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Brownsberg

Suriname, Brownsberg

Chegando à Irene Val (Cachoeira da Irene), na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

Chegando à Irene Val (Cachoeira da Irene), na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


Conforme tínhamos combinado, o Sven já estava logo cedo no nosso hotel para, juntos, viajarmos para a Reserva Natural de Brownsberg, um pouco mais de 100 km ao sul de Paramaribo. Apesar da moça da Stinasu não ter falado muito bem das condições da estrada, foi uma grata surpresa ver que existem sim boas estradas no país. Não demorou muito para deixarmos a cidade para trás, o centro, a periferia, seus templos cristãos, islâmicos e até um hindu, que ainda não tínhamos conseguido ver.

A represa de Brokopondo, ao lado da Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

A represa de Brokopondo, ao lado da Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


A reserva fica ao lado de uma enorme represa, a Brokopondo, construída na década de 60 e que se transformou no maior lago do país. A empresa que a construiu é uma mineradora de Bauxita, principal responsável pelo PIB do país. Hoje, a energia de Brokopondo não só mantém a mineradora funcionando, como fornece toda a energia da capital Paramaribo.

Estradas alagadas na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

Estradas alagadas na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


O asfalto nos leva até Brownswerk, uma das muitas vilas construídas para abrigar os desalojados pela barragem. De lá começa uma estrada de terra e muito barro, própria para carros 4x4, que sobe em direção a um platô onde está a sede do parque. São 13 quilômetros de muita patinação e habilidade para quem se arrisca a ir num carro não tracionado.

Conversando com o Sven no mirante de Mazaroni, na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

Conversando com o Sven no mirante de Mazaroni, na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


No parque recebemos um mapa com as diversas trilhas e montamos nossa programação. Começamos o dia de hoje com uma trilha curta até um mirante com uma bela vista para a represa lá embaixo. Para mim, mais impressionante que o lago é a vasta e densa mata que o cerca. Só faltou o céu azul para transformar aquilo tudo numa pintura. Ao contrário, o tempo fechou e caiu um pé d'água. Ficamos sob um abrigo do mirante e, quando a chuva parou, eu e a Ana partimos para novas trilhas enquanto o Sven ficou por ali mesmo.

'Leo Val', ou Cachoeira do Leo, na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

"Leo Val", ou Cachoeira do Leo, na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


Nosso objetivo agora eram duas cachoeiras, ou "Val", como se diz aqui. Descendo uma pirambeira pela mata, chegamos primeiro na Val do Leo, uma queda d'água de uns 20 metros escondida no meio das folhagens. Já havia pessoas se banhando ali e nem ficamos muito tempo. A próxima, muito mais abaixo, era a Val da Irene. O caminho até lá é muito jóia, serpenteando entre enormes árvores, ouvindo macacos e pássaros o tempo todo. Aliás, falando em macacos, eram os mesmos bugios gritadores da Ilha Grande, com aquele som característico de uma serra elétrica estridente.

Uma das gigantescas figueiras na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

Uma das gigantescas figueiras na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


Achamos a Val da Irene mais bonita e convidativa. Tiramos fotos e fomos tomar um banho. Foi bem a conta para que chegasse mais pessoas por ali. Aí, já era hora da longa subida de volta para chegarmos ao acampamento e nos instalarmos no nosso hut, o que ainda não tínhamos feito. Um terço da subida vencida e encontramos o Sven, a caminho da Irene. Outro terço e fomos apanhados por mais uma daquelas chuvas amazônicas. Em poucos minutos, já estávamos em sopa, nós e nossas roupas e botas, infelizmente.

Admirando a Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

Admirando a Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


Banhando-se na Irene Val (cachoeira da Irene), na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

Banhando-se na Irene Val (cachoeira da Irene), na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


De volta ao acampamento, já sem chuva, descobrimos que tínhamos ganho não só um quarto, mas uma casa inteira, com oito quartos e quatro banheiros, além de sala e cozinha. Estávamos chiques!

Nosso belo refúgio particular na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname

Nosso belo refúgio particular na Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname


De noite, um delicioso jantar no restaurante do acampamento, comida quentinha para nos reanimar depois do banho frio. Arroz, vegetais, legumes e uma carne de um tipo de galináceo que tem lá em cima. Tudo muito bem temperado. Hmmmmmm! Depois, a Parbo de lei e eu fui me recolher, um pouco antes da meia-noite. Já a Ana, saudosa de uma boa noitada de socialização, esticou até às três da manhã, ficando muito amiga do Rocky e do Wilfred, que tomam conta do parque, e da Karen, uma simpática belga que também está visitando Bownsberg. Restou a ela poucas horas para se preparar para o longo dia de amanhã...

Noitada no acampamento da Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname (com o Wilfred, Karen e Rocky)

Noitada no acampamento da Reserva Natural de Brownsberg, no Suriname (com o Wilfred, Karen e Rocky)

Suriname, Brownsberg,

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