0 Cartagena, América do Sul - Blog do Rodrigo - 1000 dias

Cartagena, América do Sul - Blog do Rodrigo - 1000 dias

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Cartagena, América do Sul

Colômbia, Cartagena

AS famosas muralhas de Cartagena, na Colômbia

AS famosas muralhas de Cartagena, na Colômbia


Estamos de volta à América do Sul! Exatamente 18 meses depois de deixarmos Cartagena em um pequeno barco rumo ao arquipélago de San Blás, no Panamá, voltamos à mesma cidade colombiana, agora de avião, vindos de San Andrés. Foi daqui que embarcamos a Fiona para o porto de Colón, também no Panamá, será aqui que a receberemos de volta ao nosso continente natal.

Em meio à neblina, aparece Cartagena, na Colômbia. Depois de tanto tempo, estamos de volta à América do Sul!

Em meio à neblina, aparece Cartagena, na Colômbia. Depois de tanto tempo, estamos de volta à América do Sul!


Estamos de volta em Cartagena, na Colômbia

Estamos de volta em Cartagena, na Colômbia


Quando saímos de Cartagena, em 20 de Novembro de 2011, imaginávamos que retornaríamos em um ano. Pura ilusão! Imagina só, ver toda a América do Norte, ir e voltar pela América Central, conhecer tantas ilhas no Caribe e ainda dar um pulinho na Groelândia e Hawaii, tudo isso em apenas um ano? Que inocência! Na verdade, devo confessar: 18 meses também foram pouco! A lista de lugares maravilhosos que deixamos para trás sem conhecer está ficando cada vez maior e a tristeza de não ter tido tempo de passar por eles só é suplantada pela alegria e curiosidade de tudo o que ainda temos pela frente.

Vendedora de doces em Cartagena, na Colômbia

Vendedora de doces em Cartagena, na Colômbia


A Ana tenta (e não consegue!) equilibrar a bacia de doces na cabeça, nas ruas de Cartagena, na Colômbia

A Ana tenta (e não consegue!) equilibrar a bacia de doces na cabeça, nas ruas de Cartagena, na Colômbia


Pois é, ainda temos um longo caminho pela frente, que terá de ser espremido nos oito meses restantes da nossa viagem (nossa última previsão...). Felizmente, como bem sabe quem nos acompanha faz tempo, já estivemos em boa parte da América do Sul. Mas falta muita coisa importante ainda! Lugares que encaixaremos no nosso roteiro de descida até a Terra do Fogo e posterior volta ao Brasil. Basicamente, conheceremos o litoral caribenho da Colômbia, passaremos uma três semanas na Venezuela e retornaremos ao Brasil por Roraima. Aí, mais um tempinho na Amazônia, região do Solimões e vamos conhecer dois estados em que ainda não estivemos: os remotos (o que só aumenta nossa curiosidade e vontade) Acre e Rondônia. Voltaremos, então, ao Perú e Bolívia (Cusco, Machu Pichu, Titicaca, La Paz, etc) e voltamos à Rondônia pela estrada da morte. Daí desceremos pelos Mato Grossos, os últimos estados do país que nos faltarão. Passagem pelo interior dos estados do sul e de volta à Argentina. Vamos descer pela fronteira do Chile, alternando entre um país e outro, até chegar ao extremo sul do continente. Por fim, subimos pelo litoral argentino, passamos pela imperdível Buenos Aires e entramos no Uruguai, o último país que vamos visitar para fechar a lista das Américas. O epílogo da viagem será no litoral do Rio Grande e Santa Catarina, para fechar em grande estilo. Acham pouco? Ainda temos de encaixar, nesse meio tempo, a Ilha de Páscoa, as Malvinas e um pulinho na Antártida. Já que é para sonhar, vamos sonhar grande, né?

As ruas charmosas da cidade amuralhada de Cartagena, na Colômbia

As ruas charmosas da cidade amuralhada de Cartagena, na Colômbia


Uma das pomposas praças da cidade amuralhada em Cartagena, na Colômbia

Uma das pomposas praças da cidade amuralhada em Cartagena, na Colômbia


Bom, chega de sonho e vamos voltar à dura realidade. Antes de mais nada, o que precisamos fazer é recuperar a Fiona, escondida atrás da burocracia portuária colombiana. Dezoito meses atrás, em plenas “fiestas novembrinas”, quando a cidade para num interminável feriado, nós penamos para embarcar a nossa companheira rumo ao Panamá. Agora, vamos percorrer o caminho inverso, para tirá-la do porto. Um longo processo que merece um post especial, que virá em breve. A Fiona chega ao país no dia 20, de noite. Será descarregada no dia seguinte, terça-feira e, a partir daí, são vários passos a serem dados. Quiçá, antes do final de semana, já estaremos na estrada novamente. Como disse, detalhes dessa epopeia seguem num próximo post...

Arte nas ruas de Cartagena, na Colômbia

Arte nas ruas de Cartagena, na Colômbia


A famosa Torre do Relógio e o Monumento do Cavalo Alado, em Cartagena, na Colômbia

A famosa Torre do Relógio e o Monumento do Cavalo Alado, em Cartagena, na Colômbia


Enfim, como é apenas na terça que podemos começar o processo da Fiona, aproveitamos a segunda-feira para viajar para a Playa Blanca, a mais bela praia aqui da região. Pode-se chegar lá de barco ou de carro, mas sem a Fiona, restou-nos a primeira opção. Quase todo mundo que vai para lá, vai num day-tour. Felizmente, nós fomos para dormir por lá e os detalhes desse dia e noite maravilhosos seguem no próximo post.

vendedor de mamoncillo, em Cartagena, na Colômbia

vendedor de mamoncillo, em Cartagena, na Colômbia


Vendedora de frutas em Cartagena, na Colômbia

Vendedora de frutas em Cartagena, na Colômbia


Os outros dias de espera, foram aqui em Cartagena mesmo, cidade nossa velha conhecida. Nós ficamos hospedados no Hostal Mamallena, o mesmo onde ficou o casal de suíços que compartilhou conosco o contêiner da Fiona. O Hostel fica no centro histórico de Cartagena, bem perto da cidade amuralhada. Bem instalados e bem localizados, restava-nos passear pelas ruas charmosas da cidade, rever praças e bares conhecidos, reencontrar antigos amigos. E aproveitar também para dar um gás nos nossos blogs, mais atrasados do que nunca.

Cores fortes nas ruas de Cartagena, na Colômbia

Cores fortes nas ruas de Cartagena, na Colômbia


Uma das muitas igrejas no centre histórico de Cartagena, na Colômbia

Uma das muitas igrejas no centre histórico de Cartagena, na Colômbia


A Ana teve mais chance do que eu para refazer nossos roteiros preferidos pela cidade, já que eu estava envolvido com a burocracia da Fiona, “visitando” portos e repartições públicas. Mas também tive tempo para matar um pouco da saudade dessa cidade mágica que é Cartagena.

Famosa estátua no centro histórico de Cartagena, na Colômbia

Famosa estátua no centro histórico de Cartagena, na Colômbia


Arte em praça de Cartagena, na Colômbia

Arte em praça de Cartagena, na Colômbia


Para começar, sentimos logo a diferença da época do ano. Em Novembro, durante as festas, a cidade está fervendo em cada esquina. Agora não, muitos lugares estão vazios, apesar da quantidade de turistas ser sempre grande. Mas os turistas nacionais, aqueles que vêm para as festas, já quase não se veem. De noite, com exceção de uma praça e poucas esquinas, as ruas da cidade amuralhada estão completamente desertas. Caminhar por essas ruas históricas e agora silenciosas, tão bem restauradas e conservadas, é uma viagem ao passado, um verdadeiro encantamento.

Balcão de doces e sobremesas do nosso café predileto na cidade amuralhada, em Cartagena, na Colômbia

Balcão de doces e sobremesas do nosso café predileto na cidade amuralhada, em Cartagena, na Colômbia


Nosso bar do coração em Cartagena, na Colômbia

Nosso bar do coração em Cartagena, na Colômbia


Como já conhecíamos os caminhos, fomos logo visitar um café que havíamos adorado da última vez. Continuava ótimo como sempre. Para a Ana, era um martírio na hora de pedir a sobremesa. Afinal, ela queria TUDO. Voltamos também ao Esquina Sandiegana, na qual passamos uma memorável noite de salsa em 2011. Estava lá, completamente vazio. Mas as lembranças mais fortes do que nunca!

Reencontro com nosso amigo Elith, agora em Cartagena, na Colômbia

Reencontro com nosso amigo Elith, agora em Cartagena, na Colômbia


Reencontro com nosso amigo Elith, agora em Cartagena, na Colômbia

Reencontro com nosso amigo Elith, agora em Cartagena, na Colômbia


Aliás, foi justamente nesse bar e naquela noite que conhecemos o Elith, um colombiano que vivia em Nova York e estava de férias por aqui. Quando passamos na Big Apple, em Julho do ano passado, estivemos com ele por lá. Agora, ele voltou em definitivo para a Colômbia e, claro!, nós nos encontramos e tentamos botar o papo em dia, com muitas cervejas geladas para ajudar. A velha e saborosa Aguila!

Uma das portas da cidade murada de Cartagena, na Colômbia

Uma das portas da cidade murada de Cartagena, na Colômbia


Vendedor de chapéus em Cartagena, na Colômbia

Vendedor de chapéus em Cartagena, na Colômbia


Enfim, foram dias tranquilos por aqui, tirando a chateação do processo burocrático. Cartagena continua linda como sempre, a porta de entrada de muitos viajantes que chegam (ou voltam!) à América do Sul. Aqui, começamos a pegar o gostinho da nossa terra, aquela latinidade transbordando nas ruas, nas pessoas e no ar que se respira. Como é bom estar em casa novamente!

Umas das muitas praças na região histórica de Cartagena, na Colômbia

Umas das muitas praças na região histórica de Cartagena, na Colômbia

Colômbia, Cartagena,

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San Andrés

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Playa Blanca, After Hours

Comentários (1)

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  • 02/04/2017 | 10:52 por Aletheia

    Bom dia! Por favor, qual o nome do café que vcs citam no post sobre Cartagena? Lendo suas experiências não consegui identificar o nome e como amo doces, gostaria de conhê-lo. Irei a Cartagena em maio.

    Obrigada!

    Aletheia

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