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Fronteiras

Nicarágua, Somoto, Honduras, Fronteiras, El Salvador, San Miguel

Chegando à fronteira entre Honduras e El Salvador. Lá vem o cara correndo para nos 'ajudar' nos trâmites...

Chegando à fronteira entre Honduras e El Salvador. Lá vem o cara correndo para nos "ajudar" nos trâmites...


Mantendo a tradição, saímos umas duas horas mais tarde do que o planejado, mas ainda dispostos a enfrentar as duas fronteiras de hoje. Somoto está a menos de vinte quilômetros da fronteira com Honduras. De lá, o plano era atravessar diretamente para El Salvador, uns duzentos quilômetros à frente.

Mapa da América Central mostrando nossas rotas de ida e de volta pela região

Mapa da América Central mostrando nossas rotas de ida e de volta pela região


Como vamos passar duas vezes pela América Central, subindo e descendo, resolvemos ir mais pelo lado do Pacífico e voltar pelo lado do Atlântico. Nessa época do ano ainda chove muito do lado caribenho enquanto no Pacífico o sol predomina. Na volta, pelo menos em teoria, teremos tempo bom no lado do Atlântico. Honduras tem apenas uma pequena saída para o Pacífico, justamente o trecho que estamos cruzando. O país está muito mais voltado para seu lado caribenho. El Salvador, o menor país da região, por outro lado, está todo do lado do Pacífico. Só passaremos por ele agora. Mais ao norte está Belize, exatamente ao contrário de El Salvador, só tem costa para o Caribe. Vai ficar para a volta...

Novo prédio da imigração hondurenha na fronteira com a Nicarágua

Novo prédio da imigração hondurenha na fronteira com a Nicarágua


Nossa primeira missão foi sair da Nicarágua. Trâmites rápidos, dois dólares por pessoa para carimbar o passaporte mais um dólar por pessoa de imposto municipal. Bem suspeito, mas não iríamos encrencar por um dólar. Agora a vez de Honduras, o país com a pior fama de trâmites de fronteira. Mas por sorte, coincidência, pelo espírito natalino ou tranquilidade dessa fronteira específica, também não tivemos nenhuma dificuldade burocrática. Problema mesmo foi o preço. Três dólares por pessoa (até aí tudo bem!) e extorsivos 35 dólares para a Fiona. Nos outros países até agora, pagávamos por volta de 15 dólares, mas isso valia um seguro de até três meses. Aqui, ficamos sem o seguro e ainda morremos nos 35 dólares. Pior, a cada vez que formos entrar no país vamos ter de pagar essa taxa. E nós estamos planejando entrar mais duas vezes no país. Uma vez na volta, daqui a uns 8 meses e outra daqui a uns 10 dias, entrada rápida vindo da Guatemala só para visitar as ruínas de Copan. Diante disso, nossa ideia é entrar em Copan sem a Fiona, que ficaria na Guatemala nos esperando. Vamos ver como é...

Poderia ser em qualquer lugar o mundo, mas foi em Honduras, na nossa rápida passagem pelo país

Poderia ser em qualquer lugar o mundo, mas foi em Honduras, na nossa rápida passagem pelo país


A passagem de pouco mais de duas horas por Honduras foi tranquila, com uma rápida parada para encher o tanque da Fiona e também os nossos estômagos. Com o advento do cartão de crédito, essa questão de câmbio e moedas ficou muito mais fácil! De qualquer maneira, eu peguei um troco em Lempiras, a moeda do país. Assim, elas se juntaram aos nossos Colóns (Costa Rica), Córdobas (Nicarágua) e Balboas (Panamá) na nossa coleção de moedas centro-americanas. Em El Salvador a moeda é o bom e velho dólar mesmo.

Trânsito nas estradas hondurenhas

Trânsito nas estradas hondurenhas


Chegamos à nossa próxima fronteira um pouco depois das duas da tarde, ainda bem esperançosos que conseguiríamos chegar de dia no nosso destino final, as praias da Costa do Balsamo, em El Salvador. Quanta inocência! Ao contrário da fronteira anterior, essa de agora é bem movimentada, fila para tudo e um monte de gente querendo nos “ajudar” no processo. E só ver a Fiona se aproximando que um monte deles já vem correndo em nossa direção. Quando chegam mais perto e veem a Ana, aí já abrem um sorrisão e começam com seu parco inglês a nos dar instruções. Para tristeza geral, respondemos em alto e fluente espanhol que não precisamos de ajuda, que já sabemos como tudo funciona. Depois de insistirem um pouco, acabam desistindo.

Estrada em El Salvador, próximo à San Miguel

Estrada em El Salvador, próximo à San Miguel


Bom, enfrentamos a longa fila, carimbamos nosso passaporte e entregamos a papelada da Fiona. Dessa vez, sem pagar nada! Rumo ao lado salvadorenho, então! Mais fila, mais paciência e já estamos legalizados no país. Falta a Fiona, ainda. A aduana é alguns quilômetros para frente. Achamos o local e passamos a papelada. Aí, a má notícia: o “sistema” está com problemas. Lá passamos quase uma hora e meia até o bendito papel de importação temporária sair. Minutos importantes de luz do dia perdidos ali, infelizmente. Com isso, desistimos de chegar até a praia, duas horas à frente. O nosso destino final passou a ser San Miguel, localizada na estrada para San Salvador e quarta maior cidade do país.

O imponente vulcão de San Miguel, com mais de 2 mil metros de altura, em El Salvador

O imponente vulcão de San Miguel, com mais de 2 mil metros de altura, em El Salvador


Assim, junto com a noite chegamos aqui, para nos instalar num hotel Comfort Inn. A bela imagem da silhueta característica de um enorme vulcão ao lado da cidade vai ser a imagem que vamos guardar de San Miguel, muito melhor que a lembrança do trânsito pesado da cidade, que vamos logo esquecer, hehehe! Praia, só mesmo amanhã. Junto com papai Noel!!!

Estamos em El Salvador!

Estamos em El Salvador!

Nicarágua, Somoto, Honduras, Fronteiras, El Salvador, San Miguel,

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Crossing Honduras

Comentários (1)

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  • 29/01/2015 | 22:09 por Lilian Horayama

    Acabamos de cruzar a fronteira de Honduras e foi a pior até agora... Infelizmente aceitamos a ajuda nos trâmites e um cara que se chama Rone e seu 'irmão' nos extorquiu US$135,00. De agora em diante, faremos os nossos próprios trâmites como sempre.

    Resposta:
    Oi Lilian

    Sempre bom ter notícias de vcs. Pena que dessa vez, são notícias chatas. Então, para vcs que falam tão bem o espanhol, NUNCA peçam ajuda na fronteira! Não precisam e, se pedirem só vai atrapalhar e custar caro!

    Um grande abraço para vcs dois! Muitas saudades daí e daquele nosso sushi...

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