0 Machu Picchu - Blog do Rodrigo - 1000 dias

Machu Picchu - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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Machu Picchu

Peru, Machu Picchu, Aguas Calientes

A incrível Machu Picchu, no Peru

A incrível Machu Picchu, no Peru


Na segunda metade do século XV, o império inca vivia seu apogeu, nos reinados de Pachacutec e de seu filho Yupanqui. Segundo os arqueólogos, foi nessa época que foi construída a cidade que hoje conhecemos como Machu Picchu. No início, seria uma espécie de fazenda, ou propriedade de campo, do grande Pachacutec, desenvolvendo-se mais tarde como uma vila. Estava localizada numa espécie de platô natural em meio às montanhas do vale do rio Urubamba, a 80 quilômetros da capital Cusco e a 2.400 metros de altitude.

De manhã bem cedo, ainda vazia, as ruínas de Machu Picchu, no Peru

De manhã bem cedo, ainda vazia, as ruínas de Machu Picchu, no Peru


Lhamas caminham tranquilamente pelas ruínas Machu Picchu, no Peru

Lhamas caminham tranquilamente pelas ruínas Machu Picchu, no Peru


Não teve uma vida longa. Menos de 100 anos após sua criação, um evento catastrófico para a civilização inca significaria também o fim da cidade: a chegada dos espanhóis e, com eles, da varíola. Na verdade, os espanhóis nunca chegaram à cidade e nem ouviram falar dela, pois Machu Picchu não era muito importante no mundo inca. Mas a doença sim, chegou lá, matando e expulsando todos os habitantes da pequena cidade. Machu Picchu ficou deserta, entregue a natureza e à vegetação que reconquistaram seu espaço.

De manhã bem cedo, ainda vazia, as ruínas de Machu Picchu, no Peru

De manhã bem cedo, ainda vazia, as ruínas de Machu Picchu, no Peru


Cruzando com lhamas nas ruínas de Machu Picchu, no Peru

Cruzando com lhamas nas ruínas de Machu Picchu, no Peru


Enquanto isso ocorria, os incas lutavam pela sobrevivência de sua civilização. Sua capital foi conquistada e eles foram expulsos da região andina em 1539, refugiando-se na região amazônica, onde fundaram uma nova capital, Vilcabamba. Aí permaneceram como nação livre por mais três décadas, até a conquista total por parte dos espanhóis, em 1572. Mas antes de perderem sua nova capital, resolveram destruí-la por completo, numa espécie de tática da terra arrasada, para que os espanhóis não se estabelecessem por ali. A tática funcionou, mas os espanhóis capturaram o líder inca e o executaram. Com ele, morreu também toda uma civilização. E Vilcabamba perdeu-se na história e na selva, tornando-se quase uma lenda, a cidade perdida dos incas, onde estariam escondidos seus tesouros.

Bem cedo, explorando uma ainda vazia Machu Picchu, no Peru

Bem cedo, explorando uma ainda vazia Machu Picchu, no Peru


Lhamas caminham tranquilamente pelas ruínas Machu Picchu, no Peru

Lhamas caminham tranquilamente pelas ruínas Machu Picchu, no Peru


A partir de meados do século XIX, arqueólogos e caçadores de tesouros passaram a buscar Vilcabamba, a cidade que aparecia em diversas crônicas espanholas, mas que nunca havia sido redescoberta. Da pequena Machu Picchu, ninguém tinha ouvido falar. Pois bem, finalmente, em 1911, o historiador americano Hiram Bingham voltava ao Peru. Ele já havia estado por aqui várias vezes, disposto a encontrar a mitológica “lost city”. Tinha agora uma nova pista, boatos sobre essas ruínas quase no topo de uma montanha. Conhecida dos habitantes locais há várias gerações, foi um menino de apenas onze anos que guiou o historiador vale adentro e montanha acima até as ruínas de Machu Picchu. O local era habitado por uma família nativa que usava os terraços para agricultura de subsistência, além da criação de lhamas. Bingham não teve dúvidas: tinha encontrado a antiga capital do império e Machu Picchu “apoderou-se” do apelido que não lhe pertencia de direito – a cidade perdida dos incas. Por uma grande ironia, o próprio Bingham já havia estado nas ruínas da verdadeira capital, Vilcabamba, mas não havia reconhecido sua importância. Ao contrário, ficou hipnotizado pela imponência de Machu Picchu e seus arredores. Vilcabamba teria de esperar outras seis décadas para ter seu valor reconhecido.

Explorando as ruínas de Machu Picchu, no Peru

Explorando as ruínas de Machu Picchu, no Peru


Um lindo dia em Machu Picchu, no Peru

Um lindo dia em Machu Picchu, no Peru


Já Machu Picchu, nunca mais perdeu a fama. Ao contrário, desde que a National Geographic deu-lhe publicidade, dois anos após sua descoberta para o mundo exterior, a cidade tornou-se um ícone da arqueologia, da civilização inca e da América do Sul, atraindo cada vez mais turistas. O mato foi cortado, a grama aparada, as construções restauradas ou refeitas e sua visão passou a ser um verdadeiro colírio para aqueles que tem a sorte de aqui chegar, uma verdadeira pintura no meio de tantas montanhas, picos, vales e florestas.

Terraços e plataformas em Machu Picchu, no Peru

Terraços e plataformas em Machu Picchu, no Peru


Céu azul em Machu Picchu, no Peru

Céu azul em Machu Picchu, no Peru


Mas, além da beleza hipnotizante, Machu Picchu tem outra singularidade que a torna muito especial. Justamente por ter tido menos importância naquela época, os espanhóis nunca chegaram até ela. E isso fez com que ficasse muito melhor conservada que as outras cidades incas, pois além de pilharem tesouros e palácios, os espanhóis costumavam destruir tudo o que considerassem símbolos de religiões pagãs. Assim, eram poucas as estátuas e altares que resistiam á fúria “civilizatória” dos europeus. Como não chegaram à Machu Picchu, a cidade manteve-se como um verdadeiro museu para os estudiosos, talvez o melhor centro de estudos da civilização inca.

Machu Picchu, no Peru

Machu Picchu, no Peru


Bem, a destruição que não veio com os espanhóis, acabaria vindo com a quantidade interminável de turistas que querem visitar essa maravilha. Assim, medidas restritivas de visitação vem sendo impostas nos últimos anos, uma tentativa de conciliação entre a preservação e a visitação. Por exemplo, o número de visitantes, agora, é restrito a 2.500 por dia. Além disso, os caminhos pela cidade agora são restritos. Praças e áreas mais amplas, agora, são território exclusivo de lhamas que vivem por ali.

A fila para entrar em Wayna Pichu, em Machu Picchu, no Peru

A fila para entrar em Wayna Pichu, em Machu Picchu, no Peru


As ruínas de Wayna Pichu, em Machu Picchu, no Peru

As ruínas de Wayna Pichu, em Machu Picchu, no Peru


Uma total evolução da Machu Picchu que conheci há 23 anos. Naquela época, não havia restrições de número. De qualquer maneira, não chegavam tantos assim por lá. As praças eram abertas (eu até tirei uma soneca em uma delas!) e alguns turistas até subiam nas ruínas, para um melhor ângulo para fotografar ou ser fotografado. Hoje, são dezenas de guardas por ali, para impedir uma barbaridade dessas. Pode-se escutar seus apitos restritivos o tempo todo! Outras mudança foi levar o comércio todo para fora da área das ruínas. Não se pode entrar com comida em Machu Picchu. Em 1990, havia até um MacDonalds lá encima!

Espelhos d'água em Machu Picchu, no Peru

Espelhos d'água em Machu Picchu, no Peru


Para quem gosta de tranquilidade, o negócio é chegar cedo. A partir das 10 da manhã, quando começam a chegar os grupos vindos diretamente de Cusco, são centenas e centenas de pessoas perambulando em fila indiana pelo caminho que dá a volta na cidade. Apenas um sentido é permitido, para facilitar o “escoamento”. Para quem chega cedinho, os guardas permitem que se ande para lá e para cá. Mais tarde, impossível!

Às seis da manhã, chegando à Machu Picchu, no Peru

Às seis da manhã, chegando à Machu Picchu, no Peru


1000dias em Machu Picchu, no Peru

1000dias em Machu Picchu, no Peru


Nós, como disse no post anterior, chegamos bem cedo. Praticamente, abrimos a cidade. demos nossas voltas, assistimos a um inesquecível nascer-do-sol e tiramos nossas fotos. Verificamos a possibilidade de subir Wayna Picchu, mas nessa época doa no, é completamente impossível conseguir um ingresso. As entradas para essa mágica montanha ao lado da cidadela estavam esgotados até o final de Agosto! São permitidas apenas 400 pessoas por dia, em duas turmas de 200. A Ana já havia subido em 2006, mas eu fiquei só na vontade. Quem mandou eu ter preguiça em 1990?

Com o Gustavo, nas ruínas incas de Machu Picchu, no Peru

Com o Gustavo, nas ruínas incas de Machu Picchu, no Peru


Machu Picchu, no Peru

Machu Picchu, no Peru


Bem, ruínas visitadas, multidão chegando, tratamos de seguir na programação. Primeiro, fomos até uma incrível ponte inca, construída em um paredão de pedra com mais de cem metros de altura. Era uma das vias de acesso à cidade, a mais incrível delas, coisa de cinema, que pensamos existir só nos filmes de Indiana Jones. Que nada! Existe aqui! A via só está aberta até a ponte, mas podemos vê-la serpenteando pelo precipício. Imaginar os incas correndo por ali, carregando lenha e filhos nas costas, é uma viagem. O Gustavo não resistiu e foi até a ponte para tirar umas fotos. Felizmente, os guardas não vão até ali...

Caminhando na trilha da ponte em Machu Picchu, no Peru

Caminhando na trilha da ponte em Machu Picchu, no Peru


A bela paisagem ao redor de Machu Picchu, no Peru

A bela paisagem ao redor de Machu Picchu, no Peru


Depois, hora de subir a montanha. A mais alta ao lado de Machu Picchu tem 3 mil metros de altura, quase 500 mais alto que a própria cidade. Também é preciso fazer reserva para ir lá, mas ela é bem menos disputada que Wayna Picchu. Tínhamos feiro reserva para a Ana e para o Gustavo (e pago por isso!), mas não para mim. Lá em Cusco, eu ainda tinha esperança de, no último momento, conseguir entrar em Wayna. Não consegui. Pior, também não consegui para a montanha. Assim, tivemos de nos separar novamente, o Gustavo e a Ana subindo e eu procurando outra coisa para fazer...

Observando uma antiga trilha inca que leva à Machu Picchu, no Peru

Observando uma antiga trilha inca que leva à Machu Picchu, no Peru


No final, não foi tão mal assim. Resolvi seguir para Inti Punku, o “portal do sol”, o local de onde chegam os primeiros raios a iluminar a cidade pela manhã e também o ponto de acesso de quem vem pela trilha inca, o caminho que fiz há mais de duas décadas. É uma boa subida para lá também, mas não tão alto como a montanha que subiam a Ana e o Gusrtavo. Mas, dos dois lugares, tem-se uma vista privilegiada da cidade e até de Wayba Picchu, que fica bem abaixo de nós. De Inti Punku pode-se ver também a estrada que sobe de Aguas Calientes enquanto que, do alto da montanha, tem-se uma visão ampla de todo o vale, Machu Picchu ficando bem pequenina lá de cima.

O Gustavo caminha para uma antiga e incrível ponte inca em Machu Picchu, no Peru

O Gustavo caminha para uma antiga e incrível ponte inca em Machu Picchu, no Peru


O Gustavo foi ver de perto essa incrível ponte inca construída em um penhasco próximo de Machu Picchu, no Peru

O Gustavo foi ver de perto essa incrível ponte inca construída em um penhasco próximo de Machu Picchu, no Peru


Para mim, foi emocionante voltar lá. Da outra vez, só estávamos eu e meu primo, impressionados e emocionados com a primeira visão da famosa cidade. Hoje, éramos algumas dezenas, mas Machu Picchu continua bela como sempre.

Em Inti Punku, com Machu Picchu e a estrada de acesso às ruínas, no Peru

Em Inti Punku, com Machu Picchu e a estrada de acesso às ruínas, no Peru


Com o Gustavo, no topo da montanha de Machu Picchu, no Peru

Com o Gustavo, no topo da montanha de Machu Picchu, no Peru


Voltei à cidade, dei uma última volta pelas ruínas (agora na fila indiana) e decidi descer à Aguas Calientes. A trilha estava bem menos movimentada e, para baixo, é sempre muito mais fácil. De volta à rua principal de Aguas Calientes, encontrei um bar bem confortável e esperei pela Ana e Gustavo, que chegaram bem mais cansados do que eu, depois da subida á montanha dos 3 mil metros. Mas o esforço foi recompensado pela vista maravilhosa que tiveram lá de cima, com direito à muitas e muitas fotos.

No topo das ruínas de Machu Picchu, no Peru, com as ruínas lá embaixo

No topo das ruínas de Machu Picchu, no Peru, com as ruínas lá embaixo


No topo das ruínas de Machu Picchu, no Peru, com as ruínas lá embaixo

No topo das ruínas de Machu Picchu, no Peru, com as ruínas lá embaixo


Depois, todos juntos, fomos às piscinas de águas quentes que deram nome a este lugar. É claro que, movimentada como está Aguas Calientes, as piscinas também estão. Principalmente por aqueles que caminharam tanto hoje ou nos últimos dias, todo mundo merecendo uma sessão de relaxamento. Encontramos um lugar na piscina mais quente e dali não saímos nas próximas horas. O máximo de esforço que fazíamos era levantar o braço para chamar o garçom. Afinal, o calor daquelas águas combinava com uma Cusqueña gelada.

Relaxando os músculos na concorrida piscina de águas termais de Aguas Calientes, no Peru

Relaxando os músculos na concorrida piscina de águas termais de Aguas Calientes, no Peru


Depois da caminhada à Machu Picchu, hora de relaxar em Aguas Calientes, no Peru

Depois da caminhada à Machu Picchu, hora de relaxar em Aguas Calientes, no Peru


Do banho para o jantar e do jantar para o trem. Tivemos uma viagem noturna para Ollantaytambo, onde nos esperava uma noite de poucas horas. Afinal, ainda no escuro, partiríamos, já de Fiona, para algumas horas de estrada até a pequena cidade de onde se inicia a caminhada para Choquequirao. Aí sim, uma longa e penosa caminhada nos espera. Machu Picchu foi só aquecimento, hehehe. Além disso, o prêmio do esforço será algo que, nos dizem, é comparável á Machu Picchu, mas com 100 vezes menos turistas. Vamos conferir!

A gloriosa Machu Picchu, no Peru

A gloriosa Machu Picchu, no Peru

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Veja todas as fotos do dia!

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A Trilha Inca (1990)

Comentários (3)

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  • 12/11/2014 | 22:25 por Juvenal Rondan

    Boa noite Rodrigo , eu como peruano gostei muito das suas dicas, voce deveria percorrer todo o nosso país e eu se que vai se agradar mais e ate talvez nao vai quer voltar rsrsrsrsrs.
    Bom Rodrigo eu sou formado em ciencias administrativas e turismo na universidade de Cusco, e já teve essa sorte de morar em Sao Paulo e agora que voltei para o Peru montamos aqui no Peru a nossa operadora de turismo chamada Viagens Machu Picchu, Operadora única e exclusivamente para os brasileiro que desejem conhecer Machu Picchu e Peru.
    Nos da Viagens Machu Picchu sempre estamos dispostos a ajudar a qualquer pessoa sem compromisso de compra e simplesmente queremos que tudos venham e curtam a nossas paisagens.
    Att: Juvenal Rondan

    Resposta:
    Olá Juvenal

    Quanta honra, um peruano gostar do meu post sobre Machu Picchu! Então, na verdade eu passei no Peru duas vezes durante esses 1000dias. Andamos por todo o país, de norte ao sul, da Amazônia aos Andes e adoramos! É um país maravilhoso para e com os turistas e tem muito a ensinar para seus países vizinhos, como o Brasil!

    Enfim, também está dado o seu recado para os brasileiros que desejem ir a Cuzco e conhecer as redondezas com uma companhia local que atende exclusivamente brasileiros.

    Um abraço

  • 15/09/2013 | 12:09 por Helder Geraldo Ribeiro

    Muito bacana, Rodrigo!

    Belas fotos e boas histórias, algumas que eu não conhecia. Seu post me levou de volta a 2007 (um pouco depois de você :)), quando eu fiz a trilha inca e a primeira imagem da "cidade perdida" vista do Inti Punku nunca sai da cabeça.

    É um lugar que eu tenho muita vontade de voltar!

    Abraços,
    Heldr

    Resposta:
    Olá Helder

    Eu também acho que Machu Picchu merece um retorno! E para vc que já fez a trilha ttradicional, recomendo que faça uma outra, mais comprida, que passa por Choquequirao e últrapassa os 5 mil metros de altitude no seu ponto mais alto. São cerca de 8 dias de caminhada, mas dizem ser a mais bonita.

    Mas a chegada à Machu Picchu, aí não tem jeito, a mais especial mesmo é a trilha que vc já fez. Aquela chegada por Inti Punku é mágica!

    Um grande abraço

  • 15/09/2013 | 12:08 por Suzane

    Sensacional seu post.

    Em outubro estarei lá! E vendo as suas fotos, já começo a ficar ansiosa. Até emociona.

    Parabéns!

    Resposta:
    Oi Suzane

    Vc deve mesmo ficar ansiosa, porque Machu Picchu merece!!! E emociona também! Essa época que vc vai já é um pouco menos cheio, mas tente chegar bem cedo, de preferência, até as 7 da manhã! Depois das dez, são filas e filas de turistas...

    Um abs e boa viagem!

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