0 Day tour - Ilha de Páscoa - Blog da Ana - 1000 dias

Day tour - Ilha de Páscoa - Blog da Ana - 1000 dias

A viagem
  • Traduzir em português
  • Translate into English (automatic)
  • Traducir al español (automático)
  • Tradurre in italiano (automatico)
  • Traduire en français (automatique)
  • Übersetzen ins Deutsche (automatisch)
  • Hon'yaku ni nihongo (jidö)

lugares

tags

arqueologia cachoeira Caribe cidade histórica Estrada mar Mergulho Montanha parque nacional Praia Rio roteiro Trekking trilha

paises

Alaska Anguila Antígua E Barbuda Argentina Aruba Bahamas Barbados Belize Bermuda Bolívia Bonaire Brasil Canadá Chile Colômbia Costa Rica Cuba Curaçao Dominica El Salvador Equador Estados Unidos Galápagos Granada Groelândia Guadalupe Guatemala Guiana Guiana Francesa Haiti Hawaii Honduras Ilha De Pascoa Ilhas Caiman Ilhas Virgens Americanas Ilhas Virgens Britânicas Jamaica Martinica México Montserrat Nicarágua Panamá Paraguai Peru Porto Rico República Dominicana Saba Saint Barth Saint Kitts E Neves Saint Martin San Eustatius Santa Lúcia São Vicente E Granadinas Sint Maarten Suriname Trinidad e Tobago Turks e Caicos Venezuela

arquivo

SHUFFLE Há 1 ano: Há 2 anos:

Day tour - Ilha de Páscoa

Chile, Ilha de Pascoa, Ilha De Pascoa, Hanga Roa

Os famosos Moais de tongariki, vistos de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Os famosos Moais de tongariki, vistos de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


A Ilha de Páscoa é um museu a céu aberto, praticamente toda a ilha é considerada Patrimônio Histórico da Humanidade protegido pela UNESCO. É fácil entender porque, imaginem que no Período Clássico da história pascuense, a ilha estava superpopulada e que virtualmente todo o terreno era habitado. Hoje todas estas construções de pedras são sítios arqueológicos, alguns se perderam sob a atual cidade, o aeroporto e as estradas, mas a maioria ainda está espalhada pela ilha, sob o mato crescido das fazendas de gado ou nas encostas de um dos seus três vulcões.

A magnífica paisagem que se vê do alto da cratera de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

A magnífica paisagem que se vê do alto da cratera de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Estes terrenos eram subdivididos entre diferentes tribos que defendiam o território com unhas e dentes, criando totens de pedra demarcatórios ao redor da ilha. Se um vizinho cruzasse a linha ele poderia ser morto, sem maiores problemas e julgamentos. Um território era mais propício à criação de galinhas e plantação, outro à pesca, à produção de moais, ou pukaos e assim, na base da troca, girava a economia da ilha.

Moais derrubados em Akahanga, sítio arqueológico em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Moais derrubados em Akahanga, sítio arqueológico em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Rapa Nui tem um formato de triângulo retângulo e os três principais vulcões estão pontas deste triângulo. Maunga Terevaka (507m), é o ponto mais alto da ilha, um trekking fácil de aproximadas 5 horas te leva ao topo dele. O Vulcão Rano Kao à sudoeste abriga o Orongo, um dos principais centros cerimoniais da cultura ancestral Rapa Nui, onde era realizada a cerimônia do homem-pássaro. O terceiro, Vulcão Puakatike (370m), está localizado no leste da ilha e é o mais distante e menos visitado dos três.

O litoral recortado de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

O litoral recortado de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Para conhecer toda essa história e os detalhes da cultura Rapa Nui, podemos ler guias ou ir ao museu, mas sem dúvida não há melhor forma do que ter um guia local para nos explicar in loco, todas as histórias, pesquisas recentes dos arqueólogos que ainda estudam a ilha, além de suas próprias experiências com suas famílias. Hoje, portanto, mesmo não gostando de tours, decidimos entrar em um tour guiado. Escolhemos um esquema especial onde pagamos um pouquinho mais e temos um grupo de no máximo 10 pessoas. Dia de sorte, tivemos apenas 3 pessoas, nós dois e Gertrudes, uma indígena navajo norte americana. Nosso guia foi o Patrício, um chileno casado com uma rapa nui e que vive há 40 anos na ilha.

Com o Luis, nosso guia no day tour que fizemos em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Com o Luis, nosso guia no day tour que fizemos em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Desde muito jovem Patrício tinha o sonho de conhecer a ilha, em uma época em que não era permitida a entrada de qualquer um, apenas os militares chilenos, pesquisadores e alguns poucos que conseguiam uma permissão do governo. Ele chegou a pedir a tal permissão, mas esta lhe foi negada. O tempo passou e lá no continente eis que ele conhece uma moça rapa nui, que logo viria a se tornar sua esposa. Era como se ele já soubesse que a ilha fazia seria parte da sua vida, do seu destino.

Moais derrubados em Akahanga, sítio arqueológico em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Moais derrubados em Akahanga, sítio arqueológico em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Nosso day tour começou pelo sítio arqueológico de Akahanga, um sítio arqueológico onde pudemos conhecer melhor a estrutura das antigas cidades da Ilha de Páscoa. Uma vila de um povo que tem sua origem e sua história ligadas ao mar só poderia ter uma arquitetura no mínimo curiosa. Depois de meses vivendo e navegando em suas embarcações, aqui eles se estabeleceram em hare-vakas, casas-barcos construídas com pedras e varas no mesmo formato de uma canoa virada de cabeça para baixo. A base tinha o formato da canoa e as varas eram envergados de um lado a outro com uma porta minúscula, criando um ambiente baixo e escuro, protegido do vento e das intempéries do tempo desta ilha pacífica.

Ruínas das antigas civilizações de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Ruínas das antigas civilizações de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Em frente à casa um pátio com piso feito de pedras negras arredondadas, que aquecidas pelo sol, eram usadas para secar o peixe. Em frente ao pátio o Umu Pae, fogão feito também de pedras, onde era acendido o fogo e sobre as pedras quentes se cozinhava a comida quase como uma chapa.

Moais derrubados em Akahanga, sítio arqueológico em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Moais derrubados em Akahanga, sítio arqueológico em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Paralelos ao mar encontramos os ahus, altares de pedra, onde se colocam os Moais. Os Moais são a encarnação dos espíritos ancestrais. Cada moai representa um grande líder, que depois de morrer continua a cuidar e proteger a sua tribo. Aqui encontramos alguns moais em pé, alguns caídos ou quebrados, mas o que se sabe é que todos eram compostos por uma única peça que tem em média 4,5m de altura e depois era adicionado o Pukao, um tocado de pedra vermelha que simboliza o cabelo que era preso no alto da cabeça e é associado a um maior status político e social.

Uma caverna (ou 'Ana') que servia de moradia para os antigos habitantes de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Uma caverna (ou "Ana") que servia de moradia para os antigos habitantes de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Os Moais são um dos grandes mistérios desta civilização, pois eles eram todos construídos em um único lugar, o Rano Raraku, e depois transportados para o seu local final. Em toda a ilha foram registrados mais de 900 Moais, 400 deles estão aqui, na Fábrica de Moais, 288 estão sobre ou próximos aos seus Ahus e o restante foi provavelmente abandonado a caminho do seu altar.

Chegando a Rano Raraku, a antiga fábrica de Moais em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Chegando a Rano Raraku, a antiga fábrica de Moais em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


É incrível visitar este canteiro de obras, uma verdadeira fábrica que produzia centenas de estátuas funerárias e as vendia para as diferentes tribos ao redor de toda a ilha. Os artesãos dominavam a técnica de extração da pedra, cada Moai já saía praticamente pronto da montanha, para que não se desperdiçasse nem uma lasca de rocha.

Moais ainda em processo de 'produção', nas pedreiras de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Moais ainda em processo de "produção", nas pedreiras de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Os recursos naturais da ilha eram escassos e eles sabiam disso. Em frente à montanha está um jardim de Moais, ou traduzindo para os termos modernos, a loja. Lá vinham os diferentes compradores negociar a compra do Moai. Com a ajuda do Patrício conseguimos até imaginar a negociação:
- “Iorana! Eu quero este Moai aqui, de 6m”
- “Este custa 500kg de peixe, ou então você pode levar este menorzinho aqui por 300kg.”

Antigos Moais em Rano Raraku, a fábrica de Moais, parcialmente cobertos pelo tempo. Ainda estavam a venda quando a civilização se perdeu (em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico)

Antigos Moais em Rano Raraku, a fábrica de Moais, parcialmente cobertos pelo tempo. Ainda estavam a venda quando a civilização se perdeu (em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico)


Um dos grandes mistérios é como estes Moais eram transportados para o local final. Segundo a tradição oral rapa nui os Moais caminhavam. São várias as teorias de como eles chegaram da fábrica até os seus Ahus finais, sobre troncos de árvores, com ajuda de cordas, etc. Os pukaos eram colocados no local final, o que significa que também eram transportados, provavelmente rolando, como rodas, até lá. Será que eles já haviam descoberto a roda?! Muitas perguntas sem respostas fazem a misteriosa Ilha e Páscoa ainda mais interessante para nós curiosos meros mortais.

Passeando pela incrível 'fábrica' de Moais, em rano raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Passeando pela incrível "fábrica" de Moais, em rano raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Na fábrica podemos ver Moais nos seus diversos estágios de construção, alguns só começados, nariz, boca, olhos esculpidos na montanha. Sentar observar a montanha é quase como um jogo de palavras cruzadas, onde tentamos encontrar moais impressos nas paredes de pedras.

Moais ainda em processo de 'produção', nas pedreiras de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Moais ainda em processo de "produção", nas pedreiras de Rano Raraku, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Já no final da trilha encontramos um moai sentado e com feições muito diferentes, dizem que seria o único moai esculpido pelos escravos de “orelha pequena” ao seu primeiro e grande líder. Ele está ajoelhado em posição de oração, olhando para o céu, quem sabe aos pássaros que vêm a ser os próximos elementos de adoração, a partir de onde se desenvolve a cerimônia do homem pássaro, que falarei em um próximo post.

Um estilo diferente de Moai, em Rano Raraku, um dos vulcões de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Um estilo diferente de Moai, em Rano Raraku, um dos vulcões de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Ali mesmo nas dependências da Rano Raraki fazemos uma parada para o almoço, com os sanduíches que havíamos levado e continuamos o roteiro agora com uma parada em um dos principais grupos de Moais da ilha, os 15 Moais.

Os magníficos Moais de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Os magníficos Moais de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Os 15 moais formam um dos mais impressionantes conjuntos cerimoniais da Ilha de Páscoa. Localizados na costa leste da ilha entre as Calas de Hanga Nui e Hanga Huto Iti, arqueólogos afirmam que foram derrubados, parcialmente destruídos e enterrados pelo tsunami que abateu a ilha no ano de 1960.

O litoral sul de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

O litoral sul de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Os 15 Moais são bem distintos entre si, porém estão alinhados e todos olham para o interior da ilha, em posição de proteção da vila que os erigiu em homenagem aos seus líderes ali enterrados.

Visitando as ruínas de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Visitando as ruínas de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


O nome do Ahu Tongariki foi emprestado do Moai que estava caído nas proximidades da baía dos 15 moais e a pedido do governo japonês foi levado ao Japão para uma exposição e posteriormente devolvido e colocado em um novo local na mesma baía. Nesta mesma parceria entre os Rapa Nuis e o Governo Nipônico este sítio arqueológico foi todo restaurado entre 1992 e 1996, devolvendo a vida ao maior centro cerimonial da Ilha de Páscoa e de todas as ilhas polinésias.

Os Moais de Tongariki, destruídos por um tsunami em 1960 e restaurados por arqueólogos japoneses na década de 90, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Os Moais de Tongariki, destruídos por um tsunami em 1960 e restaurados por arqueólogos japoneses na década de 90, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Detalhe que apenas um pukao foi recolocado no local original, o restante foi restaurado utilizando cimento como cola e ficaram pesados demais para equilibrarem-se nos Moais.

Visitando as ruínas de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Visitando as ruínas de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Os magníficos Moais de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Os magníficos Moais de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Ao redor de todos os Ahus também podem ser encontrados restos das antigas vilas rapa nuis e aqui no Tongariki além de bases de hare-vacas também podem ser vistos alguns petroglifos antigos de tartarugas, anzóis e peixes.

Na área de Tongariki, petroglifos da antiga civilização de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Na área de Tongariki, petroglifos da antiga civilização de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


No caminho entre as atrações, Patrício nos explicava a história da ilha, contava sobre sua vida aqui e informações sobre as lendas e a cultura oral Rapa Nui, um guia interessante e incansável, como o grupo era misto, respondia todas as nossas perguntas em inglês e espanhol. Prosseguimos com a nossa volta à ilha com uma parada rápida em mais alguns petroglifos no caminho do Ahu Te Pito Kura, relacionados à uma tribo de pescadores que gravou ali imagens de tubarões martelo, atuns imensos e diversos anzóis, símbolo sagrado para os povos polinésios.

Papa vaka, local de antigas moradias em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Papa vaka, local de antigas moradias em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Chegando na Baía de La Perouse, visitamos o Ahu Te Pito Kura que abriga o Moai Páro, um dos maiores da ilha com 11 m de altura, o maior transladado ao seu local final. Ele e suas 82 toneladas de pedra estão derrubados com o rosto no chão, especula-se que os próprios rapa nuis o teriam derrubado quando adotaram a fé católica ou ainda, o que me parece mais crível, as próprias forças da natureza (um tsunami ou terremoto).

Ruínas de um dos maiores Moais de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), com mais de 9 metros de altura!

Ruínas de um dos maiores Moais de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), com mais de 9 metros de altura!


Aqui, porém, uma das principais atrações não é o ahú e seus Moais e sim uma pedra redonda, esfera praticamente perfeita, rodeada por outras 4 esferas menores. A Te Pito Kura é uma rocha magnética que deixa qualquer bússola desorientada. O “umbigo de luz”, teria sido trazido por Hotu Matua, o primeiro rei da ilha, segundo a tradição Rapa Nui. Estudiosos acreditam que seria um meteorito caído no mar que foi rolado por anos e anos até ficar com a forma arredondada. Seu local original era em frente ao ahu e ela teria sido transladada por europeus que tentaram leva-la da ilha e desistiram, tamanho peso e dificuldade, abandonando-a no seu local atual.

Pedra magnetizada (um antigo meteorito) no litoral norte de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Pedra magnetizada (um antigo meteorito) no litoral norte de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Sentamos ao redor da pedra, colocamos as mãos sobre ela e logo sentimos um leve formigamento nas pontas dos dedos, fruto da energia magnética da pedra. Alguns sentem bem leve, outros chegam a sentir um choque, dependendo da sensibilidade de cada um. Vale tentar, até por que dizem que quem toca esta pedra um dia regressará à ilha.

O belo litoral norte de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

O belo litoral norte de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Nossa última parada foi na Praia de Anakena, a praia preferida da ilha, a 18 km de Hanga Roa. A praia de areias brancas, cercada de palmeiras e pelas águas azuis turquesas do Pacífico é também um local sagrado da cultura Rapa Nui. O Ahu Nau Nau é um antigo centro cerimonial com 7 Moais, 4 deles com Pukaos, que olham para a terra guardando o local de uma das primeiras vilas da ilha.

A bela praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

A bela praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


A praia é o único porto natural que permitiu o desembarque dos colonizadores e seu Rei Hotu Matu, que viveu na caverna próxima chamada Anakena. O nome desta caverna foi emprestado à praia que teria como nome correto Hanga Morie Roa.

Caminhando na praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Caminhando na praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Moais na praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Moais na praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


A praia oferece toda a infraestrutura, estacionamento, banheiros, restaurantes, lanchonetes com pratos típicos, empanadas, bebidas e banquinhas de artesanatos. Sob as palmeiras ainda estão mesas para piqueniques e churrascos, um lugar perfeito para relaxar em um dia de sol. Nós paramos rapidamente, caminhamos ao redor dos moais, molhamos os pés e tivemos que ir, prometendo que ainda voltaríamos.

Caminhando na praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Caminhando na praia de Anakena, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico


Foi um dia mais do que especial, ainda mais se lembramos que hoje é o aniversário do homem mais importante da minha vida! Hoje o Rodrigo completou 44 anos de vida boa, explorando, aprendendo e descobrindo os mistérios desta cultura milenar, exatamente como ele gosta! Depois de um dia como este, para comemorar seu aniversário só nos faltava mesmo tomar um vinhozinho em frente ao mar, sob a luz da lua, das estrelas e a proteção dos moais. Maoruru!

Visitando as ruínas de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Visitando as ruínas de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Chile, Ilha de Pascoa, Ilha De Pascoa, Hanga Roa, ilha, Rapa Nui, Hanga Roa, Rano Raraku, Akahanga, Anakena, Fábrica de Moais

Veja todas as fotos do dia!

Gostou? Comente! Não gostou? Critique!

Post anterior As ruínas de Tahai, a 15 minutos de caminhada de Hanga Roa, a única cidade de Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), no Oceano Pacífico

Rapa Nui

Post seguinte Parada para admirar a vista desde as encostas do vulcão Maunga Terevaka, na Ilha de Páscoa, no sul do Oceano Pacífico

Trekking Arqueológico

Blog do Rodrigo Chegando às ruínas de Tongariki, em Rapa Nui (ou Ilha de Páscoa), território chileno no meio do Oceano Pacífico

Uma Volta em Rapa Nui - 2a Parte

Comentários (3)

Participe da nossa viagem, comente!
  • 20/12/2016 | 12:13 por Raphael

    Bom dia,

    Muito legal mesmo as fotos e os depooimentos com os fatos historicos. Muito bem bolado mesmo, que Deus abençoe vocês.

  • 03/02/2015 | 08:30 por Ana Cristina

    Bom dia Ana, estarei na Ilha de Pascoa de 24 a 29 de maio de 2015 e gostaria de saber como contactar o guia que fez seu tour.
    Muito obrigado.

    Resposta:
    Ana, não tenho o tel direto do Patrício, mas o pessoal do Residencial Vaianny que agendou com ele para mim deve ter. Email: resiencialvaianny@gmail.com ou www.resiencialvaianny.com. Boa sorte e boa viagem!

  • 11/12/2014 | 12:12 por Adriana

    Olá Ana,

    Fotos lindas!
    Os comentários foram de um detalhamento magnifico, auxiliando nos para uma estadia na Ilha de Páscoa.
    Eu pretendo ir em breve, conhecer essa linda ilha, se você puder me informar onde contratou o guia, eu agradeceria muito.

    Abraço.
    Adriana

Blog da Ana Blog da Rodrigo Vídeos Esportes Soy Loco A Viagem Parceiros Contato

2012. Todos os direitos reservados. Layout por Binworks. Desenvolvimento e manutenção do site por Race Internet