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Venezuela, Santa Elena, Brasil, Roraima, Serra_do_Tepequem

As belezas do caminho para a Serra do Tepequem, no norte de Roraima

As belezas do caminho para a Serra do Tepequem, no norte de Roraima


No dia 15 de Julho de 2011 deixávamos o Brasil, lá em Foz do Iguaçu, a bordo da nossa Fiona. De lá para cá, foram oito países na América do Sul, os sete países da América Central e os três da América do Norte, todos eles no retrovisor da Fiona. Além disso, percorremos também um sem número de ilhas no Caribe, Galápagos, Havaí e Groelândia. Na bagagem, geleiras e desertos, montanhas e vulcões, metrópoles e vilarejos, o hemisfério norte e o sul. Baleias e tubarões, ursos e macacos e a inesquecível aurora boreal. Tudo isso para, finalmente, aqui em Santa Elena, na Venezuela, voltarmos à pátria querida, onde se fala o bom e velho português e se come arroz, feijão e farofa.

Fronteira de Venezuela e Brasil, em Santa Elena

Fronteira de Venezuela e Brasil, em Santa Elena


Estamos de volta ao Brasil para mais uma temporada nacional, cruzando a região norte em direção aos estados que ainda não passamos, como Rondônia e Acre. Mas antes de chegarmos lá, ainda tem muita coisa para ver em Roraima e Amazonas, estados já visitados, mas que ainda tem muito para nos mostrar. O retorno ao Brasil foi sim, emocionante. Mas os problemas mundanos logo começaram a aparecer...

Ao deixarmos Santa Elena, ainda do lado venezuelano, passamos pelo posto de combustível criado apenas para carros brasileiros. A gasolina ainda é bem mais barata que no Brasil, mas já muito mais caro que nos postos “normais” da Venezuela. Acontece que, num raio de 200 km, é só mesmo aqui que os carros brasileiros são autorizados a abastecer. Enfim, passamos por lá e estava super lotado. Desanimados, resolvemos abastecer do lado brasileiro mesmo, na cidade de Pacaraima

Posto para brasileiros lotado em Santa Elena, na Venezuela

Posto para brasileiros lotado em Santa Elena, na Venezuela


Os trâmites fronteiriços são bem rápidos, mas logo que entramos do lado de cá, descobrimos que o posto mais próximo estava em Boa Vista, centenas de quilômetros ao sul. A Fiona tinha combustível para uns 50 quilômetros, no máximo. Não tínhamos escolha: teríamos de voltar à Venezuela. Para complicar, quase já não tínhamos mais bolívares, mas eles aceitam reais nesse posto. Só que também não tínhamos muitos reais. Bom, para isso, basta ir no banco, afinal, estamos no Brasil. É, mais ou menos. Em Pacaraima, se você não é cliente do Bradesco, Banco do Brasil ou Caixa Econômica, você está lascado. Era o nosso caso. O meu cartão, que tira dinheiro em qualquer lugar do mundo, não tira em Pacaraima.

Buscando informações sobre a estrada para Uiramutã, em Roraima

Buscando informações sobre a estrada para Uiramutã, em Roraima


Tivemos de apelar para os bons e seguros dólares. Nunca tinha me imaginado trocando dólares no Brasil para conseguir reais, mas assim foi. Deu um trabalho danado achar alguém que trocasse. Não porque não queriam dólares, mas porque não tinham reais. Enfim, achei um cambista na rodoviária e trocamos. O montante exato para botarmos combustível e sobrevivermos no Brasil até chegarmos em Boa Vista, onde teria acesso aos bancos novamente.

Voltamos à Venezuela e, seguindo a orientação de pessoas de Pacaraima, fomos ao policial que toma conta da fila do posto para pedir para furar a fila. Eles dão prioridade á turistas por ali. Enfim, resolvemos esse problema e abastecemos a Fiona. Agora, podíamos seguir viagem.


De volta ao Brasil em Pacaraima (A), pensamos em ir até Uiramutã (B), mas o combustível não daria. Seguimos então para a Serra do Tepequem (C)

Para onde? Esse era o ponto! Faz tempo que queria conhecer as belezas naturais de Uiramutã, o município mais ao norte do Brasil. Fica em plena reserva Raposa da Serra do Sol e tem belíssimas cachoeiras. O problema é a dificuldade de acesso e a dependência do bom humor dos índios, senhores da região. Seriam quatro horas de estrada de terra para chegarmos lá. Aí, conversa com os caciques para ver qual cachoeira poderíamos visitar. E se fôssemos para lá, teríamos de seguir diretamente para Boa Vista, sob pena de ficarmos sem combustível outra vez.

As belezas do caminho para a Serra do Tepequem, no norte de Roraima

As belezas do caminho para a Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Ou seja, não poderíamos ir à outro belo destino, a Serra do Tepequem. Enfim, resumindo, por causa do combustível e da data marcada para chegarmos à Boa Vista, de onde voaremos no dia 19 para o sul, tínhamos de escolher entre os dois destinos. A vontade e curiosidade maior eram por Uiramutã, mas a maior facilidade da Serra do Tepequem falou mais alto. Para lá, a estrada era de asfalto e as cachoeiras não precisam de salvo-conduto para serem visitadas. Uiramutã será sempre um ótimo motivo para voltarmos a esse canto tão isolado do Brasil.

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