0 Querosene - Blog do Rodrigo - 1000 dias

Querosene - Blog do Rodrigo - 1000 dias

A viagem
  • Traduzir em português
  • Translate into English (automatic)
  • Traducir al español (automático)
  • Tradurre in italiano (automatico)
  • Traduire en français (automatique)
  • Übersetzen ins Deutsche (automatisch)
  • Hon'yaku ni nihongo (jidö)

lugares

tags

Arquitetura Bichos cachoeira Caverna cidade Estrada história Lago Mergulho Montanha Parque Patagônia Praia trilha vulcão

paises

Alaska Anguila Antártida Antígua E Barbuda Argentina Aruba Bahamas Barbados Belize Bermuda Bolívia Bonaire Brasil Canadá Chile Colômbia Costa Rica Cuba Curaçao Dominica El Salvador Equador Estados Unidos Falkland Galápagos Geórgia Do Sul Granada Groelândia Guadalupe Guatemala Guiana Guiana Francesa Haiti Hawaii Honduras Ilha De Pascoa Ilhas Caiman Ilhas Virgens Americanas Ilhas Virgens Britânicas Islândia Jamaica Martinica México Montserrat Nicarágua Panamá Paraguai Peru Porto Rico República Dominicana Saba Saint Barth Saint Kitts E Neves Saint Martin San Eustatius Santa Lúcia São Vicente E Granadinas Sint Maarten Suriname Trinidad e Tobago Turks e Caicos Uruguai Venezuela

arquivo

SHUFFLE Há 1 ano: Rio De Janeiro Há 2 anos: Rio De Janeiro

Querosene

Brasil, Rio Grande Do Sul, São José dos Ausentes, Cambará do Sul (P.N Serra Geral)

Gelo deixado pela forte geada em Cambará do Sul - RS

Gelo deixado pela forte geada em Cambará do Sul - RS


Ontem, na metade do caminho entre São José dos Ausentes e Cambará do Sul, acendeu uma luz no painel da Fiona. O carro continuava andando e, se não fosse pela tal luz, eu nem desconfiaria que havia algo errado. Mas a luz estava lá, "gritando" no painel. Consultando no manual, descobrimos que a recomendação era procurar a concessionária o quanto antes...

Perdidos no mundo numa estrada rural, sem sinal de celular, a única coisa que podíamos fazer era continuar. Ainda mais com o carro aparentando estar tão bem. E assim fizemos, seguindo até Cambará. Lá chegando, liguei para o SAC da Toyota e eles logo quiseram "remover" a Fiona para a concessionária mais próxima, em Caxias do Sul. Nesse caso, como iríamos aos cayons da região no dia seguinte? Resolvi que nós mesmos levaríamos a Fiona para Caxias, depois de visitar os canyons. Bem, na verdade, iríamos apenas a um dos canyons, o Fortaleza, já que o Itaimbezinho só abre de quarta à domingo. Boa do jeito que estava a Fiona, estava seguro que não haveria problemas...

Gelo deixado pela forte geada em Cambará do Sul - RS

Gelo deixado pela forte geada em Cambará do Sul - RS


Pois bem, na madrugada de domingo para segunda em Cambará, a temperatura chegou à congelantes -5 graus! Dentro do nosso quarto aconchegante, embaixo das cobertas quentinhas, nem pareceu tanto. Mas, do lado de fora, era gelo para tudo quanto é lado. Geada forte! Logo de manhã, liguei para a concessionária em Caxias e eles não viam problema em eu passar mais um dia com a Fiona com a tal luz acesa. Tranquilamente, eu e a Ana entramos no carro, já quase 10 da manhã, para irmos ao canyon Fortaleza. Foi quando tivemos a surpresa...

Gelo no alto do mirante do canyon da Fortaleza, em Cambará do Sul - RS

Gelo no alto do mirante do canyon da Fortaleza, em Cambará do Sul - RS


A Fiona estava completamente sem forças. Não conseguia subir nenhum aclive mais acentuado. A rotação, quando chegava acima dos 2 mil rpm, logo rateava. A tal luz acesa indicava uma sujeira no filtro de combustível. Seria isso a causa do problema? Depois de 40 mil km, a Fiona nos deixaria na mão? Conseguimos levá-la até um mecânico e ele também ficou na dúvida. Mas disse também que poderia ser o frio, diesel congelado no tanque. Àquela hora, a temperatura ainda era de zero grau. Será??? Ainda nem sabíamos que a temperatura mínima na madrugada tinha sido de -5...

Igreja em em Cambará do Sul - RS

Igreja em em Cambará do Sul - RS


Deixamos o motor ligado por um bom tempo, para ir esquentando. A rotação, agora, já chegava aos 4 mil rpm. Mas logo rateava. Fomos até o posto de combustível e lá o frentista foi taxativo: é o frio! E qual o remédio? Querosene! Meio ressabiados, colocamos dois litros de querosene no tanque. E não é que ela melhorou logo? O sol e o motor ligado certamente ajudaram, mas impossível não admitir que o querosene foi fundamental! Hmmmmm...

Visitando o canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS

Visitando o canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS


Certamente vamos passar por lugares muito mais frios na viagem. No alto dos Andes, ainda mais no inverno, temperaturas de até -15 ou -20 graus não são raras. Pelo visto, querosene será o nosso elixir. Nosso não, da Fiona, hehehe! Nesses países, o próprio díesel vendido já vem misturado com produtos anticongenlates. Mas, para temperarturas tão baixas, a "ajudinha" do querosene será sempre necessária.É isso aí, vivendo e aprendendo. Até no sul do Brasil precisamos de querosene... Com foi com a ajuda dele que pudemos, finalmente, ir para a maravilha geológica chamada Canyon da Fortaleza!

No alto do canyon Fortaleza, a mais de 1.100 metros de altura, em Cambará do Sul - RS

No alto do canyon Fortaleza, a mais de 1.100 metros de altura, em Cambará do Sul - RS

Brasil, Rio Grande Do Sul, São José dos Ausentes, Cambará do Sul (P.N Serra Geral), Estrada

Veja todas as fotos do dia!

Quer saber mais? Clique aqui e pergunte!

Post anterior Vestida com seu casaco de pele para enfrentar o frio em São José dos Ausentes - RS

Zero Grau

Post seguinte O Rodrigo (no alto, à esquerda) fica minúsculo diante da enormidade do canyon Fortaleza, em Cambará do Sul - RS

No Canyon da Fortaleza

Blog da Ana Igreja em em Cambará do Sul - RS

Descongelante

Comentários (0)

Participe da nossa viagem, comente!
Blog da Ana Blog da Rodrigo Vídeos Esportes Soy Loco A Viagem Parceiros Contato

2012. Todos os direitos reservados. Layout por Binworks. Desenvolvimento e manutenção do site por Race Internet