1 Despachando a Fiona - Blog do Rodrigo - 1000 dias

Despachando a Fiona - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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Despachando a Fiona

Panamá, Colón, Cidade do Panamá

Preparando-se para o embarque da Fiona, no porto de Colón, no Panamá

Preparando-se para o embarque da Fiona, no porto de Colón, no Panamá


Ainda na República Dominicana, poucos dias antes de embarcarmos de volta ao Panamá, recebemos a grande notícia pela qual ansiávamos: havia aparecido um outro carro para dividir conosco os custos do contêiner! Uma bela economia para nós, de mais de 500 dólares! Agora sim, estávamos mais prontos do que nunca para realizar essa passagem da América Central para a do Sul, a parte mais chata dessa jornada pelo continente. Bom preço e timing perfeito! Afinal, chegaríamos, na quarta de manhã, tiraríamos a Fiona do Bond (porto seco) no mesmo dia e, na quinta, faríamos a burocracia na Cidade do Panamá. Na sexta, faríamos a burocracia em Colón e despacharíamos a Fiona, que viajaria no domingo, para chegar à Cartagena na terça. Enquanto isso, a gente, com uma combinação de ônibus, avião e barcos, cruzaríamos a fronteira entre os dois países e continentes por terra, algo que queríamos muito! Chegaríamos à Colômbia junto com a Fiona! Só faltava comprar a passagem no pequeno avião que nos levaria da Cidade do Panamá até a fronteira com a Colômbia, uma região bem bonita chama Zapzurro. Tudo estava bom demais para ser verdade...

Recuperando a Fiona no Bond (Porto Seco) na Cidade do Panamá, a capital do país

Recuperando a Fiona no Bond (Porto Seco) na Cidade do Panamá, a capital do país


Depois de 3 semanas, lá está a Fiona, no Bond (Porto Seco) na Cidade do Panamá, a capital do país

Depois de 3 semanas, lá está a Fiona, no Bond (Porto Seco) na Cidade do Panamá, a capital do país


O negócio começou a desandar já no aeroporto em Santo Domingo. A companhia aérea não queria nos deixar embarcar sem mostrarmos uma passagem de saída do Panamá. Mostramos a documentação do carro e eles ligaram para a migração do Panamá. De nada adiantou, o idiota de plantão do lado de lá disse que teríamos de ter uma passagem de saída do país. Sem muito tempo para argumentar e brigar, compramos ali mesmo uma passagem da Cidade do Panamá à Cartagena. Ao menos, a passagem seria reembolsável, menos o custo de emissão, de 25 dólares. Um preço ainda pequeno, se todo o resto desse certo.

Encontro com os suiços Tina e Marco, que vão dividir o conteiner para a Colômbia conosco (na Cidade do Panamá, a capital do país)

Encontro com os suiços Tina e Marco, que vão dividir o conteiner para a Colômbia conosco (na Cidade do Panamá, a capital do país)


Pois bem, adivinha se, no aeroporto do Panamá, alguém perguntou sobre a tal passagem de saída? Claro que não! Enfim... Bem, fomos direto ao nosso hotel deixar a bagagem e, em seguida, ao Bond. Lá, para nossa surpresa (boa!), o processo foi muito mais rápido que o esperado. Nem tivemos de ir à Aduana. Estávamos novamente com nossa querida Fiona e voltamos ao hotel. Lá, a primeira bomba: pela internet, verificamos que não havia mais passagens para Zapzurro pelas próximas duas semanas. Teríamos de arrumar outra rota. Ou outra maneira de chegar lá, sem a ajuda do avião. Mas aí, veio a segunda bomba. Nossa agente disse que os burocratas daqui não trabalhariam na quinta. Ou seja, teríamos de esperar até sexta para fazer os papeis aqui na capital. Isso significava que só poderíamos fazer os papéis de Colón no dia seguinte e que perderíamos o navio desse domingo. O próximo? Só no outro domingo... Acabávamos de ganhar (ou perder!) uma semana!

Com os suiços Tina e Marco, na Aduana em Colón, no Panamá

Com os suiços Tina e Marco, na Aduana em Colón, no Panamá


Mais uma etapa burocrática vencida, em Colón, no Panamá

Mais uma etapa burocrática vencida, em Colón, no Panamá


Bom, parte desse tempo extra, vocês acompanharam no post anterior: muitos passeios por aqui. O outro pedaço, ainda chego lá. Bom, na sexata cedo, fomos encontrar o simpático casal de suíços, o Marco e a Tina, viajando da California à Argentina e, daí, só Deus sabe. Já estão por aqui há uns 10 dias, esperando por nós. Juntos com a agente que está nos ajudando, fomos à Aduana daqui fazer a burocracia necessária. Ali, ficamos sabendo que, na verdade, poderíamos sim, ter feito isso no dia anterior. Foi tudo um “desentendimento”. Que nos custou essa semana valiosa... Enfim, não adiantava chorar pelo leite derramado, tínhamos de aproveitar de alguma maneira esse tempo extra.

Chegando ao porto de Colón, no Panamá

Chegando ao porto de Colón, no Panamá


A Fiona e seu companheiro de conteiner na viagem para a Colômbia (no porto de Colón, no Panamá)

A Fiona e seu companheiro de conteiner na viagem para a Colômbia (no porto de Colón, no Panamá)


Nessa hora, já tínhamos desistido da rota por Zapzurro. Chegar lá por terra e por mar seria muito trabalhoso, 7 horas numa lancha meia boca pulando sem parar. Decidimos então, tentar o plano B (o “C” seria seguir diretamente para Cartagena, mas teríamos de trocar as datas das nossas passagens, de qualquer maneira), pela ilha de San Andres. Essa é uma ilha colombiana, mas que fica no meio do Caribe, ao lado da Nicarágua. Uma aberração geográfica. Vou falar disso no post seguinte, mas o fato é que conseguimos as passagens para viajar na terça, depois de despachar a Fiona em Colón, na segunda.

Entrando no contéiner em direção à Colômbia! (no porto de Colón, no Panamá)

Entrando no contéiner em direção à Colômbia! (no porto de Colón, no Panamá)


O companheiro de viagem da Fiona, no porto de Colón, no Panamá

O companheiro de viagem da Fiona, no porto de Colón, no Panamá


O companheiro de viagem da Fiona, no porto de Colón, no Panamá

O companheiro de viagem da Fiona, no porto de Colón, no Panamá


Segunda? Isso mesmo! Essa é uma das vantagens de enviar o carro em um contêiner. Não precisamos esperar a data de saída do navio, que será só no outro domingo, como seria o caso se a estivéssemos enviando como carga solta (que foi como fizemos na vinda para cá, há 18 meses).

Amarrando a Fiona no interior do contéiner no porto de Colón, no Panamá

Amarrando a Fiona no interior do contéiner no porto de Colón, no Panamá


Os casais se despedem de seus carros embarcados no contéiner, no porto de Colón, no Panamá

Os casais se despedem de seus carros embarcados no contéiner, no porto de Colón, no Panamá


Assim, resolvido nosso destino, passamos mais um fim de semana na Cidade do Panamá e segunda cedinho, viajamos os 80 quilômetros para Colón, onde reencontramos os amigos suíços e o agente que nos ajudaria por lá. Fomos juntos na Aduana e de lá, finalmente para o porto. Tendo alguém para nos levar pelos meandros e labirintos de repartições é sempre mais fácil e, em menos de duas horas, estávamos com os dois carros prontos para entrar no contêiner já com as portas abertas.

Fechando o contéiner da Fiona no porto de Colón, no Panamá

Fechando o contéiner da Fiona no porto de Colón, no Panamá


Fiona devidamente embalada para viagem, no porto de Colón, no Panamá

Fiona devidamente embalada para viagem, no porto de Colón, no Panamá


Tiramos as fotos, embarcamos os carros com cuidado, colocamos as amarras nas rodas, fechamos o contêiner e o selamos. Os carros estavam empacotados! Só espero que o navio respeite o sinal de “This Way Up!”, hehehe. Até logo, Fiona querida, nos vemos novamente em Cartagena! Ela vai ficar seis dias por aqui, parte no domingo, chega na segunda e é descarregada na terça. É quando começamos o processo de desembaraçá-la, já em terras colombianas. Felizmente, a última vez que teremos de fazer isso...

O lacre do contéiner da Fiona, no porto de Colón, no Panamá

O lacre do contéiner da Fiona, no porto de Colón, no Panamá

Panamá, Colón, Cidade do Panamá,

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