0 O Fim do Canyon, do Mundo e dos 1000dias - Blog do Rodrigo - 1000 dias

O Fim do Canyon, do Mundo e dos 1000dias - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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O Fim do Canyon, do Mundo e dos 1000dias

Estados Unidos, Arizona, Grand Canyon

Descansando e admirando a paisagem da trilha que desce até o fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Descansando e admirando a paisagem da trilha que desce até o fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Dezoito anos atrás eu fazia uma viagem parecida com essa. Quer dizer, mais ou menos. Eu também atravessava a “América” de carro, mas o carro não era meu, eu estava só, a tal “América”, na verdade, era só os Estados Unidos e os 1000dias eram apenas dez. Recém formado, tinha vindo passar uns meses em Nova Iorque, para estudar inglês. Aproveitava a mamata de minha irmã ter um apartamento na cidade. Ao final do curso, consegui outra mamata: uma família de New Jersey estava se mudando para Phoenix, no Arizona, e precisava que alguém levasse o seu carro até lá, um Pontiac. Pagariam até o combustível e mais uma pequena ajuda para a alimentação. O único porém é que eu deveria fazer o percurso em, no máximo, 10 dias.

No ônibus, a caminho do início da trilha para descer o Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

No ônibus, a caminho do início da trilha para descer o Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Visão de um ensolarado Grand Canyon, antes de iniciarmos a trilha que desce até o rio Colorado, no Arizona, nos Estados Unidos

Visão de um ensolarado Grand Canyon, antes de iniciarmos a trilha que desce até o rio Colorado, no Arizona, nos Estados Unidos


Achei muito bom negócio e mergulhei na América. Naquela época, não tinha GPS nem copilota, mas tinha bons mapas e as estradas são muito bem sinalizadas. Tratei de montar um roteiro de 10 dias, com muita estrada e algumas paradas chaves. Uma delas foi o Grand Canyon, já quase no final da viagem. Como tudo o que fiz naqueles dias, foi literalmente correndo. Cheguei aqui pela manhã, corri até rio Colorado, 1.000 metros abaixo, comi um sanduíche e voltei no trote. Quando o sol se escondeu, na parte final da subida, passei um frio danado, o corpo reclamando da falta de energia e excesso de esforço. Lembro da felicidade em chegar ao ar aquecido do Pontiac. Depois, num último esforço, ainda dirigi até Flagstaff, onde desabei na primeira cama de hotel. Doze horas mais tarde, acordei com uma linda vista pela janela, uma grande montanha coberta de neve. Engraçado que é exatamente essa a minha lembrança mais forte, dezoito anos depois, daqueles dez dias: a montanha nevada na janela, uma visão quase mágica para alguém que quase nunca havia visto neve antes disso.

Início da trilha de descida do Grand Canyon, o caminho cheio de neve e gelo, no Arizona, nos Estados Unidos

Início da trilha de descida do Grand Canyon, o caminho cheio de neve e gelo, no Arizona, nos Estados Unidos


Início de caminhada, a trilha ainda na sombra enquanto, ao fundo, o sol inunda o Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos

Início de caminhada, a trilha ainda na sombra enquanto, ao fundo, o sol inunda o Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos


Esses eram meus pensamentos enquanto estávamos no ônibus que recolhe pessoas em vários pontos do parque para deixá-los no início da trilha de South Kaibab, um dos caminhos até o rio Colorado, no fundo Grand Canyon. Eu e a Ana fomos “recolhidos” no escritório que emite as autorizações para se acampar no parque. São cinco dólares de taxa, mais cinco dólares por noite. Assim, pagaríamos 10 dólares cada um, bem mais barato que os quase 100 que pagaríamos para ficar no lodge. Já o ônibus, é um serviço gratuito do parque, desde que você tenha pago seu ingresso para entrar nele. Nós, com nosso vale anual, não precisamos pagar ingresso. Aliás, esse vale foi um dos melhores investimentos que fizemos por aqui. Custou 80 dólares. Se somássemos todos os ingressos dos parques que visitamos esse ano, certamente esse número estaria acima dos trezentos...

A magnífica vista do Grand Canyon enquanto descemos, o sol tomando conta da paisagem, de pouco em pouco (no Arizona, nos Estados Unidos).

A magnífica vista do Grand Canyon enquanto descemos, o sol tomando conta da paisagem, de pouco em pouco (no Arizona, nos Estados Unidos).


Mas, voltando ao ônibus, nós e outros oito turistas fomos deixados na South Kaibab Trail, cujo ponto inicial está a alguns quilômetros da área central do parque. Nossa ideia era descer por ela e subir amanhã pela Bright Angel Trail, que já chega à borda do canyon bem pertinho de onde ficou a Fiona. Vamos assim completar um circuito, descendo hoje cerca de 1.450 metros ao longo de 11,3 quilômetros de trilhas e subindo amanhã 1.330 metros distribuídos em pouco mais de 15 quilômetros de trilhas. Por mais que me esforce, não consegui lembrar o caminho que fiz da outra vez. Só me lembro da montanha nevada na janela...

Durante a trilha de descida, admirando a paisagem do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos

Durante a trilha de descida, admirando a paisagem do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos


Trilha em meio à grandiosidade do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos

Trilha em meio à grandiosidade do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos


Hoje, dia inteiro para descer, a única preocupação era mesmo o gelo na trilha. Mas cartazes no início do caminho tentavam nos alertar de outros perigos. Todos os anos, morre gente por aqui. Seja por descuido, seja por imprudência, seja por mal planejamento. Quase sempre, ocorrem nos meses mais quentes, quando a temperatura pode atingir facilmente os 40 graus, sob um sol inclemente. O cartaz que mais chamou minha atenção foi aquele que alertava: “Você acha que o Grand Canyon pode matar alguém que já correu a maratona de Boston?”. Para quem não sabe, a maratona de Boston é a mais antiga e tradicional do mundo. Não é qualquer um que pode correr ali. É preciso correr abaixo de um tempo índice antes. Esse tempo índice depende da faixa de idade, mas são tempos sempre fortíssimos. Por exemplo, na faixa de 35-40 anos, para homens, para correr em Boston, é preciso já ter corrido uma maratona em menos de 3 horas. Quem já correu uma maratona sabe o que isso significa. Enfim, correr em Boston é sinônimo de ser um excelente corredor no auge da sua forma física.

Descendo até o fundo do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos

Descendo até o fundo do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos


Trilha em meio à grandiosidade do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos

Trilha em meio à grandiosidade do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos


Voltando ao cartaz, a resposta é um sonoro “sim!”. E eles dão o exemplo verdadeiro de uma maratonista de Boston que veio ao Grand Canyon com uma amiga. Queriam descer por aqui e fazer uma trilha de cerca de 25 quilômetros. Levavam suas barras de cereais e um litro de água para cada uma. Acabaram se perdendo no caminho que seguia por trilhas secundárias. A amiga teve insolação e não conseguia mais sair do lugar. A maratonista deixou o resto da água que ainda tinha com ela e correu para pedir ajuda. Vinte e quatro horas mais tarde, o socorro encontrou a amiga ainda viva. A maratonista não teve a mesma sorte, sucumbindo ao calor e desidratação. Hoje, além de ex-maratonista, ele serve de exemplo a todos os que se aventuram naquela trilha e param para ler aquele cartaz...

Mulas trazem turistas do fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Mulas trazem turistas do fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Pausa para lanche na espetacular trilha que desce o Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Pausa para lanche na espetacular trilha que desce o Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Enfim, nós tínhamos comida e água mais que suficientes, o clima nos era bem mais favorável e não estávamos com pressa para chegar. Bem diferente de 18 anos atrás. Deixamos que os outros turistas começassem antes de nós, todos com seus calçados envolvidos nas correntes antiderrapantes e seguimos cuidadosamente. Um escorregão ali e outro aqui, mas nada de perigo, apenas diversão. Deu logo para ver que hoje não precisaríamos delas. A outra trilha promete ser mais escorregadia, mas subindo fica mais fácil se equilibrar.

Já se percebe perfeitamente o 'canion interior', dentro do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos

Já se percebe perfeitamente o "canion interior", dentro do Grand Canyon no Arizona, nos Estados Unidos


Enfim, passada essa preocupação, todo o resto foi só contentamento. A cada curva, a cada minuto, a paisagem era simplesmente deslumbrante. O cenário que nos envolvia tinha uma beleza muito além de palavras para descrevê-la. A grandiosidade é quase asfixiante. Eu, que não sou muito religioso, a todo momento tinha a vontade de agradecer a alguém, ou a alguma coisa, a oportunidade de estar lá. Seja a um deus que vive lá encima, seja ao destino, seja à natureza, seja ao universo, alguém tem de ser parabenizado por esse “trabalho” tão perfeito.

Paisagens de tirar o fôlego na descida do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Paisagens de tirar o fôlego na descida do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Paisagens de tirar o fôlego na descida do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Paisagens de tirar o fôlego na descida do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


E felizes daqueles que podem passar por aqui! De preferência, com calma e máquina fotográfica nas mãos, com a paciência que o cenário nos inspira. Um sanduíche na mochila também ajuda! Parar para um lanche cercado pelas enormes paredes do Grand Canyon não tem preço!

Pela primeira vez, observamos diretamente o rio Colorado, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Pela primeira vez, observamos diretamente o rio Colorado, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


A grosso modo, a trilha desce primeiro pelas paredes do canyon exterior, depois abaixa lentamente através de um platô intermediário até descer novamente em ziguezague pelas paredes do canyon interior. É só nesse ponto que passamos a ver o rio Colorado, lá embaixo. No caminho, fomos fazendo amigos e conhecidos, gente que começou a trilha mais cedo ou pessoas que deixaram para acordar mais tarde. Conversamos muito com um simpático e energético casal sexagenário, que costuma fazer essa trilha duas vezes ao ano, já há bastante tempo. Conhecem todos os caminhos por aqui e disseram que o ideal é reservar duas noites lá embaixo.

Ponte cruza o rio Colorado, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Ponte cruza o rio Colorado, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


A gente chegou ao canyon interior no meio da tarde, quando o rio recebia seus últimos raios de sol. Emocionante vê-lo novamente, depois de tanto tempo. Um pouco mais tarde, após o último ziguezague da trilha, atravessávamos o túnel na rocha que dá acesso à ponte pênsil que atravessa o rio. Menos de um quilômetro depois, chegamos á área de camping, dentro de um canyon lateral do Grand Canyon. Encontramos um lugar vago, armamos nossa barraca e, sem peso, saímos para uma caminhada de fim de tarde.

Uma majestosa lua nasce sobre as paredes internas do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Uma majestosa lua nasce sobre as paredes internas do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Ponte cruza o rio Colorado, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Ponte cruza o rio Colorado, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Seguindo conselhos, fomos explorar a Clear Creek Trail, que sobe quase duzentos metros do outro lado do rio Colorado, na borda norte. Ali, atingimos novamente a linha do sol e, do alto de um mirante, tínhamos uma visão fantástica do rio e do canyon interior abaixo de nós, enquanto as paredes do canyon exterior, ao longe, cobriam o nosso horizonte, soberanas. Foi o momento de pararmos para admirar a natureza a nossa volta. Realmente, era difícil acreditar que tudo aquilo, e o resto do mundo, pudesse acabar mesmo hoje. Mas se acabasse, aquele era um bom lugar para se estar.

O sol de fim de tarde ilumina as paredes coloridas do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

O sol de fim de tarde ilumina as paredes coloridas do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


Quem nos acompanha desde que iniciamos essa viagem sabe que nós botamos o pé na estrada há exatamente 1000 dias. A ideia, e a brincadeira, era aproveitar os últimos 1000 dias do planeta da melhor maneira possível: viajando e conhecendo nosso continente. Hoje, 1000 dias depois, estaríamos de volta em casa, junto a amigos e familiares queridos, prontos para o fim dos tempos. Mas, poucos meses depois do início da viagem, começamos a desconfiar que essa história de fim do mundo era conversa mole. Além disso, por duas vezes retornamos à Curitiba, para ver a sobrinha nascer e vê-la novamente completando um aninho de idade. Ficamos na cidade parados mais do que pretendíamos e tratamos de descontar esse tempo da nossa “contagem oficial”. Descontamos também o tempo extra passado em Cartagena, na Colômbia, esperando o barco que nos levaria ao Panamá. Tudo porque, sem esses dias, não conseguiríamos dar a volta nas Américas nos 1000 dias planejados.


Magnífica vista do rio Colorado, no alto da trilha Clear creek, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos

Magnífica vista do rio Colorado, no alto da trilha Clear creek, no fundo do Grand Canyon, no Arizona, nos Estados Unidos


É por isso que, 1000 dias depois daquele 27 de Março de 2010, não estamos em Curitiba, mas no fundo do Grand Canyon. O mundo não acabou e nem a nossa viagem, É... mas e esses cinquenta e poucos dias que restam na contagem oficial serão suficientes para chegarmos de volta ao ponto inicial? Claro que não. E qual a desculpa agora? Bem... basta olhar a nossa volta e ver essa paisagem magnífica, uma pintura! A América é ainda mais bonita e com muito mais lugares para se conhecer do que imaginávamos. Para ver e conhecer tudo isso, os 1000dias vão virar 1000dias + 1. Se os maias erraram sua previsão, porque não podemos errar a nossa? É isso aí, 21 de Dezembro de 2013, a nossa nova data do fim do mundo.

Admirando e curtindo um espetacular fim de tarde no fundo do Grand Canyon, na parte alta da Clear Creek Trail, no Arizona, nos Estados Unidos

Admirando e curtindo um espetacular fim de tarde no fundo do Grand Canyon, na parte alta da Clear Creek Trail, no Arizona, nos Estados Unidos

Estados Unidos, Arizona, Grand Canyon, trilha, Parque

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Comentários (8)

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  • 31/01/2013 | 19:08 por Alice

    Adorei as fotos. Parabéns! Estivemos no National Grand Cannyon Park - South Rim no dia 14 de janeiro e é exatamente o que eu senti quando vi aquele cenário deslumbrante na minha frente! Um trabalho magnífico da natureza. Continuem com os roteiros. Se eu pudesse eu também faria. Abraços!

    Resposta:
    Oi Alice

    Pois é, não é mesmo espetacular ficar na borda daquele canyon olhando para aqula paisagem grandiosa? Uma experiência inesquecível! Que legal que vc também tenha tido essa oportunidade!

    Os nossos roteiros continuam,mas não é todo dia que cruzamos com algo tão especial como o Grand Canyon, hahaha.

    Um abraço

  • 19/01/2013 | 15:11 por Cecilia

    sem palavras,maravilhoso!!!!

    Resposta:
    Oi Cecília

    "Sem palavras", fuquei eu, durante todo o tempo da descida do canyon. Que coisa mais fantástica!

    Um abraço

  • 19/01/2013 | 12:31 por gabebritto

    Adorei o post. E que se dane a contagem dos dias! =)

    Resposta:
    Grande Brito!

    Legal que tenha gostado!

    Quanto à contagem, agora vou contar quantos dias faltam para passarmos por POA, para podermos tomar uma cerveja juntos e falarmos muito, mas muito mesmo, de viagens, nesse mundo e fora dele

    Um grande abraço

  • 18/01/2013 | 23:02 por Luiz

    Esta ultima frase foi uma ótima notícia!!!!!!!!Bom retorno LENTO a vocês!!!!!

    Resposta:
    Oi Luiz

    Joia que vc tenha gostado! A gente também! Tem muita coisa para vermos ainda!

    Um abraço

  • 18/01/2013 | 17:23 por Lurdes

    simplesmente magnífico

    Resposta:
    Oi Lurdes

    Exatamente!

    Simplesmente magnífico!

    Um abraço

  • 18/01/2013 | 16:51 por Helder Ribeiro

    Muito legal seu post, pra variar. Esta é uma trilha que eu quero muito fazer. Estivemos no Grand Canyon há 2 anos e fizemos a visita aos mirantes e passeio de helicóptero mas não deu para fazer nenhuma trilha. Esta descendo até o rio parece ser mesmo fantástica.

    Este exemplo do maratonista mostra como é importante não negligenciar os perigos que existem ao fazer algumas atividades na natureza, apesar dos avisos.

    Abraços,
    Helder

    Resposta:
    Olá Helder

    Joia que vc tenha gostado do post. espero que vc possa fazer essa trilha em breve. Como fotógrafo que é, vai estra no paraíso!

    Eu fiquei bem impressionado com a história da maratonista. Acho muito nobre da família deixar que usem ela como exemplo...

    Um grande abraço

  • 18/01/2013 | 13:17 por Guto Junqueira

    Hehehehe, boa a argumentação da postergação da viagem por mais 1 ano. Acho que, no retorno, vc poderá vir a ganhar alguns tostões como advogado, acumular novo patrimônio em dois anos e investi-lo em novo "1000dias" na África e Oceania ...

    Bom o relato (e as incríveis fotos) desta descida ao Canyon, como havia sido o da Ana. Entre tantas aventuras já divulgadas pelo 1000dias, sempre anoto algumas que ainda pretendo fazer, e o Grand Canyon certamente é uma delas! Abraço e boa escalada no México! E vê se acelera estes posts, faz esforço concentrado pra voltar a ficar na mesma semana da realidade.

    Abraços e saudades,

    Guto

    Resposta:
    Oi Guta!

    Advogado? Sabe que não tinha pensado nisso? Dureza é encarar mais cinco anos de universidade...

    Legal que vc tenha gostado do post. Fico sempre orgulhoso quando recebo um comentário seu. Quero só ver quando for a sua vez de descer o canyon. vc poderia fazer aquele esquema de descer pelo sul e subir pelo norte. reservando um dia inteiro lá embaixo!

    As escaladas no México vão sair! Vai ser muito joia! Muito obrigado pela sua ajuda

    Quanto ao atraso nos blogs... muito chato mesmo. Mas tá difícil recuperar. Muitas fotos e muita história para contar. Esses últimos tempos tem sido muito intensos e corridos. mas eu chego lá!

    um grande abraço

  • 18/01/2013 | 13:12 por Kely

    Nossa, já faz tanto tempo assim que vocês saíram?
    Lindo demais esse lugar, não vejo a hora de conseguir planejar uma viagem pro Grand Canyon. Parabéns pela viagem, e que venham ainda muitos dias de paisagens deslumbrantes e novas descobertas!

    Resposta:
    Oi Kely

    Pois é, o tempo está voando! Socooooorro!

    O Grand canyon é fantástico! Tomara que vc consiga logo planejar sua viagem para lá!

    Um abraço

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