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Serra do Tepequem - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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Serra do Tepequem

Brasil, Roraima, Serra_do_Tepequem

Delicioso banho na Cachoeira do Barata, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Delicioso banho na Cachoeira do Barata, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Quanto mais viajamos pelo Brasil, mais fico impressionado com a quantidade de lugares belíssimos que há no país, ainda tão pouco conhecidos da grande maioria das pessoas. Especialmente para nós, do sul, as atrações turísticas fora da nossa região se resumem às “praias do Nordeste”, ao Pantanal e à Amazônia. As exceções, talvez, seriam as Chapadas Diamantina e dos Veadeiros, Bonito e o Jalapão. Pois é, esses lugares mais conhecidos merecem mesmo a fama, maravilhosos que são. Mas o Brasil é muito maior do que isso. Nossos meses de viagem pelo sertão nordestino nos mostraram verdadeiros tesouros turísticos. Na Região Norte, lugares como a Ilha do Marajó ou Alter do Chão são destinos de padrão mundial e no Centro-Oeste, é difícil imaginar um lugar mais alucinante que Terra Ronca.

Chegando à Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Chegando à Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Falo isso porque voltamos agora ao Brasil e, logo na nossa primeira parada, aqui na distante Roraima, já damos de cara com um desses tesouros desconhecidos. Quer dizer, desconhecido de nós, sulistas, porque é bem popular aqui no estado. Estou falando da Serra do Tepequem, no noroeste do estado. A Amazõnia, para quem possa interessar, não é só feita de florestas. Mais para o norte, tem muita savana também. Mais que isso, há serras e montanhas. Aliás, a maior montanha brasileira fica na Amazônia, o Pico da Neblina.

Vista do alto da Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Vista do alto da Serra do Tepequem, no norte de Roraima


O Platô, ponto mais alto da Serra do Tepequem, no norte de Roraima

O Platô, ponto mais alto da Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Infelizmente, por falta de tempo, não poderemos ir conhecer essa montanha. Mas tivemos sim, a chance e a sorte de vir conhecer a Serra do Tepequem, uma região belíssima de serra e clima aprazível, cheio de cachoeiras e rios cristalinos. Aqui, como tantos outros lugares no Brasil, os primeiros a chegar foram os garimpeiros, atrás de joias e diamantes. As riquezas começaram a escassear, mas a notícia das belezas da região correu de boca em boca e a Serra do Tepequem se tornou um dos principais destinos turísticos dos habitantes da capital Boa Vista.

A bela cachoeira do Paiva, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

A bela cachoeira do Paiva, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Descansando em um dos rios da Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Descansando em um dos rios da Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Mas, um golpe de sorte reservou o Tepequem praticamente para nós, nesses dias que aqui estivemos. A ponte que dá acesso à cidade estava em reforma e esteve fechada por quase três semanas. Para tristeza e prejuízo de donos de pousadas e restaurantes, o turismo minguou e a pequena vila se esvaziou. Obviamente, não tínhamos a menor ideia disso. Foi chegando à região, numa parada para um lanche, que fomos informados que a ponte que nem sabíamos existir, havia reaberto na véspera.

Depois de tanto tempo, comendo uma legítima comidinha brasileira, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Depois de tanto tempo, comendo uma legítima comidinha brasileira, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Depois de tanto tempo, comendo uma legítima comidinha brasileira, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Depois de tanto tempo, comendo uma legítima comidinha brasileira, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima


No meio da grande planície que é a Amazônia, avistamos a elevação da serra já de longe, as montanhas se elevando sobre o terreno alagado que atravessávamos na estrada. Subitamente, a rodovia torna-se íngreme, ganhamos muita altitude e a temperatura fica muito mais fresca. O visual “amazônico” transforma-se, parece que estamos na Serra do Espinhaço ou da Mantiqueira. Mas não, estamos em Roraima, estamos na Serra do Tepequem!

Acordando depois da primeira noite no Brasil desde 2011! (na Serra do Tepequem, no norte de Roraima)

Acordando depois da primeira noite no Brasil desde 2011! (na Serra do Tepequem, no norte de Roraima)


Decoração de Festa Junina nos faz lembrar que estamos de volta ao Brasil! (na Serra do Tepequem, no norte de Roraima)

Decoração de Festa Junina nos faz lembrar que estamos de volta ao Brasil! (na Serra do Tepequem, no norte de Roraima)


Com todas as pousadas absolutamente vazias, muitas delas até fechadas, não foi difícil achar um lugar para ficar. Com pressa de iniciarmos nossas explorações, já que no dia seguinte partiríamos para Boa Vista, fomos logo a uma das cachoeiras mais famosas da região, a Cachoeira do Paiva. Além do mergulho refrescante e do belo visual, também tivemos a chance de ver a vasta planície lá embaixo, estendendo-se até aonde a vista alcança. A estrutura para se chegar à cachoeira, uma longa escada de madeira, sólida e bem construída, nos mostrou que, em outras épocas, o lugar deve receber muita gente. Mas não ontem!

A pacata vila da Serra do Tepequem, no norte de Roraima

A pacata vila da Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Com a Dona Luzia, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Com a Dona Luzia, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima


De volta à vila, fomos procurar um jantar caseiro, algo que vínhamos sonhando faz tempo. O mais delicioso feijão com arroz e farofa, mais uma carninha, era tudo o que queríamos! Afinal, cachoeiras encontramos em muitos lugares, mas esse feijão com arroz, isso é só no Brasil!

Passeando na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Passeando na Serra do Tepequem, no norte de Roraima


O finzinho da luz do dia foi admirando o “platô”, a maior montanha da Serra do Tepequem que, como o nome indica, tem um topo bem plano. Uma das principais atrações daqui é a caminhada até lá, mas nós nos contentamos em ver aqui de longe, mesmo. Teríamos de acordar bem cedo hoje, para ir até lá, mas optamos por poder dormir até mais tarde e, sem pressa, conhecer uma outra cachoeira.

Um dos córregos de águas cristalinas da Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Um dos córregos de águas cristalinas da Serra do Tepequem, no norte de Roraima


E assim fizemos, nossa primeira noite no Brasil em tanto tempo, nada de stress para levantar, hehehe. Depois, rumo à cachoeira do Barata, outra joia da serra, águas verdes e ideais para nos acordar de vez. Para chegar até lá, após deixarmos a Fiona na estrada de terra, temos de caminhar uns vinte minutos pelo rio, passando por várias cachoeiras menores e piscinas naturais. Cenário muito semelhante a tantos outros que já percorremos, em Minas, Rio e São Paulo. Mas aqui é Roraima, o que aumenta ainda mais o charme do lugar!

Cachoeira do Barata, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Cachoeira do Barata, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima


Depois de mais um banho de cachoeira, estávamos prontos para pegar estrada novamente. Muito felizes de ter parado por aqui, conhecer mais um pedacinho do Brasil, o primeiro do nosso retorno. Levamos na memória a imagem de um lugar tranquilo, lúdico e vazio. Bem diferente de alguns relatos que ouvimos, quando a pacata vila se enche de ônibus e carros com som alto, bagunça e algazarra. Mas não foi assim que o destino quis que conhecêssemos o Tepequem. Só podemos ser-lhe gratos!

Cachoeira do Barata, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

Cachoeira do Barata, na Serra do Tepequem, no norte de Roraima

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