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Hasta la vista baby!

Equador, Quito

Laura e Rafa pegando o táxi para o aeroporto em Quito, no Equador

Laura e Rafa pegando o táxi para o aeroporto em Quito, no Equador


Quito tem um clima meio instável, mas neste pouco tempo que ficamos aqui até que conseguimos encontrar um certo padrão. Todo e qualquer passeio que você tenha para fazer em lugares abertos, faça pela manhã. Com sorte você terá céu azul e uma ótima luz para fotos. Perto do meio-dia o tempo começa a fechar, as nuvens cinza tomam conta do céu e tem uma grande chance de chover.
Tentando aproveitar os últimos momentos antes de Laura e Rafael pegarem o vôo para o Brasil, fomos conhecer um dos principais mirantes da cidade de Quito.

Quito vista do alto do teleférico, no Equador

Quito vista do alto do teleférico, no Equador


Quito foi construída na base de um vulcão ativo que teve a sua última grande erupção em 1660. Atividades vulcânicas foram registradas também no século XIX e a última em 2006, nada sério, mas chegou a fechar o aeroporto pela grande quantidade de cinzas que foi espalhada sobre a cidade.

Observando uma Quito bem nublada no teleférico da capital, no Equador

Observando uma Quito bem nublada no teleférico da capital, no Equador


O teleférico construído na base do Ruccu Pichincha nos leva dos 2.900m à Cruz de Loma a 4.100m de altitude, em no máximo 10 minutos. Nós demoramos um pouco mais para subir e 30 minutos a mais na hora de descer, já que pegamos uma chuva de granizo forte que deixou todo o páramo branco, como se houvesse nevado.

Muita chuva e granizo no teleférico em Quito, no Equador

Muita chuva e granizo no teleférico em Quito, no Equador


Em resumo, quando chegamos lá em cima não pudemos ver o Antisana, nem o Cotopaxi e muito menos o Cayambe, vulcões que fazem parte da bonita paisagem normalmente alcançada desde o mirante em dias claros de sol. Lá em cima também existem algumas trilhas nos páramos de altitude com belas vistas e inclusive uma que chega à boca do vulcão a 4.900m. Nós que chegamos junto com a chuva, aproveitamos para tomar um chazinho gostoso nos bares enquanto esperávamos o tempo e o teleférico abrir para o retorno.

Laura e Rafa no teleférico em Quito, no Equador

Laura e Rafa no teleférico em Quito, no Equador


Retornamos ao hotel depois de uma passada rápida pelo Burguer King, junk, mas fast food para que Laura e Rafa não perdessem o horário do vôo. No restante do dia aproveitamos para trabalhar no site e retirar as coisas de dentro da Fiona, que já está com a sua revisão de 60 mil km agendada na Toyota Casabaca, concessionária em Quito.

Foto de despedida dos padrinhos Rafa e Laura, no hotel Eugenia, em Quito, no Equador

Foto de despedida dos padrinhos Rafa e Laura, no hotel Eugenia, em Quito, no Equador


À noite jantamos no Pavarotti, restaurante italiano super indicado pelo trip advisor, já que o seu vizinho La Choza, de comida típica equatoriana, já estava fechado. Estávamos ainda tristes e indignados pela notícia que acabávamos de ler “Aos 56 anos, morre Steve Jobs.” Enquanto conversávamos sobre seus feitos e dessa luta injusta que travou contra o câncer, o vemos participando mais uma vez na nossa vida. O garçom nos ofereceu uma curiosa carta de vinhos, em um Ipad. Escolhemos o vinho no mapa mundi, o menu interativo falava sobre a região, vinícola e detalhes do vinho. É Steve, você ainda está entre nós.

Tempo bastante nublado em Quito, no Equador, vista aos 4 mil metros no morro Pichincha

Tempo bastante nublado em Quito, no Equador, vista aos 4 mil metros no morro Pichincha

Equador, Quito, Teleférico, Ecuador, Pichincha, Steve Jobs

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Teleférico, Chuva e Despedidas

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