Caminhamos até o ponto da Avenida Santos Dumont para esperar o ônibus que nos levaria pouco mais de 3km até o aeroporto. Domingão de manhã, adivinhem se o ônibus vinha? Esperamos, esperamos e esperamos... foram quase 20 minutos até que o Rodrigo decidiu que iria correr até o aeroporto, pegar a Fiona e voltar me buscar. Ele foi, decidido e guerreiro, sob o sol e o calor amazonense levaria em torno de 15 minutos para chegar até lá. Quinze para chegar, 15 para pagar o estacionamento e 5 para voltar, 35 minutos de espera, certo? Errado! Ele voltou mais de uma hora depois! Eu já não sabia se pegava o táxi, se subia no ônibus... o que teria acontecido?

O famoso Teatro Amazonas. Estamos mesmo de volta a Manaus, a capital do estado

O famoso Teatro Amazonas. Estamos mesmo de volta a Manaus, a capital do estado


O que aconteceu foi que o Aeroporto Internacional de Manaus, sede da Copa do Mundo, além de ter uma reforma esdrúxula acontecendo, também não tem um terminal do Itaú, do Santander ou do Banco 24 horas funcionando! Os 100 reais que o Rodrigo tinha não eram suficientes para pagar a conta do estacionamento (em torno de 20 reais por dia). Assim a única forma de resolver o problema era pegar um táxi até o banco mais próximo, ele passou me buscar uma hora depois e lá fomos nós até o banco. Quando retornamos qual é o valor do táxi? 120 REAIS! A bandeirada do táxi só para sair do aeroporto, mesmo que seja para andar 5 quadras não deve sair por menos de 80 pilas! SURREAL!!! Nunca xinguei tanto um homem, um aeroporto, um lugar, fomos roubados na cara dura!

Aprendizado do dia: NUNCA deixe um carro ou pegue um táxi no aeroporto de Manaus.

Tempos movimentados no Brasil! (em Manaus, no Amazonas)

Tempos movimentados no Brasil! (em Manaus, no Amazonas)


Bem, depois de xingar todas as gerações manauaras relacionadas aos taxistas, bancários e aeroportuários, nós finalmente estávamos seguros dentro do nosso universo particular, a Fionitcha!

Prédio histórico em Manaus, no Amazonas

Prédio histórico em Manaus, no Amazonas


Hora de achar um hotel, lugar para tomar um banho quente e esticar o corpo em uma cama de verdade. Eu precisava descansar, corpo cansado e uma gripe me atacando, terrível. Hotelaria em Manaus não é coisa fácil... se é bom é muito caro, se o preço é plausível o lugar será horrível, úmido e mofado... foi o que aconteceu conosco da última vez. Tenho certeza que foi no hotel aqui de Manaus que desenvolvi a rinite que hoje faz parte da minha vida. Assim, fomos logo para o Largo São Sebastião para um novo Hostel Boutique que nos foi indicado pelo pessoal do Instituto Mamirauá. O hostel uma gracinha, os quartos de casal estavam lotados, então pegamos um quarto com um beliche, apertadinho mas mega confortável e novinho em folha. Detalhe, a meia quadra do Teatro Amazonas.

O famoso Teatro Amazonas. Estamos mesmo de volta a Manaus, a capital do estado

O famoso Teatro Amazonas. Estamos mesmo de volta a Manaus, a capital do estado


Hoje é dia de feira no largo. Dia de feira é dia de tapioca de queijo coalho com tucumã e suco de graviola. Dia de feira é dia de descobrir os artesanatos de diferentes regiões e tribos indígenas amazônicas, colares, sementes, cascas, frutas e toda a medicina que a maior floresta do mundo oferece.

Deliciosa tapioca com tacumá e queijo coalho, em Manaus, no Amazonas

Deliciosa tapioca com tacumá e queijo coalho, em Manaus, no Amazonas


Delicioso café da manhã tradicional em feira de Manaus, no Amazonas

Delicioso café da manhã tradicional em feira de Manaus, no Amazonas


Na nossa outra passagem por Manaus já havíamos explorado mais a cidade, então hoje a tarde foi de volta à civilização, mas fazendo um programa de índio: assistir a estréia do mais novo filme de zumbis hollywoodiano: World War Z. O Ro estava acompanhando o lançamento desse filme, a cada trailer que escapava na internet, a cada teaser, cada detalhe. Chegamos ao shopping e a fila estava gigantesca! Mas... com calma e jeitinho deu tudo certo e vimos o Brad Pitt lutando contra os milhares de zumbis.

Café da manhã na feira, em Manaus, no Amazonas

Café da manhã na feira, em Manaus, no Amazonas


A noite foi bem mais produtiva, na minha humilde opinião. Fomos recebidos pelo pessoal do Amazonas Jeep Club que conhece as estradas da região como a palma da mão! Claudionor foi o nosso contato, indicado pelo Ricardo lá de Boa Vista. Ele agitou um encontro numa pizzaria, veio nos guiar pelas ruas de Manaus até encontrarmos essa galera muito sangue bom que tinha respostas na ponta da língua para todas as nossas perguntas! Juca é catarina, mas vive aqui há uns 20 anos, já fez a BR 319 muitas vezes e nos garantiu que passamos tranquilamente com a Fiona, nossa fiel escudeira! Mais bacana ainda é ver a mulherada guerreira que acompanha os maridos, algumas iniciantes e outras já mais aventureiras que eles! Obrigada galera, foi demais encontra-los aí em Manaus!

Jantas com integrantes do jipe clube de Manus, no Amazonas

Jantas com integrantes do jipe clube de Manus, no Amazonas


Nosso plano é seguir agora pela BR 319, a pior BR do Brasil! Serão 800 km de buracos, lama e mais de 120 pontes que ligam Manaus à Porto Velho. Aventura que não acaba mais!!! Vambooora!

Com o Claudionor, do jipe clube de Manaus, no Amazonas

Com o Claudionor, do jipe clube de Manaus, no Amazonas

Brasil, Amazonas, Manaus, Porto, Aeroporto, Amazônia, Amazonas Jeep Club, feira, tapioca

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Manaus, o Perrengue e os Jipeiros

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